Em sua exposição, Omar traçou um panorama do cenário atual e das tendências do setor de saúde suplementar, destacando a relevância do Sistema Unimed para a saúde brasileira, além de ressaltar a abrangência da Unimed no Paraná.

Ele também pontuou a atuação da Unimed do Brasil na representação do Sistema, como a defesa político-institucional, com destaque para a regulamentação da Reforma Tributária, o Plano Diretor de Tecnologia e Inovação (PDTI), o aperfeiçoamento da governança sistêmica, a estruturação do NATS.UB, entre outras iniciativas da Confederação.
“Nossa capacidade de capturar as oportunidades nesse ambiente cada vez mais volátil e incerto depende de colocarmos em prática nossos valores essenciais: união, cooperação (ou intercooperação) e cuidado. Esse precisa ser um compromisso de todos nós”, finalizou o dirigente.
Luis Joaquim destacou que, embora o Brasil conte com médicos qualificados e uma boa capacidade assistencial, a gestão e a tecnologia ainda são áreas que precisam de desenvolvimento. Joaquim enfatizou a importância de se manter atento às tendências futuras, à medida que novos modelos de negócio, empresas e conceitos estão emergindo no setor.
“O Sistema Unimed deve se concentrar em demonstrar sua força através de suas qualidades intrínsecas, definindo claramente seus clientes-alvo, produtos e serviços e o modelo de negócio mais adequado para alcançar seus objetivos. Um planejamento estratégico bem estruturado e uma gestão eficaz são essenciais para o sucesso”, reforçou.

O palestrante aproveitou o encontro, cercado por lideranças da saúde suplementar, para destacar perspectivas que moldarão a prestação de serviços, em especial o mercado da saúde, nos próximos anos. Ele apontou que a transformação de modelos de negócios de hospitais, impactos causados pelo uso da inteligência artificial e mudanças estruturais nos hospitais são aspectos que precisam ser acompanhados e estudados para o desenvolvimento da atuação no futuro.
O envelhecimento da população e a desigualdade do Brasil são fatores também expostos pelo especialista como desafios que reforçam a necessidade de se repensar os modelos de assistência, não só privado, como também público do Brasil. Para esses desafios, duas importantes alternativas: gestão e atuação digital.
Esses insights ofereceram uma visão abrangente sobre como o setor de saúde pode evoluir para atender às necessidades emergentes e se adaptar às mudanças rápidas do mercado.
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