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O último dia da 52ª Convenção Nacional Unimed, 5 de outubro, teve início com a palestra “Segurança do paciente: a verdadeira revolução da saúde”, sendo abordada sob dois aspectos recorrentes e direcionadores dos resultados obtidos no cenário atual da saúde. Sob essa circunstância, qual seria a revolução necessária para mudar esse contexto? O CEO da Escepti Consultoria e Treinamento, Enio Salu, traçou um panorama atual de mudança do perfil epidemiológico dos pacientes, no setor da saúde pública e privada, sinistralidade e ticket médio de internação. “Estamos gastando mais e com pior desfecho”, alertou.
Para ele, esse aumento crescente é também resultado das novas tecnologias aplicadas ao tratamento de doenças raras e terapias especiais. “Essas incorporações de novas tecnologias são feitas usando parâmetros antigos. Por isso, devemos ter definições legais e normativas da origem do recurso para esses eventos, além de gerir a saúde adequada a essas mudanças.”

Segundo Salu, a visão financista das operadoras dá resultado, mas elas estão no limite de eficiência que as operadoras precisam, e sugere ações necessárias para adentrar o que ele nomeou de saúde suplementar regulada nos “Anos 20”. São elas: sair das práticas tradicionais para modelos de remuneração alternativos, gestão efetiva do ciclo assistencial, parcerias efetivas com fornecedores para compartilhar riscos, fortalecimento da relação serviço de saúde X médico, gestão efetiva (real) dos custos.
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