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Painel apresentou cenário econômico-financeiro diante de momento desafiador da saúde suplementar, com aumento de custos, regulamentações e transição demográfica.
 
 
O 32º Seminário Nacional apresentou um panorama com o resultado econômico e financeiro das operadoras do Sistema Unimed e do setor de saúde suplementar. A contextualização foi feita ao público na Sala Atuarial pelo coordenador de Monitoramento Econômico-Financeiro da Confederação, Alex Santos Lima, em mesa mediada pelo gerente de Acompanhamento Especial das Operadoras, Eraldo de Almeida Ferreira Cruz.

Em relação ao desempenho econômico-financeiro, o Sistema Unimed obteve um resultado líquido agregado de R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre de 2024, com resultado operacional também positivo, confirmando a tendência de reequilíbrio do setor.
“O setor de saúde suplementar busca recuperar seu desempenho operacional, após três anos de resultados negativos. Atravessamos um contexto de desafios, que ainda inclui os efeitos da pandemia de Covid-19, responsável por fortes variações na demanda e pelo aumento acentuado dos custos, regulamentações e a transição demográfica”, destacou Lima.

Os números ressaltam que, em 2023, ainda em meio ao cenário desafiador do setor, o Sistema Unimed manteve a sua trajetória de crescimento, com a ampliação da oferta de cuidados e crescimento de carteira de mais de 2% no ano, acima do mercado geral, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Os números reafirmam o Sistema Unimed como líder do setor, com uma carteira de mais de 19,6 milhões de beneficiários, o que corresponde a cerca de 10% da população brasileira e a uma participação de mercado de 38,6%. Os dados desconsideram os clientes de planos odontológicos, no qual a soma é de 20,5 milhões de beneficiários.