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No atual cenário do mercado, antecipar tendências já não é o suficiente para garantir o sucesso das organizações. As empresas precisam ficar cada vez mais conscientes da necessidade de integrar ações que promovam o cuidado com o meio ambiente, as pessoas e a governança corporativa. No 4º Fórum Estratégico Unimed, especialistas debateram a importância dos pilares ESG como uma condição competitiva essencial para sustentabilidade do negócio.
 
 

A Unimed do Brasil, ao inserir as práticas  ESG (ambiental, social e governança) no topo do seu Mapa Estratégico e no direcionador de atuação do Sistema Unimed, reconhece o desafio em forma de oportunidade para fortalecer não apenas a governança sistêmica das cooperativas, mas também para cuidar do planeta e das pessoas com respeito e responsabilidade.

O painel sobre as condições competitivas por meio da conexão dos negócios com os princípios ESG foi moderado pelo diretor de Intercâmbio da Unimed do Brasil, Silvio Porto, e contou com a participação da Futurista e Estrategista, Jaqueline Weigel, e da consultora especialista em materialidade e gestão ESG, Gláucia Terreo.

Jaqueline abordou temas como mudanças climáticas, diversidade e governança, conectando-os com o futuro do setor de saúde. Ela destacou a importância do investimento em inovação para construir as próximas realidades do negócio, ressaltando que a sustentabilidade e o ESG são fundamentais no século XXI para a gestão de riscos, a reputação da empresa e sua posição no mercado.

A futurista ressaltou a necessidade de regenerar e transformar negócios para a prosperidade, utilizando estratégias de curto, médio e longo prazos de forma integrada, pois as práticas ESG podem gerar crises de reputação se não forem levadas a sério. “O que nos trouxe até aqui nos últimos cinquenta anos não vai nos levar adiante para os próximos cinquenta. As práticas mudam, as prioridades mudam, as premissas mudam”, reitera.

Com sua experiência em ferramentas de gestão para atuação em ESG, Gláucia Terreo destacou a importância da atuação das lideranças e uma abordagem estratégica das ferramentas disponíveis no mercado. Ela ressaltou que a materialidade - definição estratégica dos temas de impacto e que geram valor para o negócio, na percepção dos stakeholders - é o coração desse processo e deve alimentar os Conselhos para o aprimoramento da estratégia empresarial.

A palestrante enfatizou que a transparência interna é essencial e, antes mesmo da transparência externa, as informações e materialidade devem ser conduzidas para a presidência, diretorias e áreas operacionais. A preparação e o trabalho interno são fundamentais para garantir uma abordagem eficaz dos pilares ESG e uma vantagem competitiva sustentável no mercado atual.

“Costumo dizer que, quando a primeira empresa nasceu no mundo, o ESG nasceu junto. Por isso, é fundamental que as empresas entendam a necessidade de realizar o gerenciamento dos seus impactos. Uma boa gestão pode evitar riscos desnecessários e até mesmo custos não planejados”, afirma Terreo.



Confira abaixo as mensagens das palestrantes direcionando o mercado para um futuro mais sustentável e inclusivo para todos.