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Setor que distribui remédios fatura 18% a mais em 2015 (MERCADO ABERTO)
| FOLHA DE S. PAULO - SP |
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Coluna |
04/02/2016 |
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Países latino-americanos vão combater zika e comprar remédios em conjunto
| O ESTADO DE S. PAULO - SP |
METRÓPOLE |
Matéria |
04/02/2016 |
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Saúde. Brasil deve acelerar a adoção de teste único para zika, dengue e chikungunya no Sistema Único de Saúde; ministro voltou a defender ligação entre vírus e microcefalia, enquanto Opas prevê necessidade de multiplicar por dez gastos contra o "Aedes aegypti"
ENVIADO ESPECIAL / MONTEVIDÉU
Uma reunião de emergência entre 12 ministros latino-americanos para tratar do combate unificado ao zika vírus terminou com a aprovação de 16 medidas ou orientações ontem na sede do Merco-sul, em Montevidéu. O documento propõe "buscar mais recursos", "trocar experiências sobre bebês com micro-cefalia" e "negociar compras conjuntas de medicamentos de alto custo". À noite, a presidente Dilma Rousseff foi à TV pedir o engajamento da população no combate ao mosquito, enquanto uma vacina não é desenvolvida (mais informações na página Aio).
Os pontos mais concretos foram a criação da comissão para monitorar os casos de zika e a distribuição de informação sobre a doença em portos, aeroportos e postos de fronteira. No ponto da aquisição em lote de medicamentos, o texto cita os indicados para a Síndrome de Guillain-Barré, relacionada pelo Brasil à propagação do zika.
O ministro da Saúde do Brasil, Marcelo Castro, afirmou ainda que o País terá em um mês, nos postos do Sistema Único de Saúde (SUS), o teste que detectará se um paciente febril picado pelo mosquito Aedes aegypti tem zika, dengue ou chikungunya. O teste havia sido anunciado em 15 de janeiro, mas a previsão era de que estaria disponível só no meio do ano.
Atualmente, são necessários testes separados e uma das maiores dificuldades no diagnóstico do zika é que três em cada quatro pacientes não procuram o médico por terem sintomas muito leves. Também por isso, a projeção de infectados feita pelo Ministério da Saúde varia de 500 mil a 1,5 milhão. "Se a pessoa tiver infecção, virose, dor de cabeça ou dor no corpo, irá ao médico, retirará o sangue em duas ou três horas e sairá o resultado dizendo se tem uma das três doenças. O teste já foi desenvolvido, está sendo produzido e será distribuído no fim do mês." Ele ressaltou que o exame interessará mais às gestantes, em razão da ligação feita pelo Brasil entre o vírus e bebês com microcefalia.
Há 4.700 suspeitas e 407 confirmações de microcefalia no Brasil. "Temos certeza absoluta, inequívoca, dessa relação. Antes tínhamos 150 casos em um ano e em alguns meses fomos a milhares", sustentou o ministro. Entre os argumentos que expôs, o primeiro é a coincidência geográfica entre a área mais atingida pelo zika, o Nordeste, com 86% dos casos, e o maior número de crianças atingidas. E citou três testes ligados a bebês com subdesenvolvimento craniano. Um encontrou o vírus em um feto, outro em uma criança morta em um aborto natural e um terceiro na placenta após um parto.
Pressionada a opinar sobre a convicção brasileira, a diretora da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Carissa Etienne, disse que as grávidas devem ter cuidados especiais, mas lembrou que os únicos relatos de microcefalia associada ao vírus estão no Brasil. Ela afirmou ainda que a entidade precisa multiplicar por dez seu investimento no combate ao zika vírus no continente e chegar a US? 8,5 milhões e alertou que a fumigação é eficaz apenas contra o mosquito adulto. "É ótimo para fotos, mas o efeito prático é muito discutível."
O tempo comprovará (a ligação entre zika e microcefalia) ou não", disse o ministro Alejandro Gaviria Uribe, da Colômbia - onde o governo estima que haja 20 mil infectados por zika. Ele defendeu que uma gestante tem direito de abortar, em decisão conjunta com médico, se enxergar na gravidez de uma criança com microcefalia um risco para sua saúde mental. Questionado sobre a possibilidade de flexibilização do aborto, o ministro brasileiro foi enfático. "Não, a lei brasileira proíbe."
Expansão. Ontem, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indicou que 32 países e territórios têm casos autóctones de zika vírus. Desses, 26 estão nas Américas, além de Cabo Verde, Maldivas, Fiji, Samoa, Ilhas Salomão e Vanuatu. A OMS também sugeriu que a Europa começasse a se preparar para o surgimento de casos locais a partir de abril.
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Brasil analisará uso de radiação contra "Aedes"
| O ESTADO DE S. PAULO - SP |
METRÓPOLE |
Matéria |
04/02/2016 |
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CORRESPONDENTE / GENEBRA
Na esperança de reduzir de forma substancial o vetor do zika vírus até os Jogos Olímpicos, o Brasil vai avaliar o uso de radiação nuclear para combater o mosquito Aedes aegypti. Um encontro será feito entre o Ministério da Saúde e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) nos dias 17 e 18, em Brasília, com a meta de avaliar a implementação de um amplo projeto que esteriliza o mosquito.
Já no dia 22, também em Brasília, especialistas de todo o mundo vão se reunir para examinar a viabilidade do projeto. Na segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou o surto de casos de microcefalia e outros distúrbios neurológicos em regiões com registro de zika vírus como uma emergência internacional. Uma das conclusões de especialistas é de que, com a vacina não podendo ser produzida antes de 2018, a meta hoje é um "combate agressivo ao vetor".
E o mundo vem perdendo a batalha contra o Aedes. Tanto na OMS como no Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a percepção é de que é de que os instrumentos de desinfecção são pouco eficientes e apenas contar com uma mobilização social não está dando resultados.
A nova estratégia, proposta pela AIEA, é a de reverter a expansão da população de mosquitos. O plano consiste em ex-por mosquitos machos à radiação nuclear, tornando-os inférteis. Uma vez de volta no meio ambiente, esses mosquitos não conseguiriam se reproduzir e a população geral teria queda.
A SIT (sigla em inglês para Sterile Insect Technology) já existe e consiste em colocar os vetores em contato com raios X ou Gama. A vantagem do sistema é de que milhares de mosquitos seriam controlados, sem o uso de produtos tóxicos. Mas o grande obstáculo é o volume de insetos que teriam de ser inicialmente esterilizados. Para que isso funcione, os espécimes modificados teriam de ser superiores ao número de mosquitos machos em uma população autóctone em uma proporção de 10 a 20 vezes.
Na prática, milhões de mosquitos teriam de ser expostos à radiação. A própria AIEA estima que o plano teria maiores chances de funcionar em pequenas cidades e não em metrópoles como o Rio.
Ainda assim, os técnicos são otimistas. "Se o Brasil soltar um enorme número de mosquitos machos nessas condições, levaria poucos meses para reduzir a população. Mas isso teria de ser combinado com outros métodos", disse o vice-diretor da AIEA, Aldo Malavasi.
Outros países. Além do Brasil, países latino-americanos como Guatemala, El Salvador e México já estão em negociações, além da Indonésia.
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OMS em alerta com transmissão sexual do zika
| O GLOBO - RJ |
PAÍS |
Matéria |
04/02/2016 |
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Especialista diz que não há motivo para alarde no Brasil, onde o contágio pelo mosquito está disseminado
Ana Lucia Azevedo
ala@oglobo.com.br
-rio E Brasília- Se não bastasse o mosquito, agora o sexo. Cresceu ontem o receio de que o vírus zika possa ser transmitido por via sexual em escala mais frequente do que a imaginada. Porém, segundo o viro-logista Pedro Fernando da Costa Vasconcelos, um dos pioneiros na pesquisa do zika e o único brasileiro a integrar o comitê sobre a doença da Organização Mundial de Saúde (OMS), não há motivo para alarde no Brasil. O mosquito é o principal meio de transmissão do zika e deve ser o foco da prevenção, afirma ele.
Pesquisador do Instituto Evandro Chagas, no Pará, Vasconcelos está em Galveston, no Texas, reunido com outros especialistas no laboratório da Universidade do Texas. Eles estudam o vírus e o desenvolvimento de uma vacina a partir de amostras coletadas no Brasil. O alerta da OMS sobre o risco de o sêmen transmitir zika soou após a divulgação da contaminação de uma pessoa de Dallas, nos Estados Unidos, por via sexual. Essa pessoa contraiu o vírus após fazer sexo com outra que chegou com sintomas de zika da Venezuela.
USO DE CAMISINHA
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) confirmou que foi contágio sexual e recomendou aos homens que viajarem para países com epidemia que usem camisinha. E aqueles que adoecerem de zika devem evitar relações sexuais por um período de quatro a oito semanas. Sugeriu ainda que gestantes devem "evitar o contato com o sêmen de homens recentemente expostos ao vírus"
- É importante estudar com cuidado essa possível transmissão sexual - disse ontem um porta-voz da OMS.
Para Pedro Vasconcelos, essas medidas podem ser razoáveis para um país sem grande dispersão do Aedes aegypti. Mas no Brasil e em toda a América Latina, onde o mosquito está amplamente difundido, não têm impacto, porque toda a população está exposta ao risco de ser picada, meio de contágio principal.
- É praticamente impossível provar que alguém foi contaminado por via sexual nos países infestados pelo Aedes aegypti, porque o mosquito é a principal via. O vírus evoluiu para ser prefe-
rencialmente transmitido pelo mosquito - explica o virologista.
Vasconcelos explica que o zika possivelmente sofreu algum tipo de mutação que o tornou capaz de sobreviver em fluidos corporais, como o sêmen e a urina, por mais tempo. Arbovirus (vírus transmitidos por insetos) como o zika não são disseminados dessa forma. Porém, desde 2008 sabe-se que ele pode sobreviver por algum tempo no sêmen, o suficiente para ser transmitido.
- Talvez fique por algumas semanas ativo no sêmen. O quanto exatamente, não sabemos - disse Vasconcelos.
Em 2008, um homem do Colorado contaminou a mulher com zika após voltar doente da África. A mulher jamais foi picada por mosquito, e acabou por se descobrir que o meio de contágio foi sexual. Em 2015, cientistas isolaram o vírus do sêmen de um taitiano com zika. O caso de Dallas é o terceiro comprovado no mundo.
Especialista em arbovirus - já participou do isolamento de centenas deles na
Amazônia -, Vasconcelos afirma que tudo no zika é novo.
- O sexo é uma via secundária de contágio. Mas evidentemente precisa ser estudada. Como tudo sobre o zika, ainda sabemos pouco. lá sabemos que ele se mantém mais tempo no sêmen e na urina do que no sangue. Isso é novo. Por que acontece, um mistério. Assim como é um mistério como consegue afetar o desenvolvimento do sistema nervoso central de forma tão devastadora. E precisamos descobrir logo. Isso é fundamental para tratar e prevenir a infecção - destaca o cientista.
ANVISA AUTORIZA CINCO TESTES
No Brasil, depois de uma análise em tempo recorde, cerca de 20 dias, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (An-visa) autorizou a comercialização de cinco testes, de uso em laboratório, para diagnóstico de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Três deles são capazes de detectar o vírus zika, relacionado à epidemia de microcefalia.
O tempo para o resultado varia depen-
dendo do produto: de algumas horas a até 3 dias, segundo a Anvisa. A partir da autorização para comercializar os testes, publicada ontem no Diário Oficial da União, as empresas já podem começar a vendê-los. Os laboratórios com o aval da Anvisa são o alemão Euroimmun e o brasileiro Quibasa.
Dos cinco testes, dois detectam dengue, zika e chicungunha. Um é só para zika, outro apenas para dengue e ainda há um só para a chicungunha. A expectativa do Quibasa é que os testes autorizados pela Anvisa possam começar imediatamente a ser vendidos a laboratórios privados e públicos do país.
A metodologia usada só permite a identificação do vírus na fase aguda da infecção. O problema é que 80% dos pacientes que contraem zika não apresentam sintomas. Nesses casos, os kits de diagnóstico produzidos pelo Euroimmun serão capazes de detectar o vírus tempos depois da infecção, rastreando os anticorpos produzidos pelo organismo do doente. Os testes da Euroimmun identificam os três vírus. •
Perguntas e respostas
- Como o vírus zika é transmitido?
- Na grande maioria dos casos é por meio da picada do Aedes aegypti. Em casos raros, por sexo, transfusão de sangue e, possivelmente, leite materno.
- Como o zika é transmitido pelo ato sexual?
- De uma forma que cientistas ainda desconhecem, ele consegue escapar do sistema de defesa humanoe permanece no organismo, em fluidos corporais, por mais tempo. Curiosamente, não fica muito tempo no sangue após a infecção.
- Por quanto tempo ele ficaria no sêmen?
- Poralgumas semanas. 0 tempo exato é desconhecido. Depois, é destruído.
- Por que o zika não é tão intensamente transmissível por sexo como outros vírus, entre eles o HI V (o vírus da Aids)?
- Porque ele é um arbovirus, uma classe de micro-organismos que precisa do mosquito como parte do seu ciclo de vida. Os arbovirus se replicam dentro do mosquito antes de infectar alguém. Esses vírus não sobrevivem muito tempo nos fluidos corporais humanos. São atacados pelo sistema imunológico e somem.
- O vírus da Aids é diferente?
- Eleé de uma classe totalmente diferente de vírus, um lentivírus. 0 HIV ataca
justamente o sistema imunológico humano e pode permanecer nos f Iuidos corpora is por toda a vida de uma pessoa infectada.
- E o vírus ebola?
- Ele também é muito diferente do zika. Éumfilovírusquese transmite justa mente pelos fluidos corporais. Está adaptado a sobreviver nos fluidos por ma is tempo, masmenosqueoHIV.
- Quais as formas de se proteger da doença?
- Ornais importante é eliminar os criadouros de mosquito. De 80% a 90% dos criadouros do mosquito estão dentro de casa. O repelente é uma medida de proteção importante, mas não deve ser a única. Deve ser reaplicado ao longo do dia. A pessoa deve proteger pés, pernas e braços com tecidos grossos.
- 0 que deve fazer a pessoa com sintomas da doença?
- Deve repousar e beber muita água e outros líquidos, para evitar desidratação. Não existe tratamento específico. Porém, o Ministério da Saúde recomenda procurar um serviço de saúde pa ra atendimento e tratar os sintomas. Grávidas devem fazer pré-natal e relatar qualquer alteração durante a gestação.
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Campanha de prevenção às DSTs no Rio tem Anitta como estrela principal
| O GLOBO - RJ |
RIO |
Matéria |
04/02/2016 |
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Ação. A campanha "Vamos dar um Bang no HIV" é estrelada por Anitta Zika, dengue e chicungunha também vão ser lembrados em materiais informativos
Na semana que antecede o carnaval, a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual e a Secretaria municipal de Saúde lançam, hoje, a campanha "Vamos dar um Bang no HIV" estrelada pela cantora Anitta. A ação de prevenção e conscientização sobre as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) foi estrategicamente marcada para acontecer próximo à folia carioca, que é quando é registrado um pico nos índices de infecção por HIV Escolhida para ser o rosto da campanha por ter apelo popular, a cantora participa do vídeo dançando e exibindo embalagens de preservativos, fazendo alusão à sua música
"Bang" sucesso no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há dez anos jovens de 13 a 19 anos fazem parte do segmento populacional mais infectado pelo vírus HIV.
- Precisamos de campanhas fortes de conscientização e distribuição de preservativos para não perder essa luta contra a AIDS, principal-mente entre os jovens, que muitas vezes não percebem a gravidade da doença por serem de uma geração que não viu a AIDS surgir - explica o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.
Além do lançamento do vídeo da campanha, uma equipe estará presente nas principais aglomerações da cidade durante a folia para distribuição de material informativo sobre prevenção de DSTs e como prevenir a procriação do mosquito que transmite zika, dengue e chicungunha. •
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Passadas três décadas da primeira epidemia, moradores ainda resistem a permitir vistorias
| O GLOBO - RJ |
RIO |
Matéria |
04/02/2016 |
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No ano passado, 61 imóveis passaram por inspeções realizadas à revelia dos proprietários
O município do Rio registrou suas primeiras epidemias de dengue em 1986 e 1987. Mas, passados 30 anos, agentes de controle de endemias ainda enfrentam dificuldades para entrar em imóveis e aplicar lar-vicidas. No ano passado, 16% das visitas não puderam ser feitas porque ninguém foi encontrado nas residências ou por moradores se recusarem a abrir a porta, alegando, principalmente, preocupação com a segurança.
Para contornar o problema, foram emitidas, ao longo de 2015, 1.146 notificações para proprietários dos imóveis. Mas a medida não foi suficiente. Em 61 casos, mata-mosquitos entraram nas residências à revelia dos proprietários, amparados por um decreto do prefeito Eduardo Paes que considera essencial à saúde pública o combate aos focos do Aedes aegypti.
A Zona Oeste concentra o maior número de casos de tentativas frustradas de visitas: agentes encontraram dificuldades para entrar em 22,8% dos imóveis dos bairros de Paciência, Santa Cruz e Sepetiba, que integram a chamada Área Programática (AP) 5.3 da Secretaria municipal de Saúde. Já o menor percentual de inspeções não realizadas ficou com a Zona Sul (8,2%). Em seguida, vêm Centro (11,3%) e Grande Tijuca (12,3%).
ÍNDICE ESTARIA DENTRO DE META
Apesar de manifestar preocupação com os índices, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, disse que o Rio cumpre a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, que considera aceitável um percentual de até 25% para o total de visitas não concretizadas.
- Em epidemias passadas, esse percentual já chegou a 40%. Nós conseguimos reduzir os indicadores regionalizando as equipes de agentes de endemias. Em muitos casos, esses agentes moram nas mesmas regiões em que atuam. Isso facilita o combate aos focos - disse o secretário.
Ao todo, a Secretaria municipal de Saúde realizou 10 milhões de visitas em 2015. O trabalho se concentra nas chamadas áreas comuns dos imóveis (corredores de edifícios, por exemplo), mas agentes também entram em residências para fazer vistorias e tirar dúvidas de moradores. Este ano, segundo um balanço divulgado ontem, 3.500 agentes fizeram 1,1 milhão de inspeções até o fim do mês passado.
Mata-mosquitos eliminaram 60.254 focos potenciais de dengue em 2015 e aplicaram larvi-cidas em cerca de 160 mil pontos cm acúmulo de água. Ontem, a prefeitura divulgou novos dados sobre o avanço da doença no Rio. Este ano, já foram notificados 1.316 casos suspeitos de dengue, a maioria na Barra e em Jacarepaguá. •
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Forças Armadas colocarão 220 mil soldados contra o Aedes aegypti
| VALOR ECONÔMICO -SP |
POLÍTICA |
Matéria |
04/02/2016 |
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A mobilização expressiva das Forças Armadas, quando um efetivo de 220 mil soldados entrará em campo contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus zika, da dengue e da febre chikungunya, ocorrerá no dia 13 de fevereiro, data que o governo elegeu para uma ofensiva de conscientização nacional da população sobre a epidemia. Atualmente, de acordo com o Ministério da Defesa, existem 2,4 mil militares das três Forças atuando em inspeções de residências, em parceria com agentes de saúde, para eliminar criadouros do inseto e campanhas de esclarecimento.
A maior parte desse contingente está alocada em Pernambuco, onde ocorrem as maiores notificações de microcefalia. Dos mais de 2 mil militares, há 486 em atuação no Estado, onde 56 municípios confirmaram casos da doença, que provoca o nascimento de bebês com cérebro menor que o normal.
As regiões Norte e Nordeste concentra 98% dos casos confirmados, e por isso, acomoda a maior parte do contingente em ação: depois de Pernambuco, o Pará possui 248 militares em atuação, seguido do Piauí, com 216, do Rio Grande do Norte, com 211, e do Ceará, com 200. Há 117 soldados em campo em São Paulo, e igual número no Rio Grande do Sul. Não há militares em atuação no Rio de Janeiro, que sediará os Jogos Olímpicos em agosto, porque o Estado não requisitou o efetivo militar.
O balanço mais recente da epidemia divulgado pelo Ministério da Saúde na terça-feira contabilizou 4.783 notificações de suspeita de microcefalia, até o dia 30 de janeiro. Desse total, 709 casos foram descartados e 404 confirmados.
O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, declarou recentemente que a missão precípua das Forças Armadas é a "defesa do país, mas como ação subsidiária" podem ajudar na defesa da saúde da população. "A saúde é também uma esfera da segurança e da defesa do país, proteger a população também é da segurança nacional", afirmou. Aldo está mergulhado na ofensiva militar contra o vírus zika e tem feito relatórios diários à presidente Dilma Rousseff sobre esse trabalho.
De acordo com o Ministério da Defesa, os militares estão sendo capacitados pelas Secretarias Municipais de Saúde. Quando a operação é a erradicação de focos do mosquito, com ações de limpeza e uso de larvicida, por exemplo, os soldados fazem inspeções domiciliares acompanhados de agentes de saúde.
A ofensiva do dia 13 de fevereiro prevê ações em todos os locais com distribuição de panfletos, palestras nas escolas, visitas domiciliares, com foco na conscientização dos brasileiros. Depois dessa mobilização, 50 mil militares continuarão em campo - mas somente nos dias 15 a 18 de fevereiro - para intensificar o combate ao mosquito, também em parceria com os agentes de saúde. Eles sempre agirão conforme as demandas dos Estados e municípios. Nos últimos dias, os militares saíram em campo para promover mutirões de limpezas em todos os órgãos do governo federal.
O Ministério da Defesa vai divulgar a distribuição, por Estado e município, dos 220 mil soldados às vésperas da ofensiva militar, de acordo com as capacidades e necessidades locais, além da disponibilidade de efetivo, já que existem municípios onde não há efetivo militar.
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Dívida das Unimeds passa de R$ 1,2 bi e governo teme calote
| VALOR ECONÔMICO -SP |
EMPRESAS |
Matéria |
04/02/2016 |
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A dívida das Unimeds com a União ultrapassou R$ 1,247 bilhão e o medo de calote assombra o governo. Esse valor se refere a débitos tributários e previdenciários que estão inscritos na dívida ativa. Assim como o sistema de cooperativas de saúde está pulverizado no país, o mesmo ocorreu com as dívidas e as dificuldades de cobrá-las se espalharam.
Apesar da divisão das Unimeds pelo Brasil, a estratégia que elas utilizam para não quitar as dívidas é semelhante em vários Estados. Um dos casos que têm recebido atenção especial do governo é o da Unimed de Brasília, cujo pedido de insolvência foi acatado pela Justiça. O débito com a União ultrapassa R$ 426 milhões, praticamente 90% do valor se deve ao não repasse ao governo de imposto retido.
Outro caso que ganhou evidência é o da Unimed Paulistana, em São Paulo, que obteve na segunda-feira uma ação cautelar derrubando a liquidação extrajudicial decretada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A Unimed Paulistana tem uma dívida de cerca de R$ 163 milhões com a União.
Se é declarada insolvente, as penhoras são suspensas e a cooperativa fica devendo, mas não paga os credores públicos
Segundo levantamento obtido pelo Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor, a dívida das Unimeds está espalhada por todo o país. No Ceará, a dívida da empresa com a União atingiu R$ 263 milhões e em Pernambuco já está em R$ 85 milhões. No Rio de Janeiro, em mais de R$ 127 milhões. Em Minas Gerais, superam R$ 79 milhões. No Rio Grande do Sul, seriam R$ 30 milhões e no Paraná, R$ 25 milhões. No Pará, é superior a R$ 49 milhões.
Além da dificuldade de cobrança por causa de uso de diferentes CNPJs pelo país, a dívida das Unimeds cresceu assustadoramente por causa de procedimentos reconhecidos como criminosos pela Fazenda, como recolher o INSS, mas não pagar o valor devido aos funcionários. Ao adotar essa prática, a cooperativa se apropriou de um dinheiro que não seria dela, mas dos trabalhadores. O governo perdeu a tributação das cooperativas e não consegue cobrar a dívida, que deve se transformar num "esqueleto", com decisões que blindam o patrimônio dessas entidades frente a penhoras e tentativas de cobrança pela Fazenda.
O temor de calote do governo é real e a expectativa é de que outras empresas de plano de saúde tracem o mesmo caminho da Unimed de Brasília e entrem na Justiça com pedido de insolvência. Uma vez declarada como insolvente, as penhoras que haviam sido determinadas anteriormente para a Unimed Brasília pagar a dívida são suspensas. Com isso, a cooperativa deve, mas não paga os credores públicos.
No caso de Brasília, o juiz da Vara de Falências do Distrito Federal, Edilson Enedino, suspendeu a penhora de dois imóveis que a Unimed foi obrigada a colocar à venda para quitar suas dívidas. Os terrenos no local onde funcionou o Hospital Planalto foram avaliados em R$ 75 milhões e terminaram vendidos, em leilão, por apenas R$ 37 milhões. Em dezembro, a Procuradoria Geral da União (PGFN) entrou com recurso na Vara de Falências para que o dinheiro do leilão seja usado para restituir a União de impostos retidos na fonte que não foram repassados. A legislação garante que os recursos do leilão sejam destinados para restituir o governo. Mas o juiz ainda não tomou uma decisão final. Procurado, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) informou que o juiz não se posiciona sobre casos específicos.
Se conseguir um parecer favorável, o governo poderá receber todo o valor do leilão do imóvel de R$ 37 milhões, o que amenizaria as perdas aos cofres públicos e daria um alívio à equipe econômica nesse cenário de forte recessão e, consequentemente, de perdas de receita. A estratégia poderá ser usada para a cobrança de outros planos de saúde que tiverem sua insolvência decretada.
A maior parte da dívida das Unimeds está travada na Justiça. Enquanto isso, há notícias de patrocínios das Unimeds a eventos internacionais, a times de futebol e uma campanha de publicidade na televisão.
Procurada para se pronunciar sobre as dívidas com a União, a Unimed Brasil informou que acompanha a gestão operacional das 350 cooperativas que integram o Sistema Unimed e oferece apoio na adequação dos planos econômico-financeiros das operadoras, respeitando a autonomia administrativa de cada uma delas.
"Apesar do setor de saúde suplementar possuir reservas técnicas na ordem de 40%, que constituem valores considerados como necessários e suficientes para o pagamento futuro de contingências, a incorporação de novas tecnologias, inflação oficial e judicialização são alguns dos fatores que contribuem diretamente para a instabilidade econômica de operadoras de planos de saúde e de cooperativas médicas". A Unimed do Brasil também informou que em 2014 as cooperativas do Sistema Unimed registraram faturamento de R$ 43,9 bilhões. "A Unimed tem modelo de negócios e perfil mercadológico diferente de seus concorrentes, uma vez que investe constantemente em recursos próprios como construções e ampliações de hospitais e laboratórios", diz a nota ao Valor.
Até o fechamento desta edição, a Unimed Paulistana não havia se posicionado sobre a dívida da cooperativa. Questionado sobre o liquidante da Unimed Brasília, a ANS informou que como a cooperativa foi considerada insolvente, os questionamentos devem ser respondidos pela Vara de Falência do DF, que não se pronuncia sobre casos em andamento.
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Crime contra a saúde pública (Artigo)
| CORREIO BRAZILIENSE - DF |
OPINIÃO |
Artigo |
04/02/2016 |
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Eram os idos de 1976/77 e estava eu em Roraima, para onde o Ministério da Saúde me enviara para implantar o Sistema de Informações sobre Mortalidade. Feito o trabalho em Boa Vista, eu me dirigi para, à época, a outra cidade de Roraima, Caracaraí, a fim de dar continuidade à tarefa. Era uma cidade com 3 mil habitantes e onde havia uma Unidade Mista da Fundação Sesp e um Posto Militar.
Ao sairmos de Boa Vista, eu e a pequena equipe local da Delegacia Regional do Ministério do, ainda, Território de Roraima, nos deparamos com uma enchente do Rio Branco que cobria a estrada de acesso à Caracaraí. Estávamos parados, pensando no que fazer, quando ouvimos um tuf-tuf-tuf e logo surgiu um guardinha da Sucam, com seu característico uniforme caqui, montado numa pequena bicicleta motorizada.
Ele viu a situação, fez a volta como se desistisse da viagem e retornasse a Boa Vista, mas 20 minutos depois escutávamos de novo o tuf-tuf-tuf da bicicletinha, mas dessa vez acompanhado de um outro ruído, um chap-chap-chap com vrum-vrum, que se aproximava pelo leste. Era um barquinho da Sucam, que chamado pelo rádio, vinha transportar o caça-mosquito (como eram apelidados os guardas da Sucam) de uma margem à outra. Ele embarcou e cinco minutos depois lá ia o tuf-tuf-tuf na outra margem e o chap-chap-chap era escutado até desaparecer numa curva do Rio Branco.
Esse singelo episódio revela um pouco do que era a Sucam, em termos de organização, compromisso e capacidade de trabalho de seus membros, que chegaram a ser quase 40 mil guardas sanitários, cobrindo todo o território nacional (exceto São Paulo, que tinha a sua própria Sucam), além de médicos, epidemiologistas, enfermeiros, técnicos e muitos malucos que desciam por cordas, de helicópteros, como o saudoso Fayal, quando precisavam chegar a alguma aldeia indígena perdida na imensidão da Amazônia.
Pois é. Em 15 de março de 1990 extinguiram a Sucam, desvirtuaram a Fundação SESP e criaram a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Instituída em 1970, a Sucam foi o resultado da fusão do Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu) e das Campanhas de Erradicação da Malária (CEM) e da Varíola (CEV). Ela trazia para si toda a experiência e conhecimento acumulados em várias décadas de atividades de combate às endemias de transmissão vetorial (como o Aedes, na dengue), o que transformou a Sucam no órgão com a maior penetração rural no Brasil, a ponto do IBGE necessitar da sua colaboração na realização dos sensos demográficos de 1970, 1980 e 1990. Sem nenhuma dúvida era uma instituição que gozava de amplo reconhecimento da população e entre as autoridades científicas.
Com a morte da Sucam desapareceram algumas ações fundamentais que eram realizadas para o controle de vetores, como o reconhecimento geográfico, atividade na qual os guardinhas da Sucam descreviam minuciosamente a localização de cada habitação ou construção, por mais tosca que fosse; aplicavam os inseticidas, davam orientações sanitárias à população e desenhavam um mapa de todo município. Esses mapas feitos a lápis, em papel quadriculado, constituíram acervo que contabilizava, em 1990, mais de 600 mil (isso mesmo, 600 mil) localidades só na Amazônia. Ao fim da visita, eles aplicavam um decalque na porta da casa (quando ela tinha porta) ou numa parede indicando que aquele local havia sido vistoriado e sanitizado.
A transferência das responsabilidades do controle de vetores da Sucam para estados e municípios pode ter dado bons resultados, como no caso da malária, mas não necessariamente no combate ao Anopheles, o mosquito transmissor da doença, que mantém níveis de infestação elevados. Isso é mais evidente ainda no combate ao Aedes, transmissor da dengue, chikungunya e zika. Em 1990, último ano da Sucam, foram notificados 40.279 casos de dengue e, em 2013, eles eram 1.452.489, numa incidência que passou de 26 casos por mil habitantes, em 1990, para 722 por mil habitantes em 2013. Como em toda história de detetive, uma pergunta se impõe: a quem interessou o crime de acabar com a Sucam? Já as vítimas são sobejamente conhecidas.
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Usuários contestam série de alterações em plano
| DIÁRIO CATARINENSE - SC |
NOTÍCIAS |
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04/02/2016 |
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A notícia do fechamento de duas unidades de pronto atendimento da Unimed na Grande Florianópolis foi mal recebida pelos usuários do plano de saúde, que tem cerca de 250 mil segurados em Santa Catarina. Alegando uma ´otimização de estrutura´, a empresa decidiu encerrar as atividades na Trindade, em Florianópolis, e no Kobrasol, em São José, até o fim do primeiro trimestre. Ontem à tarde, clientes que deixavam o pronto-atendimento da Trindade reclamavam da decisão.
Moradora do bairro vizinho Santa Mônica, a funcionária pública Kátia Queiroz Bessa, de 52 anos, lembrava o problema da mobilidade. Agora, clientes das regiões leste, norte e sul da Ilha de SC precisarão se deslocar até o Centro para conseguir um atendimento adulto rápido. No caso das crianças, o pronto-atendimento ocorrerá no Hospital da Unimed, em São José, ainda mais distante.
Para a funcionária pública, a crise econômica não pode ser usada como justificativa para o fechamento de unidades, já que clientes como ela continuam a pagar a mensalidade em dia.
Com toda a crise, nós pagamos. Todo mês é descontado. Por que agora não vamos mais ter esse atendimento? questiona.
A reportagem do Diário Catarinense conversou com funcionários da unidade da Trindade, que demonstraram dúvidas sobre a necessidade de demissões e até mesmo sobre a confirmação da realocação de serviços.
A notícia das mudanças pegou de surpresa os conveniados, que estão preocupados com a possibilidade de ficar sem atendimentos de emergência e perder consultas agendadas previamente. Em nota divulgada ontem, a cooperativa garantiu a continuidade dos trabalhos e explicou que não haverá encerramento de serviços de pronto atendimento, mas o remanejamento das unidades.
Os pacientes passarão a ser atendidos no Hospital da Unimed, em São José, e no posto do centro de Florianópolis, onde hoje funciona o pronto-atendimento infantil. Conforme o comunicado, as mudanças vão ocorrer de forma gradual e as datas serão divulgadas em breve. Pacientes com consultas e exames marcados serão contatados.
Confira as mudanças
- O Pronto-Atendimento (PA) Adulto da Trindade será deslocado para o centro de Florianópolis, onde atualmente está localizado o PA Infantil
- O PA Infantil passará do centro da Capital para o Hospital Unimed, em São José
- O PA Adulto localizado na Unidade Kobrasol também passará a funcionar no Hospital Unimed
- Os serviços de ambulatório, imagem e cardiologia até então prestados nas unidades Trindade e Kobrasol passarão a ser oferecidos em outras unidades próprias da Unimed e também na rede de prestadores credenciados
- Consultas e exames de ultrassom previamente agendados serão feitos até 15 de março
- Os demais exames de imagem e cardiologia permanecem sendo realizados até amanhã na unidade da Trindade
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Unimed diminui a estrutura
| NOTÍCIAS DO DIA - SC |
CIDADE |
Matéria |
04/02/2016 |
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O fechamento de duas unidades de pronto atendimento da Unimed em Florianópolis e São José até março preocupa os usuários do plano de saúde. Em novembro de 2015, a empresa divulgou aos cooperados que seria gerida por novo administrador em função da redução de receitas. Segundo a empresa, as mudanças se tratam de otimização da estrutura e fazem parte do plano de gestão para 2016.
Com a redução das duas estruturas, a empresa promete um remanejamento dos serviços. Os usuários da unidade da Trindade terão o mesmo serviço disponibilizado na unidade do Centro, que atualmente abriga o Pronto Atendimento Infantil 24h. O atendimento infantil, assim como os serviços da unidade do Kobrasol, será oferecido no novo prédio do Hospital da Unimed, em Barreiros, São José.
As mudanças devem acontecer de forma gradual até março, quando as unidades da Trindade e do Kobrasol deixarão de funcionar. Consultas previamente agendas serão realizadas normalmente até 15 de março, assim como os exames de ultrassom. Os demais exames de imagem e cardiologia permanecem sendo realizados até a primeira semana de fevereiro na Trindade. Os clientes com consultas agendadas para datas posteriores estão sendo contatados individualmente pela Uni-med para encaminhamento dos agendamentos.
Apesar de divulgar a data de fechamento, a Uni-med não fixou prazo para que os mesmos serviços estejam disponíveis nos novos locais. Diretores não deram entrevistas e a empresa se manifestou sobre o fechamento das duas unidades por meio de nota: "Ainda não estão definidas as datas da mudança das unidades de Pronto Atendimento da Trindade para o Centro de Florianópolis e do Kobrasol para o Hospital Unimed, além da transferência do PA Infantil para o Hospital Unimed, onde funcionará junto à UTI Pediátrica", diz trecho da nota que segue: "a Unimed reforça que continuará com a mesma conduta na comunicação aberta e transparente com seus clientes, sempre com a mais alta consideração e honrando a confiança depositada em nossos serviços há 44 anos."
Dívida veio à tona no ano passado
Em 2015, a crise fez com que a unimed paulistana (sp) fosse intimada pela ans (agência nacional de saúde suplementar) a entregar sua carta de beneficiários a outra operadora de planos de saúde. a turbulência também foi sentida na unimed rio (rJ), que acumula dívidas que chegam a r$ 1 bilhão e tem dificuldades para pagamentos aos fornecedores.
A unimed da Grande Florianópolis, que tem cerca de 250 mil usuários, segundo apurou o ND, acumula dívida em torno de r$ 160 milhões. a projeção nas receitas de 2015, com expectativa de 9% de crescimento, frustrou administração e fechou o ano em 3,5%. em assembleia da cooperativa em setembro do ano passado, o conselho administrativo chegou a sugerir a venda do prédio onde fica a sede da empresa, na rua dom Jaime Câmara e um aporte financeiro de r$ 20 mil de cada um dos 1.600 médicos (o que daria r$ 32 milhões), mas a proposta foi recusada.
Consultados pelo ND, integrantes da Comissão de defesa do Consumidor da oaB-sC alertaram que, em tese, se o fechamento das unidades ferir o acordo contratual ou acarretar prejuízos, quem se sentir lesado poderá ingressar na Justiça por danos morais.
Clientes reclamam de fechamento
"Daqui a pouco vou ter que correr para o sus. o fechamento dessa unidade é muito ruim para nós, imagina ter que se deslocar para o Continente ou Centro para ser atendido?", questionou o bancário luiz avelino rodrigues, 55. ontem, enquanto acompanhava um colega de trabalho de fora da cidade que também é usuário na unidade da trindade, o homem ainda presenciou ainda outra situação que considerou grave na unimed. "o meu amigo é de Curitibanos e foi internado aqui com um problema no pulmão, mas acontece que a unimed quer cobrar dele os antibióticos. disseram que a única forma de não cobrarem seria transferindo ele para o Hospital em Barreiros. isso é um absurdo, dissemos que vamos acionar eles na Justiça pela cobrança", emendou avelino.
Regina Cunha, 59, também disse ser contra o fechamento da unidade da trindade. "todo o pessoal do sul da ilha usa essa unidade. Claro que isso vai impactar na região, não tem como se deslocar por essa cidade com esse trânsito", afirmou. "eu moro um pouco em Miami e um pouco em Florianópolis, meu marido teve três avCs e está internado, agora vão transferir ele para o hospital", contou a mulher que criticou a rede de saúde do país.
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Justiça suspende o fechamento da Unimed Paulistana
| O ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL |
GERAL |
Nota |
03/02/2016 |
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A Justiça Federal suspendeu o fechamento da Unimed Paulistana, determinado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. A liminar foi concedida pela 7ª Vara Federal Cível da Capital, atendendo a ação movida pela operadora de saúde para que se aguarde o julgamento do mérito do processo que tramita no Tribunal de Justiça. A Unimed sustenta que a liquidação extrajudicial causaria prejuízos ao mercado e aos 2,5 mil médicos cooperados.
(Agência Brasil)
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Unimed negocia parceria para novo hospital
| O POVO - CE |
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Matéria |
04/02/2016 |
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O POVO Economia
A Unimed Fortaleza está fechando parceria com a Federação da Unimed Ceará para a construção de um hospital materno-infantil nas proximidades da Avenida Washington Soares. O projeto tem orçamento de aproximadamente R$ 50 milhões e é uma das prioridades da Unimed para a atual gestão.
O presidente da Unimed Fortaleza, João Borges, disse que é contra qualquer reeleição e aproveitará os próximos dois anos para concluir o seu projeto. A cooperativa passou por um processo de reestruturação financeira e conseguiu rever o déficit de R$ 40 milhões para um resultado operacional positivo de também R$ 40 milhões.
O balanço financeiro da cooperativa será apresentado no próximo dia 31 de março, em assembléia geral ordinária, quando serão comunicadas as sobras da empresa. "Esse ano, pela primeira vez na história, a Unimed Fortaleza vai apresentar sobras superiores a R$ 5 milhões. Não é ainda muita coisa em relação às grandes Unimeds do País, mas esse resultado nos põe entre as grandes operadoras do Sistema Unimed que estão dando certo", acrescenta.
INVESTIMENTOS
R$ 21 MILHÕES EM 2016
Mesmo com todas as dificuldades das operadoras de saúde, a Unimed Fortaleza deve investir R$ 21 milhões em 2016. Esses valores, segundo João Borges, serão empregados não apenas em obras físicas de ampliação, mas também na qualificação dos serviços e profissionais da cooperativa.
QUEDA DE BRAÇO
CONSULTAS FORA DOS PLANOS
Atualmente, uma das discussões entre as operadoras de saúde é o que pode ser feito para resolver a queda de braço entre clientes, médicos e planos. Muitos médicos já não aceitam consultas através dos planos por discordarem da remuneração.
João Borges reconhece que os valores pagos aos médicos são baixos, mas diz que essa é uma equação difícil. Uma das saídas, segundo ele, seria a retirada das consultas dos planos, que arcariam apenas com custos de exames e hospitalização. Ele explica que esse é um pensamento pessoal, mas reflete uma linha de raciocínio de várias operadoras.
ECONOMIA DO MAR 1
PROJETO ENTRE EIXOS ESTRATÉGICOS
A Prefeitura de Fortaleza apresentou ontem um plano de ação com eixos estratégicos para o desenvolvimento da cidade em 40 anos. A economia do mar, que une atividades como turismo, portos, pesca e até dessalinização, representa uma nova fronteira para a descoberta de riquezas. O economista Célio Fernando ressalta a importância de colocar essas discussões na pauta e o novo desenho do plano estratégico.
ECONOMIA DO MAR 2
SANTA CATARINA SAI NA FRENTE
Desde 2013 as possibilidades de negócios que envolvem a economia do mar vêm sendo discutidas; falta agora por em prática um plano de ação. A Federação das Indústrias de Santa Catarina já colocou a atividade em suas rotas estratégicas. No Ceará, a Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Município criou uma coordenação especial para tratar do tema e o governo do Estado montou um grupo de estudos sobre o assunto.
SEFAZ
TAXAS PARA EMPRESAS
As empresas já começam a sentir os efeitos da determinação da Secretaria da Fazenda do Estado de cobrar taxas de micro, pequenos e médios empresários na hora de correções da emissão de notas fiscais eletrônicas e downloads.
A presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Clara Germana, diz que algumas taxas superam os R$ 1 mil, penalizando principalmente os pequenos empreendimentos.
TV
O POVO ECONOMIA
O POVO Economia de hoje entrevista o secretário da Fazenda, Mauro Filho; o presidente do Sescap-CE, Daniel Coelho; o auditor fiscal do Trabalho, Eudes Gomes Júnior; e o vice-presidente do setor de obras públicas do Sindicato de Construção Pesada, Dinalvo Carlos Diniz. O programa será exibido na TV OPOVO, às 23 horas (UHF/aberta - 48, Multiplay - 23, NET-24).
A coisa mais difícil de compreender neste mundo é o imposto de renda" Albert Einstein (1879-1955), físico alemão
RÁDIO
O POVO Economia da Rádio OPOVO/CBN (95.5), a partir das 14 horas. Destaque para o quadro "Sobe e desce da economia", com o jornalista Nazareno Albuquerque.
TV
Você pode assistir ao programa O POVO Economia também através do portal: tv.opovo.com.br/opovoeconomia.
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Lançada pedra fundamental do Hospital da Unimed
| TRIBUNA DO INTERIOR - PR |
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Matéria |
03/02/2016 |
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Ao tomar conhecimento de que a Unimed pretendia construir o hospital, Reis disse que ele e os sócios decidiram fazer a doação do terreno. Por termos essa área localizada nas proximidades da Santa Casa, e ao ficarmos sabendo que a Unimed pretendia fazer o hospital ofertamos o terreno como forma de parceria. Ou seja, ao construir o hospital, a Unimed atrai mais desenvolvimento para esse lado da cidade. Com isso ajudamos o município, a saúde, e, ao mesmo tempo concretizamos um sonho de lançar um loteamento nessa região da cidade , afirmou ele.
O presidente da Unimed, Eufânio Saquetti agradeceu ao proprietário do terreno pela doação em prol do hospital, e as demais autoridades presentes, lembrando que o projeto já vem sendo discutido há vários anos. O processo da construção do hospital já começou em outras gestões, mas em outros momentos chegou-se à conclusão de que não tinha viabilidade e há aproximadamente três anos, dentro de um olhar para o futuro entendemos que seria o momento. E o assunto foi amplamente estudado e numa assembleia, praticamente a unanimidade dos médicos cooperados da Unimed entendeu que era hora de trabalhar o assunto. A localização, próximo à Santa Casa contribui muito , destacou Saquetti.
Segundo ele, a estrutura terá capacidade para até 95 leitos, algo que grandes cidades vizinhas como Maringá ainda não possui. Dentre as autoridades presentes, estiveram o presidente da Acicam, Newton leal, o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, prefeita Regina Dubay, pastor Arnildo Klumb, entre outros.
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Unimed esclarece como fica o atendimento com fechamento de unidades na Grande Florianópolis
| DIÁRIO CATARINENSE - ON LINE |
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03/02/2016 16:58:00 |
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A notícia de que a Unimed da Grande Florianópolis vai fechar os pronto atendimentos da Trindade e do Kobrasol no primeiro trimestre de 2016 pegou de surpresa grande parte dos conveniados, que estão preocupados com a possibilidade de ficar sem atendimentos de emergência e perder consultas agendadas previamente para os próximos meses. Em uma nova nota divulgada nesta quarta-feira, a cooperativa garantiu a continuidade dos serviços durante e após o período de transição para os seus 250 mil clientes , e explicou que não haverá encerramento de serviços de pronto atendimento, mas o remanejamento das unidades.
Leia mais notícias da Grande Florianópolis
Segundo a nota, os pacientes passarão a ser atendidos no Hospital da Unimed , em São José, e no posto do Centro de Florianópolis, onde atualmente funciona o pronto atendimento infantil. Conforme o comunicado, as mudanças vão ocorrer de forma gradual e as datas serão divulgadas em breve. Os pacientes com consultas e exames marcados nas unidades serão contatados pelas equipes de agendamento para os encaminhamentos.
A Unimed explica que o Pronto Atendimento adulto e infantil junto ao Hospital Unimed beneficiará os clientes especialmente nos casos de evolução de quadro, quando o paciente poderá ser transferido para a UTI com o máximo de agilidade, se necessário. A cooperativa destaca que o Hospital Unimed possui toda a estrutura necessária, equipe técnica qualificada, centro de diagnóstico com exames de imagem e laboratório, Centro Cirúrgico com tecnologia de ponta, UTI Adulto e a única UTI Pediátrica da região, referência em qualidade técnica.
Confira as mudanças:
- O Pronto Atendimento Adulto localizado na Unidade Trindade será deslocado para o Centro de Florianópolis, onde atualmente está localizado o PA Infantil.
- O Pronto Atendimento Infantil passará do Centro da Capital para o Hospital Unimed.
- O Pronto Atendimento Adulto localizado na Unidade Kobrasol também passará a funcionar no Hospital Unimed.
- Os serviços de ambulatório, imagem e cardiologia até então prestados nas unidades Trindade e Kobrasol passarão a ser oferecidos em outras unidades próprias da Unimed e também na ampla rede de prestadores credenciados.
- Consultas previamente agendadas serão realizadas normalmente até 15/03, assim como os exames de Ultrassom.
- Os demais exames de imagem e cardiologia permanecem sendo realizados até a primeira semana de fevereiro na Unidade Trindade.
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Clientes reclamam do anúncio de fechamento de unidades da Unimed na Grande Florianópolis
| DIÁRIO CATARINENSE - ON LINE |
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Matéria |
03/02/2016 19:21:00 |
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A notícia do fechamento de duas unidades de Pronto Atendimento da Unimed na Grande Florianópolis foi mal recebida pelos usuários do plano de saúde, que possui cerca de 250 mil segurados em Santa Catarina. Alegando uma otimização de estrutura , a empresa decidiu encerrar as atividades na Trindade, em Florianópolis, e no Kobrasol, em São José, até o fim do primeiro trimestre.
Unimed esclarece como fica o atendimento com fechamento de unidades
No fim da tarde desta quarta-feira, clientes que deixavam o pronto atendimento da Trindade reclamavam da decisão de empresa. Moradora do bairro vizinho Santa Mônica, a funcionária pública Kátia Queiroz Bessa, de 52 anos, lembrava o problema da mobilidade. Agora, clientes das regiões Leste, Norte e Sul da Ilha precisarão se deslocar até o centro para conseguir um pronto atendimento adulto. No caso das crianças, o pronto atendimento ocorrerá no Hospital da Unimed, em São José, ainda mais distante.
- A gente já tem dificuldade de (conseguir) um atendimento bom na Unimed. Se acabar com o pronto-atendimento (na Trindade,), não sei o que vai ser dos usuários - diz Kátia.
Moacir Pereira: Unimed fecha unidades de pronto atendimento
Ainda segundo a funcionária pública, a crise econômica não pode ser usada como justificativa para o fechamento de unidades, já que clientes como ela continuam a pagar a mensalidade em dia.
- Com toda a crise, nós pagamos. Todo mês é descontado. Por que agora não vamos mais ter esse atendimento? - questiona.
Para o empresário Clomir Bedin (foto abaixo), cliente da Unimed há 19 anos, qualquer diminuição de prestação de serviços na área da saúde deve ser lamentada, independente se ocorrer na esfera pública ou privada. Ele também lembra o problema de mobilidade, que prejudica especialmente as classes mais baixas.
- Prejudica a todos. Eu, felizmente, posso me deslocar para um posto mais distante. Mas lamento principalmente por aqueles que tem dificuldade de deslocamento dentro da cidade - afirma.
Expectativa entre funcionários
A reportagem do Diário Catarinense conversou com dois funcionários da unidade Trindade da Unimed. O primeiro deles afirmou que ainda não havia sido comunicado sobre a decisão de fechar o pronto atendimento e não sabia se ocorreriam demissões. Já o segundo funcionário, que trabalha na área de imagens, disse já ter sido comunicado e que a empresa realocaria a equipe do setor para outro posto. Ele admitiu, no entanto, que são esperadas demissões em outras áreas.
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Núcleo de OPME da Unimed Vale do Aço passa por treinamento
| DIÁRIO DO AÇO ONLINE |
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03/02/2016 17:22:00 |
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DA REDAÇÃO - Colaboradores do Núcleo de Práticas de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) da Unimed Vale do Aço passaram por um treinamento com o objetivo de definir melhorias para o setor. O encontro foi ministrado por Ronie Oliveira Reyes, consultor na área de gestão hospitalar.
"Viemos conversar sobre as práticas de OPME, nosso foco não foi uma consultoria e sim mostrar como será o mercado nesses próximos anos. Simulamos em sala de aula o processo que é feito na Unimed Vale do Aço e discutimos algumas medidas que servirão como subsídios para ações serem refletidas e decisões serem tomadas pela empresa", explicou o profissional.
Durante o treinamento foi realizada uma simulação do processo que atualmente é feito pelo Núcleo de OPME da Unimed Vale do Aço e o tempo para finalizar o procedimento foi contabilizado. Ao final do encontro uma nova simulação foi feita e o período de finalização foi reduzido em cerca de 30 minutos. O intuito da atividade foi diminuir o prazo de finalização do processo para agilizar o trabalho do setor.
Para a colaboradora do Núcleo de OPME da Operadora, Aline Silva Campos, a melhoria dos processos será muito importante para agilizar o serviço do setor. "Foi muito positivo o treinamento porque nos ajudou a enxergar de uma forma diferente aquilo que fazemos todos os dias. E foi interessante também porque ficou clara a interdependência dos setores que trabalham no processo de OPME e que o objetivo é único. É importante que a gente reveja os processos para fazermos o que for necessário para melhorar o trabalho", concluiu.
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CPI sobre máfia das próteses é concluída com sete indiciados no RS
| G1 - RIO GRANDE DO SUL |
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04/02/2016 08:35:00 |
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a máfia das próteses aprovou o relatório final na tarde desta quarta-feira (3) na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. Foram seis meses de investigação. O documento, aprovado por unanimidade, contém 470 páginas e pede o indiciamento de quatro médicos, dois donos de empresas fornecedoras de próteses e uma advogada.
saiba mais Hospitais de Porto Alegre negam ter participado da máfia das próteses CPI das Próteses vai pedir exumação de corpo de mulher implantada no RS Suspeito se cala em depoimento à CPI da máfia das próteses no RS Mulher apontada como vítima da máfia das próteses fala a CPI no RS Integrantes da CPI das Próteses no Senado fazem audiência na AL-RS PGE tenta evitar colocações de próteses superfaturadas no RS Conselho médico do RS investiga ao menos 7 profissionais por próteses Hospital abre sindicância no RS após ter nome citado em máfia das próteses Denúncias sobre máfia das próteses podem ser feitas via telefone e web Eles são indiciados por estelionato, falsidade ideológica, adulteração de produtos, lesão corporal grave e associação criminosa. Se condenados, os suspeitos podem pegar até 15 anos de prisão.
Elaborado pelo deputado Enio Bacci (PDT), o texto solicita o indiciamento dos médicos Ernani Vianna de Abreu, suspeito de ter provocado a morte de uma paciente, Evandro Bastianello Porto, Antônio Carlos Marques Castilhos e Fernando Gritsch Sanchis.
O relator pediu ainda o indiciamento dos empresários Larson Hermílio Strehl, proprietário da Prohosp Comércio e Representação de Produtos Hospitalares, e Luiz Souza Fidelix, proprietário da Distribuidora Intelimed Comércio e Representações.
Já a advogada Nieli de Campos Severo deve ser indiciada por estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa. Conforme apurado pela CPI, ela manipulava o teor de documentos para induzir o poder judiciário ao erro.
No escândalo, revelado pelo Fantástico, o repórter Giovanni Grizoti mostrou que médicos transformaram hospitais em um balcão de negócios, fazendo cirurgias desnecessárias somente para receber comissões dos fabricantes de próteses. Com documentos falsos, médicos e advogados também encaminhavam à Justiça ações para forçar o governo e os planos de saúde a bancar procedimentos superfaturados.
CPI indiciou sete pessoas por máfia das próteses (Foto: Marcelo Bertani/ALRS) A CPI das Próteses da Assembleia gaúcha, presidida pelo deputado Missionário Volnei (PR), foi instalada para investigar crimes e irregularidades em procedimentos médicos relacionados a este tipo de cirurgias, como ocorreu, em nível federal, com a CPI do Senado.
O relatório final ainda apresenta sete recomendações, entre elas a alteração do Código Penal para instituir o crime de corrupção no setor privado, a adoção de normas mais rigorosas para que as empresas obtenham certificados da Agência Nacional de Vigilância Sanintária (Anvisa) e a proibição de cobrança por órteses ou próteses por partes dos hospitais.
Indiciados apresentam defesas O médico Ernani Vianna de Abreu afirma que, em seus procedimentos não houve adulteração de implantes, e que os materiais são submetidos a rigorosos exames de controle por parte dos hospitais. A defesa do médico Antônio Castilhos informou que ele foi ouvido como testemunha na CPI e que o médico não tomou conhecimento dos argumentos da CPI para sugerir o indiciamento.
A defesa do médico Evandro Bastianello Porto diz que vai esperar ser notificada para se posicionar. Já Fernando Gritsch Sanchis não foi localizado. A secretária dele informou que o médico está viajando.
O advogado de Larson Hermílio Strehl, proprietário da Prohosp Comércio e Representação de Produtos Hospitalares, avalia a sugestão de indiciamento como absolutamente equivocada, pois diz que todos os documentos comprovando a lisura do fornecimento dos implantes foram entregues à CPI.
A defesa da Intelimed, diz que o relatório da CPI parte de premissas equivocadas, pois a empresa não é fabricante e faz somente a distribuição de próteses. E que nenhum representante da empresa responde a qualquer tipo de procedimento judicial pela suposta máfia das próteses. Luiz Fidélix, dono da Intelimed, afirma que os distribuidores não podem mexer em próteses.
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Unimed anuncia fechamento de duas unidades na Grande Florianópolis
| G1 - SANTA CATARINA |
SANTA CATARINA |
Matéria |
03/02/2016 15:00:00 |
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A Unimed anunciou que, ainda neste primeiro trimestre de 2016, vai fechar as unidades da Trindade, em Florianópolis, e Kobrasol, em São José. Os pronto-atendimentos deverão ser remanejados para a unidade do Centro e para o Hospital Unimed de São José.
A data da trasferência dos locais ainda não foi definida. Consultas previamente agendadas serão realizadas até 15 de março. Clientes com consultas marcadas para depois dessa data deverão remarcar os horários na Central de Atendimento.
A unidade da Trindade só fará exames de imagem e cardiologia até esta sexta-feira (5). Ultrassonografias estão mantidas até dia 15 de março.
Pronto atendimento muda de lugar O pronto-atendimento adulto, que funcionava no bairro Trindade, será deslocado para o Centro de Florianópolis, onde ainda funciona o pronto-socorro infantil da cooperativa.
Com isso, o atendimento emergencial a crianças passará a ser feito no Hospital Unimed, em São José. No mesmo hospital, também funcionará o outro pronto-atendimento adulto, que até então vinha funcionando na Unimed do Kobrasol.
Otimizar a estrutura Em nota, a Unimed informou que as mudanças visam otimizar sua estrutura, mantendo sempre a preocupação com a qualidade no atendimento aos mais de 250 mil clientes .
Usuários da cooperativa que quiserem mais informações ou fazer reagendamentos podem telefonar para 0800-483500, informou a Unimed.
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Operadoras de planos de saúde devem R$ 1,3 bilhão para a Prefeitura
| G1 - SÃO PAULO |
SÃO PAULO |
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04/02/2016 06:55:00 |
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Os vereadores da Câmara Municipal de São Paulo apresentaram nesta quarta-feira (3) o relatório final da CPI (Comissão parlamentar de Inquérito) dos Planos de Saúde. Ao todo, as investigações duraram nove meses.
A comissão foi criada para investigar a atuação dos planos de saúde na cidade de São Paulo.
Segundo a relatora, a principal conclusão é que a dívida das cinco maiores empresas de planos de saúde chega a R$ 1,3 bilhão. A dívida refere-se ao não recolhimento de tributos municipais como ISS e IPTU.
Os vereadores recomendaram que a criação de uma outra CPI apenas para a investigar a Unimed Paulistana. A operadora de saúde deixou mais de 700 mil clientes sem atendimento.
O relatório também pediu a criação de uma agência municipal reguladora para fiscalizar a atuação dos planos na cidade de São Paulo e a revisão dos benefícios tributários concedidos aos planos de saúde.
Esse relatório vai ser encaminhado ao Ministério Público e para a Secretária de Finanças do Município.
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Unimed fecha unidades de Pronto Atendimento na Trindade e Kobrasol, na Grande Florianópolis
| NOTICIAS DO DIA ONLINE - SC |
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Matéria |
03/02/2016 16:58:00 |
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A Unimed Grande Florianópolis comunicou, nesta quarta-feira (3), que serão fechadas as unidades próprias de Pronto Atendimento e outros serviços localizadas no bairro Trindade, em Florianópolis, e Kobrasol, em São José. O encerramento das atividades ocorrerá no final de março e, até então, a "mudança acontece de forma gradual", segundo afirmou a empresa por meio da assessoria de imprensa.
Com as modificações, haverá dois serviços próprios de atendimentos emergenciais para adultos, na unidade do Centro de Florianópolis, e no Hospital Unimed, no bairro Barreiros, em São José. O Pronto Atendimento infantil, por sua vez, passará da filial do Centro da Capital para o Hospital Unimed - atualmente, o hospital não oferece esse tipo de atendimento emergencial.
Ainda de acordo com a Unimed, as datas das reestruturações ainda não foram definidas, mas "serão amplamente comunicadas em breve". Outros serviços oferecidos pelas unidades Trindade e Kobrasol, como imagem e cardiologia, passarão a ser feitos em outras filiais ou em um dos prestadores credenciados na rede.
As consultas previamente agendadas serão realizadas normalmente até 15 de março, assim como exames de ultrassom. Os demais exames de imagem e cardiologia, por sua vez, serão disponibilizados até a primeira semana de fevereiro na unidade Trindade.
"Os clientes com consultas agendadas para datas posteriores estão sendo contatados individualmente pelas equipes de relacionamento com o cliente da Unimed, para encaminhamento dos agendamentos", afirmou a assessoria.
Segundo a empresa, atualmente são atendidos 250 mil clientes na Grande Florianópolis.
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Unimed Cuiabá: Obesidade em alta, fígado em risco
| UNIDAS |
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Matéria |
03/02/2016 |
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Atualmente, pela falta de tempo, as pessoas cada vez mais optam por consumir comidas rápidas, industrializados e alimentos processados. Também levam uma vida sedentária causando diversas doenças modernas que antes não existiam. As consequências desse mal para o organismo são graves e trazem consigo uma série de complicações, uma delas é a obesidade.
O problema do excesso de peso e da obesidade tem alcançado proporções alarmantes no mundo todo. Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil, 56,9% das pessoas com mais de 18 anos estão com excesso de peso. Além disso, 20,8% das pessoas são classificadas como obesas por terem IMC igual ou maior que 30. Os números não param de crescer, entre todas as idades e todos os grupos de renda.
Mas afinal, quais são as causas da obesidade? De acordo com o médico gastroenterologista, cooperado da Unimed Cuiabá e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Edgard Wilson Gripp, a obesidade é caracterizada pelo excesso de gordura no organismo. A doença atinge indivíduos de ambos os sexos e todas as idades, porém é mais frequente em adultos do sexo feminino.
Gripp explica que se trata de fenômeno multifatorial cuja origem envolve componentes genéticos, endocrinológicos, metabólicos, comportamentais, psicológicos e sociais. "A obesidade não é um problema moral, nem mental ou de falta de força de vontade, como por desinformação era tratada até bem pouco tempo. Hoje se sabe que é uma doença e que o seu tratamento leva a redução do número de complicações e da mortalidade de pessoas que teriam sua expectativa e qualidade de vidas diminuídas", frisa.
Os quilos extras podem causar outras complicações como o aumento das taxas de mortalidade, diminuição da expectativa e qualidade de vida. A obesidade representa um fator de risco para o surgimento de outras doenças, a exemplo do refluxo, diabetes, hipertensão arterial, hiperlipidemia, coronariopatias como angina e infarto, doenças articulares, apneia do sono, insuficiência respiratória e cardíaca, além de diversas formas de câncer. "O controle dessas doenças necessariamente envolve a perda do excesso de peso", enfatiza Gripp.
Como diagnosticar a obesidade?
O diagnóstico da obesidade é feito através do cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC). Este índice mede a corpulência, que se determina dividindo o peso (quilogramas) pela altura (metros), elevada ao quadrado.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, considera-se que há excesso de peso quando o IMC é igual ou superior a 25 e que há obesidade quando o IMC é igual ou superior a 30.
Gordura no fígado
Quem está acima do peso ou obeso não deve esquecer que ambas as situações podem provocar excesso de gordura no fígado. A doença, denominada esteatose hepática, é um acúmulo de gordura nas células do fígado.
Não é só o sobrepeso ou a obesidade que causam a doença. Abuso de álcool, hepatites virais e diabetes podem provocar a esteatose. Segundo o gastroenterologista Edgard, em média, uma em cada cinco pessoas com sobrepeso desenvolvem esteatose hepática não alcoólica.
Outro fator preocupante: Os sintomas são praticamente inexistentes. "Esta gordura permanecendo no fígado por tempo prolongado, pode levar aos processos inflamatórios do fígado, provocando a cirrose", alerta. O diagnóstico pode ser feito com exames laboratoriais e de imagem (ultrassonografia, tomografia e ressonância magnética). "Pode ser necessário biopsias de fígado ou mais atualmente a realização da elastografia hepática, conhecida como FibroScan", esclarece.
Prevenção da obesidade
A prevenção da obesidade deve vir desde a infância, com o costume de hábitos alimentares saudáveis e a pratica regular de exercícios. Para Edgard Gripp, "um mau hábito alimentar e uma vida sedentária são uma porta escancarada para o ganho do peso e todas as suas consequências sobre a saúde".
Tratamento
Conforme Gripp, o tratamento da obesidade deve envolver uma equipe multidisciplinar para a orientação do paciente, com nutricionista, psicólogo, psiquiatra, endocrinologista, cirurgião e outros especialistas, dependendo de cada caso.
Os pacientes com sobrepeso e obesidade grau I devem ser incentivados a mudança de hábitos alimentares, a realização de exercícios frequentes e se for necessário, a utilização de alguma droga para o controle do apetite. Estas devem ser orientadas por profissionais específicos de cada área.
Os pacientes obesos grau II com comorbidades, ou seja, uma série de doenças associadas à obesidade, e os pacientes a partir do grau III, mesmo sem comorbidades, que não conseguem reduzir peso ou não conseguem manter o peso perdido, devem ser encaminhados para o procedimento cirúrgico. "Aos que procuram o procedimento cirúrgico, aconselho a buscar cirurgiões na área de bariátrica, membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e que se informem de cada técnica, de preferência com cirurgiões que façam técnicas diferentes, para que possam fazer a melhor escolha", frisa o médico gastroenterologista e cirurgião bariátrico. (Unimeds)
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