Radar Unimed Diário | 4 de julho de 2016 | edição 1044
Radar Unimed
Arquivo Cadastre-se Blog Agência Unimed de Notícias
 
Unimed na imprensa
   

Investimento e expansão diversificados
Em meio à crise do país, setor amplia oferta de armazenagem, crédito e infraestruturapara quemvive no campo (CORREIO DO POVO - RS - 02/07/2016)

Unimed é Top of Mind
A Unimed foi destaque no prêmio Top of Mind - Mercado Comum - Marcas de Sucesso-Minas Gerais - 2016, realizado no dia 26, em Belo Horizonte... (DIÁRIO POPULAR - MG - 01/07/2016)

Ações trabalhistas podem atrasar
A 77ª Vara do Trabalho de São Paulo suspendeu, até 30 de setembro, o atendimento ao público e a advogados. A decisão foi tomada devido... (AGORA - SP - 02/07/2016)

Faleceu o médico cirugião Dr. Márcio Tadeu
Faleceu na madrugada deste domingo (03), vítima de um infarto, o médico cirugião Dr. Márcio Tadeu Diniz de Souza. O médico foi um dos... (JORNAL SETE DIAS - MG - 03/07/2016)

Instituto Unimed-BH leva Jazz para Crianças no Savassi Festival e blues
Sobre o Evento Local: Praça da Saúde Endereço: Savassi - BH Valor: Entrada Franca Horário: dia 2 de julho, a partir das 13h30 Data final:... (BH EVENTOS - 02/07/2016)

Savassi Festival - Palco Instituto Unimed-BH
Sobre o Evento Local: Praça Floriano Peixoto Endereço: Praça Floriano Peixoto - Av.: do Contorno, s/nº -Santa Efigênia Valor: Entrada... (BH EVENTOS - 03/07/2016)

Cooperativismo, atividade em destaque na região
O Dia Internacional do Cooperativismo é comemorado neste sábado (02). A data foi instituída pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI)... (CORREIO POPULAR - ONLINE - 01/07/2016)

Confederação de Atletismo convoca 66 atletas para a Olimpíada
Logo após o encerramento do Troféu Brasil de Atletismo , a Confederação Brasileira da modalidade (CBAt) divulgou neste domingo (3) a... (FOLHA - ON LINE - 03/07/2016)

Unimed terá de custear cirurgia cardíaca de recém-nascido em hospital paulistano
A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) decidiu, por unanimidade, manter a decisão da juíza Denise Gondim... (JUS BRASIL - 03/07/2016)

Planos cobrirão a partir de quarta-feira os exames para detectar vírus zika (Consumidor)
Determinação da ANS começa a valer para três tipos de testes; agência havia estabelecido prazo de 30 dias para que operadoras de planos de saúde organizassem a rede de atendimento e de laboratórios para oferecer o serviço (O ESTADO DO MARANHÃO ON-LINE - 02/07/2016)

Dia C em Palmas atende 1500 pessoas no Jardim Taquari
A programação foi oferecida para toda comunidade de forma gratuita (PORTAL STYLO - 03/07/2016)

No dia do cooperativismo, Sescoop/RS organiza ação voluntária no Centro da Capital
Sistema gerou em tributos, só no ano passado, R$ 800 milhões para o RS O Sistema Ocergs/Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do... (RÁDIO GUAÍBA FM ONLINE - RS - 02/07/2016)

500 maiores empresas
As próximas páginas trazem a lista das 500 maiores companhias do país em vendas líquidas. Em conjunto, elas faturaram 691 bilhões de... (EXAME - 03/07/2016)

100 maiores empresas
As próximas páginas trazem as companhias classificadas da 501ª à 1 000ª posição pelo valor das vendas líquidas em 2015. Em conjunto,... (EXAME - 03/07/2016)

50 maiores setoriais
As próximas páginas apresentam o ranking das 50 maiores empresas pelo valor da receita líquida agrupadas em diferentes categorias. Veja... (EXAME - 03/07/2016)

100 maiores investimentos
As 100 empresas cpie mais investiram em 2015 destinaram um total de 41 bilhões de dólares ao reforço de sua capacidade de produção de... (EXAME - 03/07/2016)

Maiores em finanças
As páginas a seguir trazem uma radiografia completa do setor financeiro brasileiro. A lista dos 50 maiores bancos apresenta dados como... (EXAME - 03/07/2016)

200 maiores grupos da América Latina
As páginas a seguir trazem o ranking dos 200 maiores grupos não financeiros da América Latina. Juntos, eles faturaram 1,1 trilhão de... (EXAME - 03/07/2016)

A construção de um império da saúde
APÓS UMA SÉRIE DE AQUISIÇÕES DE TIRAR O FÔLEGO, A REDE D"OR SÃO LUIZ TRANSFORMOU-SE NO MAIOR GRUPO DE HOSPITAIS DO PAÍS - E SEU OBJETIVO É PRATICAMENTE DOBRAR DE TAMANHO ATÉ 2020 (EXAME - 03/07/2016)

100 maiores por região
As próximas páginas trazem as listas das 100 maiores empresas por vendas líquidas em três regiões do país. No Centro-Oeste, a estatal... (EXAME - 03/07/2016)

 
 
Notícias de interesse
   

Pesquisa acha possível relação entre vírus bovino e zika
Segundo pesquisadores, a ação conjunta dos vírus poderia ser responsável pela epidemia de microcefalia no Nordeste brasileiro (FOLHA DE S. PAULO - SP - 02/07/2016)

Burocracia sem remédio (Editorial)
Numa cidade de 12 milhões de habitantes, como São Paulo, não há de ser simples a logística para distribuir remédios gratuitos às farmácias... (FOLHA DE S. PAULO - SP - 03/07/2016)

Estudo que liga microcefalia e vírus do gado preocupa OMS; novo teste indica elo
A Organização Mundial da Saúde (OMS) abriu investigação sobre os resultados preliminares da pesquisa conduzida no Brasil que indica a... (O ESTADO DE S. PAULO - SP - 02/07/2016)

Tendência vai destruir força de trabalho"
Pesquisador responsável pela popularização do termo "Uber Economy" propõe seguro para os temporários (O ESTADO DE S. PAULO - SP - 02/07/2016)

Em vez de fila do SUS, consultas grátis pela internet
Meta da campanha é oferecer mil atendimentos médicos este ano (O GLOBO - RJ - 03/07/2016)

Hospitais à beirado colapso
A queda na arrecadação dos royalties de petróleo atingiu seu ponto mais crítico no final do ano passado, detonando uma das priores crises... (O GLOBO - RJ - 03/07/2016)

Fica, SUS (Artigo)
Atroca do soldado israelense Gilad Shalit por 1.027 prisioneiros, a maioria palestinos, e mesmo o sacrifício de um gorila de espécie... (O GLOBO - RJ - 04/07/2016)

Saúde: nenhum passo atrás (Artigo)
Há quase três décadas, com a promulgação da Constituição cidadã, os brasileiros conquistaram direitos até então negados pelo regime ditatorial... (CORREIO BRAZILIENSE - DF - 04/07/2016)

Programa facilita solução de problemas com o SUS
População carente de Rondônia é o principal da iniciativa da Defensoria Pùblica. (DIÁRIO DA AMAZÔNIA - RO - 03/07/2016)

Parto humanizado: Hospitais caminham para adaptação
Lei foi publicada no doe no dia 6 de junho; para simed falta estrutura (JORNAL DO TOCANTINS - TO - 03/07/2016)

A banalização da cirurgia bariátrica
Os índices de sobrepeso e obesidade no mundo estão cada vez mais altos. No Brasil, quase metade da população está acima do peso ideal... (DIÁRIO DE PETRÓPOLIS - 04/07/2016)

Exames de Zika serão obrigatórios para planos de saúde a partir desta semana
A partir da próxima quarta-feira (6),  os planos de saúde terão que cobrir obrigatoriamente três exames de detecção do vírus Zika... (EBC - 03/07/2016)

Clínicas populares crescem impulsionadas pela crise
Há três anos sem condições financeiras de ter um plano de saúde, Márcia Vaz, de 66 anos, recorreu, pela primeira vez, a uma clínica popular... (EXTRA - ON LINE - RJ - 03/07/2016)

Funcionários do Samu são acusados de levar pacientes a CTIs por propina
Há suspeitas de que algumas pessoas tiveram quadro de saúde piorado só para serem internadas em centros de terapia intensiva, em Goiás. (G1 - 04/07/2016)

Saúde suplementar será o setor mais afetado pelo envelhecimento populacional
A longevidade dos brasileiros não colocará em xeque apenas o sistema previdenciário, como alertou Nilton Molina em evento do CVG-SP realizado... (PORTAL NACIONAL DE SEGUROS - 03/07/2016)

 
 
Agência de notícias
   

Unimed Porto Alegre promove ações de Responsabilidade Socioambiental em alusão ao Dia do Cooperativismo

Unimed Chapecó: Estresse: é possível gerenciar?

Unimed Palmeira dos Índios: Festejos Juninos

Unimed Bauru: HUB recebe recertificação de protocolo sobre tratamento de lesões de pele

Unimed Maringá Night Run: Segunda etapa do circuito de corridas contou com espaço para descontrair e relaxar

O clima junino invadiu a Unimed Juiz de Fora neste São João!

Unimed Guarulhos forma alunos em curso de Libras

Unimed Federação Minas é eleita a segunda melhor empresa de saúde para se trabalhar no Brasil

Unimed COP: Coral Unimed Macatuba faz apresentação na Festa de São João

Hospital Unimed Missões: há quatro anos uma grande conquista para a região das Missões

Preço da consulta médica da Unimed Araguaína é o maior do Sistema Unimed

8ª Sipat da Unimed Noroeste/RS teve palestras sobre temas diferenciados

Cuidado continuado para bebês que recebem alta da Utin do Hospital-Dia e Maternidade Unimed Vitória

Unimed Volta Redonda: Tratamento inovador na Região

 
 
 
Clipping diário da Unimed do Brasil
 
 
 

Pesquisa acha possível relação entre vírus bovino e zika

FOLHA DE S. PAULO - SP CIÊNCIA SAÚDE Matéria 02/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Burocracia sem remédio (Editorial)

FOLHA DE S. PAULO - SP OPINIÃO Editorial 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Estudo que liga microcefalia e vírus do gado preocupa OMS; novo teste indica elo

O ESTADO DE S. PAULO - SP METRÓPOLE Matéria 02/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

A Organização Mundial da Saúde (OMS) abriu investigação sobre os resultados preliminares da pesquisa conduzida no Brasil que indica a possibilidade de a epidemia de microcefalia no Nordeste estar relacionada não apenas ao zika, mas também a um vírus que até então se imaginava afetar somente o gado.Os dados iniciais do trabalho, revelados ontem pelo Estado, já são considerados internamente pela OMS como "novas pistas" sobre o impacto da doença.

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio (UFRJ) e do Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (Ipesq) encontraram em amostras de fetos com microcefalia provocada por zika traços do BVDV. Conhecido há mais de 50 anos por afetar rebanhos, como o gado, o vírus causa diarreia, problemas respiratórios, más-formações e abortos nos animais. "Fomos informados sobre esses resultados preliminares", informou a OMS, em um comunicado enviado ao Estado. "Estamos levando a sério a questão, ainda que tenhamos muitas perguntas sobre as descobertas que ainda não foram respondidas." A OMS promete avançar no assunto, diante do que parece ser uma pista importante. "Estamos trabalhando com especialistas relevantes e com autoridades para encontrar respostas", disse a agência de saúde da Organização das Nações Unidas.

No Brasil. Pesquisadores brasileiros se mostram igualmente cuidadosos. Eles alertam para o fato de que serão necessários estudos complementares, antes de fazer qualquer afirmação categórica sobre a relação entre o zika, o BVDV e a microcefalia no Nordeste. Ontem, resultados de novos exames trouxeram um pouco mais de segurança à equipe. Uma outra técnica de diagnóstico foi empregada e os resultados também foram positivos para o BVDV.

Para o grupo, no entanto, isso não basta. Maior certeza sobre a relação zika, BVDV e microcefalia somente será possível quando não apenas traços, mas o vírus inteiro for encontrado em amostras analisadas. "Além disso, é preciso verificar não apenas a presença do vírus, mas o seu papel no ataque das células do embrião infectado", afirmou um integrante da equipe.

Pesquisadores estimam que nos próximos dias devam chegar a novas conclusões. No entanto, eles precisam de recursos para que a pesquisa siga em frente. Todos os recursos usados até o momento neste trabalho foram obtidos com outras linhas de estudo. Não houve nenhum financiamento específico para a pesquisa com zika.

O Ministério da Saúde, que recebeu o pedido de aporte de verbas, informou ontem que o assunto está sendo tratado como prioridade e uma liberação deverá ocorrer em breve. A fonte dos recursos, no entanto, ainda não foi definida.

A ideia de pesquisar uma eventual relação entre o BVDV e o surto de microcefalia no Nordeste não foi à toa. Além de os dois vírus pertencerem à mesma família (Flaviviridae), o BVDV provoca em embriões de gado infectados más-formações que se assemelham às que são constatadas em bebês com síndrome causada pela zika: microcefalia e artrogripose (problema que atinge as articulações).

Na OMS, em Genebra, grupos de especialistas nos últimos meses reforçaram as suspeitas de que microcefalia poderia estar associada a mais de um vírus, além do zika. Testes relacionados com vários cenários chegaram a ser feitos, incluindo com suspeitas de uso de fertilizantes.

Até o momento, porém, nenhuma resposta convincente foi descoberta.

Emergência internacional.

Em uma reunião realizada no mês passado, a OMS reforçou a necessidade de se criar um plano de trabalho até 2017 para permitir que a pesquisa no setor seja incrementada, justamente para cruzar informações e realizar estudos sobre o impacto de outras doenças e vírus combinados com o zika vírus. Um dos obstáculos, porém, tem sido a falta de recursos e de doadores, que têm sido pouco solidários.

A esperança agora da diretora-geral da OMS, Margaret Chan, é de mobilizar governos e especialistas para que respostas comecem a ser encontradas.

Esse foi, segundo a OMS, um dos motivos que levaram a entidade a declarar o zika, e não apenas a microcefalia, como emergência internacional.

Governo estuda mudar vacinação de animais

Está atualmente em análise no governo a possibilidade de mudança nas regras de vacinação do rebanho brasileiro. A medida poderá ser adotada caso seja comprovada a relação entre BVDV, um vírus considerado comum no gado, e a microcefalia ligada ao vírus zika no Nordeste do País.

O BVDV é encontrado no Brasil há pelo menos 50 anos. Os estudos científicos mostram que o vírus está presente em vários lugares, mas atinge sobretudo o gado leiteiro. Embora a doença provoque perdas econômicas significativas, não é de notificação compulsória. O uso da vacina também não é obrigatório. No entanto, em alguns países europeus onde o imunizante é adotado, a doença está em franco declínio.

A contaminação pelo vírus pode ocorrer por meio das secreções (como durante a alimentação no cocho) e pelo sêmen. O ponto-chave para o controle da doença está na identificação e controle de animais portadores do vírus, mas que não apresentam sintomas. O professor do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Eduardo Flores, afirmou que esses animais são geralmente contaminados na última fase da gestação. Eles clinicamente são normais, mas excretam vírus continuamente em grandes quantidades.

Abrangência

60 países relataram oficialmente, até agora, a presença do vírus da zika, outra justificativa para tornar o vírus uma emergência internacional, conforme a OMS.

País confirma 1.638 casos de más-formações

Registro inicial 
Os primeiros registros oficiais de zika no País datam de abril de 2015. O avanço do Aedes aegypti ainda provocou surtos de dengue e chikungunya.

 Bebês 
O surto ganhou preocupação maior com os relatos, no segundo semestre, de casos de microcefalia no Nordeste, que se comprovaram ligados ao zika.

Situação atual no País 
Até 28 de maio, foram registrados 161.241 casos prováveis de zika (45/hora). Até 25 de junho, foram confirmados 1.638 casos de microcefalia.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Tendência vai destruir força de trabalho"

O ESTADO DE S. PAULO - SP ESPECIAL - BEM-VINDO A UBER ECONOMIA Entrevista 02/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

STEVEN HILL, ESPECIALISTA EM CRESCIMENTO ECONÔMICO NA NEW AMERICA FOUNDATION

Para quem está desempregado, trabalhar como motorista do Uber pode ser uma das formas mais simples de ter um salário no fim do mês. Mas esse trabalhador não terá benefícios trabalhistas como seguro-desemprego, plano de saúde ou abono salarial. O pesquisador Steven Hill, especialista em crescimento econômico na New America Foundation, afirma que a precarização do trabalho é o grande risco do avanço desse modelo. No livro Raw Deal, ele propõe a criação de um Plano de Seguro Universal para garantir benefícios tanto para trabalhadores temporários quanto para freelancers. Assim, quem presta serviços para mais de uma empresa ao mesmo tempo teria benefícios de forma proporcional ao número de horas trabalhadas em cada emprego.

• Quais problemas a uberização da economia pode trazer?

Esse é um modelo que permite maior flexibilidade para aqueles que querem trabalhar como freelancer, mas esses trabalhadores não têm nenhum tipo de proteção, como plano de saúde e seguro social. Um bom exemplo desse tipo de companhia é a Upwork (empresa que conecta freelancers e empregadores), que tem 250 empregados regulares mas supervisiona 10 milhões de trabalhadores pelo mundo. Então, trabalhadores do mundo desenvolvido competem com os do mundo em desenvolvimento, só que no Brasil ou na índia as pessoas vão aceitar salários mais baixos. Isso cria uma ten-

dência negativa nos salários que vai destruir a força de trabalho no longo prazo.

• Como as autoridades devem lidar com essa nova tendência?

O que eu proponho, no livro Raw Deal, é a criação do que eu chamo de Plano de Seguro Individual (Individual Security Account) para todos os trabalhadores. É uma conta na qual cada empresa que contrata pessoal temporário vai precisar depositar uma quantia relativa à quantidade de horas de serviços prestados. Com esse dinheiro, os trabalhadores poderão ter acesso aos benefícios que eles teriam caso fossem contratados regularmente. Esse tipo de seguro individual portátil é o que chamamos de rede de seguro universal. Hoje, se eu sou dono de uma empresa e trabalho com mão de obra freelancer, posso reduzir meus custos em até 30%. Então quem não usa essa mão de obra vai estar num ambiente competitivo com essa desvantagem, e isso é um incentivo para que essa mão de obra temporária seja cada vez mais usada, criando uma corrida para o fundo do poço.

• Quais efeitos esses novos mercados podem causar em países emergentes?

Para alguns trabalhadores, dependendo da situação, essas plataformas podem proporcionar uma chance de ganhar algum dinheiro. Não há dúvida de que é melhor alguma renda do que ficar sentado no sofá sem renda nenhuma. A questão é que esses trabalhadores sempre precisam ter o próximo emprego arranjado, então necessitam ser muito hábeis. Muitas pessoas têm personalidade para isso, mas outras, com competência e experiência, podem não ter essa característica, e elas não terão sucesso nessas plataformas digitais.

• A uberização da economia vai crescer ainda mais?

Acredito que o crescimento desse tipo de plataforma vai se dar pelo mercado de trabalho como um todo. Se você for a uma fábrica de automóveis nos Estados Unidos, vai descobrir que metade da força de trabalho é temporária. Eles fazem o mesmo serviço que os regularmente contratados, mas recebem metade do pagamento e não têm benefícios sociais. Nós vamos ver cada vez mais negócios usando plataformas digitais para contratar e demitir facilmente. As empresas querem uma mão de obra que possam ligar e desligar da mesma forma que fazem com a TV. Isso acaba com a dimensão social do mercado de trabalho e destrói a relação do empregado com o empregador.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 
 

Em vez de fila do SUS, consultas grátis pela internet

O GLOBO - RJ RIO Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

Márcio Menasce 

marcio.menasce@oglobo.com.br

Desde outubro de 2015, a auxiliar de enfermagem Glória Di-oneia Mattos, de 52 anos, tentava, sem sucesso, agendar uma consulta pelo SUS para mostrar seus exames a um oftalmologista. Além de estar sentindo dores, ela tem notado secreção no olho esquerdo, que passou por um transplante de córnea em 1991. Na última sexta-feira, ela conseguiu atendimento médico. Não foi pelo SUS, mas pela campanha #medicoparaquemprecisa.

O programa mantém um site de agendamento de consultas particulares, Doutor Já. Os idea-lizadores resolveram credenciar clínicas parceiras e, para cada consulta agendada pelo aplicativo, elas oferecem um atendimento gratuito para um paciente da fila do SUS. Basta a pessoa apresentar a guia de encaminhamento para comprovar que está na fila de espera.

Na semana passada, Glória saiu de sua casa, em Curicica, embarcou em um BRT e foi até a Policlínica Granato, em Madureira, para ser atendida por um médico do programa, do qual tomou conhecimento pelo Facebook. Pela rede social, enviou uma mensagem e obteve resposta no mesmo dia. Uma semana após remeter a guia de encaminhamento do SUS pela internet, ela conseguiu vaga para ser atendida.

- A última consulta que consegui no SUS foi em 2012. Agora, consegui esse atendimento gratuito em menos de uma semana. Vale a pena vir de longe. O tempo no ônibus não é nada perto do que já esperei para ser atendida na rede pública - diz ela.

Um dos fundadores do Doutor Já, o publicitário Breno Eudes explica que, para encontrar os pacientes, utiliza o Facebook, além de receber pedidos por e-mail e de visitar associações de moradores de comunidades, apresentando a plataforma. Ele afirma que a campanha, é claro, tem o intuito de dar visibilidade ao Doutor Já, mas faz isso ajudando quem precisa:

- O programa é voltado para quem não tem plano de saúde e não pode pagar caro por uma consulta.

A campanha (www.doutor-ja.com.br/medicoparaquem-precisa) começou em março e já tem dez clínicas parceiras. A meta é oferecer mil consultas gratuitas até o fim do ano. •

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Hospitais à beirado colapso

O GLOBO - RJ RIO Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

A queda na arrecadação dos royalties de petróleo atingiu seu ponto mais crítico no final do ano passado, detonando uma das priores crises financeiras já vividas pelo estado. O primeiro sintoma de que não se tratava apenas de um momento difícil de caixa foi sentido na área da saúde. Sem ter como pagar salários de funcionários terceirizados, alguns hospitais importantes da rede estadual praticamente entraram em colapso. Em dezembro, quando o governador Luiz Fernando Pezão ainda estava à frente do Executivo-ma is tarde ele se afasta ria para se tratar de um câncer-, decretou situação de emergência na saúde. Ele disse claramente que não tinha "dinheiro em caixa" e chegou a pedir desculpas à população.

A medida facilitaria, fundamentalmente, a ajuda de outros entes. O governo federal poderia, entre outras coisas, repassa rde seus hospitais materiais que estavam em falta em unidades do estado, como gazes, próteses e até esparadrapos. No final do ano, várias emergências já tinham fechado as portas-ado Hospital Getú lio Vargas, por exemplo, uma das maiores do estado, foi bloqueada inclusive com o uso de tapumes. Além disso, o atendimento foi comprometido ou paralisado em 17 UPAs.

A emergência do Hospital da Mulher, em São João de Merti, foi outra que fechou as portas e o mesmo aconteceu no Adão Pereira Nunes, em Caxias, onde os pacientes eram recusados na porta e orientados a buscar assistência em outras unidades. Protestos de médicos e enfermeiros, muitos na porta dos hospitais, passaram a ser frequentes. Além de atrasos nos salários, eles se queixavam da falta de condições para receber pacientes.

Havia uma preocupação extra com as condições de atendimento dos hospitais, porque se aproximavam as festas de fim de ano, quando o movimento costuma aumentar. A situação era tão dramática que, mesmo com a doação de itens de consumo e a transferência de recursos federais, a previsão era que as unidades só conseguiriam se manter em pleno funcionamento até o d ia 15 de janeiro do ano seguinte.

E a previsão se concretizou. Logo no início de 2016, funcionando em condições insustentáveis e sob o risco de fechar, os hospitais Albert Schweitzer (Realengo) e Rocha Faria (Campo Grande), que custavam cerca de R$ 500 milhões anuais ao estado, tiveram sua gestão transferida para o município. O prefeito Eduardo Paes, ao assumira responsabilidade, explicou que a prefeitura tinha superávit e que as duas unidades, que atenderiam dez mil pacientes por d ia na região, eram fundamentais para a estrutura da saúde na Zona Oeste.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Fica, SUS (Artigo)

O GLOBO - RJ OPINIÃO Artigo 04/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

Atroca do soldado israelense Gilad Shalit por 1.027 prisioneiros, a maioria palestinos, e mesmo o sacrifício de um gorila de espécie ameaçada de extinção para salvar a vida de uma criança foram ações institucionais polêmicas. Parentes de vítimas manifestaram-se contra o acordo com o Hamas. A manutenção de animais em cativeiro e os perigos de interações artificiais com humanos também mobilizaram posicionamentos extremados. No âmbito das bravuras individuais, o elevado valor da vida humana impulsionou gestos para proteger desconhecidos como os do sargento Silvio Holenbach, que retirou um menino de um poço de ariranhas, e do músico Marcelo Yuka, tentando evitar um assalto. Em circunstâncias completamente distintas, os desempates se orientaram pelo provérbio do Talmud: quem salva uma vida, salva o mundo inteiro. Por outro lado, os atos suicidas terroristas, como o recente atentado no aeroporto de Istambul, foram movidos pela vingança e imolação individual em nome de um suposto bem comum.

MARCELO Sistemas públicos de saúde pressupõem que o valor da vida de cada um é exatamente igual à dos outros, são projeções da coragem coletiva, todos salvam e são igualmente protegidos. Assim, organizam e atualizam a histórica experiência humana e as decisões políticas envolvidas com a prevenção de doenças e cuidados aos enfermos. Caracterizam-se pela preservação de valores solidários e investimentos crescentes das sociedades que os constituíram. No mundo, os gastos com saúde, especialmente os públicos, vêm aumentando, passaram de 3% do PIB em 1948 para 10% em 2013. Mas, no Brasil, os gastos federais com saúde como proporção do PIB mantiveram-se estáveis, enquanto a população crescia e envelhecia. Entre 2014 e 2015, houve retração porque os orçamentos da Saúde são vinculados à arrecadação e, portanto, ao crescimento econômico.

O SUS ficou no meio do caminho, a saúde é direito de todos, o acesso da população aumentou, mas persistiram problemas básicos de qualidade. Valores de igualdade e solidariedade misturaram-se com antigas e renovadas discriminações. Abriu-se uma cissura que pode ser compreendida como consequência de um processo de conflitos de interesses, no qual o público ainda se subordina ao privado, ou como defeito de fabricação.

Alguns economistas brasileiros julgam que o SUS está errado, justificam mais e definitivos cortes em função do mau uso que se faz das verbas para a saúde. Propõem que os que podem paguem, quem não o conseguir tenha uma assistência financiada pelos impostos e que o atendimento no SUS seja cobrado. Numa mesma frase expõem propostas diferentes, preveem ora o desmonte, ora a preservação dos centros de alta complexidade públicos. Então, ou a conversa não é séria, o fim do SUS é apenas uma ameaça, ficará tudo igual, mas pior, ou seria prudente e civilizado contribuir para um debate mais rigoroso.

O primeiro item de qualquer interlocução sensata sobre o SUS é o reconhecimento de que as restrições financeiras conjugadas a nomeações explicitamente clientelistas para o Ministério da Saúde, pelo governo interino, são a antítese do alocação eficiente de gastos. A seguir, é preciso não deixar passar em branco que a saúde foi objeto de cortes prévios e que as anunciadas medidas de limitação de despesas significariam perpetuar o desnivelamento. A terceira preocupação refere-se à relação entre a redução do peso da dívida e dos juros e impacto sobre as políticas sociais.

As divergências não são entre defensores irracionais e irresponsáveis de políticas universais e militantes perfilados para salvação da economia. Ser favorável ao equilíbrio fiscal não significa opor crescimento econômico ao desenvolvimento social e humano. A questão crucial é definir se recursos resultantes da equação menos divida e juros, mais investimentos, retornarão para assegurar o progressivo bem-estar social ou servirão para aprofundar as iniquidades.

Quando o assunto é SUS, alto lá. Passar a tesoura em políticas universais e manter as desonerações fiscais para determinados grupos de pressão é um requinte de crueldade. Em 2015, os gastos tributários do governo federal com saúde foram R$ 25 bilhões, um quarto do total do orçamento destinado ao SUS. Cortes de despesas que atingem a maioria da população e a reiteração da solicitude para direcionar fundos públicos para financiar gastos privados terão resultados previsíveis. Perderemos capacidade de resposta aos problemas de saúde. O enfrentamento de epidemias e realização de transplantes são atribuições públicas porque aplicamos regras elementares da organização de sistemas de saúde de países desenvolvidos. Nababos (expressão utilizada por um defensor da redução da política de saúde a um programa miserável para miseráveis), seja aqui, seja em países ricos, ficam em uma fila única de transplantes, entre outras razões porque não se encontra coração, fígado, medula, na prateleira, e sim dentro de seres humanos. O Brasil realiza transplante porque o SUS existe. A torcida para que pessoas possam continuar a viver, viver até melhor pós-transplante e o desvelo com o transporte dos órgãos e os critérios de prioridade para a definição de receptores existem porque somos sensíveis ao valor da vida.

LIGIA BAHIA Ligia Bahia é professora da UFRJ ligiabahia55@gmail.com

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Saúde: nenhum passo atrás (Artigo)

CORREIO BRAZILIENSE - DF OPINIÃO Artigo 04/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

Há quase três décadas, com a promulgação da Constituição cidadã, os brasileiros conquistaram direitos até então negados pelo regime ditatorial que esteve à frente da nação por 21 anos. O processo de redemocratização do país, em 1985, ocorreu com a mobilização da sociedade e dos movimentos sociais que, além de proclamarem o fim do regime militar, foram às ruas reivindicar sua participação na melhoria das condições de vida do povo brasileiro. E isso ocorreu em 1988, com a convocação da Assembleia Nacional Constituinte.

A Carta Magna estabeleceu, em seu artigo 196, que: "a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação". Com isso, surgiu o Sistema Único de Saúde (SUS), que tem como objetivo principal a descentralização das ações, o atendimento integral da população e a participação da comunidade em todo o processo.

Porém, hoje o país passa por um momento em que muitas das conquistas garantidas aos cidadãos pela Constituição de 1988, como o SUS, estão ameaçadas por várias frentes. Uma delas se refere a projetos que tramitam na Câmara e no Senado. Além disso, ações adotadas pelo governo interino colocam em risco os direitos alcançados pela sociedade, principalmente na área de saúde e seguridade social. Uma delas é a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 241/2016, que institui novo regime fiscal para a União.

É importante lembrar que a PEC pode reduzir as despesas sociais nas próximas duas décadas, caso a proposta seja aprovada pelo Congresso. E isso será um ponto desastroso para a população - hoje, pelo menos 2/3 do orçamento do Ministério da Saúde banca a manutenção das unidades hospitalares, financia a aquisição de medicamentos, entre outras ações. Caso se leve adiante a defesa da PEC 241/2016, o país sofrerá retrocesso de três décadas.

Diante desse quadro e objetivando sempre a proteção do Sistema Único de Saúde, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) realizará, no próximo dia 6 (quarta-feira), a Marcha em Defesa da Saúde, da Seguridade e da Democracia. Um primeiro ato aconteceu em dezembro do ano passado, quando mais de 10 mil manifestantes de diversos segmentos da sociedade e de todos os Estados brasileiros se reuniram com o mesmo objetivo: a manutenção dos direitos adquiridos pela sociedade por meio da Constituição de 1988.

Desta vez, o objetivo é ir mais além. As entidades que farão parte da mobilização querem mostrar à população que é necessário, ainda, defender a seguridade social. A própria resistência às ameaças feitas ao SUS é uma forma de mostrar a necessidade de garantir a manutenção dos direitos sociais dos cidadãos, que incluem a Previdência e Assistência Social. Isso acontece em um momento em que o governo ataca o Sistema Único de Assistência Social (Suas), extinguindo, por exemplo, órgãos de extrema relevância para a sociedade, como o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Isso vai de encontro ao que estabelece o artigo 194 da Carta Magna, que define como seguridade social as ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social. E uma das bandeiras levantadas pela Marcha será justamente a preocupação de que este preceito seja mantido na agenda não só dos movimentos sociais, mas também dos governantes.

Também preocupa a sociedade a diluição do Ministério da Previdência nas pastas da Fazenda e do Desenvolvimento Social e Agrário. Isso poderá acarretar ampla reforma no setor, que deverá atingir também a Consolidações das Leis do Trabalho (CLT), uma conquista que o trabalhador brasileiro obteve em 1943, durante o governo de Getúlio Vargas. Os exemplos mostram que, ao limitar as ações voltadas para setores prioritários para a população brasileira, o governo atinge frontalmente os direitos adquiridos pela sociedade ao longo dos anos, a partir de 1988.

Somente com a mobilização da sociedade brasileira e dos movimentos sociais podemos barrar o cerceamento dos direitos adquiridos pela população. A cada dia as ameaças se aprofundam, mas é necessário que os trabalhadores resistam de forma organizada para que as conquistas sejam mantidas. Além disso, é preciso dialogar com a classe política para que ações voltadas principalmente para a saúde e a seguridade social não sejam prejudicadas pelo Congresso, como sinaliza a atual conjuntura nacional. Nós, brasileiros, não podemos aceitar nenhum passo atrás.
 
 
 
  RONALD FERREIRA DOS SANTOS - Presidente do Conselho Nacional de Saúde

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Ações trabalhistas podem atrasar

AGORA - SP TRABALHO Matéria 02/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

 

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Investimento e expansão diversificados

CORREIO DO POVO - RS RURAL Matéria 02/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

Depois de ver seu faturamento crescer 15,7% em 2015, ano em que a economia brasileira teve desempenho negativo, o cooperativismo gaúcho acredita em mais um salto, de 10%, neste ano, segundo projeção do Sistema Ocergs/Sescoop. "O motivo é o índice de investimentos, que é o mesmo dos últimos três anos, R$ 1,7 bilhão", explica o presidente da entidade, VergUio Pe-rius. As agroindústrias respondem pela maior parte dos novos investimentos, com um total de R$ 340 milhões. O cálculo inclui ainda quatro novos hospitais da Unimed e a modernização do sistema de informática das cooperativas de crédito. "A crise não nos atinge diretamente no capital porque somos pessoas que se reúnem, e na crise a tendência é de as pessoa se unirem mais", analisa Perius.

Entre os investimentos recentes anunciados por cooperativas agropecuárias estão novas estruturas para a produção de leite, armazenagem de grãos e produção de aves. Para o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (Fecoagro/RS), Paulo Pires, o cenário é fruto dos investimentos que o setor realizou nos últimos anos em assistência técnica. Essa característica já faz com que a entidade projete um aumento no percentual da soja que é recebida pelas cooperativas, que chegou a 7 milhões de toneladas na última safra, volume que representa 45% da produção gaúcha da oleaginosa. Para que as condições de trabalho continuem favoráveis, Pires afirma que seria importante um incentivo do poder público, que beneficiasse empresas e cooperativas que investem em assistência técnica no campo. Outro desafio é com relação à recuperação de ativos das cooperativas descapitalizadas.

CRÉDITO. Com forte ligação com o meio rural, o ramo de crédito tem crescido acima do ritmo do mercado financeiro nacional. Um dos índices expressivos é o volume de depósitos a prazo, sinal de confiança no sistema, que cresceu 104% nos últimos cinco anos. Em 2015, o desempenho também foi expressivo em patrimônio líquido (17,8%), ativo total (22,6%), ingressos (33,8%) e sobras (21,8%). A expectativa é de que em 2016 o crescimento continue acima de 20%. "Na cooperativa, o associado é o dono. Temos um processo de decisão no qual o associado, por mais humilde que seja, participa", explica o presidente da Central Si-credi Sul, Orlando Müller. Conforme o dirigente, enquanto nos bancos o objetivo é explorar o mercado e agregar resultados para os acionistas, a cooperativa visa prestar um serviço e contribuir com o desenvolvimento econômico e social da comunidade na qual está inserida. "Produtos, tecnologia, bom atendimen- de 300 mil toneladas de grãos. "Foi um negócio bom para a BS-BIOS, que retoma seu perfil de indústria de biocombustível, e para a Cotrijal, que se fortalece ainda mais como produtora de grãos", disse Batistella. O executivo afirmou que a decisão da empresa, de sair do varejo, onde atuava com a venda de insumos agrícolas, está ancorada na expectativa de crescimento do mercado do biodiesel, de pelo menos 10% até 2019.

O presidente da Cotrijal, Nei to, isso todo mundo tem, mas o diferencial do cooperativismo é exatamente a razão da sua existência", compara. O desempenho positivo do setor é atribuído, em parte, ao ciclo de alta dos preços das principais commodities agrícolas cultivadas no Rio Grande do Sul, em especial o milho e a soja.

INFRAESTRUTURA. O setor agrícola também impulsiona o crescimento do ramo de infraes-trutura, que no último ano apresentou evolução de 6,2% em patrimônio líquido, 8,2% em ativo total e 8,2% em ingressos. As 20 cooperativas voltadas à geração e distribuição de energia atendem cerca de 277 mil consumidores diretos, a maioria deles localizados no meio rural. Para o presidente da Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do RS (Fecoergs), Jânio Stefanello, um dos entraves para manter o crescimento está relacionado ao licenciamento ambiental para a construção de novas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). "O processo está muito lento. (Hoje) estão se olhando projetos de 2014. O empreendedor "botou" dinheiro e não sabe se (o projeto) vai sair", protesta. Conforme o dirigente, é necessária uma gestão moderna, transparente e mais rápida, sem deixar de respeitar o meio ambiente. "Temos que ter um equilíbrio na sociedade e nós, como temos uma responsabilidade social muito grande, olhamos isso (o meio ambiente) antes de decidir o lado econômico", acrescenta. O setor agrícola também impulsiona o crescimento do ramo de infraestrutura, que no último ano apresentou evolução de 6,2% em patrimônio líquido, 8,2% em ativo total e 8,2% em ingressos.

Saúde, ramo modernizado

Embora tenha se sobressaído, o cooperativismo também percebe alguns reflexos da crise econômica. No ramo da saúde, por exemplo, sofre com o desemprego que atingiu muitos dos beneficiários das cooperativas. "O que está sendo complicado para nós é o custo operacional ao redor da crise", descreve o diretor do ramo Saúde da Ocergs, Irno Augusto Pretto. Em 2015, o segmento registrou um crescimento expressivo tanto em patrimônio líquido (14%) quanto em ativo total (16,1%) e ingressos (18%), e menor em ativo imobilizado (6%).

Hoje o ramo Saúde conta, no Rio Grande do Sul, com 59 cooperativas, 21,3 mil associados e 10,2 mil empregados. O total de planos de saúde, que inclui assistência média e odontológica, é de 1,7 milhão. Um dos destaques é a modernização do setor. O cooperativismo conta com sete hospitais próprios no Rio Grande do Sul. Mais quatro estão em fase de implantação. Conforme Pretto, os números justificam-se pela sensação de pertencimento possibilitada pelo cooperativismo. "A cooperativa participa, não é uma empresa que tem diretoria em São Paulo e aqui tem profissionais atendendo", explica.

Dia de serviços gratuitos na rua

Para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo, as cooperativas gaúchas promovem hoje mais uma edição do Dia de Cooperar. Das 9h às 17h, no Largo Glênio Peres, em Porto Alegre, serão oferecidos diversos serviços gratuitos de saúde, educação e cidadania. Na primeira edição do evento, no ano passado, 107 mil pessoas foram beneficiadas. A iniciativa tem apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e conta com a participação de 176 cooperativas e 7 mil voluntários de 90 cidades.

Entre as principais atividades que serão oferecidas estão campanha de incentivo à doação de órgãos, oficina de libras, orientação sobre orçamento doméstico, disponibilização de erva-mate e água quente, orientação sobre alimentação saudável, massagem relaxante, distribuição de pinhão, pipoca e quentão, medição de pressão arterial, teatro de fantoches, corte de cabelo, maquiagem e piscina de bolinhas.

DÍVIDAS

CMN autoriza renegociação

O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou a renegociação das dívidas de arro-zeiros de municípios que tenham decretado situação de emergência durante as enchentes do ano passado. A quitação pode ser parcelada em cinco anos.

BSBIOS vende armazéns à Cotrijal

Foi confirmada ontem, na sede da BSBIOS, em Passo Fundo, a venda de 14 unidades de armazenagem da empresa para a Co-trijal, de Não-Me-Toque. O negócio não teve valores divulgados e necessita de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o que, segundo o diretor presidente da BSBIOS, Erasmo Carlos Batistella, deve ocorrer até o final deste mês.

A venda envolve apenas as unidades de recebimento da companhia, com capacidade somada de 300 mil toneladas de grãos. "Foi um negócio bom para a BS-BIOS, que retoma seu perfil de indústria de biocombustível, e para a Cotrijal, que se fortalece ainda mais como produtora de grãos", disse Batistella. O executivo afirmou que a decisão da empresa, de sair do varejo, onde atuava com a venda de insumos agrícolas, está ancorada na expectativa de crescimento do mercado do biodiesel, de pelo menos 10% até 2019.

O presidente da Cotrijal, NeiMânica, destacou que este foi o maior negócio feito pela cooperativa de uma única vez. "Esta compra representa a expansão que vem sendo estrategicamente planejada pela Cotrijal e se alinha com os objetivos da cooperativa de manter e dar boas condições de trabalho ao homem do campo", acrescentou. A Cotrijal tem 5,9 mil associados e 1.578 funcionários. Os 130 empregados das 14 unidades compradas da BS-BIOS serão convidados a integrar o quadro da cooperativa.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Programa facilita solução de problemas com o SUS

DIÁRIO DA AMAZÔNIA - RO GERAL Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

A população carente rondoniense irá contar com um programa que vai facilitar a criação de soluções para pendências relacionadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). Foi lançado oficialmente na última sexta-feira (1º), em Porto Velho, o SUS-Mediado, programa realizado pela Defensoria Pública do Estado (DPE-RO), em parceria feita através de convênio firmado com a Faculdade Católica de Rondônia (FCR). O presidente da Associação dos Membros da Defensoria Pública de Rondônia (Amdepro), Bruno Balbé, será o coordenador da ação, que pretende diminuir o número de judicializações relacionados à saúde estadual.

"A Defensoria tem a missão de prestar assessoria jurídica integral e gratuita aos mais necessitados e essa prestação de assistência jurídica depende muito de nós otimizarmos as demandas e resolvê-las. Este projeto SUS-Mediado vem justamente fazer com que podemos resolver o problema de uma maneira mais rápida, mais célere e efetiva, garantindo os direitos das famílias", informou Bruno.

O presidente da Amdepro também destacou que o projeto não poderia funcionar se não fosse o engajamento de todos. "Agradecemos a todos que estão participando e dizer que sem todo mundo trabalhar alinhado, esse programa não vai para frente. Tenho certeza que será o maior sucesso, porque o projeto atende o interesse de todo mundo. Será pioneiro no estado de Rondônia e que isso se frutifique para outras muitas ações e projetos", enfatizou referindo- se à Defensoria Pública da União (DPU), Procuradoria Geral do Estado (PGE), Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) e à Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).

Chamando a atenção para o caráter de rapidez do SUS-Mediado, o secretário municipal adjunto de saúde, José Carlos Coutinho, afirmou que o projeto irá possibilitar atendimento com mais velocidade à população carente. "Parabenizamos a Defensoria pela criação do SUSMediado em Rondônia, porque muitas vezes não é possível o atendimento rápido ao paciente, assim como deve ser feito, o que acaba atrasando o processo de atender a quem necessita de algum procedimento de saúde. Acredito que isso vai poupar a todos e, o mais importante, irá beneficiar a quem mais necessita de atendimento urgente", disse.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Unimed é Top of Mind

DIÁRIO POPULAR - MG SOCIAL Nota 01/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

A Unimed foi destaque no prêmio Top of Mind - Mercado Comum - Marcas de Sucesso-Minas Gerais - 2016, realizado no dia 26, em Belo Horizonte. Nesta edição, o Sistema Unimed mineiro foi agraciado em três categorias: Excelência - Plano de Saúde Interior; 1º lugar Top do Top - Plano de Saúde - As mais Lembradas do Interior de Minas Gerais; 1º lugar Top do Top - Categoria Minas Gerais Total (capital e interior) - dentre todos os segmentos, a marca mais lembrada.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 
 

Parto humanizado: Hospitais caminham para adaptação

JORNAL DO TOCANTINS - TO ESTADO Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

Com o objetivo de assegurar melhor assistência às mulheres em período gestacional até o momento do parto, foi instituído no início do mês o Estatuto do Parto Humanizado no Estado, através da Lei 3.113, publicada no Diário Oficial do Estado no dia 6 de junho deste ano. O parto humanizado se refere à gestante ter a sua privacidade respeitada e ser tratada com dignidade; ser ouvida, ter suas dúvidas esclarecidas e receber todas as informações e explicações que desejar, dispor de acompanhante de sua escolha, independentemente do sexo; escolher a melhor posição durante o trabalho de parto e, para o parto; ser incentivada a adotar posições, como sentada ou de cócoras, mais favoráveis à boa evolução do parto.

Ciente sobre o que é o parto humanizado desde o início da gravidez, a fonoaudióloga Maria Glória Possapp, 35 anos, deseja que seu parto seja normal. Hoje com seis meses da primeira gestação, ela chegou à sua doula através do grupo de gestantes que participa, onde recebeu orientações quanto ao parto humanizado e o poder de escolha que ela possui para definir todo o processo. "Quero uma experiência com água, doula, acompanhante e tudo o que eu tiver direito", afirmou a fonoaudióloga que será acompanhada pelo marido, James Possapp.

De acordo com Maria Glória, a lei do Parto Humanizado veio para empoderar a gestante. "A lei do acompanhante estava bem estruturada anteriormente e já era uma realidade dentro das unidades hospitalares, mas agora, com essa condição de acompanhante com doula e o direito de escolher como acontecerá o parto, favorece a gestante", disse. Ela está à espera do Maui Possapp.

Adaptação

De acordo com o Sindicato dos Médicos do Tocantins (Simed) a lei foi sancionada sem tomar as medidas administrativas necessárias para dotar os hospitais públicos da estrutura física, equipes e equipamentos que o estatuto requer para ser cumprido.

Segundo o sindicato, nada foi alterado nos hospitais públicos para atender o novo estatuto. "Sem tomar estas medidas, a lei estadual tende a ser mais uma que o próprio governo não irá cumprir da forma adequada , informa o Simed.

De acordo com o Ministério da Saúde, em junho de 2011 o Governo Brasileiro instituiu a Rede Cegonha no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), visando assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo e à atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como à criança o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e ao desenvolvimento saudáveis.

Acompanhantes

Para a ginecologista, obstetra e sexóloga Ana Virgínia Gama, o que foi acrescentado com a sanção da lei é a presença da doula durante o trabalho de parto, além do acompanhante. "É um trabalho a mais, porque já existia desde 2005 a humanização do parto onde a gestante tem o direito ao acompanhante e estar procurando não ter mais intervenções como era antigamente", afirmou.

As doulas são profissionais que acompanham a gestação da mulher para auxiliar e informar sobre os cuidados com o novo integrante, dando suporte físico e emocional.

Com a sanção da lei, é preciso que a pessoa interessada em ser doula receba orientações e informações para aprender para saber o que oferecerá garantindo a segurança da paciente. "Nós sabemos que o acolhimento é fundamental, mas é preciso saber o mínimo para poder orientar", concluiu Ana Virgínia.

Diretrizes do Parto Normal a gestantes de baixo risco

¦ Informar sobre as complicações e de que o parto normal é geralmente muito seguro tanto para a mulher quanto para a criança e os riscos e benefícios dos locais de parto (domicílio, Centro de Parto Normal extra, peri ou intra hospitalar, maternidade);

As mulheres devem receber as seguintes informações sobre o local de parto:

¦ Acesso à equipe médica (obstetrícia, anestesiologia e pediatria)

¦ Acesso ao cuidado no trabalho de parto e parto por enfermeiras obstétricas ou obstetrizes,

¦ Acesso a métodos de alívio da dor, incluindo os não farmacológicos (banheira, chuveiro, massagens, etc.), analgesia regional e outras drogas. (Colaborou Kaio Costa)

 
       
    Voltar ao topo  
 
 
 

Faleceu o médico cirugião Dr. Márcio Tadeu

JORNAL SETE DIAS - MG Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

Faleceu na madrugada deste domingo (03), vítima de um infarto, o médico cirugião Dr. Márcio Tadeu Diniz de Souza. O médico foi um dos fundadores da Unimed de Sete Lagoas e seu presidente por muitos anos.

O médico, de 62 anos, faleceu após dar entrada no Pronto Atendimento do Hospital Nossa Senhora das Graças. O velório acontece neste momento na capela do Hospital Nossa Senhora das Graças, rua Teófilo Otoní, 224 - Centro. O sepultamento está marcado para as 18h, no Cemitério Parque Santa Helena, no bairro Jardim Arizona.

O jornal SETE DIAS se solidariza com amigos e familiares.

Marcelo Sander

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Instituto Unimed-BH leva Jazz para Crianças no Savassi Festival e blues

BH EVENTOS Matéria 02/07/2016 00:22:00

Clique aqui para ver a notícia

Sobre o Evento

Local: Praça da Saúde

Endereço: Savassi - BH

Valor: Entrada Franca

Horário: dia 2 de julho, a partir das 13h30

Data final: 03/07/2016

O fim de semana da capital vem recheado de opções para quem gosta de boa música. No sábado, 2 de julho, o Circuito Instituto Unimed-BH leva ao projeto Dia de Feira, na Praça da Saúde, a partir das 13h30, a banda de blues mineira Audergang. No domingo, 3, será dia de Jazzinho - Jazz para Crianças no Palco Instituto Unimed-BH do Savassi Festival. O evento é gratuito e será realizado a partir das 15h30, na Praça Floriano Peixoto, no bairro Santa Efigênia.

No Savassi Festival o Palco Instituto Unimed-BH vai receber Felipe José e convidados, com "Hermeto Pascoal para Crianças de Todas as Idades", jazz de Snoopy e Charlie Brown, com Cliff Korman Quartet (Brasil/EUA), e Chico Buarque para crianças, com Benjamim Taubkin (SP). O Festival dedica-se ao jazz e à música instrumental desde 2003, diversificando seu escopo a cada edição. Além de shows de jazz e música instrumental em espaços públicos, o festival realiza lançamentos de CDs, concursos, workshops, fomento a colaborações, recolhimento de alimentos não perecíveis e parcerias com comerciantes locais, entre outras ações.

Dia de Feira

O Projeto Dia de Feira além de incentivar a gastronomia, o artesanato e a produção local leva sempre um show para os participantes. Esta edição contará com a apresentação da Audergang, uma banda de blues mineira que vem se apresentado desde 2011 em espaços da cidade de Belo Horizonte e mundo a fora. Em todos os CDs gravados até hoje, sempre houve gravações instrumentais. Lançar um show instrumental é sonho antigo por este estilo possibilitar mostrar mais a sofisticação musical do grupo e valorização da harmonia.

Instituto Unimed-BH

Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH foi criado em 2003 com a missão de conduzir o Programa de Responsabilidade Social Cooperativista da Unimed-BH. Os projetos desenvolvidos têm na saúde sua área prioritária, mas mantêm interface com outros campos por meio de cinco linhas de ação: Comunidade, Meio ambiente, Voluntariado, Adoção de Espaços Públicos e Cultura.

Em 2015, mais de 1,4 milhão de pessoas foram beneficiadas, direta e indiretamente, pelo Programa Cultural Unimed-BH. Mais de 4 mil médicos cooperados e colaboradores viabilizam este Programa ao escolher destinar parte do seu Imposto de Renda para o fomento de projetos socioculturais. A cada ano, as atividades conquistam aprovação e confiança, ampliando-se as adesões.

Foto: Divulgação

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Savassi Festival - Palco Instituto Unimed-BH

BH EVENTOS Matéria 03/07/2016 00:22:00

Clique aqui para ver a notícia

Sobre o Evento

Local: Praça Floriano Peixoto

Endereço: Praça Floriano Peixoto - Av.: do Contorno, s/nº -Santa Efigênia

Valor: Entrada gratuita

O fim de semana da capital vem recheado de opções para quem gosta de boa música. No sábado, 2 de julho, o Circuito Instituto Unimed-BH leva ao projeto Dia de Feira, na Praça da Saúde, a partir das 13h30, a banda de blues mineira Audergang. No domingo, 3, será dia de Jazzinho - Jazz para Crianças no Palco Instituto Unimed-BH do Savassi Festival. O evento é gratuito e será realizado a partir das 15h30, na Praça Floriano Peixoto, no bairro Santa Efigênia.

No Savassi Festival o Palco Instituto Unimed-BH vai receber Felipe José e convidados, com "Hermeto Pascoal para Crianças de Todas as Idades", jazz de Snoopy e Charlie Brown, com Cliff Korman Quartet (Brasil/EUA), e Chico Buarque para crianças, com Benjamim Taubkin (SP). O Festival dedica-se ao jazz e à música instrumental desde 2003, diversificando seu escopo a cada edição. Além de shows de jazz e música instrumental em espaços públicos, o festival realiza lançamentos de CDs, concursos, workshops, fomento a colaborações, recolhimento de alimentos não perecíveis e parcerias com comerciantes locais, entre outras ações.

Dia de Feira

O Projeto Dia de Feira além de incentivar a gastronomia, o artesanato e a produção local leva sempre um show para os participantes. Esta edição contará com a apresentação da Audergang, uma banda de blues mineira que vem se apresentado desde 2011 em espaços da cidade de Belo Horizonte e mundo a fora. Em todos os CDs gravados até hoje, sempre houve gravações instrumentais. Lançar um show instrumental é sonho antigo por este estilo possibilitar mostrar mais a sofisticação musical do grupo e valorização da harmonia.

Instituto Unimed-BH

Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH foi criado em 2003 com a missão de conduzir o Programa de Responsabilidade Social Cooperativista da Unimed-BH. Os projetos desenvolvidos têm na saúde sua área prioritária, mas mantêm interface com outros campos por meio de cinco linhas de ação: Comunidade, Meio ambiente, Voluntariado, Adoção de Espaços Públicos e Cultura.

Foto\; Divulgação

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Cooperativismo, atividade em destaque na região

CORREIO POPULAR - ONLINE Matéria 01/07/2016 21:26:00

Clique aqui para ver a notícia

O Dia Internacional do Cooperativismo é comemorado neste sábado (02). A data foi instituída pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), e a Região Metropolitana de Campinas (RMC) tem muito o que comemorar. Em Campinas está sediada a 2ª cooperativa médica mais antiga do Brasil, e uma das cinco maiores do País (a Unimed). Ainda na cidade, estão vinculadas à Prefeitura 14 cooperativas (13 de reciclagem e uma panificadora), que reúnem 300 pessoas.

Já na região, em Holambra, encontra-se a maior cooperativa de flores brasileira. "Na contramão da crise, a economia solidária cria oportunidades de renda", disse o professor Roberto Brito de Carvalho, da Faculdade de Ciências Econômicas da PUC-Campinas.

Entre as vantagens do cooperativismo estão a redução dos custos, já que há um aumento na escala de compras, feitas em conjunto; força nas negociações nas vendas, com contratos maiores e mais rentáveis; e maior penetração nos mercados, o que seria praticamente impossível aos pequenos sozinhos. "Pode parecer um clichê, mas realmente a união faz a força", disse Carvalho. Além desses aspectos, o professor ressalta a credibilidade que as cooperativas promovem. "Um catador de latinhas, por exemplo, passa a ser visto de um necessitado para um reciclador, integrando uma rede muito maior, e mais produtiva."

Outro aspecto que faz com que as cooperativas estejam cada vez mais atuais é que elas partem do princípio da "sinergia ao invés de disputa". Já a vaidade e as disputas internas, avalia, pode levar cooperativas estabelecidas a "morrer". "A saída é partir para a gestão profissional, separando as funções de gestão, produção e propriedade."

A Unimed Campinas, por exemplo, conta hoje com 800 mil clientes, 3.552 cooperados, 215 clínicas e laboratórios, 22 hospitais e 11 day hospitals credenciados. Está entre as cinco maiores cooperativas do Brasil em número de pacientes, de médicos e de faturamento. Fatura cerca de R$ 2 bilhões brutos por ano, com uma margem de sobra (lucro) da ordem de 3% (R$ 60 milhões), que são distribuídos entre os associados. Foi fundada em 1970, e até hoje tem assegurada sua posição de líder no mercado regional de saúde suplementar. Contabiliza 72% de participação, com mais de 8,2 mil contratos de empresas de grande, médio e pequeno portes instaladas na região.

"O segredo para o sucesso, é a união das pessoas, no sentido mais puro e simples do conceito", afirmou o diretor-presidente da Unimed Campinas, José Windsor Angelo Rosa. Além disso, o dirigente ressalta a necessidade de "profissionalismo, incluindo o da gestão", e o fato do cooperado ser o dono do próprio negócio, o que reflete no atendimento ao cliente.

"O maior desafio atual é atravessar a crise mantendo a qualidade de atendimento aos pacientes e a boa remuneração aos cooperados."

No segundo semestre deste ano, a associação começará a reformar o antigo Hospital Infantil Álvaro Ribeiro, que passará a ser uma unidade de saúde voltada ao público adulto. A estimativa é que o hospital comece a operar no segundo semestre do ano que vem.

SAIBA MAIS

A Prefeitura de Campinas contratou a empresa Ecos Bios para levantar a situação das cooperativas vinculadas ao Município e apontar aprimoramentos. A contratação conta com apoio do governo federal, segundo o secretário de Trabalho e Renda, Arnaldo Salvetti Palácio Júnior. O valor do contrato não foi informado.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

A banalização da cirurgia bariátrica

DIÁRIO DE PETRÓPOLIS Matéria 04/07/2016 00:26:00

Clique aqui para ver a notícia

Os índices de sobrepeso e obesidade no mundo estão cada vez mais altos. No Brasil, quase metade da população está acima do peso ideal. Entre as principais razões estão o sedentarismo, os hábitos alimentares incorretos e o estresse. A obesidade é, sem dúvidas, um problema de saúde pública que precisa ser controlado, sobretudo com informação e prevenção.

Entretanto, temos observado um aumento desproporcional do número de cirurgias bariátricas realizadas para solucionar o problema de excesso de peso. Isso nos mostra que esse tipo de intervenção vem sendo usada como solução "fácil" para casos de sobrepeso e obesidade. Mas é importante ressaltar que a cirurgia bariátrica é recomendada apenas em casos extremos de obesidade, pois apresenta altas taxas de morbidade e complicações.

Segundo protocolos internacionais a cirurgia é indicada apenas em casos que comprometam gravemente a saúde, que são os casos de obesidade mórbida. Ainda de acordo com os protocolos, é indicado que a pessoa se submeta, antes da cirurgia, a um tratamento com acompanhamento multiprofissional por dois anos. Isso porque a obesidade envolve diversas áreas e, em especial, fatores psicológicos, redução alimentar, programa de exercícios físicos prévios à cirurgia.

Os dados nos mostram que 50% dos pacientes que realizam a cirurgia bariátrica acabam retornando ao peso antigo após cinco anos. E as pessoas que conseguem sucesso com a cirurgia são as que mantêm uma rotina de cuidados. Por isso, esse período de dois anos anterior à cirurgia é essencial para o sucesso do tratamento. Isso mostra que a cirurgia isoladamente não é eficaz.

Muitos planos de saúde possuem um programa ao qual o paciente deve se submeter antes de realizar a cirurgia. O programa tem como objetivo conscientizar o paciente e garantir o sucesso do tratamento. Entretanto, o que temos visto são pessoas buscando o tratamento pelo SUS ou até mesmo particular para não precisar se submeter a esse protocolo.

Em casos em que a pessoa consegue realizar o procedimento pelo SUS esse custo acaba voltando ao plano de saúde, que deverá ressarci-lo. É comum também que, após realizarem a cirurgia particular, os pacientes peçam o reembolso ao plano de saúde, alegando que se o médico operou é porque tinham essa necessidade. É uma forma de "burlarem" essa recomendação multiprofissional antes do procedimento.

Por isso, percebemos a necessidade urgente de uma regulamentação. Da mesma forma que a Agência Nacional da Saúde (ANS) estimula as operadoras a terem o programa de prevenção e promoção à saúde, é preciso que exista uma fiscalização desses procedimentos pelo SUS e em casos particulares. Apenas dessa forma será possível garantir que o procedimento seja realizado nos casos realmente indicados, o que resultará em menos riscos e mais sucesso do tratamento.

Cadri Massuda é presidente da Abramge-PR/SC - Associação Brasileira de Planos de Saúde.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Exames de Zika serão obrigatórios para planos de saúde a partir desta semana

EBC Matéria 03/07/2016 19:25:00

Clique aqui para ver a notícia

A partir da próxima quarta-feira (6),  os planos de saúde terão que cobrir obrigatoriamente três exames de detecção do vírus Zika. Os procedimentos deverão ser disponibilizados para gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus, bem como aos recém-nascidos com malformação congênita sugestivas de infecção pelo zika.

A escolha destes grupos levou em conta o risco de bebês nascerem com microcefalia devido à infecção da grávida pelo vírus durante a gestação. A microcefalia é uma malformação irreversível que pode comprometer o desenvolvimento da criança em diversos aspectos.

A norma da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelece que os planos têm que oferecer o PCR, indicado para a detecção do vírus nos primeiros dias da doença; o teste sorológico IgM, que identifica anticorpos na corrente sanguínea; e o IgG, para verificar se a pessoa teve contato com o zika em algum momento da vida.

Normalmente, a ANS revê a cada dois anos o rol de procedimentos obrigatórios a serem cobertos pelos planos de saúde. A última revisão começou a valer em janeiro deste ano. Porém, no caso do exame de diagnóstico do vírus Zika, a incorporação dos testes laboratoriais ocorreu de forma extraordinária, segundo a agência reguladora, por se tratar de uma emergência em saúde pública decretada pela Organização Mundial da Saúde.

Os planos de saúde tiveram 30 dias para se adequarem à nova regra .

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Clínicas populares crescem impulsionadas pela crise

EXTRA - ON LINE - RJ Matéria 03/07/2016 05:00:00

Clique aqui para ver a notícia

Há três anos sem condições financeiras de ter um plano de saúde, Márcia Vaz, de 66 anos, recorreu, pela primeira vez, a uma clínica popular em Madureira, na Zona Norte do Rio. Na última quinta-feira, a aposentada se consultou com uma ginecologista, por R$ 82, e já saiu com os exames marcados, com atendimento no mesmo local. O mercado não para de crescer. Já há opções a partir de R$ 45, no caso de consultas médicas, e de R$ 4,50, para exames.

- Da maneira como está a crise, é o que eu posso pagar no momento. Os preços da clínica ajudam bastante, já que não posso pagar por um plano de saúde - disse Márcia.

Casos como o de Márcia têm se multiplicado no Rio. E o número de clínicas também. Somente até o fim do ano, quatro redes planejam inaugurar mais nove unidades na Região Metropolitana do Rio: três da Policlínica Granato, cinco da Acesso Saúde e uma do Centro Médico Futura.

Considerando a maioria das clínicas, as consultas variam de R$ 80 a R$ 120, em média. Antônio Carlos Brasil, fundador da Acesso Saúde, explica que o sistema permite que a pessoa seja atendida em qualquer unidade do país, sem taxa de inscrição ou mensalidade:

- O usuário só paga quando usa. Mas o preço não é único, nacional. Em Curitiba (PR), a consulta custa R$ 73. Em Minas Gerais, R$ 80. Em Foz do Iguaçu (PR), R$ 89. Mas o valor é, em média, sempre 50% menor do que o de uma consulta particular.

Concentrado na Grande São Paulo, o site "Examine Já" tem credenciado clínicas e laboratórios no Rio, que devem atender a partir de 2017. A plataforma reúne instituições credenciadas, com preços populares.

- Uma consulta com cardiologista, ginecologista e dermatologista, na Grande São Paulo, pode variar de R$ 86 a R$ 147 - disse Haissan Molaib, fundador da Proradis.

Desemprego em alta fez procura crescer

Médicos e empresários à frente de clínicas ou redes de serviços médicos populares são unânimes em relação à necessidade de muitos brasileiros que procuram por atendimento mais em conta do que a média do mercado. Eles, porém, avaliam que a crise inflou essa parcela de pacientes:

- Desde o ano passado, vem acontecendo um fenômeno diferente, que nós não esperávamos: com a crise e o desemprego, as pessoas começaram a perder os planos de saúde. Elas estão descobrindo que existe uma alternativa fora do SUS, com atendimento digno, com qualidade, agilidade e por um preço que elas podem pagar - explicou o médico Paulo Granato, hoje à frente de três unidades de sua rede, mas que pretende chegar a 20, nos próximos quatro anos.

Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) comprovam esse quadro. Entre maio de 2015 e maio deste ano, quase 1,6 milhão de brasileiros deixaram de ter planos de saúde: redução de 3,1% no total de beneficiários.

Sindicato alerta sobre baixa remuneração

Apesar da economia para os pacientes, as clínicas populares levantam a questão da precarização do trabalho dos médicos. Segundo Jorge Darze, presidente do Sindicato dos Médicos do Rio (SinMed-RJ), a preocupação da entidade, assim como da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), é a baixa remuneração dos profissionais.

- O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nos auxiliou num levantamento sobre o custo operacional de um consultório. E chegou à conclusão de que, se o médico recebe R$ 77 por consulta, ele está pagando para atender o paciente. O mesmo estudo calculou que o valor mínimo da consulta que poderia dar sustentabilidade a essas instituições seria de R$ 150.

ENTREVISTA: Marcelo Meucci, cirurgião geral, que abrirá o Centro Médico Futura

Como surgiu a ideia?

É um apelo que existe por conta da dificuldade das pessoas, pela perda do poder econômico. São usuários que foram demitidos, perderam seus planos de saúde e, hoje, dependem do governo ou das clínicas privadas, que são caras. As populares propõem uma terceira via, em que se pode dar qualidade de atendimento às pessoas e cobrar preços pelos quais o sacrifício parte de todos: do empresário, do médico... Tudo isso respeitando, obviamente, as condutas éticas. É poder flexibilizar, trabalhando sempre com custos baixos. São estruturas honestas, com o conforto necessário, mas sem o luxo que impõem os grandes investimentos.

Como e onde vai ser a clínica?

Nós estamos montando a primeira, com equipamentos como os de ressonância magnética, tomografia computadorizada e ecocardiograma, além de especialistas. Fica na Estrada dos Bandeirantes, em Curicica, Jacarepaguá, próximo a uma área muito carente.

Por que, em geral, as consultas e os exames são tão caros?

O investimento na formação do médico é muito grande. São seis anos, quando não muito mais. São, no mínimo, dois anos de especialização. Você acaba tendo um sacrifício financeiro e de sua própria vida. A compensação disso, obviamente, seria, de acordo com a especialidade e a experiência adquirida, montar um consultório e poder cobrar de acordo com a excelência dele. E, nos últimos anos, o custo do atendimento encareceu bastante.

Quais os preços e as especialidades que serão oferecidos?

Pretendemos ter clínica médica, ortopedia, pediatria, gastroenterologia e ginecologia, entre outras especialidades, e exames laboratoriais e radiológicos. A média da consulta nas clínicas populares, hoje, é de R$ 70 a R$ 90. Nós vamos tentar diminuir isso.

FIQUE POR DENTRO

Acesso Saúde

Para agendar uma consulta ou um exame, o paciente deve acessar o endereço www.acessosaude.com.br ou comparecer a uma das unidades para se inscrever. O paciente recebe uma carteirinha, cujo número é vinculado ao seu prontuário médico. Os serviços podem ser parcelados em até seis vezes, com parcela mínima de R$ 50.

Examine Já

O paciente acessa o site www.examineja.com.br, se cadastra, escolhe o procedimento, o local, a data e a hora, e faz o pagamento, por cartão ou boleto. Depois, recebe o código autorizador que deve ser entregue no local, antes de realizar o procedimento.

Clínicas Granato

O agendamento pode ser feito pelo telefone ou diretamente na unidade. Também há possibilidade de parcelar. Os check-ups, por exemplo, que reúnem consultas e exames, podem ser parcelados em até 4 vezes. Informações pelo www. policlinicagranato.com. br

Clínica Copacabana

Informações pelos telefones (21) 2547-8880 e 2548-9254.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Confederação de Atletismo convoca 66 atletas para a Olimpíada

FOLHA - ON LINE Matéria 03/07/2016 19:48:00

Clique aqui para ver a notícia

Logo após o encerramento do Troféu Brasil de Atletismo , a Confederação Brasileira da modalidade (CBAt) divulgou neste domingo (3) a lista com 66 atletas que participarão dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Entre eles, está o nome de Ana Cláudia Lemos , flagrada no doping em fevereiro. A principal velocista do país foi inscrita para as provas de 100m e o revezamento 4x100m após ser suspensa por cinco meses pelo uso de um esteroide (Oxandrolona). A punição de Ana terminou neste domingo (3).

A Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) ainda pode recorrer à suspensão da atleta, pedindo um prazo maior à Corte Arbitral do Esporte (CAS). Caso isso aconteça, Ana terá o seu nome retirado da lista olímpica.

Segundo a entidade, serão 36 homens e 30 mulheres na maior delegação brasileira da história da modalidade. O maior número de atletas que já haviam participado de uma Olimpíada ocorreu em 1996, em Atlanta, quando o Brasil levou 42 representantes.

Conseguimos o nosso primeiro objetivo, que era qualificar o maior número possível de atletas. Vamos continuar trabalhando para preparar da melhor maneira possível os atletas para a Olimpíada , disse Antonio Carlos Gomes, superintendente de Alto Rendimento da CBAt, via nota.

Outra vitória, com a parceria do Comitê Olímpico do Brasil [COB], foi inscrever 11 oficiais técnicos , acrescentou.

Com o alto número de atletas, aumentam também as expectativas brasileiras por medalhas. Segundo o dirigente da confederação, alguns esportes são favoritos a medalhas.

O salto com vara, masculino e feminino, está em alta, e os revezamentos masculino e feminino no 4x100m também. Além deles, a marcha atlética, nos dois naipes. Ainda mais se a Rússia não vier , analisou Gomes.

CONFIRA OS CONVOCADOS NO ATLETISMO:

Masculino

Vitor Hugo dos Santos (BM&FBovespa) - 100 m, 200 m, e 4x100 m

Aldemir Gomes Junior (Vasco da Gama) - 200 m e 4x100 m

Jorge Henrique Vides (Brasil Foods/ILF) - 200 m e 4x100 m

Bruno Lins (CT Piauí) - 200 m (R) - 4x100 m

José Carlos Moreira (CT Piauí) - 4x100 m

Ricardo Mário de Souza (BM&FBovespa - 4x100 m

Hederson Estefani (Pinheiros) - 400 m, 400 m com barreiras e 4x400 m

Pedro Burmann (Sogipa) - 4x400 m

Hugo Balduino (BM&FBovespa) - 4x400 m

Peterson dos Santos (Pinheiros) 4x400 m

Lucas da Silva Carvalho (Orcampi Unimed) - 4x400 m

Alexander Russo (BM&FBovespa) - 4x400 m

Lutimar Paes (BM&FBovespa) - 800 m

Kleberson Davide (Pinheiros) - 800 m

Thiago André (BM&FBovespa) - 1.500 m

João Vitor de Oliveira (Pinheiros) - 110 m c/barreiras

Eder Souza (Orcampi Unimed) - 110 m c/barreiras

Mahau Suguimati (GR Barueri) - 400 m c/barreiras

Marcio Teles (Orcampi Unimed) - 400 m com barreiras

Altobeli Silva (ASA São Bernardo) - 3.000 m c/obstáculos

Talles Frederico Silva (Pinheiros) - salto em altura

Higor Silva Alves (GR Barueri) - salto em distância

Thiago Braz (Orcampi Unimed) - salto com vara

Augusto Dutra de Oliveira (BM&FBovespa) - salto com vara

Darlan Romani (BM&FBovespa)- arremesso do peso

Wagner Domingos (BM&FBovespa) - lançamento do martelo

Julio Cesar de Oliveira (BM&FBovespa) - lançamento do dardo

Luiz Alberto de Araújo (BM&FBovespa) - decatlo

Caio Bonfim (CASO) - 20 km marcha - 50 km marcha

José Alessandro Bagio (AABLU) - 20 km marcha

Moacir Zimmermann (AABLU) - 20 km marcha

Jonathan Rieckman (AABLU) - 50 km marcha

Mário José dos Santos (BM&FBovespa) - 50 km marcha

Marilson Gomes dos Santos (BM&FBovespa) - maratona

Paulo Roberto de Almeida (LUASA) - maratona

Solonei Rocha da Silva (Orcampi Unimed) - maratona

Feminino

Rosangela Santos (Pinheiros) - 100 m, 200 m e 4x100 m

Ana Claudia Lemos - 100 m, 200 m (R) e 4x100 m

Franciela Krasucki (Pinheiros) - 100 m e 4x100 m

Vitória Cristina Rosa (EMFCA) - 200 m e 4x100 m

Kauiza Venâncio (Pinheiros) - 200 m e 4x100 m

Bruna Farias (Pinheiros) - 4x100 m

Geisa Coutinho (Orcampi Unimed) - 400 m e 4x400 m

Jailma Lima (BM&FBovespa) - 400 m e 4x400 m

Tabata Vitorino (AA Maringá) - 4x400 m

Letícia Cherpe de Souza (BM&FBovespa) - 4x400 m

Joelma das Neves Sousa (Pinheirosw) - 4x400 m

Cristiane dos Santos Silva (APAAB) - 4x400 m

Flavia Maria de Lima (ASA São Bernardo) - 800 m

Tatiele Roberto de Carvalho (Orcampi Unimed) - 10.000 m

Fabiana Moraes (Pinheiros) - 100 m c/barreiras

Maila Paula Machado (EC Rezende) - 100 m c/barreiras

Juliana Paula dos Santos (BM&FBovespa) - 3.000 m c/obstáculos

Fabiana Murer (BM&FBovespa) - salto com vara

Joana Ribeiro da Costa (Pinheiros) - salto com vara

Keila Costa (BM&FBovespa) - salto em distância - salto triplo

Eliane Martins (Pinheiros) - salto em distância

Nubia Aparecida Soares (BM&FBovespa) - salto triplo

Geisa Arcanjo (Pinheiros) - arremesso do peso

Andressa Morais (Pinheiros) - lançamento do disco

Fernanda Borges (BM&FBovespa) - lançamento do disco

Erica Rocha de Sena (Orcampi Unimed) - 20 km marcha

Cisiane Dutra Lopes (AASD) - 20 km marcha

Adriana Aparecida da Silva (Pinheiros) - maratona

Marily dos Santos (Veteranos) - maratona

Graciete Moreira Santana (Cruzeiro/Caixa) - maratona

Com UOL e Lancepress

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Funcionários do Samu são acusados de levar pacientes a CTIs por propina

G1 FANTÁSTICO Matéria 04/07/2016 08:23:00

Clique aqui para ver a notícia

Um escandâlo na saúde pública brasileira. Em Goiás, médicos, enfermeiros e motoristas do Samu, o serviço público de atendimento a emergências, são acusados de levar pacientes para CTIs particulares em troca de propina. E o mais grave: há suspeitas de que algumas pessoas tiveram o quadro de saúde piorado só para serem internadas em uma unidade de terapia intensiva.

A mulher do secretário de saúde de Goiânia é sócia de uma empresa que gerencia CTIs. Essa empresa também está sendo investigada pelo Ministério Público. Veja na reportagem doFantástico.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Unimed terá de custear cirurgia cardíaca de recém-nascido em hospital paulistano

JUS BRASIL Matéria 03/07/2016 22:46:00

Clique aqui para ver a notícia

A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) decidiu, por unanimidade, manter a decisão da juíza Denise Gondim de Mendonça, que estabeleceu que a Unimed Goiânia deverá custear o parto de Renata Divina de Oliveira, bem como procedimento cirúrgico no recém-nascido no Hospital do Coração (HCOR), em São Paulo.

A ação foi ajuizada pela gestante depois da negativa por parte do convênio médico em realizar a cirurgia, que não é executada nos hospitais de Goiânia e que deve ser feita ainda nos primeiros dias de vida do bebê em função do diagnóstico de cardiopatia congênita (alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca), chamada transposição completa das grandes artérias.

Segundo o relator, juiz substituto em 2º grau Wilson Safatle Faiad, a relação entre plano de saúde e segurado é legislada conforme as regras do Código de Defesa do Consumidor ( CDC ) e "trata-se de direito do contratante receber cobertura do seguro de saúde, em caso de atendimento de natureza de urgência ou emergência", o que abrange o caso em questão uma vez que implica em risco imediato de vida comprovado por meio de laudo emitido pela médica Mirna de Sousa: "Trata-se de uma patologia que se não for tratada cirurgicamente nos primeiros dias de vida leva ao óbito".

O magistrado também observou que, embora o hospital indicado para a realização da cirurgia esteja fora da área de abrangência do convênio médico, o custeio das despesas médico-hospitalares depende da configuração de situação de urgência ou emergência. Além disso, a prestadora possui cobertura nacional, o que promove certa expectativa nos clientes que deve ser atendida, principalmente em casos de tal gravidade, e que não haverá grandes perdas por parte da empresa no cumprimento da decisão. "Sopesando os interesses de ambas as partes, ressalto que o prejuízo causado à estrutura econômica da apelante/ré é ínfimo quando comparado à gravidade da doença que acomete o filho da apelada."

Votaram com o relator o desembargador Alan S. De Sena Conceição e o juiz substituto em segundo grau Delintro Belo de Almeida Filho. A procuradora de justiça Sandra Beatriz Feitosa de Paula Dias também esteve presente na sessão. Veja decisão (Texto: Érica Reis Jeffery - estagiária do Centro de Comunicação Social do TJGO)

Fonte - Tribunal de Justiça do Estado de Goiás - http://www.tjgo.jus.br/index.php/home/imprensa/noticias/119-tribunal/12977-unimed-tera-de-custear-ci...

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Planos cobrirão a partir de quarta-feira os exames para detectar vírus zika (Consumidor)

O ESTADO DO MARANHÃO ON-LINE Matéria 02/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

Brasília - Três exames para detecção de vírus zika passam a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde a partir desta quarta-feira,6. Os exames estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) são o PCR (Polymerase Chain Reaction), indicado para a detecção do vírus nos primeiros dias da doença; o teste sorológico IgM, que identifica anticorpos na corrente sanguínea; e o IgG para verificar se a pessoa já teve contato com zika em algum momento da vida.

Os exames deverão ser assegurados para gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus, bem como aos recém-nascidos com malformação congênita sugestivas de infecção pelo zika. Esses são os grupos considerados prioritários para detecção de zika devido à sua associação com o risco de microcefalia nas crianças, quando o cérebro delas não se desenvolve de maneira adequada.

"A incorporação de exames diagnósticos para zika foi amplamente discutida por técnicos e especialistas visando a melhoria do atendimento a gestantes e recém-nascidos no Brasil", afirma a diretora de Normas e Habilitação de Produtos (Dipro), Karla Santa Cruz Coelho. "Mas é importante ressaltar que diversos procedimentos destinados ao acompanhamento de gestantes e bebês já têm cobertura assegurada nos planos de saúde. Portanto, essa medida assegura o diagnóstico mais preciso, melhorando a qualidade na atenção às mães e seus bebês", afirma a diretora.

Testes

Karla Coelho também destaca que a incorporação dos testes laboratoriais ocorreu de forma extraordinária, com a revisão pela ANS do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, por se tratar de uma emergência em saúde pública decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). "Portanto, essa é mais uma das ações da Agência no enfrentamento da atual situação, além do acompanhando atento das diretrizes do Ministério da Saúde para prevenção e o combate ao vírus zika e as demais doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti ", completa a diretora.

A determinação para a incorporação extraordinária dos testes foi estabelecida pela Resolução Normativa nº 407, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U), no dia 6 de junho deste ano. A partir da data de publicação da resolução, as operadoras de planos de saúde tiveram 30 dias para se adequar à nova regra.

Grupo técnico

A incorporação extraordinária dos exames para diagnóstico de zika foi aprovada pela Diretoria Colegiada da ANS. O processo foi realizado com o apoio de um grupo técnico criado especificamente para essa finalidade, coordenado pela Gerência-Geral de Regulação Assistencial da Diretoria de Normas e Habilitação de Produtos (Dipro), e contou com a participação dos principais atores da saúde suplementar. Importante ressaltar que a incorporação está alinhada às diretrizes do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Centers for Diseases Control and Prevention (CDC) norte-americano.

A discussão e definição da proposta de inclusão dos testes contou com a participação do Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Associação Médica Brasileira (AMB), Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (Anab), Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (Anapar), Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Autogestão em Saúde (Unidas), Confederação Nacional de Saúde (CNS), Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Federação das sociedades de ginecologia (Febrasgo), Federação Brasileira de Hospitais (FBH), Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), Unimed Brasil e União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Exames aprovados e suas recomendações:

- PCR: recomendado para gestantes sintomáticas (somente até cinco dias após o surgimento dos primeiros sinais da doença).

- IgM: recomendado para gestantes com ou sem sintomas da doença nas primeiras semanas de gestação (pré-natal) com repetição desse procedimento ao final do 2º trimestre da gravidez; e para bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus Zika, bem como aos recém-nascidos com malformação congênita sugestivas de infecção pelo vírus.

- IgG: recomendado somente para infeção pelo vírus Zika para gestantes ou recém-nascidos que realizaram pesquisa de anticorpos IgM cujo resultado foi positivo.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Saúde suplementar será o setor mais afetado pelo envelhecimento populacional

PORTAL NACIONAL DE SEGUROS SEGUROS Matéria 03/07/2016 08:00:00

Clique aqui para ver a notícia

A longevidade dos brasileiros não colocará em xeque apenas o sistema previdenciário, como alertou Nilton Molina em evento do CVG-SP realizado neste mês. A saúde suplementar, principalmente, será bastante afetada pelo aumento da população de idosos e redução do número de jovens. No estudo "Atualização das projeções para a saúde suplementar de gastos com saúde: envelhecimento populacional e os desafios para o sistema de saúde brasileiro", o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) projeta que já em 2030 as despesas assistenciais do setor devem aumentar 272,8% em comparação com 2014, atingindo R$ 396,4 bilhões.

A questão é que o perfil populacional brasileiros está mudando. A população com 60 anos ou mais triplicou no país entre 1950 e 2010 e os indivíduos com 59 anos ou mais compõem a faixa etária que mais cresce no país desde 2013. Nos próximos 15 anos, essa mudança será mais sentida, segundo o estudo do IESS, na quantidade de internações (aumento de 105%); de consultas (mais de 100%); de exames (avanço de 101,9%); e de terapias (acima de 102%). Nesse período, o total de internações de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares deve saltar de 8,2 milhões, em 2014, para 10,7 milhões em 2030, elevando, consequentemente, o número total de internações em 30%.

O impacto da longevidade também será sentido no sistema público de saúde, diante da estimativa de redução da razão de jovens em idade ativa em relação aos idosos dependentes. De acordo com projeções do IBGE, a razão de dependência de idosos passará de 16,6% em 2010 para 51,9% em 2050. Isso significa que haverá menos pessoas contribuindo para o financiamento do setor saúde. Na saúde suplementar, o estudo do IESS também projetou uma retração no número internações de beneficiários com até 18% - de 14,6% em 2014 para 8,4% em 2030 -, em linha com a mudança demográfica esperada para o país.

Outros países também projetam aumento de despesas com saúde em razão do envelhecimento da população. O Reino Unido calcula um aumento de 7,9% do PIB para 8,5% em 2064. A Austrália prevê que entre 2012 e 2060 suas despesas com saúde cresçam de 4,1% para 7% do PIB devido ao envelhecimento. No Brasil, enquanto a proporção de idosos com 65 anos ou mais aumentou de 2,4% em 1950 para 7,4% em 2010, o gasto da saúde passou de 1% do PIB para 9% no mesmo período. Ocorre que a mudança demográfica vem acompanhada, em geral, da mudança epidemiológica, já que a prevalência de doenças crônicas aumenta com a idade.

Com o envelhecimento, as doenças crônicas (diabetes, hipertensão arterial e problemas de coluna), estão se tornado mais prevalentes do que as doenças infectocontagiosas e a sua prevalência é maior quanto maior a idade. A faixa etária de 80 anos ou mais, por exemplo, representará sozinha 16,6% do total dos gastos com saúde em 2030. Essa é a faixa etária que mais ganhou participação percentual na projeção (aumento de 6,0 pontos percentuais). Já a faixa etária de 60 anos ou mais passará de 33,6% dos gastos em 2015 para 47,2% dos gastos em 2030.

O estudo desenha um cenário que, na visão do superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, obriga a sociedade brasileira a buscar mecanismos de aprimoramento da cadeia da saúde como um todo. "Estamos passando por uma mudança no perfil de utilização e serviços de saúde que vai exigir o redimensionamento da rede atendimento e todo o modelo assistencial", afirma. Segundo ele, será preciso um esforço grande de investimentos para manter o equilíbrio assistencial. "O mercado precisa se modernizar de modo que a escalada de custos e a mudança na utilização dos serviços, também geradas pelo envelhecimento populacional, não se tornem um risco à sustentabilidade do setor", alerta.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Dia C em Palmas atende 1500 pessoas no Jardim Taquari

PORTAL STYLO Matéria 03/07/2016 11:25:00

Clique aqui para ver a notícia

O Dia de Cooperar (Dia C) em Palmas aconteceu na manhã deste sábado, 2, no Jardim Taquari. Com diversas ações e uma programação para atender todo o público, o evento de voluntariado teve à frente as cooperativas Unimed Palmas, Sicredi, Coopanest, Sicoob Credipar e Sicoob Unicentro, com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Tocantins (Sescoop/TO).

A programação foi oferecida para toda comunidade de forma gratuita e cerca de 1.500 pessoas participaram. As atividades contaram com a participação de 400 voluntários de diferentes idades e profissões que tinham um único objetivo: servir os participantes do Dia C.

Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras no Tocantins (OCB/TO), Ricardo Khouri, o momento foi uma maneira de retribuir à comunidade o êxito que as cooperativas tem alcançado. "A responsabilidade social é fundamental no cooperativismo, é uma maneira de devolver para a comunidade o que ganhamos. O Dia C retrata bem o nosso compromisso, através de ações voluntárias que atendem o público infantil e adulto. Estamos juntos pelo bem", afirma Khouri.

O Dia C contou com o espaço saúde, campeonato de futebol, sala de cinema, empreendedorismo, gincanas, pintura facial, brinquedoteca, oficinas de artes, maquiagem, corte de cabelo, corrida, apresentações culturais, além da distribuição de lanche e brinquedos.

Mostrando que não tem idade para ajudar, dona Iracema da Silva Guilherme, 60 anos, relata que foi a primeira vez que participa e destaca que trabalhar em parceria é uma forma de fazer o bem. A aposentada ajudou a cuidar das crianças na Oficina de Pipas. Ser voluntária é cooperar. É ajudar no trabalho em parceria. É promover ações que façam a diferença no dia destas crianças , destaca Iracema.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

No dia do cooperativismo, Sescoop/RS organiza ação voluntária no Centro da Capital

RÁDIO GUAÍBA FM ONLINE - RS Matéria 02/07/2016 12:41:00

Clique aqui para ver a notícia

Sistema gerou em tributos, só no ano passado, R$ 800 milhões para o RS

O Sistema Ocergs/Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Rio Grande do Sul) promove mais uma ação voluntária, neste sábado, no Centro de Porto Alegre. É o segundo ano consecutivo que o sistema de cooperativas gaúchas oferece serviços de saúde, educação e cidadania de forma gratuita, além de shows musicais, até as 17h, no Largo Glênio Peres. O objetivo é demonstrar os benefícios da filosofia do cooperativismo e incentivar a adoção do método na cadeia produtiva gaúcha,

De acordo com o presidente do Sescoop/RS, Vergilio Perius, o modelo preconiza que o cooperativado se torna dono do empreendimento, auxiliando na produção e no desenvolvimento da economia e contribuindo para o bem-estar social, sem que uma hierarquia prejudique a qualidade das relações.

"Quais as vantagens cooperativadas? Primeiro, tu te sentes em uma comunidade diferenciada do modelo de exploração capitalista que existe no mundo inteiro. As cooperativas têm um primeiro papel fundamental de socializar o poder político. Lá, todos somos iguais, temos um voto. Esse voto é proporcional a ser pessoa, ser gente, não ao capital que tenhamos. E o segundo é a socialização da riqueza. No ano passado, nós distribuímos R$ 1,3 bilhão de resultado. Isso dá em média, pelos 2,7 milhões de sócios que o RS tem, em sócios nas cooperativas, uma renda de R$ 500 per capita. Isso é só uma sinalização, fora os outros benefícios o ano inteiro, como assistência técnica. Isso é fundamental para melhorar a produção", explicou Perius.

O secretário estadual de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo do Rio Grande do Sul, Tarcísio José Minetto, afirmou que o sistema cooperativado, só em 2015, também gerou exclusivamente R$ 800 milhões em decorrência de impostos para o Tesouro Estadual.

"Contribui para o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul. E o fundamental é a inserção da comunidade nos municípios, na região. Há municípios em que a maior empresa é a cooperativa", apontou Minetto.

O que o evento oferece

- Unicred POA: Campanha de incentivo à doação de órgãos

- Mitra: Oficina de libras e orientação sobre orçamento doméstico

- Chimarródromo: disponibilização de erva mate e água quente

- Sesc: Orientação sobre alimentação saudável e Oficina sobre educação sustentável

- Cooperpoa: Geloteca (Biblioteca dentro de geladeiras velhas) e massagem relaxante

- Pinhão, pipoca e quentão

- Unimed Federação/RS: Medição de pressão e outros

- Aurora Alimentos: Turminha da Reciclagem

- Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR): Orientações sobre Cooperativismo

- Coeducars: Brechó Solidário - 10 tampinhas de garrafa pet podem ser trocadas por uma peça de roupa e corte de cabelo

- Sicredi: Consultoria sobre planejamento financeiro familiar

- Banco de remédios: campanha para evitar o desperdício. Recolhimento e triagem de remédios

- Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego: esclarecimento de oportunidades de trabalho e emprego

- Fepps: Campanha de incentivo à doação de sangue

- Unicred Central: teatro de fantoches

Shows

11h às 12h - Os Fagundes

12h10 às 12h45 - Los 3 Plantados

13h às 13h45 - Gabriel Farias

14h às 14h45 - Banda Melody Sixz

15h às 15h45 - Grupo Zueira

16h às 16h45 - MC Jean Paul

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

500 maiores empresas

EXAME PRIMEIRO LUGAR Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

As próximas páginas trazem a lista das 500 maiores companhias do país em vendas líquidas. Em conjunto, elas faturaram 691 bilhões de dólares em 2015, queda de 4,6°o em relação ao ano anterior. Veja ainda quais foram as empresas mais rentáveis, as maiores em patrimônio e as que tiveram os maiores prejuízos, entre outros destaques

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

100 maiores empresas

EXAME PRIMEIRO LUGAR Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

As próximas páginas trazem as companhias classificadas da 501ª à 1 000ª posição pelo valor das vendas líquidas em 2015. Em conjunto, elas faturaram quase 97 bilhões de dólares, uma queda de 6,6% em relação ao ano anterior. Suas exportações somadas foram de 6 bilhões de dólares.

No lotai elas empregavam 768 000 pessoas no fim do ano passado

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

50 maiores setoriais

EXAME PRIMEIRO LUGAR Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

As próximas páginas apresentam o ranking das 50 maiores empresas pelo valor da receita líquida agrupadas em diferentes categorias. Veja quais são as maiores entre as companhias estatais, as maiores empresas privadas, as maiores do comércio, as maiores indústrias, as maiores prestadoras de serviços, as maiores do mundo digital e as maiores exportadoras

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

100 maiores investimentos

EXAME PRIMEIRO LUGAR Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

As 100 empresas cpie mais investiram em 2015 destinaram um total de 41 bilhões de dólares ao reforço de sua capacidade de produção de bens e prestação de serviços. É um dinheiro cpiefoi aplicado em aquisição de máquinas e equipamentos, modernização de instalações, melhorias de processos, absorção de tecnologia e abertura de filiais

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

Maiores em finanças

EXAME FINANÇAS Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

As páginas a seguir trazem uma radiografia completa do setor financeiro brasileiro. A lista dos 50 maiores bancos apresenta dados como patrimônio líquido, lucro líquido, rentabilidade, ativo total e volume de depósitos e empréstimos.

Veja também quais são as instituições que mais se destacam por número de correntistas, número de agências e volume de crédito mais enxutos. A carteira total de crédito, que estava em 3,2 trilhões de reais em dezembro de 2015, encolheu quase 80 bilhões de reais até abril, segundo dados do Banco Central. Por isso, as receitas atreladas a essa atividade também diminuíram nos três primeiros meses de 2016. Com a taxa básica de juro, a Selic, em 14,25%, as instituições têm preferido investir a emprestar. "O dinheiro dos bancos está parado na tesouraria e aplicado em papel público", afirma Rodrigues.

Os bancos têm uma situação contábil diferente da de outros setores. As empresas em geral, quando param de vender, perdem receita de imediato. Nos bancos, os efeitos negativos demoram um pouco mais a aparecer. "A inadimplência se dá mais no longo prazo", diz Roberto Setúbal, presidente do Itaú. O que mais surpreende o banqueiro é o aumento do calote das grandes empresas, pois na carteira de pessoa física essa elevação já era esperada "Nos últimos 20 anos, não víamos isso", afirma Setúbal, atribuindo os problemas dessas empresas à Operação Lava-Jato e à queda no preço das commodities. "Todas as empresas estão com vários problemas. Em especial, em setores como os de construção e de automóveis."

No Bradesco, o aumento das provisões contra calotes fez a rentabilidade cair abaixo de 20% pela primeira vez em vários trimestres. O banco diz que, no atual cenário, isso não preocupa. "Levando em conta a redução do PIB e o custo financeiro estacionado em 14%, a rentabilidade está em nível adequado", diz Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco. Para alcançar a expectativa de crescimento entre 1% e 5% na carteira de crédito, o banco aposta em linhas de menor risco. A meta neste ano é avançar 20% no crédito imobiliário e 15% no consignado.

Entre os grandes bancos de varejo, o espanhol Santander foi o único que conseguiu elevar o lucro no primeiro trimestre deste ano: quase 1,7 bilhão de reais, alta de 1,7% em relação ao mesmo período de 2015. Sua carteira de crédito, no entanto, encolheu 5,7% do final do ano passado até março de 2016. Praticamente todas as linhas de financiamento foram afetadas. Para Sérgio Rial, presidente do Santander no Brasil, é necessária uma reforma estrutural para fazer o país - e o sistema financeiro - voltar a crescer. "Por que a poupança é tabelada? Por que os bancos não podem competir igualmente pelo crédito imobiliário?", diz Rial. Ao que parece, também no sistema financeiro, não faria mal um pouco mais de concorrência. ■

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

200 maiores grupos da América Latina

EXAME FINANÇAS Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

As páginas a seguir trazem o ranking dos 200 maiores grupos não financeiros da América Latina. Juntos, eles faturaram 1,1 trilhão de dólares em 2015. A brasileira Petrobras se manteve em primeiro lugar, seguida pelas mexicanas Pemex e América Aíóvií. Pouco mais da metade dos grupos (105) tem sede no Brasil. O México tem 42 grupos na lista

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

A construção de um império da saúde

EXAME FINANÇAS Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

Quando o governo federal abriu o mercado de saúde à participação de investidores estrangeiros em janeiro de 2015, o primeiro gigante hospitalar do país já estava formado. Desde 2010, a Rede D"Or São Luiz havia adquirido 11 hospitais e se posicionava à frente dos competidores no movimento de consolidação do segmento, tradicionalmente composto de redes regionais de pequeno e médio porte. Não bastasse isso, o grupo foi o primeiro a se beneficiar da nova legislação, atraindo aportes de dois fundos internacionais que, somados, totalizaram cerca de 5 bilhões de reais. Resultado: mais quatro aquisições até o início de 2016.

Hoje, a Rede D"Or São Luiz opera com 31 hospitais próprios e outros dois que mantêm sua gestão. No ano passado, seus 34000 funcionários e 87000 médicos credenciados realizaram 3 milhões de atendimentos de urgência, 170000 cirurgias e 25000 partos. O faturamento do grupo aumentou 10,5%, já descontada a inflação, e chegou a 4,9 bilhões de reais, enquanto a rentabilidade das vendas ficou em 15,9% - um conjunto de números que fizeram a empresa ser considerada a melhor do setor de saúde em MELHORES E MAIORES.

Para continuar crescendo no mesmo ritmo, será preciso superar alguns desafios. Com o aumento do desemprego, cerca de 1,6 milhão de pessoas perderam seus planos de saúde desde o início de 2015, o que representa menor demanda em hospitais privados. Paralelamente, o grupo precisa lidar com o "problema" de integrar numa operação uniforme e padronizada tantos hospitais com práticas e culturas diferentes entre si. "Nossa base hoje é muito grande, os hospitais que adquirimos têm muito espaço para expansão e o retorno sobre o investimento é muito maior e mais rápido", diz Heráclito Brito, presidente da Rede D"Or.

A principal meta divulgada pelo grupo, de aumentar a quantidade de leitos de atendimento dos atuais 4 900 para cerca de 8000 em 2020, é agressiva. Mas, apesar de estar construindo dois hospitais - um na cidade do Rio de Janeiro e outro em São Caetano, na Grande São Paulo -, de ter adquirido recentemente um terreno em Campinas e de estar de olho em ativos na Região Sul do Brasil, a prioridade no momento é capturar sinergias entre tantas operações compradas, ganhar eficiência nos processos e investir na modernização e na expansão das unidades já em funcionamento. Uma das principais medidas para atingir esses objetivos foi a implantação, no início de 2014, de um centro de serviços compartilhados, na capital carioca, que serve a todas as unidades hospitalares do grupo. Segundo a Rede D"Or, a estrutura permitiu uma redução média de 40% nos custos administrativos das unidades adquiridas, além de uma queda de 7% nos valores de contratação de serviços, entre outras economias. Até agora, o sucesso da estratégia do grupo é inegável e pode ser resumido em um número: as vendas de participação a fúndos estrangeiros (Carlvle e GIC) avaliaram a D"Or em cerca de 20 bilhões de dólares.

 
       
    Voltar ao topo  
 
 

100 maiores por região

EXAME FINANÇAS Matéria 03/07/2016

Clique aqui para ver a notícia

As próximas páginas trazem as listas das 100 maiores empresas por vendas líquidas em três regiões do país. No Centro-Oeste, a estatal E.C.T. mantém a liderança do ranking. Xo Xorte Xordeste, a maior empresa é a petroquímica Braskem. Xo Sul, a fabricante de bens de consumo BRF ocupa o topo do ranking

 
       
    Voltar ao topo