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Tendências em Atenção Integral à Saúde

 
A evolução do papel da enfermagem na APS e uma condução adequada dos cuidados paliativos podem se tornar importantes diferenciais no serviço oferecido pelos planos de saúde.
 
 


Considerando o número de enfermeiros no Estado de São Paulo, totalizando 25, 6% dos profissionais do Brasil, a consultora de Gestão em Saúde e APS, Vilma Gonçalves Dias, e a coordenadora de Desenvolvimento Humano e Institucional da Unimed Fesp, Luciana de Souza e Silva, abordaram o papel do enfermeiro de Atenção Primária no âmbito ambulatorial, domiciliar e hospitalar em mesa moderada pelo vice-presidente da Unimed do Brasil, Emilson Ferreira Lorca. A importância da consulta de enfermagem, bem como as implicações relacionadas à sobreposição dos papeis assistencial e administrativo, foram pautadas como importantes tópicos no processo de evolução da qualidade na gestão do cuidado do paciente. “A enfermagem, via de regra, tem a base de dados para fazer a gestão do cuidado. Além de supervisionar todo o trabalho dos técnicos e do cuidado do paciente, nos níveis de atenção, cuidado certo, tempo certo, custo certo e com resultado certo”, ressaltou Vilma.

 
 


A mudança no perfil etário da população é um aspecto que pode impulsionar mudanças importantes na oferta de serviços de saúde em todo o mundo. E a estruturação de uma atenção específica com foco em cuidados paliativos é um desses desafios. Douglas Crispim, coordenador da Câmara Técnica de Cuidados Paliativos do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, foi o convidado do 3º Congresso Nacional de Gestão em Saúde da Unimed do Brasil para uma reflexão sobre o tema. “O cuidado paliativo é um serviço multiprofissional que proporciona mais conforto para os pacientes e pode mudar a visão que os clientes têm sobre as operadoras de planos de saúde”, explicou. O painel foi realizado no dia 5 de abril.