A gestão da sinistralidade tem se imposto como um dos principais desafios recentes para as operadoras de planos de saúde. Para abordar o tema, o 3º Fórum Estratégico Unimed apresentou panorama que valoriza as práticas do Sistema Unimed neste tópico.
O painel foi conduzido pelo diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil, Rubens Carlos de Oliveira Junior, que evidenciou a importância da discussão de experiências bem-sucedidas para gerar receita e competitividade, com exemplos de operadoras de diversos portes e regiões que mantém a qualidade e a sustentabilidade dos serviços prestados.
Abrindo o painel, Gines Martines, assessor da diretoria da Confederação apresentou o cenário geral da saúde suplementar e os principais desafios e perspectivas relacionados tema, sob a visão da Unimed do Brasil. “A gestão da sinistralidade é a gestão do equilíbrio. Estaremos sempre em frente aos dois pratos de uma balança, influenciados pela governança corporativa e assistencial e diante da regulação e da legislação.”
Martines contextualizou, entre os desafios, a atualização contínua do rol da ANS; as demandas de atendimento relacionadas ao Transtorno do Espectro Autista, terapias especiais e pós-Covid-19; o envelhecimento populacional e a judicialização contínua e crescente feita sem considerar fundamentos atuarias de cobertura e o mutualismo.
Para o controle da sinistralidade, Martines ressaltou a necessidade de uma governança corporativa eficiente, eficiência e combate ao desperdício, controle de custos elevados relacionados a OPME e materiais médicos e medicamentos, autonomia médica monitorada e otimização de recursos próprios, evidenciando a importância da auditoria em saúde, entre ações prioritárias.
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