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| Crédito da imagem: Fábio Melo |
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A primeira palestra da i9 - Semana de Inovação da Unimed, no dia 15 de julho, foi conduzida pelo diretor Técnico do Supera Parque, Lauro Wichert Ana, que apresentou o Parque Tecnológico como um hub de inovação da cidade paulista de Ribeirão Preto. Durante a apresentação, o professor destacou a infraestrutura do local, que conta com 80 startups, sendo 68% healthtechs. O local também oferece serviços de assessoria em propriedade intelectual, com suporte desde a concepção da ideia até o registro da patente.
Um dos destaques da infraestrutura do Supera Parque é o Hemocentro, que tem a maior fábrica de células CAR-T do Brasil (usadas para tratamento de vários tipos de câncer), além do Centro Tecnológico, que conta com 12 laboratórios credenciados pelo Inmetro que fazem certificações para registos de produtos na Anvisa. O Supera Parque também faz parte da Plataforma Nacional de Infraestrutura de Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, oferecendo testagem de equipamentos e calibrações.
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| Crédito da imagem: Fábio Melo |
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A segunda palestra do dia, Do presente ao futuro da inovação em saúde no Brasil, foi conduzida pelo analista de dados e gestor dos Estudos Setoriais do Supera Parque, Bruno Gasparini, que apresentou o mapeamento que visa identificar o maior número possível de startups que tenham soluções na área da saúde. A partir da criação de uma base de dados, 1.117 healthtecs foram classificadas, permitindo saber quais produtos ou serviços elas oferecem. O estudo possibilitou ainda um panorama de inovação trazendo insigths importantes para o setor.
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| Crédito da imagem: Fábio Melo |
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Daniela Tirapelli, vice-coordenadora do Programa de Pós-graduação em Clínica Cirúrgica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, apresentou o Relacionamento entre Unimeds e Instituto de Pesquisa, na qual trouxe a perspectiva da pesquisa em Medicina Translacional, área de estudo que visa agilizar a transferência de resultados de pesquisa básica para pesquisas clínicas, a fim de produzir benefícios para toda comunidade. Durante a palestra, destacou o estudo do ACGA Atlas do Genoma - grande projeto de pesquisa que busca identificar como mutações no genoma afetam a evolução do câncer. O projeto recebe amostras de várias instituições do mundo, entre elas, o Biobanco da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. A amostras são retiradas durante procedimentos cirúrgicos e cedidas para o banco de pesquisa com a autorização do paciente. A proposta é convidar as Unimeds a fazerem parte desse projeto ao compartilhar amostras autorizadas por pacientes. "Essa parceria seria muito interessante, pela abrangência do território nacional, para gerar dados em um estudo sério e multicêntrico com toda a documentação ética que esse projeto traz", disse a pesquisadora.
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