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O diretor de Atenção à Saúde da Unimed Nacional, José Augusto Ferreira, elencou o controle da sinistralidade como o maior desafio do setor e destacou ações para impulsionar o Intercâmbio.
 
 

A manhã de quarta-feira, 29 de novembro, foi marcada por uma sequência de palestras dedicadas a abordar o papel da Unimed Nacional e suas contribuições para o Sistema Unimed, iniciando com a palestra do diretor de Atenção à Saúde, José Augusto Ferreira, intitulada “Desafio da Unimed Nacional no Intercâmbio: como controlar a Sinistralidade e entregar valor para as sócias”.

Segundo o diretor, o controle da sinistralidade tem sido o maior desafio do nosso setor e por isso é feito um intenso trabalho em torno dos indicadores que o envolvem. “Como cooperativa de 2º grau, a Unimed Nacional tem o papel de garantir a presença da nossa marca em todo o país, impulsionar o Intercâmbio, apoiar o crescimento das sócias e promover iniciativas que melhorem seus resultados. Sempre que entregamos uma assistência de qualidade esse custo é mais controlado e é neste sentido que temos atuado.”

Ferreira também apresentou os grandes números da Unimed Nacional em relação ao Intercâmbio. “A Unimed Nacional é a maior provedora de serviços do Sistema Unimed. Com os 1,3 milhão de clientes atendidos na área de ação das Unimeds, nossa cooperativa pagou quase R$ 4 bilhões pelo serviço realizado e a expectativa é que, até o final do ano, este valor seja ainda maior. Frequentemente, esse número representa de 9 a 12% da receita das Unimeds ao longo do ano”.

A criação de uma rede credenciada hospitalar referenciada, com valores aderentes àsvregras do Intercâmbio Nacional, foi uma das iniciativas citadas pelo executivo para contribuir com a sustentabilidade de nossas cooperativas e satisfação dos clientes da marca. “Com o PQRS - Programa de Qualificação da Rede do Sistema Unimed - pudemos monitorar e atuar em relação aos indicadores de qualidade assistencial. Quatro deles, com melhores desempenho, foram fundamentais para que o custo assistencial fosse menor, em relação ao último ano. São eles: tempo médio de permanência, custo médio de internação, custo médio ambulatorial e custo médio de pronto-socorro, resultando em economia de cerca de R$ 233,5 milhões no resultado de 2023, em relação aos clientes atendidos em nossas praças”.

Ferreira ressaltou, ainda, a importância de mensurar e monitorar a nossa assistência. “Não vamos conseguir aperfeiçoar o nosso modelo se não tivermos uma noção clara do que precisamos. Só assim poderemos evoluir na assistência aos clientes, de forma cada vez mais racional”.

Ainda em linha com a atuação da Unimed Nacional para a entrega de valor para as sócias, a coordenadora de Relacionamento de Rede Indireta, Pricila Varella, fez uma apresentação sobre as soluções comerciais para as Unimeds, iniciativa que conta com uma célula dedicada a esse atendimento. “Nosso time de Intercâmbio atua como facilitador para apoio das Unimeds nas parcerias comerciais, como na criação de produtos personalizados para as cooperativas, ações conjuntas para ampliação da carteira de clientes da Unimed Nacional junto às sócias, negociações de facilidades operacionais, além de apoio com contratos para empresas de licitação”, explicou. Pricila ainda apresentou os planos nacionais disponíveis e os novos recursos próprios da Unimed Nacional, disponíveis para os clientes atendidos na área de ação da cooperativa. “Vamos trabalhar juntos para não perdemos nenhuma proposta comercial para a concorrência e fortalecer, ainda mais, a nossa marca em todo o território nacional”, afirmou.