Boletim Notícias UB edição especial
 
O assessor para Gestão da Sinistralidade da Faculdade Unimed, Sergio Bersan, e o diretor de Atenção à Saúde da Unimed Nacional, José Augusto Ferreira, trouxeram uma reflexão sobre o controle dos custos assistenciais. O painel foi moderado pelo superintendente Jurídico e de Regulamentação, Daniel Januzzi, e do assessor da presidência, Luís Francisco Costa.
 
 

No terceiro e último dia de programação da 52ª Convenção Nacional Unimed, "O desafio da sinistralidade" foi tema de um painel que recebeu o assessor para gestão da sinistralidade da Faculdade Unimed, Sergio Bersan, e o diretor de Atenção à Saúde da Unimed Nacional, José Augusto Ferreira. Pela Unimed do Brasil, a palestra teve a moderação do assessor da presidência, Luís Francisco Costa, e do superintendente Jurídico e de Regulamentação, Daniel Januzzi.

Sérgio Bersan contextualizou o cenário de sinistralidade no Sistema Unimed e destacou a importância de se pensar caminhos para o controle dos custos. Ele está à frente de um projeto da Faculdade Unimed, em parceria com a Unimed do Brasil para ajudar as Unimeds na gestão da sinistralidade. “Queremos capacitar e atualizar as lideranças das Singulares, profissionais de saúde e os colaboradores administrativos do Sistema Unimed, por meio de conhecimentos teórico-práticos, para gerenciar e agir sobre os riscos que impactam a operação de planos e serviços de saúde no país”, enfatiza.

Uma das estratégias para a gestão da sinistralidade é a governança de dados para a produção de informação e tomada de decisão em tempo hábil. Também no cenário atual é importante atentar para a incorporação de tecnologias em saúde, como as novas drogas, e a mudança de comportamento da sociedade na utilização de serviços de saúde.

 



Impacto no mercado de saúde

José Augusto Ferreira mostrou as causas para os altos índices de sinistralidade atuais que impactam todo o mercado de saúde suplementar, evidenciando que o desafio é de todos que fazem parte dessa cadeira. “A receita não acompanha as despesas assistenciais, temos demanda represada, inflação de insumos, inflação geral, novas terapias e drogas de tratamento”, comentou.

As exigências do novo cliente, que é mais atualizado e conectado, os investimentos que foram realizados pela rede de atendimento nos últimos anos, diferentes protocolos para identificar sinais e diagnosticar corretamente algumas questões, como o TEA e o aumento dos casos de fraudes, são alguns dos exemplos do atual cenário, que exige que as operadoras estejam sempre medindo e gerenciando seus números, em busca de soluções mais eficientes.

Ferreira dividiu com os convencionais algumas ações realizadas na Unimed Nacional, como o Programa de Qualificação da Rede do Sistema Unimed, o PQRS, uma ferramenta de indicadores de custos assistenciais desenvolvida para conhecer e compartilhar com as Unimeds suas análises e identificar oportunidades, e o Projeto Reúna, que visa melhorar o relacionamento, revisar modelos de remuneração e a qualidade dos serviços oferecidos pela rede prestadora.

Ao final, o diretor aproveitou o espaço para fazer um reconhecimento às Unimeds com melhores desempenho no PQRS: Recife (PE), Belo Horizonte (MG), Ponta Grossa (PR), Teresina (PI) e Jundiaí (SP).

Confira abaixo vídeo com Sergio Bersan:


 
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