Como parte da reflexão da estrutura do Sistema Unimed na busca por eficiência, o 3º Fórum Estratégico Unimed apresentou debate sobre o modelo de operadoras e prestadoras, com experiências consolidadas entre as cooperativas. A iniciativa abriu espaço para que Unimeds pudessem compartilhar aspectos bem-sucedidos e os desafios na implementação do modelo como prestadora.
Participaram, com apresentação de cases, o vice-presidente da Federação Santa Catarina, Sergio Malburg; o diretor de Provimento de Saúde da Federação Ceará, Francisco Junior Barroso Bastos; e o superintendente da Federação Rio Grande do Sul, Geison Tremea.
Em sua abertura, o diretor de Intercâmbio da Unimed do Brasil, Silvio Porto de Oliveira, destacou que a discussão traz o tema à tona diante de um cenário atual desafiador, como o que atravessamos atualmente. “Ela é comum nestes momentos. Aqui, buscamos ressaltar que os caminhos devem ser considerados dentro de um rol de possíveis estratégias para a transformação e perenidade do Sistema, e não como uma saída rápida e nem sempre assertiva nestas situações, trazendo impactos a longo prazo, inclusive na sua reconfiguração.”
Sergio Malburg contextualizou que o objetivo da Federação Santa Catarina como prestadora era ter um modelo para atender a necessidade dos médicos cooperados locais, preservando a rede e gerando bons resultados, após o diagnóstico, entre outros temas, de escritórios seccionais deficitários e profissionais mal remunerados. Sob essa gestão, os ganhos foram traduzidos em melhor relacionamento com os prestadores de serviços e operacionalização.
As mesmas vantagens às filiadas, incluindo a centralização dos serviços para as cooperativas e a redução de risco, com a não-obrigatoriedade no envio de informações à ANS e a preservação do patrimônio dos cooperados, foram citadas por Francisco Junior Barroso Bastos, que indicou a capacidade de transformação para sobreviver ao que chamou de nova economia para relatar a experiência da Federação Unimed Ceará.
Geison Tremea, da Federação Rio Grande do Sul, destacou o diferencial de capilaridade do Sistema Unimed e o papel da prestadora em preservar a gestão regional das cooperativas, conservando a sua autonomia e gestão local. Destacou entre vantagens às filiadas a ausência de ingerência da ANS, a otimização de recursos e a mutualização do risco.
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