O gerente de Intercâmbio da Unimed do Brasil, Oudair Lopes Jardim, e o superintendente de Tecnologia e Inovação, Maurício Cerri, abordaram iniciativas para ampliar e otimizar o atendimento em telemedicina por meio do Intercâmbio Nacional.
“Aprovamos regras de contingência no contexto da pandemia e agora queremos aperfeiçoar e expandir, de acordo com as premissas do Intercâmbio”, disse Oudair, que contextualizou as regras que estão sendo definidas referentes às plataformas de atendimento, tipos de telessaúde, credenciamento de prestadores e processos de autorização, atendimento, cobrança e contestação, ampliando a possibilidade para outros profissionais de saúde, como nutricionistas e psicólogos.
Cerri ressaltou que as plataformas de telessaúde devem seguir normas de segurança e privacidade definidas pelo CATI e constantes no Manual do PTU. Destacou que as plataformas deverão atender aos requisitos funcionais definidos no Manual Técnico e Operacional de Telessaúde, definido pela Unimed do Brasil, em parceria com a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Entre os demais requisitos, afirmou que as plataformas deverão possuir o Prontuário Eletrônico do Paciente, próprio ou integrado, e que os prontuários devem estar obrigatoriamente integrados ao RES. |