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Câmara dos Deputados promoveu debate sobre o reajuste autorizado pela ANS em 2021, no qual a Confederação reforçou o cenário desafiador de custos crescentes, o panorama pós-Covid e a importância do equilíbrio da regulação de toda a cadeia de saúde.
 
 

A Unimed do Brasil integrou mais um debate importante para a formulação política sobre a regulação do setor de saúde no País. Na manhã desta quinta-feira, 16 de setembro, foi uma das convidadas para se manifestar em audiência pública conjunta da Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) e da Comissão dos Direitos da Pessoa Idosa (CIdoso), que discutiu o Reajuste dos Planos de Saúde Autorizado pela ANS em 2021.

O Sistema Unimed foi representado pelo superintendente jurídico da Confederação, Jeber Juabre Junior, que explicou motivos e impactos, para a sustentabilidade das operadoras, de custos crescentes, com novas incorporações tecnológicas e de coberturas, retomada dos atendimentos eletivos e, por consequência, dos níveis históricos de sinistralidade.

De acordo com ele, é necessário encontrar um equilíbrio para que o acesso da população à saúde suplementar não seja restringido - ocasionando uma demanda que o SUS não conseguiria suprir -, com regulação igualitária de toda a cadeia de saúde, de modo que o segmento privado consiga manter suas operações diante de um cenário desafiador e altamente custoso.

O deputado Dr. Frederico (Patriota-MG), presidente da CIdoso, elogiou a apresentação da Unimed do Brasil, ressaltando a importância da postura da Confederação ao demonstrar “compreensão e responsabilidade com o momento nacional”.

Também participaram da audiência pública representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), da Defensoria Pública Federal e do departamento de Estudos e Monitoramento de Mercados do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor Ministério da Justiça.

Clique aqui para assistir na íntegra (a partir de 47:45).