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Adolescente se alimenta mal e risco à saúde cresce
| O ESTADO DE S. PAULO - SP |
METRÓPOLE |
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08/07/2016 |
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BRASÍLIA
Uma pesquisa inédita feita pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o Ministério da Saúde, mostra que adolescentes seguem uma dieta de alto risco para problemas cardiovasculares, renais e obesidade. A lista de problemas é extensa: refrigerante é o sexto alimento mais consumido, só metade toma mais de 5 copos de água por dia, 80% consomem sódio em excesso e todos ingerem menos cálcio e vitamina E do que o adequado. O trabalho tem por base um inquérito com estudantes de 12 a 17 anos, feito em 1.247 escolas espalhadas pelo País. "Vivemos em uma transição do padrão africano, onde a fome era prevalente, para o padrão americano, onde a obesidade predomina", afirmou a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção à Saúde, Fátima Marinho.
A epidemiologista considera que o fenômeno identificado agora entre adolescentes já ocorre há alguns anos na população adulta. "Nossa tarefa é tentar reverter esse padrão, sobretudo com população mais jovem." O conjunto de hábitos retratado na pesquisa preocupa. Mais da metade faz refeições sempre ou quase sempre na frente da TV. Quando não é o prato de comida, é o salgadinho. Dos entrevistados, 40% disseram que comem petiscos enquanto estão com o aparelho ligado e 73,5% passam duas horas ou mais vendo TV ou no computador. "Trabalhos mostram que, quando a pessoa faz refeições com companhia, há uma tendência maior de se prestar atenção no que se está comendo, reduzindo excessos", afirmou a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa. Arroz e feijão.
A boa notícia está na permanência do hábito brasileiro de colocar no prato arroz e feijão. São os itens de alimentação mais consumidos pelos jovens, com 81,75% e 67,95%, respectivamente. No entanto, doces e refrigerantes, com 44,97% e 39,33%, por sua vez, estão mais bem colocados do que frutas e hortaliças (33,97%). No Nordeste, o consumo de frutas e hortaliças é tão baixo que não figura entre os 20 alimentos mais usados. O padrão entre adultos é ainda mais desanimador. Estudo feito por telefone com moradores com mais de 18 anos das capitais do País mostra que 19% do brasileiros têm o hábito de consumir refrigerantes e sucos artificiais e 20% consomem doces 5 vezes por semana ou mais.
O hábito reflete diretamente na obesidade: 18,6% são obesos - em 2010, eram 15%. A estudante Morgana Miranda, de 18 anos, por exemplo, diz que toma refrigerante todos os dias e o hábito a acompanhou durante toda a adolescência. "Até penso em tomar suco, mas vou comer uma batata frita e não combina." Já na casa da estudante Tifany Ito, de 17 anos, sempre tem suco de caixa, diariamente. "Fazer suco natural dá muito trabalho." Endocrinologista do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Tarissa Petry diz que, por praticidade, brasileiros estão deixando de consumir alimentos naturais, mas que isso pode trazer sérias consequências para a saúde. "Estamos diagnosticando a obesidade cada vez mais cedo. Esses jovens vão ter diabete, hipertensão, enfarte e AVC mais cedo também." Propaganda.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que a propaganda de alimentos ricos em sal, açúcar e gordura e com excesso de álcool poderia ser "aprimorada", sem dizer, no entanto, o que poderia ser feito. Mas assinou uma portaria que proíbe, a partir de hoje, a venda, promoção, publicidade ou propaganda de alimentos industrializados, ultraprocessados, com excesso de açúcar, gordura e sódio dentro das unidades do ministério. O mesmo vale para eventos patrocinados e ele espera que a medida seja replicada por outros órgãos de governo. / COLABOROU PAULA FELIX
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DICAS PARA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
Descascar mais, desembalar menos.
Faça compras em locais onde há oferta de alimentos in natura.
Procure comer em companhia. Quem faz isso, presta mais atenção no que consome, evitando excessos.
Não coma na frente da TV, usando o celular ou jogando. Esse hábito aumenta o risco de comer sem necessidade.
Quando comer fora de casa, procure restaurantes nos quais você mesmo monta o prato. Comece pela salada.
Seja crítico. Nem tudo o que a indústria diz ser saudável faz de fato bem à saúde. Sucos artificiais, por exemplo, têm baixo teor de nutrientes. Achocolatados, alto teor de sódio.
Se possível, cozinhe e ensine as crianças a cozinhar.
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Ministro diz que multas a planos são abusivas
| O ESTADO DE S. PAULO - SP |
METRÓPOLE |
Matéria |
08/07/2016 |
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BRASÍLIA
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, saiu em defesa de planos de saúde e afirmou que as multas aplicadas às operadoras são abusivas e que empresas do setor não podem ser consideradas como inimigas. "As multas são exageradas. Um plano que deixa de cumprir uma obrigação de R$ 100 hoje é multado em R$ 50 mil", disse, durante reunião do Conselho Nacional de Saúde. "Quebrar os planos não ajuda em nada a saúde do Brasil nem dos brasileiros. Os planos geram emprego, pagam impostos.
Não são nossos inimigos", completou. As declarações foram dadas um dia depois de o ministro sugerir a criação de "planos populares" de saúde, uma modalidade em que o usuário pagaria uma mensalidade menor, mas, em contrapartida, teria direito a uma cesta de serviços mais restrita da que é hoje definida como mínima pela lei. Criticado por integrantes do conselho, o ministro afirmou que planos populares são uma sugestão. "Há dúvidas sobre se essa medida poderia ser tomada apenas com uma resolução ou se seria necessária a mudança da lei", afirmou.
Barros disse ainda não ter uma sugestão para mudanças nas regras para punir empresas que resistem em prestar serviços devidos aos usuários. Mas afirmou ser necessário um olhar atento para operadoras. Anistia. As declarações foram uma resposta a uma pergunta feita por integrantes do conselho, sobre a tentativa do Congresso de anistiar multas devidas pelas operadoras de saúde.
A proposta foi aprovada por parlamentares e, mais tarde, vetada pela presidente afastada, Dilma Rousseff. O texto, de 2014, permitiria um perdão de R$ 2 bilhões para o setor. O ministro enxerga na saúde suplementar uma saída para driblar o orçamento apertado na Saúde. Desde que assumiu, ele diz que, quanto mais pessoas em planos, melhor. / L.F.
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Cardápio pobre em nutrientes
| O GLOBO - RJ |
SOCIEDADE |
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08/07/2016 |
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-BRASÍLIA E RIO- Uma pesquisa divulgada ontem pelo Ministério da Saúde mostra que a alimentação dos adolescentes brasileiros deve ser motivo de grande preocupação. Considerados saudáveis, arroz e feijão estão no topo da lista dos 20 produtos mais consumidos entre jovens de 12 a 17 anos. Mas, daí em diante, reinam alimentos industrializados como refrigerantes e carnes processadas que, ricos em sódio e açúcar, não deveriam fazer parte da dieta.
Hortaliças só aparecem na décima posição. E as frutas, recomendadas devido ao alto teor de nutrientes, não têm lugar no prato dos brasileiros em fase de crescimento. Nutricionistas ouvidos pelo GLOBO classificam os resultados como alarmantes e dizem que, sem uma mudança no quadro, a população pode enfrentar problemas sérios de saúde e até redução na expectativa de vida. Os dados fazem parte do Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (Erica), feito em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Foram colhidas informações de 75 mil alunos em 1.247 escolas de 124 municípios.
- Na adolescência é preciso consumir em média seis porções de fruta por dia. O baixo consumo de alimentos in natura e alta ingestão de alimentos processados aumentam a carência nutricional e o risco de diabetes e doenças cardiovasculares - comenta Annie Bello, professora de nutrição clínica da Uerj e pesquisadora do Instituto Nacional de Cardiologia.
Também preocupam o consumo de vitamina E e cálcio, muito abaixo do recomendado, e a ingestão excessiva de sódio, o que pode levar ao sobrepeso e à hipertensão. Segundo o Erica, 80% dos adolescentes consomem sódio acima do recomendado. Menos da metade (48,5%) toma sempre ou quase sempre café da manhã, e 21,9% nunca fazem a primeira refeição do dia. Mais da metade dos adolescentes come em frente à televisão.
- É muito alarmante. Se a maneira como as pessoas se relacionam com a alimentação e a atividade física não mudar, esse quadro vai gerar a longo prazo um custo alto em termos de saúde coletiva. Estudos relatam que esta geração pode ter uma expectativa de vida de quatro a seis anos menor - analisa o nutricionista Clayton Camargos, pós-graduado em Autogestão em Saúde pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz.
Dados divulgados anteriormente mostram que a obesidade - que atinge 8,4% dos adolescentes - é mais comum entre os meninos (10,8%) do que entre as meninas (7,6%). O sobrepeso chega a 17,1%. Anualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) gasta R$ 458 milhões para tratar problemas decorrentes da obesidade. Com internação de adolescentes, foram gastos R$ 126,4 milhões entre 2010 e maio de 2016. No mesmo período, o gasto com cirurgias bariátricas (de redução do estômago) alcançou R$ 233,1 milhões em todas as faixas etárias.
Para mudar o hábito dos jovens, nutricionistas defendem que o estímulo venha dos pais.
- Os maiores responsáveis por aumentar o consumo de alimentos saudáveis são a educação em casa e a escola. Se houver maior compra e aquisição de frutas em casa, possivelmente as crianças vão comer mais - argumenta Annie Bello. 15,5%
SUBSTITUEM REFEIÇÕES POR LANCHES.
Outro levantamento do Ministério da Saúde, o Vigitel 2015 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), feito em 27 capitais, mostra que há mais adultos comendo frutas e hortaliças regularmente. Ainda assim, menos da metade têm esse hábito. Além disso, o consumo de doces e refrigerantes é considerado excessivo.
Em 2010, 29,9% dos adultos consumiam frutas e hortaliças regularmente. Em 2015, o índice passou para 37,6% - as mulheres comem mais esse tipo de alimento que os homens. A pesquisa revela também que é alto o consumo de feijão: 64,8%, por cinco dias ou mais da semana. E o hábito de substituir o almoço ou o jantar por lanches é comum a 15,5% dos brasileiros.
Alguns alimentos considerados pouco saudáveis também são bastante consumidos, como carnes com excesso de gordura, no prato de 31,1% dos brasileiros, principalmente homens. Doces e sobremesas estão quase todos os dias na dieta de 20,1% da população, em especial as mulheres.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, apresentou uma portaria para estimular a alimentação saudável. Nos restaurantes e eventos realizados pelo ministério e órgãos vinculados serão priorizados cereais, raízes e tubérculos, verduras e legumes, frutas, oleaginosas, leite e derivados, carnes, ovos e pescados. Será proibida a venda de alimentos industrializados com excesso de açúcar, gordura e sódio. O ministério quer apresentar proposta no Congresso para que só sejam ofertados alimentos saudáveis nas escolas públicas e privadas.
- É preciso investir em saúde preventiva. É melhor para a população e onera menos o orçamento do Sistema Único de Saúde - disse Barros, que pediu que a população consuma menos sal e açúcar e faça mais exercícios, e que a indústria produza mais alimentos saudáveis.
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Novo modelo de estudo do câncer
| CORREIO BRAZILIENSE - DF |
SAÚDE |
Matéria |
08/07/2016 |
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As linhagens de câncer têm ajudado médicos e cientistas a entenderem melhor a doença e a buscarem formas mais eficazes de combatê-la. Células são retiradas de pacientes e cultivadas em laboratório para reproduzir a evolução do carcinoma. Mas as simulações, que podem durar décadas, geralmente não replicam exatamente a realidade, dificultando o trabalho dos especialistas. Agora, um grupo internacional de estudiosos diz ter resolvido o problema por meio de um processamento inédito de informações sobre tumores. Segundo eles, o trabalho traz um novo campo de estudo de cânceres, mais voltado para as abordagens terapêuticas personalizadas.
"É o início da geração de excitantes ideias sobre como podemos atingir populações específicas de pacientes usando drogas específicas. Esse tipo de estudo não era possível há alguns anos porque não havíamos sequenciado suficientemente os tumores", comemora Mathew Garnett, biólogo especializado em câncer do Wellcome Trust Sanger Institute, no Reino Unido. A pequisa foi liderada por estudiosos dessa instituição britânica; do Instituto de Bioinformática Europeia, também no Reino Unido; e do Instituto de Câncer da Holanda. Os detalhes foram divulgados na edição desta semana da revista Cell.
Inicialmente, os cientistas analisaram, em mais de 11 mil amostras de tumor, os genes ligados a 29 tipos de câncer. Esse material fazia parte, principalmente, do Cancer Genome Atlas e do Cancer Genome Consortium Internacional, bancos de informações públicas sobre a doença. Depois, compararam os primeiros resultados com cerca de mil linhagens de câncer usadas em laboratório, focando naquelas que tinham características parecidas com as do primeiro grupo. Ao combinar os dados, chegaram às mutações em comum e testaram como elas reagiram à ação de 265 compostos anticâncer prescritos para diferentes estágios da doença.
Os resultados geraram duas constatações significativas: que a grande maioria das anomalias encontradas no cancro de pacientes também é detectada em células de laboratório e que isso transforma essas linhagens em um material precioso para os testes com medicamentos. "Você não pode rastrear centenas de drogas por meio de um único paciente, mas pode fazer isso com linhagens de células. Pode expô-las a muitas drogas diferentes e fazer perguntas sobre o que é mais ou menos sensível", explica Ultan McDermott, do Wellcome Trust Sanger Institute.
Compartilhamento
A equipe trabalha na criação de um portal na internet para que especialistas busquem linhagens celulares que sejam mais semelhantes às condições de cânceres específicos e vejam como elas reagem a medicações. Vice-presidente de Pesquisa da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), Carlos Gil ressalta que o trabalho pode ser revolucionário. "Se confirmado, esse estudo surge como um novo modelo de estudo. Eles usaram superprocessadores e linhagens de alta qualidade e descobriram padrões idênticos de mutações genéticas nas amostras. Se isso se aplica a 29 tipos de câncer, podemos dizer que se aplica à maioria dos tumores", avalia.
Gil explica que, mesmo com o fortalecimento das drogas-alvo e da imunoterapia - duas áreas em alta no enfrentamento ao câncer -, continua difícil para o médico escolher o melhor tratamento de um paciente. "Há uma possibilidade grande de combinações, o que pode levar a uma opção que não será a ideal. Agora, é diferente se houver um modelo em que se possa reproduzir o mesmo ambiente do tumor, testar combinações in vitro e, num passo mais adiante, chegar aos ensaios clínicos", diz.
Uso estratégico
Para Tiago Góss dos Santos, pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular e Celular do A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo, chama a atenção, nos resultados apresentados, a possibilidade de abordagens mais estratégicas contra os carcinomas. O biólogo usa como o exemplo o câncer de mama, tratado pelos especialistas como um conjunto de doenças com uma diversidade grande de tipos. "Se você fizer uma droga testando uma linhagem, estará, na verdade, experimentando para um subtipo da doença. Agora, se usa uma linhagem com mutações em comum, isso pode funcionar como um protótipo para outros testes", explica.
McDermott também reforça o aspecto disseminador do trabalho que liderou. "Precisamos de melhores maneiras de descobrir quais grupos de pacientes são mais propensos a responder a um novo medicamento antes de executar ensaios clínicos complexos e caros. Nossa pesquisa mostra que as linhagens de câncer podem dizer muito mais sobre como um tumor é suscetível a uma nova droga antes de ela ser testada em pessoas. Esperamos que essa informação acabe por ajudar no desenho de ensaios clínicos que tenham como alvo os pacientes com maior probabilidade de se beneficiar do tratamento."
Eles usaram superprocessadores e linhagens de alta qualidade e descobriram padrões idênticos de mutações genéticas nas amostras. Se isso se aplica a 29 tipos de câncer, podemos dizer que se aplica à maioria dos tumores"
Carlos Gil, vice-presidente de Pesquisa da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
Precisamos de melhores maneiras de descobrir quais grupos de pacientes são mais propensos a responder a um novo medicamento antes de executar ensaios clínicos complexos e caros"
Ultan McDermott, pesquisador do Wellcome Trust Sanger Institute e participante do estudo
Palavra do especialista Cada vez mais personalizado
"Hoje, há a possibilidade de ter uma linhagem de câncer personalizada. Você retira a amostra da doença de um paciente, a cultiva em laboratório e aplica em um animal, geralmente um camundongo. Funciona como se o tumor crescesse em paralelo na cobaia. Com esse modelo, você pode avançar e testar drogas em uma amostra muito específica. Não precisa fazer experimentos aleatoriamente. Há bancos de dados que estão trocando as linhagens por esses modelos de animais. Muitos institutos e hospitais também estão trabalhando nisso. Por isso, acho que o grupo que divulgou esse novo trabalho tem uma carta na manga, devem estar focando em algo parecido"
Tiago Góss dos Santos, pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular e Celular do A.C.Camargo Cancer Center
Doadora histórica
As células HeLa são a linhagem celular mais antiga utilizada por cientistas. Têm como origem amostras de um câncer de colo do útero coletado em fevereiro de 1951 de Henrietta Lacks, uma ex-lavradora que acabou morrendo em decorrência das complicações da doença em outubro do mesmo ano, aos 31 anos de idade. O cientista George Otto Gey percebeu que as células eram extremamente duráveis e as doou para que fossem usadas para fins científicos. O material foi usado, por exemplo, nos testes da primeira vacina contra a poliomielite, em 1950. Hoje, ajuda estudos de áreas diversas, como oncologia, imunodepressão e genética.
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Alerta para alimentação saudável nas escolas
| CORREIO BRAZILIENSE - DF |
CIDADES |
Matéria |
08/07/2016 |
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O padrão da alimentação dos adolescentes colocou em alerta o Ministério da Saúde e obrigou as autoridades sanitárias a iniciarem uma série de mudanças nas refeições disponibilizadas nas escolas. A intenção do governo federal é estabelecer parâmetros mais saudáveis para os alunos, a fim de diminuir os riscos de doenças crônicas não transmissíveis - principal causa de morte no DF na última década. Entre os 20 alimentos mais consumidos pelos adolescentes, os refrigerantes estão entre os seis primeiros, à frente das hortaliças. Frutas nem aparecem na lista. A Secretaria de Educação está se alinhando para atender às novas regras. O lançamento do Estudo de riscos cardiovasculares em adolescentes (Erica), realizado pelo Ministério da Saúde e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aponta que 8,4% dos jovens entre 12 e 17 anos são obesos. A pesquisa inédita resultou em uma portaria em que o ministro da Saúde, Ricardo Barros, modifica diretrizes para a promoção da alimentação saudável. A ação do chefe da saúde foi ancorada na geração de pessoas acima do peso, hipertensas e acometidas por males cardiovasculares e problemas ligados a ingestão elevada de bebidas açucaradas, alimentos ultraprocessados, salgados fritos ou assados e biscoitos doces.
No momento, Barros busca a adesão espontânea de outros interlocutores do governo, como órgãos, empresas e secretarias. Depois, vai apresentar proposta para mudança legislativa a ser aplicada nas escolas públicas e privadas. "Vamos tentar adesão a essa política por parte de todos os que patrocinam alimentação com recursos públicos. Estamos iniciando a padronização da alimentação saudável oferecendo frutas da estação e carnes frescas", explicou o ministro, ao ressaltar que a geração que nasce agora tem, em média, menos quatro anos na expectativa de vida em relação aos pais. "É a primeira vez que temos este cenário", lamentou Barros.
Na capital federal, a oferta de frutas, verduras e hortaliças ocorre três vezes por semana aos estudantes de meio período, e cinco vezes para aqueles de turno integral. Um grupo de quatro nutricionistas planeja o cronograma alimentar para as 14 regionais de ensino. A ideia é apresentar os mantimentos na forma natural e abolir enlatados e artificiais. "Ainda há muita resistência. O maior desafio é fazer os adolescentes entenderem e optarem pela alimentação saudável. A opção pelo mais rápido é popular entre os alunos", detalhou Gabriela Sotério, diretora de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação. No DF, 70,7% da população não consome frutas e verduras suficientes para uma alimentação equilibrada.
A partir de agora, a oferta deve ser de alimentos como cereais, raízes, verduras e legumes, frutas, castanhas e outras oleaginosas, leite e derivados, carnes, ovos e pescados. Também fica proibida a venda, a promoção, a publicidade ou a propaganda de alimentos industrializados com excesso de açúcar, gordura e sódio, e prontos para o consumo.
RiscoA dieta dos adolescentes, segundo o estudo, começa nos populares arroz e feijão, mas degringola com pães, sucos industrializados e carnes - que lideram o cardápio de mais da metade desse público. Na sexta posição, vêm os refrigerantes. Completam a lista doces e sobremesas, café, frango, hortaliças, massas, biscoitos doces, óleos e gorduras, raízes (como mandioca, inhame e cenoura), salgados frios ou assados, carnes processadas, bebidas lácteas, queijos e outros derivados do leite, biscoitos salgados, bolos e tortas.
O fato de se pular refeições na adolescência também é preocupante. Quase 22% dos jovens nunca tomam café da manhã. Os hábitos refletem na qualidade de vida. Segundo a Secretaria de Saúde, 55,1% dos brasilienses morreram em 2014 vítimas de doenças crônicas não transmissíveis ligadas a práticas ruins, como o Correio mostrou na edição de sábado (Leia quadro acima).
"Temos um hiato, que é a educação nutricional. O essencial é que os governos se unam para efetivar essas políticas. O maior abismo é convencer as secretarias de Educação a operarem esses parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde. É uma proposta importante, mas ainda tímida", critica o nutricionista Clayton Camargos. Michele Lessa, coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, discorda. "Além do alerta dos dados inéditos do Erica, estamos iniciando novos protocolos de alimentação", defendeu.
Contra a obesidade infantil Uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto gordo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência com quilos a mais. Segundo a Associação Brasileira de Pediatria, a obesidade infantil já atinge 15% das crianças brasileiras. Índice preocupante, uma vez que já se aproxima do encontrado nos Estados Unidos que é de 20%. Para reverter este quadro, 24 grandes empresas no Brasil firmaram um compromisso de limitar a publicidade de alimentos e bebidas para menores de 12 anos nos meios de comunicação e nas escolas.
Mortes
Veja as doenças que mais mataram no DF Enfermidade Número de mortes PorcentagemDoenças cardiovasculares 3.257 27,1%Câncer 2.300 19,1%Doenças do aparelho respiratório 617 5,1%Diabetes 453 3,8%Total de óbitos por doenças crônicas não transmissíveis 6.627 55,1% Fonte: Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) da Secretaria de Saúde
Entre acertos e erros
O Correio ouviu pais a respeito das modificações. A maioria aprovou. Dalila Arruda, 30 anos, é mãe de três filhos, com idades entre 4 e 12. Os meninos costumam levar lanches para a colégio, mas, às vezes, comem a merenda oferecida pela instituição de ensino. "Devido à correria do dia a dia, não temos tempo de passar sempre no mercado para comprar frutas frescas ou outros alimentos saudáveis. Com essa portaria, terei a certeza de que eles sempre comerão bem. Levando comida ou não", concluiu. A professora Maria da Silva, 32 anos, mãe de Ana Maria, 15, concorda. "Se as escolas disponibilizarem apenas alimentos saudáveis, as crianças terão boas escolhas alimentares desde cedo", comenta. Entretanto, a servidora pública Ana Paula Sanchez, 32, mãe de dois filhos, afirma que as instituições precisam ter cuidado ao mudar os cardápios. "Muitas crianças almoçam na escola por causa da baixa renda das famílias, então, caso as opções sejam alteradas, os alimentos precisam ser mais leves, mas não podem ser substituídos apenas por frutas", ressaltou. Ela é a favor da proibição da venda de salgadinhos, refrigerantes e frituras nas escolas. "Não podemos monitorar nossos filhos 24 horas por dia; então, é interessante que eles só tenham acesso a comidas saudáveis", completou.
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Força e mobilização contra o câncer
| CORREIO BRAZILIENSE - DF |
CIDADES |
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08/07/2016 |
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"Tenho orgulho de ter me aposentado por tempo de serviço, não por invalidez. Lembro que ia muitas vezes da quimioterapia para a escola. Quando eram sessões de fototerapia, eu não podia pegar sol, então, ia de chapéu e óculos escuros"
O linfoma cutâneo de células T afeta a pele e pode avançar para a corrente sanguínea e outros órgãos. A doença não tem cura e, quando não mata, deixa sequelas indeléveis. Há seis anos, a professora aposentada Elaine Moura, 51 anos, convive com o mal. O endereço de tratamento é o Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a quase 920km da casa dela, no Guará. Passou também pelos hospitais Universitário de Brasília (HUB) e de Base (HBDF). Sem condições financeiras, ela recorre a uma campanha na internet para arrecadar R$ 20 mil, custear o tratamento e vencer a batalha contra o câncer.
"Com a progressão da doença constatada, fui para Campinas em 16 de junho para reiniciar a radioterapia que eu fazia lá, mas a minha pele está muito frágil e os riscos foram maiores do que os benefícios", conta. Até o momento, ela angariou R$ 10,4 mil. O valor corresponde a 52% do necessário para o tratamento. No total, 142 pessoas contribuíram com alguma quantia em dinheiro. "Quero viver e ter qualidade de vida, tenho ainda tantos planos. Perdi amigos para o câncer nessa caminhada. Passo mais tempo fazendo contas do que me tratando", lamenta.
Ao ano, o tratamento pode custar R$ 360 mil. Elaine toma seis ampolas por semana do medicamento Interferon, que bloqueia a multiplicação das células doentes. Cada dose sai por R$ 2 mil. A droga está em falta desde fevereiro na Secretaria de SAÚDE. "Não quero que o meu fim seja o mesmo de amigos que vi morrendo. Sei qual é o meu destino, mas quero retardar um pouco", conta a mãe de três filhos. Toda segunda-feira ela realiza exames de sangue para acompanhar a evolução da doença. "Em média, são R$ 400. Na rede pública, tem como fazer o exame, mas nunca tem o reagente", queixa-se.
O entusiasmo da professora ajuda a enfrentar o diagnóstico marcado pela dificuldade de tratamento e pela agressividade da doença. As placas avermelhadas e a coceira incessante surgiram em setembro de 2010. "Começaram a aparecer muitas manchas no meu corpo, que coçavam desesperadoramente. A primeira consulta foi uma tragédia. Chorei, briguei. Ouvir que eu tinha um câncer, que judia e mata aos pouquinhos, e não tem um tratamento específico, não foi simples", conta.
Orgulho
Elaine faz quimioterapia e imunoterapia no HUB. A trajetória é marcada pela dificuldade de assistência. "Numa radioterapia, em 2011, no Hospital de Base, tive queimaduras de segundo e terceiro graus. Precisei fazer três cirurgias e enxerto", revela. O linfoma se tornou refratário, nenhum tratamento em Brasília surtia efeito (leia Para saber mais). Após 11 meses de espera, em janeiro de 2014, ela conseguiu ir a São Paulo se tratar com um acelerador linear. Por quatro meses, o Executivo local forneceu as passagens e uma ajuda de custo no valor de R$ 24,75 a diária. "Quando retornei, precisei fazer o tratamento de consolidação, mas os medicamentos estavam em falta na rede pública. Até seringas tive de comprar", lembra.
R$ 360 milValor que pode chegar por ano o tratamento contra o linfoma cutâneo de células T na rede privada
O HBDF conta com um acelerador linear. Entretanto, a máquina ainda não opera com a tecnologia 3D, que irradia todo o corpo. "A gente é muito atrasado no sentido dos tratamentos. As filas são longas e sempre tem insumo faltando. Chega um momento em que a doença não espera a morosidade do poder público", reclama. Atualmente, Elaine tem extensas feridas nas virilhas e nas axilas. "A nossa doença passa despercebida por debaixo da roupa." O salário de professora aposentada e o extra dos artesanatos não bastam para o auxílio médico. "Mesmo tendo o benefício como servidora pública, a situação acaba saindo do controle", frisa. Durante 31 anos, Elaine frequentou as salas de aula. Alfabetizava crianças do primeiro ao quarto ano. "Tenho orgulho de ter me aposentado por tempo de serviço, não por invalidez. Lembro que ia muitas vezes da quimioterapia para a escola. Quando eram sessões de fototerapia, eu não podia pegar sol, então, ia de chapéu e óculos escuros", recorda. Hoje, a Escola Classe 8 do Guará é apenas uma vizinha, a poucos metros da casa dela, na QE 30.
Compra
A Secretaria de SAÚDE informou que "o processo de compra do medicamento Interferon está em fase de contratação". A nota enviada pela pasta não detalha há quanto tempo o insumo está em falta e não deixa clara a previsão de chegada. "O pregão já foi realizado e, neste momento, as formalidades processuais tramitam", resume o texto.
Sobre o acelerador linear do Hospital de Base, o Executivo local garante que, nos próximos dias, a máquina estará funcionado com a tecnologia 3D. Segundo a direção da unidade médica, falta apenas uma peça, que funciona como proteção ao paciente. "A tecnologia 3D está disponível, mas aguarda o término da confecção de um equipamento chamado aloy, que deve ocorrer nos próximos dias", assegura, em nota. Por causa disso, Elaine continua tendo de buscar tratamento em São Paulo.
Alta tecnologia O equipamento pode ser utilizado em diversos tipos de câncer. Um dos tratamentos é a Irradiação Total da Pele (TSI), modalidade radioterápica utilizada em tumores de pele. É, geralmente, usada contra o linfoma T cutâneo. A principal vantagem desse sistema é o aumento da qualidade do tratamento, devido à precisão da irradiação, que maximiza a chance de destruição do tumor e diminui a toxicidade.
Para saber mais
Feridas agressivas Também conhecido como micose fungoide, o linfoma cutâneo de células T é uma forma de câncer que afeta a pele. Atinge, preferencialmente, homens acima de 40 anos. O estágio inicial da doença é caracterizado por lesões avermelhadas, com descamação e coceira, que surgem predominantemente nas nádegas, nas mamas e no tronco. Essas lesões podem ser confundidas com psoríase, eczemas e outras doenças cutâneas. Com a evolução, as lesões passam a apresentar atrofia, pigmentação, telangiectasias (pequenos vasos sanguíneos dilatados), espessamento da pele, nódulos e tumores. Nos casos mais graves, pode ocorrer acometimento de outros órgãos, com comprometimento do estado geral do paciente. No tratamento, podem ser usados corticoides, loções e medicamentos orais para diminuir a coceira. Além de hidratantes, fototerapia, radioterapia, banho de elétrons e quimioterápicos tópicos e sistêmicos.
Como ajudarAcesse www.vakinha.com.br/preciso-seguir-minha-jornada e doe qualquer valor.Contato: (61) 99904-8061
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Refrigerante é 6º alimento mais consumido por adolescentes
| DCI - SP |
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08/07/2016 |
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- O refrigerante ocupa o 6º lugar na lista dos 20 alimentos mais consumidos por adolescentes brasileiros, à frente de hortaliças e frutas. Os dados fazem parte do Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes, divulgado ontem pelo Ministério da Saúde junto com Universidade Federal do Rio de Janeiro. A pesquisa, de âmbito nacional de base escolar, tem como objetivo estimar a prevalência do diabetes, da obesidade, de fatores de risco cardiovascular e marcadores de resistência à insulina e inflamatórios entre adolescentes.
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Cesariana: quem deve escolher? (Artigo)
| DIÁRIO DA AMAZÔNIA - RO |
OPINIÃO |
Artigo |
08/07/2016 |
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Uma nova regra restringirá o direito das gestantes que preferirem a cesariana em vez do parto normal. O Conselho Federal de Medicina por meio da Resolução nº 2.144/2016 disciplina o parto: a mulher terá o direito de fazer prevalecer sua escolha entre parto normal ou cesariana, desde que o procedimento seja realizado após a 39ª semana de gravidez. Ressurgirá, por certo, a polêmica sobre o direito de escolha da paciente pela da via de parto do seu bebê.
Segundo o CFM, a norma não pretende interferir na autonomia da paciente. O objetivo desta nova determinação, segundo a entidade, é garantir a segurança do feto, pois a cesariana, quando ocorre a pedido da paciente, só poderá ser feita a partir da 39ª semana, a fim de evitar problemas no desenvolvimento da criança. Ou seja, a mulher pode sim decidir pela cesárea, desde que após a 39ª semana, e assinado o Termo e Consentimento Livre e Esclarecido.
Uma ressalva chama aten- ção na norma recém-publicada.
Quando a mãe manifestar-se pela cesárea e o médico achar melhor o parto normal, o profissional tem direito a não realizar o procedimento.
Segundo o CFM, médicos só não podem recusar fazer atos dos quais discordam, quando há o risco iminente para o paciente.
Vale dizer que o CFM tem por competência legal disciplinar e fiscalizar a classe médica apenas.
Não obstante, como os médicos atendem pacientes, estes acabam por terem suas vidas norteadas por este mesmo Conselho. Claro que somente o médico receberá qualquer punição por não seguir o regulamento emanado pela autarquia, em especial no que tange a ética na prática profissional.
Um argumento usado pelo Conselho para editar a norma regulamentadora foram os dados do Instituto Nacional de Saúde da Criança e Desenvolvimento Humano (NICHD), dos Estados Unidos, que revelam que, entre 37 e 39 semanas, o bebê passa por uma fase crítica de desenvolvimento do cérebro, dos pulmões e do fígado.
O parto antecipado, antes da 39ª semana, deve ser feito apenas quando houver indicação médica para a mãe ou feto.
Essa resolução vai ao encontro das regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), desde o ano passado, que estimulam o parto normal na rede privada. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também recomenda que as cesarianas sejam realizadas apenas em casos recomendados pelos médicos.
Importante ressaltar que estas medidas visam à integridade da saúde da mulher e dos seus filhos.
A decisão sobre a via do parto deve ser resultado de escolhas responsáveis.
Por exemplo, a cesariana não precisa ser uma opção para a mulher que não quer sentir dor, pois é possível haver analgesia também durante um parto normal. A mulher também precisa consentir com certas práticas antes, durante e após o parto
Sandra Franco é consultora jurídica especializada em direito médico e da saúde e presidente da Academia Brasileira de Direito Médico e da Saúd
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Futuro da maternidade será discutido hoje, na Câmara
| DIÁRIO DE ITABIRA - MG |
CIDADES |
Matéria |
07/07/2016 |
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O futuro da maternidade de Itabira será discutido hoje em uma audiência pública, às 14h, na Câmara Municipal, em atendimento a um pedido da Comissão de Saúde do Legislativo.
Segundo o presidente da comissão, vereador Geraldo Magela Pena Torres "Torrinha" (PHS), a proposta da audiência é esclarecer à população como ficará o serviço de maternidade, diante das mudanças que vêm ocorrendo.
"Vamos receber os envolvidos do processo SUS [Sistema Único de Saúde] e dos convênios Unimed e Pasa para falar como vai ficar o atendimento [em cada hospital]. Se uma pessoa que depende do SUS, por exemplo, não vai ficar prejudicada", adiantou ele.
Conforme anunciado durante a mudança de gestão do Hospital Municipal Carlos Chagas (HMCC), a maternidade pública do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD) será "transferida" para o outro hospital, que é 100% SUS. Na nova instituição, a maternidade terá capacidade para fazer até 150 partos por mês.
Segundo a Assessoria de Comunicação da Câmara, a maternidade do Nossa Senhora das Dores realizou 2.243 partos em 2015, uma média de 187 por mês. Deste total, 1.469 foram realizados pelos SUS, enquanto 774 pela saúde suplementar.
Mesmo com a "transferência", o provedor do HNSD, Vaquimar José Vaz, informou, durante uma reunião do Conselho Municipal de Saúde (CMS), que a maternidade deste hospital continuará funcionando normalmente. O que vai mudar, segundo ele, são as condições de atendimento. A partir da concretização da mudança, no Nossa Senhora das Dores, o atendimento ficará restrito a usuárias de plano de saúde e particulares.
Segundo o provedor, o hospital pretende aproveitar a estrutura atual, que passará por melhorias, e está negociando a manutenção do atendimento com os planos e o custeio das escalas médicas, que incluem anestesista, obstetras e pediatras. Embora haja uma previsão de concentração do atendimento no HMCC, há uma expectativa de cota para o cliente de saúde pública no HNSD.
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SUS oferece teste rápido para detectar hepatite
| DIÁRIO DE TAUBATÉ |
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Matéria |
07/07/2016 |
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O Diário Oficial da União publicou, na edição de quarta-feira, dia 6, portaria que inclui na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) o teste rápido para detectar infecção pelo vírus da hepatite.
Segundo o texto, o Ministério da Saúde destacou a necessidade de incorporar o teste para ampliar o acesso ao diagnóstico das infecções causadas pelo vírus da hepatite B.
A Sociedade Brasileira de Hepatologia alerta para a importância de exames que identifiquem a hepatite viral de maneira precoce. De acordo com o ex-presidente e atual conselheiro da entidade Raymundo Paraná, as hepatites são situações em que o fígado se encontra inflamado.
Se forem crônicas, as hepatites podem levar o fígado a sofrimento, e a resposta a esse sofrimento é a produção de tecido cicatricial (fibrose) dentro do órgão. A fibrose pode evoluir para uma cirrose hepática, no futuro, com a continuada agressão ao fígado.
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Unimed implanta sua sexta academia
| DIÁRIO DO NORDESTE - CE |
NEGÓCIOS |
Nota |
07/07/2016 |
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O Parque Otacílio Teixeira Lima Neto, conhecido também como Parque do Riacho Maceió, é o local onde será inaugurada a sexta academia gratuita ao ar livre, da Unimed Ceará na Capital. A inauguração acorrerá no domingo (10), às 8h.
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Simpósio mostra avanços na luta contra o câncer de mama
| ESTADO DE MINAS - MG |
GERAIS |
Matéria |
08/07/2016 |
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Quase 58 mil brasileiras já foram diagnosticadas ou ainda vão receber a notícia do câncer de mama neste ano. De sentença de morte à chance de cura - desde que o tumor seja identificado no início -, o tratamento da doença passou por inúmeros avanços. "Sou testemunha do que aconteceu nos últimos 30 anos: do máximo de tratamento que uma paciente poderia suportar chegamos à mínima intervenção com a possibilidade de uma abordagem individualizada e uma atenção multidisciplinar focada na qualidade de vida da mulher", afirma o coordenador do Serviço de Mastologia e presidente da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Salvador.
Para falar sobre o que há de mais novo em diagnóstico e tratamento para as doenças da mama, Belo Horizonte sedia o 13º Simpósio Internacional de Mastologia da Rede Mater Dei de Saúde que ocorre hoje e amanhã. Referência mundial em imagens da mama, a norte-americana Elizabeth Morris vai falar sobre as indicações da tomossíntese, técnica de mamografia digital que aumenta a acuidade visual e a possibilidade de detecção do câncer em estágio inicial. Outro nome de destaque é do cirurgião Virgilio Sacchini, pesquisador do Memorial Sloan kettering Cancer Center.
Também dos Estados Unidos, o médico vai falar sobre as novidades na área cirúrgica. Mais de 850 profissionais de diversos estados brasileiros já se inscreveram para participar do simpósio, que é gratuito e destinado aos profissionais da área da saúde e acadêmicos. "É um momento para se discutir os avanços, de permitir uma atualização daqueles que lidam com o câncer de mama e também de aprender novas técnicas porque se trata de uma área da medicina que está sempre em franca evolução", salienta Henrique Salvador.
O Simpósio Internacional comemora os 30 anos do Serviço de Mastologia da Rede Mater Dei de Saúde e conta com a presença do presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Ruffo de Freitas Júnior, do presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia - Regional Minas Gerais, Clécio Lucena, e outros nomes de destaque do cenário brasileiro. "O nosso objetivo é a atualização, conhecer os recursos de tecnologia disponíveis, balizar o conhecimento e capacitar profissionais da área para tratar a mulher com câncer de mama da melhor maneira possível", sintetiza o presidente da Rede Mater Dei de Saúde.
Serviço
13º Simpósio Internacional de Mastologia da Rede Mater Dei de Saúde
Evento gratuito e vagas limitadas
8 de julho, a partir das 19h15
9 de julho, das 8h30 às 17h
Mater Dei Contorno
Centro de Convenções Drª. Norma
Salvador Av. do Contorno, 9.000
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Microcefalia: ministério confirma 1.656 casos
| EXTRA - RJ |
CIDADE |
Matéria |
08/07/2016 |
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De outubro de 2015 a 2 de julho deste ano, foram confirmados 1.656 casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita em todo o país, informou ontem o Ministério da Saúde. Outros 3.130 casos suspeitos no país permanecem em investigação. Ao todo, 8.301 casos foram notificados ao Ministério da Saúde. Destes, 3.515 foram descartados por apresentarem exames normais, ou por não haver causa infecciosa das malformações. Os 1.656 casos confirmados em todo o Brasil ocorreram em 588 municípios, em todas as unidades da federação e no Distrito Federal. Só o estado do Rio de Janeiro foi responsável por 537 dos casos.
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Carência de áreas de urgência e emergência nos hospitais (Artigo)
| HOJE EM DIA - MG |
OPINIÃO |
Artigo |
08/07/2016 |
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O MEC orientou as faculdades de Medicina, nas últimas décadas, a terem grades curriculares para formação de médicos capacitados ao atendimento das Unidades de Saúde e Programa de Saúde da Família. Diante disso, poucas faculdades incluem em suas grades matérias de Urgência e Emergência e um ainda menor número a de Medicina Intensiva.
Com isso, os médicos recém-formados recebem pouca orientação/formação nessas matérias e não têm oportunidade de fazerem estágios durante a graduação. Assim, há uma carência de profissionais capacitados nessas áreas nos hospitais públicos e privados e essas áreas tornaram-se a "porta de entrada" no mercado para muitos profissionais carentes de treinamentos e capacitação específico. O pior é que logo para esse tipo de atendimento, no qual a experiência melhora muito o resultado.
A dificuldade dos pacientes ao acesso primário de assistência médica contribui para agravar o quadro dos locais de atendimento de urgências, já que eles procuram a Emergência para o que não pode ser resolvido nas unidades básicas de saúde, por indisponibilidade de atendimento.
Passamos assim a termos uma nova tarefa nas emergências, que é discernir quais pacientes podem esperar pelo atendimento e quais não podem, por meio da triagem inclusiva: os pacientes deixam de ser atendidos pela ordem de chegada e passam a ser atendidos por critérios de gravidade.
Precisamos de ações globais de melhoria, porque ações pontuais são "sufocadas" pelo afluxo de pacientes que não conseguem atendimento em outras unidades de Emergência ou nas Unidades Básicas.
As habilidades necessárias para os profissionais de saúde atender os pacientes críticos estão bem sistematizadas e podem ser ensinadas em prazos relativamente curtos. Quanto mais bem habilitados os profissionais, melhores os resultados, com menos estresse profissional (e portanto menor rotatividade desses profissionais), menores custos e melhores resultados.
Espera-se dos médicos, além dos conhecimentos específicos, habilidades de liderança, que podem ser desenvolvidas e aprimoradas.
(*) Coordenador do curso de pós-graduaçõo em Urgência, Emergência Médica e Terapia Intensiva da Fundação Unimed
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Aumenta quantidade de casos de zoonoses em SL
| O ESTADO DO MARANHÃO - MA |
GERAL |
Matéria |
08/07/2016 |
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Há pelo menos cinco anos o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Luís funciona de forma precária. Não realiza mais coleta e exames de animais, pesquisas entomológicas alusivas às zoonoses de interesse público, como calazar, raiva, dengue, doença de Chagas, dentre outros, e suas atividades ficaram limitadas ao controle da raiva animal, por meio de campanhas de vacinação. O próprio prédio onde funcionava o CCZ sofreu deterioração e acabou por ser desocupado no ano passado. O órgão passou então a funcionar de forma temporária em um anexo de uma unidade de saúde, no bairro Coroado.
Nesse tempo em que o CCZ está funcionando de forma precária, a quantidade de casos de zoonoses só tem aumentado. O presidente da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais, seccional do Maranhão (Ancli ve pa/MA), Renan Nascimento Moraes, diz que uma pequena visita a hospitais infantis de alta complexidade no estado, como o Materno Infantil, pode revelar a quantidade de crianças que têm adquirido zoonoses graves, principalmente a leishmaniose, conhecida popularmente como calazar.
Além disso, na Ilha de São Luís tem sido registrado um aumento considerável no número de raiva humana desde 2011.
Segundo o veterinário, apenas sua clínica tem atendido cerca de 15 animais por semana, que apresentam diagnóstico para leishmania. Outras doenças também têm apresentado alto índice de infecção, tais como endoparasitas, ectoparasitas e raiva.
Fora da Uema O Centro de Controle de Zoonoses, que funcionou por duas décadas na Universidade Estadual do Maranhão (Uema), saiu das instalações da instituição de ensino por causa de uma série de impasses com a Secretaria Municipal e Saúde. Em agosto de 2015, por meio de nota, a Uema afirmou que o CCZ deixou de exercer suas funções, não mais atendendo à população naquilo que lhe compete.
Isso fez com que as pessoas procurassem o hospital veterinário da instituição, pensando que este poderia fazer o serviço do Centro.
A Uema também afirmou que havia a necessidade de expansão da estrutura do Curso de Medicina Veterinária, prevista justamente para a área onde estava o CCZ, e apresentou outro terreno, ainda dentro do campus, para a mudança.
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) resolveu então retirar o CCZ da Uema e começou a montar o prédio em outra região, na Estrada de Ribamar.
Nova sede
De acordo com a Semus, os serviços de construção da nova Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ) de São Luís, como será chamada, já estão sendo finalizados. A nova sede deve funcionar com cinco canis, cada um com capacidade para até 20 cães; e quatro gatis, acolhendo até 10 gatos. A área vai abrigar os animais enquanto estiverem em tratamento veterinário. Sendo de rua, serão castrados e colocados para a adoção, conforme nova orientação do Ministério da Saúde.
A nova UVZ não fará a captura dos animais. O serviço de recolhimento somente será feito em caso de doença constatada e abandono do animal doente. Com a nova estrutura, o serviço de vacinação em domicílio e o controle de zoonoses, como a raiva e calazar, serão intensificados.
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Crise às portas dos hospitais
| ZERO HORA - RS |
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Matéria |
08/07/2016 |
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As mazelas do sistema público de saúde no Rio Grande do Sul estão escancaradas nas principais portas de entrada dos hospitais de Porto Alegre. A superlotação nas emergências e as longas filas nos prontos-atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) não chegam a ser novidade na Capital mas a situação está ainda pior neste ano.
De acordo com a Secretaria de Saúde de Porto Alegre, o número de atendimentos realizados na atenção básica e nos serviços de urgência aumentou quase 20% no primeiro quadrimestre de 2016, em relação ao mesmo período do ano passado. E a complexidade dos casos que chegam às emergências da cidade também teriam levado a uma maior demanda por leitos hospitalares, como sugerem profissionais que acompanham a situação de perto.
Chegamos a outro patamar de superlotação da emergência neste ano. De junho para cá, passamos por momentos em que o número de pacientes à espera por leito chegou próximo a 170, quando a média costuma ser de 125. Um aumento de demanda deste nível significa muito em um sistema que já vive à beira de um colapso afirma Ricardo Kuchenbecker, chefe do serviço de emergência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), uma das principais instituições de saúde do Estado.
FRIO É APENAS UMA DAS CAUSAS
A época de frio e umidade contribui para a sobrecarga do setor primário, mas justifica somente parte da situação. A alta demanda por atendimento e, sobretudo, o represamento de pacientes nas emergências têm uma série de fatores como causa, dos quais se destacam a redução de mais de 200 leitos na Capital nos últimos cinco anos, o fechamento de serviços especializados no Interior e o consequente aumento dos casos de alta complexidade encaminhados para Porto Alegre.
bruna.scirea@zerohora.com.br
O QUE ESTARIA POR TRÁS DO AUMENTO
O QUE ESTARIA POR TRÁS DO AUMENTO
SUBFINANCIAMENTO DA SAÚDE
Para médicos e gestores da saúde, a sangria desatada das emergências tem como pano de fundo a crise do sistema público de saúde. O cenário reúne a defasagem nos valores encaminhados pelo governo federal para o SUS e o atraso dos repasses do Estado para os municípios gaúchos. A dívida do governo estadual com as prefeituras na área da saúde é de R$ 270 milhões, afirma a Federação das Associações dos Municípios do Estado (Famurs).
Diante da crise, os hospitais têm forçosamente procurado reduzir os gastos. Houve uma clara redução no número de leitos utilizados como suporte e retaguarda na Região Metropolitana e na Capital. Além disso, o setor filantrópico no Interior, que depende diretamente do custeio do SUS, também teve impacto avalia Ricardo Kuchenbecker, chefe da emergência do HCPA.
Dos hospitais filantrópicos e santas casas do Estado, mais de 40% reduziram o número de internações e atendimentos ambulatoriais neste ano, segundo pesquisa realizada em junho pela Federação de Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do RS. Essas instituições (que cobrem 70% de toda a demanda do SUS no Estado) ainda tiveram corte ou deixaram de usar quase 10% de seus leitos a exemplo, estão o Hospital Nossa Senhora de Pompeia, de Caxias do Sul, que cortou 12% dos leitos, e a Santa Casa de Pelotas, com uma redução de 15%.
ATENDIMENTOS DE ALTA COMPLEXIDADE
Outra característica importante, diz Saulo Bornhorst, chefe da emergência do Hospital São Lucas, é que a superlotação é sobretudo de pacientes em estado grave, vítimas de infarto, derrame e infecções graves.
O tempo de permanência que a gente preconiza em um leito de retaguarda, que dá sustentação para desafogar a emergência, é de no máximo 10 dias, mas está chegando a até 15 dias. Isso faz com que o tempo de giro de leito diminua. Ou seja, não é só o fato de ter reduzido o número de leitos, mas o tempo de permanência nele é maior. Aí, tranca a porta de emergência acrescenta Fernando Ritter, secretário de Saúde da Capital.
MENOS GENTE COM PLANO DE SAÚDE
No entendimento do secretário estadual da Saúde, João Gabbardo, o maior volume de atendimentos na atenção básica e nas emergências em Porto Alegre não vem da demanda do interior do Estado um dos fatores que poderiam estar por trás deste acréscimo (leia ao lado). Segundo ele, além do inverno, é o desligamento dos planos de saúde em função da crise econômica. Para dar agilidade aos serviços, a secretaria discute com a prefeitura a abertura de postos de saúde à noite na Capital.
MAIOR DEMANDA DO INTERIOR
Dos pacientes que chegam às emergências da Capital e geram ocupação de leitos de internação, em média 36% são do Interior. Conforme a Secretaria Municipal de Saúde, neste ano, houve semanas em que o índice passou para 45% o que chama atenção de quem trabalha no setor.
Temos verificado um número maior de pacientes que vêm do Interior e da Região Metropolitana, onde o atendimento foi reduzido afirma Saulo Bornhorst, chefe da emergência do Hospital São Lucas, onde a demanda costuma ser três vezes maior do que a capacidade, que é de 13 leitos adultos pelo SUS.
Porto Alegre concentra serviços especializados e equipamentos de tecnologia. Então, ela atende pacientes de fora e recebe recursos para dar conta desta demanda explica o secretário estadual da Saúde, João Gabbardo.
Ele pretende acelerar o processo de devolução de pacientes do Interior para suas regiões, quando possível, onde podem dar continuidade ao tratamento, liberando leitos.
Mas vamos verificar se é real este suposto aumento nos procedimentos de alta complexidade. Se for, vamos ver de onde e por que vêm para a Capital assegura.
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Praça da Saúde e Praça Floriano Peixoto recebem atrações culturais do Circuito Instituto Unimed-BH
| BH EVENTOS |
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07/07/2016 14:15:00 |
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No próximo sábado, 9 de julho, o Circuito Instituto Unimed-BH leva música e teatro às praças da capital. A Praça da Saúde, no Grajaú, recebe o show de Gustavo Figueiredo Trio no projeto Dia de Feira, a partir das 13h30. Na Praça Floriano Peixoto, no Santa Efigênia, às 16 horas, será apresentado o espetáculo O Caboclo Zé Vigia.
Dia de Feira
O projeto busca valorizar as feiras não só como espaços de trocas comerciais, importantes para geração de renda e sustentabilidade de milhares de famílias, mas também como espaços de trocas simbólicas e culturais, de encontro, de convivência e de urbanidade em seu sentido pleno. Neste sábado, 9 de julho, às 13h30, o projeto leva uma atração cultural à Feira realizada na Avenida Silva Lobo, próxima da Praça da Saúde: Gustavo Figueiredo Trio convida Kadu Vianna.
Com ampla experiência em palcos do país inteiro, o pianista Gustavo Figueiredo é compositor e arranjador. Acompanhado de sua banda e do convidado especial Kadu Vianna, o músico subirá ao palco para apresentar seu repertório com composições de jazz.
O Caboclo Zé Vigia
Na peça teatral, dois caboclos de sangue quente disputam o amor de Salomé, a mais linda das caboclas do nordeste. Zé do Cangaço, ajudado por Satanás tentador, faz de tudo para roubar o coração dessa donzela. Enquanto Zé Vigia, doido de ciúmes, imagina o que não vê e lê até o que não sabe ler. Nesse quiproquó de um sertão bem mineiro, um anjo arretado promete não facilitar, mas é somente Chico Doido quem terá de tomar uma grande decisão.
Inspirado na literatura de cordel, O Caboclo Zé Vigia narra uma história de casórios, enganos, pacto, amor verdadeiro e paixão doentia, onde o verso cantado e contado se mistura entre música e cena, causando laços e embaraços feito nó de cordel.
Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH foi criado em 2003 com a missão de conduzir o Programa de Responsabilidade Social Cooperativista da Unimed-BH. Os projetos desenvolvidos têm na saúde sua área prioritária, mas mantêm interface com outros campos por meio de cinco linhas de ação: Comunidade, Meio ambiente, Voluntariado, Adoção de espaços públicos e Cultura.
Em 2015, mais de 1,4 milhão de pessoas foram beneficiadas, direta e indiretamente, pelo Programa Cultural Unimed-BH. Mais de 4 mil médicos cooperados e colaboradores viabilizam este Programa ao escolher destinar parte do seu Imposto de Renda para o fomento de projetos socioculturais. A cada ano, as atividades conquistam aprovação e confiança, ampliando-se as adesões.
Circuito Instituto Unimed-BH
Criado para estimular a saúde e o bem-estar ao ar livre, o Circuito Instituto Unimed-BH, realizado pelo Instituto Unimed-BH, oferece gratuitamente atividades físicas, de lazer e socioculturais em espaços públicos: Praças da Saúde e Floriano Peixoto, em BH, e Praça Milton Campos, em Betim. Somente em 2015, foram realizadas mais de 35 apresentações culturais, além de aulas de Tai chi chuan, alongamento e caminhada orientada, beneficiando mais de 23 mil pessoas. As atividades são gratuitas e abertas ao público. Neste ano, a programação do Circuito durante todo o ano será em comemoração aos 45 anos da Cooperativa.
Foto: Vinâcius Castro
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Cooperativa abre inscrições para seleção de novos médicos em MS (Oportunidades)
| CAPITAL NEWS |
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07/07/2016 16:52:00 |
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Estão abertas até o dia 20 de julho de 2016, as inscrições para a seleção de novos médicos cooperados da Unimed, que poderão atuar em 16 municípios de Mato Grosso do Sul.
Poderão participar da seleção, os médicos regularmente inscritos no Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso do Sul (CRM/MS), no exercício da atividade profissional proposta - após a titulação, com habilitações comprovadas nas especialidades, entre outros requisitos.
Os selecionados poderão atuar nos seguintes municípios: Bandeirantes, Camapuã, Campo Grande, Corguinho, Coxim, Jaraguari, Nova Alvorada do Sul, Pedro Gomes, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Rio Verde, Rochedo, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia, Sonora e Terenos.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 20 de julho, das 8 às 18 horas, no Núcleo de Desenvolvimento Humano da Unimed Campo Grande - localizado na Rua Goiás, 695, Jardim dos Estados. A Cooperativa oferece aos candidatos um Curso de Cooperativismo, antes da prova escrita.
A prova é obrigatória e de caráter eliminatório, com questões relacionadas ao Cooperativismo Médico, legislação cooperativista (lei 5764/71), Estatuto Social da Unimed Campo Grande e Resoluções que integram o Regimento Interno da Cooperativa.
O participante que não atingir o desempenho mínimo de 70%, terá ainda uma nova chance em uma prova oral. O resultado do processo será publicado até às 17 horas do dia 3 de agosto de 2016, no site da Unimed Campo Grande www.unimedcg.com.br.
Os candidatos aprovados terão cinco dias úteis a partir da data de publicação, para a apresentação da documentação exigida.
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Unicred inaugura nova sede em Guarulhos
| EASYCOOP |
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07/07/2016 |
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Na noite de 28 de junho, a Unicred Guarulhos recebeu mais de 200 convidados para celebrar a inauguração do novo endereço de sua sede administrativa e agência bancária, que a partir de 04 de julho atenderá na Avenida Paulo Faccini, nº 900, transferindo-se do atual endereço na Rua Tabajara.
Mais ampla, a nova agência oferece instalações com mais conforto, acessibilidade e segurança, proporcionando a seus cooperados melhor infraestrutura de atendimento.
Prestigiaram o coquetel membros da diretoria da Unicred, representantes do sistema cooperativista de crédito, cooperados e colaboradores da Unicred, algumas autoridades da cidade de Guarulhos, além de membros da diretoria da Unimed Guarulhos, empresa da qual a Unicred integra o Complexo.
Em sua fala durante o evento, Dr. Adriano Leite Soares, presidente da Unicred Guarulhos, destacou o crescimento da instituição: "A nova sede e agência refletem o momento de crescimento da nossa cooperativa. Este avanço é fruto de uma gestão eficiente e transparente dos recursos do cooperado. Na época da fundação, há 17 anos, os médicos já acreditavam neste projeto, que hoje nos dá a oportunidade de atender a um número cada vez maior de cooperados, empresários, colaboradores das empresas e profissionais de todas as áreas de saúde".
Ainda como parte do cerimonial, saudaram a Unicred o Sr. Aarão Ruben Oliveira, presidente da AGENDE Guarulhos - Agência de Desenvolvimento e Inovação, o Dr. Américo Utumi, Assessor da OCESP - Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo, e o Dr. Vicente Maiaroti Junior, presidente da Unimed Guarulhos. Ao final dos discursos, a placa de inauguração foi descerrada.
Sobre a Unicred Guarulhos
Por ser cooperativa, a Unicred se difere das demais instituições financeiras, sendo administrada de forma democrática e participativa, buscando os interesses econômicos de seus cooperados.
Fundada em 10 de abril de 1997 com o objetivo de oferecer aos profissionais da área de saúde de Guarulhos, Arujá, Santa Isabel, Ferraz de Vasconcelos e Itaquaquecetuba soluções financeiras competitivas e de qualidade. Desde 10 de março de 2014, com a incorporação da Coopersigma, que juntas uniram suas forças, a instituição reúne também os empresários e ampliou sua atuação para o município de Mairiporã.
Atualmente, a Unicred conta com cerca de 4 mil cooperados, que gradativamente terão acesso a uma estrutura ampliada de atendimento e novo portfólio de produtos e serviços.
Unicred Guarulhos
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Unimed Araraquara implanta código de conduta e realiza treinamentos para seus funcionários
| EASYCOOP |
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08/07/2016 08:44:00 |
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A Unimed Araraquara nos dias 14, 15 e 16 do corrente mês, iniciou treinamentos para apresentação do "Código de Conduta" e esclarecimento de eventuais dúvidas que poderão surgir e de que forma os funcionários poderão esclarecê-las junto ao Comitê de Conduta.
O "Código de Conduta" consiste em um guia que norteia a conduta profissional das pessoas que estão inseridas, direta ou indiretamente, no universo da Unimed Araraquara, ou seja, funcionários, cooperados, fornecedores, parceiros, entidades públicas e privadas, a fim de fortalecer e manter padrões de comportamentos éticos em todas as relações que fazem parte de um relacionamento profissional e ser reflexo de nossas condutas.
Durante os dias de treinamentos foram apresentadas aos funcionários informações como: quem são os representantes do comitê do Código de Conduta, os principais canais de acesso ao código, os principais canais e formas de realizar denúncias além de inúmeras simulações com perguntas e respostas, reportando para o dia-a-dia dos funcionários e mostrando a melhor maneira de agir em diversas situações.
Na ocasião, a equipe aproveitou para apresentar o resultado do planejamento estratégico, ocorrido no final de maio e que definiu as diretrizes de um novo plano de ação e os objetivos estratégicos para o período de 2016-2018 e também da adequação da identidade organizacional da cooperativa, fruto das discussões do planejamento, passando a ter os seguintes conceitos:
Missão: "Oferecer excelência em promoção e atenção à saúde, fortalecer a Cooperativa e proporcionar condições dignas de trabalho e crescimento profissional".
Visão: "Manter a liderança, a eficiência e a sustentabilidade na sua área de atuação".
Valores: Gestão profissional; União; Humanização; Comprometimento; Educação; Ética; Competência; Transparência; Comunicação.
"Até o momento, cerca de 270 pessoas participaram do treinamento. "O nosso objetivo é disseminar esta postura do Código de Conduta e planejamento estratégico a todos os nossos funcionários, e demais públicos de interesse da cooperativa em um curto período de tempo," comenta Marcio Cocchieri Botelho, Gestor Estratégico e Administrativo Hospitalar, que foi o responsável por ministrar os treinamentos em conjunto com o escritório da qualidade e comitê de conduta.
Unimed Araraquara há 45 anos cooperando para uma saúde de qualidade e respeito aos seus diversos públicos.
Unimed Araraquara
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Atenção Plena à Saúde é tema de palestra para colaboradores e cooperados da Unimed Presidente Prudente
| EASYCOOP |
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08/07/2016 08:45:00 |
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O mês de junho foi marcado pela discussão de um tema relativamente novo na Unimed Presidente Prudente: a Atenção Primária à Saúde (APS). No dia 21 de junho, o coordenador da APS na Unimed Brasil, Dr. Cloer Vescia Alves, ministrou uma palestra sobre o assunto para colaboradores e cooperados na Casa do Médico de Presidente Prudente.
A medicina de Atenção Primária é praticada em vários países por ser considerada mais efetiva para as necessidades básicas de saúde. Segundo o Dr. Cloer, "há Unimeds que ainda não investem em APS e acabam mantendo um sistema de atendimento bastante fragmentado e caro, com custos ascendentes. A APS garante uma Atenção à Saúde do cliente de forma global, atuando com prevenção de doenças, acolhimento mais humanizado e redução de custos".
O médico apresentou a APS em dois momentos, primeiro para colaboradores da Unimed Prudente e depois para cooperados. O coordenador falou que, para o projeto dar certo, é preciso haver uma mudança de cultura que começa com quem trabalha na área da saúde.
"São os profissionais que podem começar a desmitificar a APS. Hoje, quando sentimos dor no peito, vamos ao cardiologista, fazemos uma bateria de exames, então, começamos a sentir incômodo e parece estômago e vamos então ao gastro. O especialista acaba não tendo acesso ao prontuário e não consegue visualizar os últimos exames - pode ser que a resposta do problema esteja lá - então, mais exames são feitos. O excesso de pedidos envolve mais especialidades, causando maior sinistralidade, o que aumenta muito a capacidade de custeio por parte das operadoras de planos de saúde. Tudo isso acontece em decorrência do atual modelo, que é predominantemente assistencial, com foco nas ações curativas e na atenção hospitalar", afirmou o palestrante.
"Com a APS, o prontuário eletrônico passa a ser exigência. Em uma condição como essa que descrevi, o médico de APS vai ter acesso à vida desse paciente, poderá visualizar os exames pedidos pelo cardiologista e avaliar as reais necessidades antes de encaminhá-lo para outro especialista", completou o coordenador.
Para o médico, o cliente vê o real valor do plano de saúde quando consegue acesso à alta complexidade e especialistas. No modelo da APS, porém, o médico generalista é a porta de entrada para atenção plena à saúde.
A enfermeira do Hospital Unimed, Marta Bonfim, destacou que, para que esse sistema seja eficaz, é preciso mudar drasticamente o conceito de atendimento em saúde. "Essa transformação parte dos próprios profissionais de saúde, que não têm tempo de ficar na cadeira ouvindo as queixas do paciente sem examiná-lo minuciosamente. Então, é uma transformação que demanda tempo", pontuou.
Já a auditora do setor de Contas Médicas da Unimed, Fabiana Parisi, lembrou que a APS é um modelo semelhante ao "Saúde da Família" do governo federal. "Na prática, observamos que funcionou como o previsto", ponderou a colaboradora.
O Dr. Cloer ressaltou que, no caso do Sistema Único de Saúde (SUS), uma série de fatores interferiram no resultado do programa, que também tinha como base a atenção primária ao paciente. "Na Saúde Suplementar temos o entrave cultural a ser superado, e também os operacionais, como a própria implantação do prontuário eletrônico. Então, a APS reforça o conceito de acesso, integralidade e cuidado. É uma ferramenta que permite melhor gerenciamento do risco em saúde", concluiu o coordenador.
Na Unimed Presidente Prudente, nesse primeiro semestre, a APS já está sendo apresentada aos profissionais da saúde da cooperativa. Esse novo modelo de gestão e atenção à saúde deve chegar aos beneficiários em breve.
Unimed Presidente Prudente
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H1N1 já matou 1.233 pessoas no Brasil em 2016, segundo ministério
| G1 |
CIÊNCIA E SAÚDE |
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07/07/2016 12:23:00 |
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Desde o início do ano até o dia 25 de junho, 1.233 pessoas morreram em decorrência do vírus H1N1 no Brasil, segundo novo informe epidemiológico publicado pelo Ministério da Saúde. Em uma semana, desde a divulgação do boletim anterior, foram registradas 112 novas mortes pelo vírus.
Ao todo, foram notificados 6.569 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza A/H1N1 ao longo de 2016. A SRAG é uma complicação da gripe. Em uma semana, foram registrados 698 novos casos de SRAG por H1N1 no país.
Além das mortes pela influenza A/H1N1, houve ainda 108 mortes por outros tipos de influenza. São Paulo foi o estado com o maior número de mortes por influenza, correspondendo a 41,2% do total no país.
Este já é o maior número de mortes por H1N1 desde a pandemia de 2009, quando 2.060 pessoas morreram em decorrência do vírus no Brasil. No ano passado inteiro, o país registrou 36 mortes por H1N1; em 2014, tinham sido 163 e, em 2013, 768.
Vírus chegou antes do previsto Este ano, o vírus chegou antes do previsto, atingindo uma população vulnerável por ainda não ter tomado a vacina.
Especialistas discutem várias hipóteses que podem explicar a antecipação da chegada do vírus, que vão desde fatores climáticos até o aumento de viagens internacionais que podem ter trazido o H1N1 que circulava no hemisfério norte. Mas não há uma explicação definitiva para a chegada precoce do vírus.
Número de mortes por H1N1 por estado
São Paulo: 517 Rio Grande do Sul: 142 Paraná: 136 Mato Grosso do Sul: 64 Goiás: 57 Rio de Janeiro: 47 Espírito Santo: 43 Santa Catarina: 41 Minas Gerais: 44 Bahia: 25 Pará: 23 Pernambuco: 14 Distrito Federal: 13 Paraíba: 11 Ceará: 12 Rio Grande do Norte: 7 Mato Grosso: 8 Alagoas: 5 Amapá: 4 Amazonas: 4 Acre: 2 Maranhão: 1
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Unidade Assistencial da Unimed Porto Alegre em Canoas completa um ano com 280 mil atendimentos realizados
| JORNAL CORREIO DE NOTÍCIAS |
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08/07/2016 08:40:00 |
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Desde 7 de julho de 2015, a população de Canoas e dos municípios da Região Metropolitana conta com a ampla assistência médica da Unidade Assistencial da Unimed Porto Alegre na cidade de Canoas. Com área total de 3.000 metros quadrados, o espaço é de fácil acesso, às margens da BR-116, no Conjunto Comercial de Canoas (Avenida Getúlio Vargas, 5.600).
Os clientes da Unimed Porto Alegre encontram diversos serviços reunidos em apenas um local, para mais comodidade: Pronto-Atendimento 24 horas com plantão clínico, pediátrico e apoio ao diagnóstico e tratamento, além de Serviço Móvel de Urgência e Emergência (SOS); Laboratório; Diagnóstico por Imagem, ambulatório para pequenos procedimentos; consultas pelo plano Unifácil; oficinas de medicina preventiva do Viver Bem, e serviço de relacionamento com o cliente. Um dos diferenciais da Unimed Porto Alegre quanto ao serviço é o reduzido tempo de espera para atendimento, em comparação com outros locais da região.
A estrutura abrange 10 consultórios clínicos no Pronto-Atendimento e 10 consultórios clínicos no Unifácil, serviço que conta com médicos clínicos, pediatras e ginecologistas e traumatologistas à disposição. "Temos uma relevante procura por autorizações, atendimento Unifácil e Laboratório, em um total de mais de mais de 20 mil atendimentos ao mês", afirma o presidente do Conselho de Administração da Unimed Porto Alegre, Flávio da Costa Vieira.
O número de atendimentos realizados supera as expectativas: 280 mil pessoas passaram pela Unidade no decorrer deste primeiro ano de funcionamento.
"Ao investir na criação da Unidade Assistencial Canoas, a Unimed Porto Alegre teve como objetivo ajudar a resolver a carência no atendimento de urgência e emergência da região. Hoje, passado um ano da inauguração, temos a certeza de que foi uma decisão acertada. Nosso foco é o cuidado e o bem-estar da população, e estamos trabalhando diariamente para proporcionar os melhores serviços de saúde aos nossos clientes", complementa Flávio Vieira.
Desde março, a Unidade Assistencial Canoas conta com uma Clínica de Vacinação com mais de 20 tipos de vacinas para todas as faixas etárias. Além do Pronto-Atendimento 24h, o atendimento para os demais serviços é realizado de segunda a sexta, das 7h às 20h, e aos sábados, das 7h às 13h.
Foto: Tânia Meinerz.
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Teste da zika em gestantes deve ser feito por convênios
| JORNAL DE PIRACICABA - ON LINE |
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07/07/2016 11:35:00 |
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Gestantes, bebês de mães com diagnóstico do vírus da zika e recém-nascidos com malformação congênita sugestiva têm direito, no plano de saúde, aos testes para diagnosticar a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A determinação da ANS (Agência Nacional de Saúde), que começou a valer quarta-feira (06), levou em conta o risco de bebês nascerem com microcefalia devido à infecção da grávida pelo vírus da zika. A norma da ANS estabelece que os planos têm que oferecer o PCR indicado para a detecção do vírus nos primeiros dias da doença; o teste sorológico IGM, que identifica anticorpos na corrente sanguínea, e o IGG, para verificar se a pessoa teve contato com o zika em algum momento da vida.
Segundo o último balanço, Piracicaba tem 29 casos confirmados da doença em gestantes. Não há nenhum registro de microcefalia em bebês, segundo a Pasta. Todas as gestantes com exantema (manchas vermelhas), um dos principais sintomas da zika, são monitoradas pela secretaria. Para o secretário da Saúde, Pedro Mello, os testes vão ajudar a definir e estabelecer maior velocidade no diagnóstico de um grupo de risco específico, formado por mulheres grávidas e recém-nascidos com má formação congênita. "Por ser uma exigência aos planos de saúde, ajudará também a desonerar o sistema de saúde público. No entanto, os testes deveriam ser universalizados, atendendo toda a população conveniada", afirmou.
Os planos de saúde tiveram um prazo de 30 dias para se adequarem a nova regra. O Jornal de Piracicaba fez contato com quatro planos de saúde da cidade. A Santa Casa informou que os testes de zika vírus começaram a ser feitos quarta-feira. Já o presidente da Unimed Piracicaba, Carlos Joussef, disse que os três exames recomendados pela ANS são realizados no Hospital Unimed desde o início do ano devido aos casos confirmados na região. "Antes do parto, a equipe de enfermagem apura várias informações sobre a saúde da futura mamãe, inclusive se houve ou não registro da doença para viabilizar as análises comprobatórias", relatou. Joussef ainda disse que os exames acontecem em bebês filhos de mães com diagnóstico ou suspeita de infecção pelo vírus, bem como em recém-nascidos com malformação congênita sugestivas de infecção pelo zika. "A medida assegura o diagnóstico mais preciso, melhorando a qualidade na atenção às mães e seus bebês", afirmou.
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Unimed abre seleção para novos médicos em Campo Grande
| MS NOTÍCIAS - MS |
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07/07/2016 18:00:00 |
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Estão abertas as inscrições para novos médicos cooperados da Unimed Campo Grande, para atuação da área de ação da Cooperativa, que inclui além da Capital, mais 15 municípios do Estado de Mato Grosso do Sul: Bandeirantes, Camapuã, Corguinho, Coxim, Jaraguari, Nova Alvorada do Sul, Pedro Gomes, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Rio Verde, Rochedo, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia, Sonora e Terenos.
Poderá participar da seleção, o médico regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina do Estado de MS, no exercício da atividade profissional proposta - após a titulação, com habilitações comprovadas nas especialidades, entre outros requisitos.
Inscrição e processo seletivo
A inscrição pode ser realizada de 4 a 20 de julho de 2016, das 8 às 18 horas, no Núcleo de Desenvolvimento Humano da Unimed Campo Grande - localizado na Rua Goiás, 695, Jardim dos Estados.Após a inscrição, a Cooperativa oferece aos candidatos um Curso de Cooperativismo, antes da prova escrita.
A prova é obrigatória e de caráter eliminatório, com questões relacionadas ao Cooperativismo Médico, legislação cooperativista (lei 5764/71), Estatuto Social da Unimed Campo Grande e Resoluções que integram o Regimento Interno da Cooperativa. Haverá ainda a oportunidade de prova oral ao participante que não atingir o desempenho mínimo de 70%.
O resultado do processo será publicado até às 17 horas do dia 3 de agosto de 2016, no site da Unimed Campo Grande -www.unimedcg.com.br. Os candidatos aprovados terão cinco dias úteis terão a partir desta data, para apresentação da documentação exigida. Para mais informações e acesso ao edital, confira o site da Unimed Campo Grande - www.unimedcg.com.br ou entre em contato pelo telefone: 3389-2668.
Sobre a Unimed Campo Grande
É uma cooperativa de trabalho médico, com 1.550 médicos cooperados e mais de 100 mil clientes. Considerada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a melhor operadora de saúde do MS, com cerca de 170 estabelecimentos credenciados, um laboratório (acreditado PALC) e hospital (com acreditação ONA) próprios - estando este último em fase de ampliação de 3 mil para 23 mil m².
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Planos de Saúde de Catanduva Disponibilizam Teste do Zika Vírus
| O REGIONAL - ON LINE |
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08/07/2016 08:40:00 |
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Os planos de saúde de Catanduva já estão disponibilizando o teste do zika vírus. Uma decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regulamentou a cobertura obrigatória e a utilização por parte de operadoras de planos de saúde de testes para diagnóstico de infecção pelo zika vírus. A decisão já havia sido publicada no mês passado, no Diário Oficial da União, mas começou a valer ontem (6).
A assessoria de comunicação do Padre Albino Saúde informou a nossa reportagem que o plano cumpre de maneira rigorosa todas as regras relativas à saúde suplementar. O exame está sendo autorizado aos beneficiários com cobertura contratual e de acordo com as diretrizes de utilização editada pela ANS. O beneficiário deve comparecer na sede do PAS com a solicitação médica escrita ou on-line. No plano de saúde da Unimed Catanduva, o procedimento só deve ser realizado por meio de encaminhamento médico. Devem estar cobertos três tipos de exames para o diagnóstico do vírus em gestantes e bebês. São eles: PCR para zika e pesquisa de anticorpos IGM e IGG para zika, todos com diretriz de utilização.
No caso do PCR a recomendação é para as gestantes sintomáticas, que valerá somente até cinco dias após o surgimento dos primeiros sinais da doença. Já o IgM é recomendado para gestantes que tenham ou não os sintomas da doença, nas primeiras semanas de gestação, no caso o pré-natal, com repetição desse procedimento no final do segundo trimestre da gravidez e para bebês que são filhos de mães que tenha diagnóstico de infecção pelo vírus zika, além de realizar também nos recém-nascidos com má formação congênita sugestivas de infecção pelo vírus.
O IgG é recomendado só no caso de infecção pelo vírus zika para gestantes ou recém-nascidos que realizaram pesquisa de anticorpos IgM que resultaram em positivo. Esses são considerados os grupos prioritários para a detecção de zika, devido a associação com o risco de microcefalia nas crianças, quando o cérebro não se desenvolve de maneira adequada.
Depois da incorporação dos exames, um prazo de 30 dias foi estabelecido para que as operadoras organizassem a rede de atendimento e os laboratórios, para o oferecimento do procedimento.
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Unimed na Praça reúne mais de 600 pessoas em Catanduva: evento fez parte do Dia de Cooperar, realizado em todo o Brasil
| O REGIONAL - ON LINE |
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Matéria |
08/07/2016 08:44:00 |
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Mais de 600 pessoas compareceram à Praça da Matriz, em Catanduva, no dia 2 de julho (sábado), para participar do Programa Unimed na Praça, ação social idealizada pela Unimed Catanduva e que já está em sua quarta edição. Na ocasião, em razão do Dia do Cooperativismo, celebrado na mesma data, o programa foi realizado concomitantemente ao Dia C - Dia de Cooperar, numa parceria com o Sescoop/SP. Além de serviços gratuitos na área da saúde, o público presente contou com atrações culturais e para as crianças, com dança música, pula-pula, pintura facial, pipoca e algodão doce. A Associação de Voluntários Irmã Ana Maria (Avoiam) apresentou o trabalho desenvolvido pela entidade na área social.
A Unimed Catanduva ofereceu serviços gratuitos de aferição de pressão, teste de glicemia, Índice de Massa Corporal (IMC) e orientação nutricional. Quase 300 pessoas foram atendidas durante a manhã somente nos serviços de saúde: mais da metade eram mulheres. "O sexo feminino tem uma tendência maior em cuidar da saúde. As mulheres costumam ir ao médico com mais frequência, por exemplo. Mas o cuidado deve ser dos dois e, principalmente, é necessário que se adquira uma cultura de hábitos saudáveis desde a infância", disse o Diretor de Desenvolvimento da Unimed Catanduva, Dr. Durval Ribas Filho - idealizador do programa.
Momentos de lazer e distração, que permitem ao ser humano sensações de prazer e de relaxamento, também são importantes para a saúde. Pensando nisso, a Unimed Catanduva - em parceria com a Secretaria de Cultura de Catanduva, levou à praça o Coral Infantil das Oficinas Culturais da Estação Cultura, a Conexão Cia de Dança, com um mix de seis músicas coreografadas pelo dançarino Ralf Aguiar, e uma intervenção teatral da Cia Sobrado Verde Produções, com personagens de filmes e desenhos que fizeram a alegria das crianças e de muitos adultos.
Pais e filhos também tiveram momentos de muita diversão, com todas as brincadeiras e atrações que foram oferecidas para as crianças: pula-pula, pintura facial, pipoca e algodão doce. "Todas as ações contemplam a comunidade em geral, agregando valores como família, bem estar, incentivo à cultura e o cuidado com a saúde. Esse é um dos objetivos do Dia C: auxiliar na promoção de comunidades cada vez mais saudáveis e sustentáveis", disse o Presidente da Unimed Catanduva, Dr. Armindo Mastrocola Júnior, que enfatizou a importância do sétimo princípio cooperativista: o Interesse pela Comunidade. Avoiam A Associação de Voluntários Irmã Ana Maria (Avoiam) teve a oportunidade de apresentar o trabalho realizado em Catanduva, onde oferecem apoio aos acompanhantes de pacientes internados nos hospitais da cidade (acomodações, alimentação e orientação espiritual), e em Barretos, onde tem a Casa de Apoio, com atendimento a pacientes em tratamento no Hospital de Câncer, e acompanhantes. "Foi maravilhoso participar com vocês neste evento, como uma forma de divulgar mais a Avoiam e as casas de apoio de Catanduva e Barretos. Firmamos parcerias importantes aqui na Praça que, talvez, se não fosse a boa vontade da Diretoria da Unimed Catanduva em nos ajudar e ceder o espaço, não teríamos conseguido. Muitos ainda não conhecem o nosso trabalho. Por isso, estamos felizes com a oportunidade e o resultado", disse a Irmã Ana Maria Custódio.
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Médico alerta sobre o consumo excessivo de antiácidos e leite, o que pode piorar o quadro
| ONLINE FARMA |
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08/07/2016 07:49:00 |
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As úlceras gástricas (pépticas) surgem no estômago e causam grande desconforto e dor. Uma das bactérias responsáveis pela implicação chama-se Helicabter pylari, ao manter contato com as paredes estomacais aumenta as chances de gastrite, úlcera e até do câncer.
O câncer relacionado ao H. plyori é o terceiro tumor maligno mais frequente entre os homens e o quinto entre as mulheres. O tumor atinge principalmente populações do Japão e Coreia do Sul. No mundo 700 mil mortes são causadas pela bactéria, sendo no Brasil 20 mil novos casos ao ano. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) 80% dos casos de câncer gástrico poderiam ser combatidos na eliminação da bactéria H. plyori. Portanto, a Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC) classificou o H. plyori como um carcinógeno pertencente à classe I na manifestação do câncer de estômago.
O especialista em gastroenterologia, Dr. Marlus Morais, do Sitema Unimed, explica que o H. plyori contribui no desequilíbrio dos mecanismos de proteção do duodeno e pode acometer tanto a gastrite, como também a úlcera duodenal. De acordo com o médico as úlceras pépticas causam a produção de ácidos agressivos ao tubo digestivo. Além dos ácidos, a úlcera pode ser agravada pelo consumo de condimentos, hábitos inadequados de fumar e beber e quadros de estresse agudo.
A doença é multifatorial e pode causar dor e sangramento digestivo. "A característica mais comum da dor por úlcera digestiva alta é a localização no abdome alto, com um ritmo que se acentua principalmente com o jejum prolongado, portanto podendo acordar o paciente à noite. Pode apresentar alívio com a ingestão de alimentos, especialmente os que sejam quelantes de ácidos como o leite", explica.
A melhor forma de tratar ou mesmo prevenir a doença é corrigir os hábitos alimentares e principalmente evitar o jejum prolongado. O especialista adverte em relação ao consumo de alimentos ácidos, fumo, bebidas alcoólicas. Para o tratamento medicamentoso o médico comenta que há inúmeras opções, portanto cabe ao médico indicar a melhor para as necessidades de cada paciente.
"Os medicamentos modernos para o tratamento da úlcera péptica estão associados ao uso dos chamados inibidores de bomba de prótons, que nada mais são do que remédios que bloqueiam "inteligentemente" a produção de ácidos gástricos, mantendo-os dentro de patamares que permitem a digestão e que evitam a sobrecarga ácida", explica.
Gastrite nervosa pode se transformar em úlceras?
O médico salienta que isso é um mito e que ambas as doenças são diferentes, embora possuam pontos em comum. De acordo com o Dr. Marlus em casos de gastrite o revestimento do estômago permanece íntegro, apenas com inchaço e congesto.
"Há formas de gastrite que implicam em atrofia ou erosão da mucosa, mas são lesões superficiais que não penetram à parede do estômago de forma à caracterizar úlcera. Portanto, a gastrite se restringe ao estômago e não se transforma em úlcera", esclarece.
Atenção ao consumo exagerado de antiácidos
Muitas pessoas que sofrem de gastrite tem o hábito de consumir frequentemente os antiácidos, pois a princípio o alívio pode ser imediato, porém o médico alerta quanto aos ricos desse costume.
"Não só antiácidos, mas também o consumo de leite com frequência pode provocar "efeito rebote", ou seja, representar um bloqueio ácido no primeiro momento, mas provocar uma reação orgânica mais intensa como resposta, aumentando a produção de ácido o que leva a hiperacidez e consequentemente a alterações como gastrite, úlceras, implicações relacionadas a refluxo, entre outras doenças", adverte.
Quais alimentos evitar no cardápio?
Há uma lista extensa dos possíveis alimentos que podem provocar o desconforto, mas o melhor modo de saber quais são os alimentos prejudiciais é observando a reação do seu estômago após o consumo. "Elimine os alimentos que você perceber que lhe causa sensação de azia (gosto ácido ou "queimação"), dor no abdome superior, distensão abdominal ou peso epigástrico", recomenda.
Evite o jejum
De acordo com o médico essa é a principal recomendação para quem sofre de gastrite. O ideal é que as refeições sejam espaçadas, respeitando de duas a três horas em jejum. Durante os intervalos o especialista indica o consumo de frutas, mesmo a noite próximo ao horário de recolher-se.
Na hora das refeições é importante comer sem pressa, estar num ambiente tranquilo e triturar bem os alimentos por meio da mastigação adequada. "O uso de remédios durante as refeições deve ser discutido com médico, devendo o paciente abster-se de fazê-lo por conta, pois o efeito rebote produz danos maiores que a ausência de medicação", reforça.
Participação do especialista em Gastroenterologia do Sistema Unimed, Dr. Marlus Morais.
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Teste seu nível de tolerância com a corrupção
| PARANÁ SHOP |
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08/07/2016 08:43:00 |
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Pequenas corrupções tentam acelerar a solução de problemas. "As pessoas não têm consciência de que não é o melhor caminho, mas encontram uma forma acelerada de resolver situação com entraves burocráticos", disse Rita de Cássia Biason, professora de Política Brasileira na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Com base nesta afirmação e tendo em vista um movimento crescente de combate às corrupções que começam, muitas vezes em pequenos atos do dia a dia, a Central Nacional Unimed conversou com especialistas no tema e preparou um teste com sete perguntas. A psicóloga e psicanalista Paula Moreau de Oliveira salienta que é muito mais fácil apontar os erros do outro. Não que a corrupção seja exclusividade do Brasil. Na verdade, esclarece Paula, a diferença é que em outros países há mecanismos eficazes que fazem com que o cidadão tenha temor de ser punido, o que não acontece no Brasil. E você, o quanto tolera a corrupção? A Central Nacional Unimed elencou um teste para que o leitor descubra qual seu nível de consciência em relação a este problema. Como é a sua tolêrancia a corrupção? No teste abaixo são apresentadas diversas situações cotidianas. Marque (A) para os caso que discorda e (B) para os casos que concorda. ( ) Não declarar uma quantia alta no imposto de renda por não concordar com a carga tributária. ( ) Não concordar com o valor de um evento cultural (cinema, teatro, exposições, etc) e falsificar um documento de estudante para ter desconto. ( ) Reconhecer um amigo na fila do banco e se posicionar ao lado dele para que seu atendimento seja mais rápido. ( ) Assinar o ponto para o colega que precisou se ausentar do trabalho por um problema pessoal. ( ) Usar aplicativos ou consultar as redes sociais para fugir da blitz Lei Seca. ( ) Ser flagrado no trânsito fazendo algo errado e subornar o policial para fugir da punição. ( ) Utilizar sua própria influência em um hospital para conseguir vaga para o familiar de um colega. Resultados Maioria Letra A - Parabéns! Você tem consciência sobre seus direitos e valores com cidadão e procura agir de maneira correta. Maioria Letra B - Reveja seus atos e tome mais cuidado. Procure olhar para si mesmo e identificar os próprios erros para mudá-los agora mesmo.
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Amigdalite: é possível tratar?
| SARE DROGARIAS |
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08/07/2016 07:47:00 |
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"A amigdalectomia (remoção das amígdalas) é um procedimento que não deve ser banalizado", alerta o especialista
A amigdalite é uma implicação bastante desconfortável e dolorosa. A Academia Americana de Otorrinolaringologia afirma que praticamente toda criança irá sofrer da doença pelo menos uma vez após os dois anos de idade. As palatinas (conhecidas popularmente como amígdalas) sofrem por infecções virais ou bactérias denominadas de Streptococcus.
O otorrinolaringologista do Sistema Unimed, Dr. Pedro Geisel, aponta como os principais sintomas da amigdalite a febre, dor intensa na garganta, (podendo irradiar para o ouvido), dor nas articulações, linfonodomegalia cervical ("ínguas no pescoço") e halitose (mau hálito).
"O diagnóstico é eminentemente clínico, através do exame físico do paciente, onde se observa, na cavidade oral, a presença de sinais como hiperemia (vermelhidão), aumento de volume e/ou presença de placas purulentas", ressalta. O especialista afirma que também podem surgir manchas pelo corpo denominadas de petéquias (sinais avermelhados), alterações no aspecto da urina e entre pacientes com febre reumática há riscos de arritmia cardíaca. "Um tipo comum de amigdalite, conhecida por mononucleose, pode vir acompanhada de dores abdominais e aumento de volume do baço e do fígado", completa.
Como tratar a amigdalite? Para tratar os quadros de amigdalite geralmente são indicados gargarejos, medicamentos antibióticos,analgésicos e anti-inflamatórios. O médico recomenda para o trato de agentes bacterianos o uso dosantibióticos associados. A remoção das amígdalas também é uma opção para combater o desconforto, porém essa deve ser analisada pela equipe médica de acordo com as necessidades de cada paciente.
"A remoção das amígdalas (amigdalectomia) pode ser indicada em casos de amigdalites de repetição que não respondam ao tratamento clinico de prevenção e em pacientes com febre reumática ou outras doenças sistêmicas agravadas por amigdalites de repetição", recomenda. O médico também considera a amigdalectomia (cirurgia de remoção das amígdalas) em casos de crianças que apresentam quadro de ronco, respiração oral, apneia do sono, tumores e amigdalite caseosa (quando a amígdala retêm uma espécie de massa amarelada e de mau cheiro), podendo causar mau hálito. "Neste último caso, a cirurgia pode ser indicada nos casos que não respondam a tratamentos clínicos alternativos e que tragam constrangimento social ao paciente", completa o especialista.
Qual a função das amígdalas? O otorrinolaringologista explica que as amígdalas possuem a função de barrar possíveis infecções, pois atuam junto às células de defesa na produção de anticorpos no combate a manifestação dos agentes infecciosos.
"A amigdalectomia é um procedimento que deve ter indicações precisas, não devendo ser banalizado. Os casos devem ser estudados e individualizados pelo especialista", adverte.
Dor frequente na garganta é considerado amigdalite? É importante não confundir a amigdalite com a faringite, explica o especialista. A inflamação simples da garganta, por exemplo, não atinge as amígdalas, conhecida como faringite. As amigdalites possuem causas variadas e podem se manifestar por vírus, bactérias e fungos relacionados à candidíase. "Geralmente uma simples inflamação de garganta, com dor e hiperemia (vermelhidão), com febre baixa ou ausente, é de origem viral", ressalta.
Recomendações para o inverno Com a queda da temperatura os sintomas de gripes, resfriados e amigdalites podem aumentar. O médico aponta orientações no combate à doença: "Lavar sempre as mãos, usar o antebraço (e não as mãos) para cobrir a face ao espirrar ou tossir, usar agasalhos adequados e procurar deixar os ambientes arejados", aconselha.
Pesquisadora brasileira encontra benefícios no iogurte para o trato da amigdalite Vera Fartinato, bióloga, pesquisadora e Dra em Microbiologia participou recentemente de um importante estudo sobre a prevenção das doenças bucais, divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A pesquisadora avaliou a bactéria que era prevalente na área bucal, sendo essa a responsável por proteger a boca contra a manifestação dos agentes infecciosos.
Após dois anos de estudo na Otago University Vera voltou para o Brasil e deu continuidade à pesquisa. Foi aí que teve a ideia de desenvolver um iogurte acrescido de um novo probiótico capaz de prevenir a amigdalite bacteriana, geralmente tratada com antibióticos que nem sempre solucionam o problema.
A pesquisadora argumenta que o probiótico utilizado no iogurte é menos agressivo ao organismo e não apresenta efeitos colaterais. O agente atua nas funções dos micro-organismos e nos possíveis hospedeiros, assim combatendo as infecções. Enquanto o iogurte tradicional é ativado nas funções intestinais, Vera descobriu que o leite poderia ser fermentado também por bactérias presentes na boca.
Uma das peculiaridades do iogurte desenvolvido pela pesquisadora está no modo de preparo, pois na bebida comum há os lactobacilos, enquanto no iogurte funcional existe o agente Streptococcus salivarius, responsável pela fermentação.
O sabor agradável da bebida é considerado uma excelente alternativa de tratamento, sobretudo para as crianças, as mais acometidas pela doença. Houve grande aceitação entre os estudantes que experimentaram durante os testes realizados nas escolas, afirmam que é tão gostoso, quanto à bebida comum.
Participação do Otorrinolaringologista do Sistema Unimed, Dr. Pedro Geisel Santos.
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Rinite alérgica: como prevenir no inverno?
| SARE DROGARIAS |
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Matéria |
08/07/2016 07:48:00 |
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"O uso de descongestionantes nasais deve se cauteloso em pacientes com hipertensão arterial sistêmica, arritmias cardíacas, glaucoma e gestantes", alerta o médico
A rinite alérgica é uma doença que não pode ser curada, todavia o tratamento do paciente acometido é contínuo e deve fazer parte do dia a dia. Com a chegada do inverno os sintomas da rinite podem surgir com maior frequência, pois durante a estação aumenta as incidências de infecções orais na população e cresce o número de contágios.
Para tratar a rinite e livrar-se dos sintomas nessa época medidas preventivas não devem ficar de fora da rotina, recomenda o otorrinolaringologista, Dr. Pedro Geisel, do Sistema Unimed:
"Os cuidados incluem usar roupas de cama do tipo edredons, deixar os ambientes em casa e no trabalho ventilados e expostos ao sol quando possível. Trocar as roupas de cama com frequência, de preferência 1 a 2 vezes na semana. Usar roupas adequadas ao frio, de preferência de material sintético, já que roupas de lã ou similares podem conter ácaros, mofo, agravando os sintomas de rinite alérgica", indica. No inverno por conta do frio é comum as pessoas abafarem o ambiente para aquecer, seja em casa ou no local de trabalho, o que não é nada saudável e favorece a manifestação das bactérias. Principalmente, quem sofre de doenças respiratórias crônicas, como a rinite e a asma devem adotar cuidado em dobro.
Leia também: Prevenção contra a gripe
Posso usar os descongestionantes nasais sempre? Quem possui doenças alérgicas sofre grande incômodo com a obstrução das vias nasais e a coriza, mas fazer o uso contínuo dos descongestionantes não é saudável e pode até mesmo agravar o quadro. De acordo com o médico o uso dos descongestionantes são indicados para pacientes que são acometidos por resfriados, gripes e sinusite, por um período de no máximo cinco dias.
"O uso prolongado pode causar "efeito rebote" na obstrução nasal, levando o paciente a utilizar o descongestionante mais vezes ao dia e por período cada vez maior (Rinite Medicamentosa). Além disto, o uso de ver cauteloso em pacientes com doenças, como Hipertensão Arterial Sistêmica, arritmias cardíacas e glaucoma. Deve ser evitado em gestantes", alerta o médico.
Crise alérgicas aumentam no inverno
Descongestionantes caseiros resolvem? O otorrinolaringologista considera a opção caseira segura, porém os efeitos são mais demorados e nem sempre imediatos, como o paciente deseja. "Mesmo assim, em razão da sua segurança, são de grande valia no tratamento da obstrução nasal, principalmente decorrente de infecções ou quadros alérgicos", ressalta.
Como exemplo de opções caseiras o especialista cita o soro fisiológico, também disponível em gotas sprays e aerossol, essências inalantes compostas por mentol e eucalipto (podem ser aplicadas com diluição em água morna) e solução caseira com soro fisiológico e bicarbonato de sódio.
Medidas diárias podem prevenir as crises de rinite, portanto, mesmo na ausência dos sintomas o médico indica alguns cuidados diários no combate à manifestação da doença:
"A lavagem nasal diária com soro fisiológico 0,9%, mais facilmente realizada com spray ou aerossol, duas vezes ao dia, pode diminuir a incidência de infecções de vias aéreas superiores e é uma importante aliada na prevenção e tratamento das rinites", recomenda.
Vacina contra rinite existe, mas ainda é um tratamento pouco conhecido e de alto custo A vacina para o tratamento da rinite existe desde 1990 e inúmeros estudos comprovam a eficiência na redução dos sintomas. Pesquisa realizada na faculdade de Medicina de Jundiaí confirma que a vacina pode reduzir em até 80% os sintomas. O método não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).
Rinite alérgica, um mal presente na vida de muitas pessoas
A OMS diz que a duração para o tratamento da doença com a vacina ainda é desconhecida, embora estudos indiquem o período de 4 a 5 anos, o que irá depender de cada paciente. O valor do tratamento varia de acordo com o local em que irá realizar, mas está em torno de 2 mil ao ano.
A rinite é uma implicação que afeta o sono e pode comprometer a vida social do paciente. Pesquisadores consideram a vacina importante para o tratamento da rinite, principalmente entre os casos mais graves de rinite alérgica que já não apresentam melhorias com o uso dos sprays com corticoides.
Médico apresenta medidas diárias para livrar-se das crises: -Realizar o acompanhamento para tratamento e prevenção da rinite com seu especialista, periodicamente;
-Uso de roupas de cama sintéticas;
-Lavar bem as mãos;
-Evitar roupas de pelo e lã;
-Deixar os ambientes arejados;
-Deixar as roupas de cama e travesseiros expostos ao sol;
-Trocar de travesseiros e de colchão com maior frequência;
-Evitar objetos em casa que possam favorecer o acúmulo de mofo ou poeira (como tapetes, carpetes).
Participação do Otorrinolaringologista, Dr. Pedro Geisel Santos, do Sistema Unimed.
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Infecção intestinal pode ser perigosa, como evitar o problema?
| SARE DROGARIAS |
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Matéria |
08/07/2016 07:48:00 |
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Médico alerta sobre o hábito da alimentação no carro, transportes públicos e ambientes próximos ao banheiro
A infecção intestinal, diferente de uma simples dor de barriga, pode ser um quadro grave e requer cuidados preventivos. O agente infeccioso se manifesta no organismo de modo rápido, no mesmo dia ou no dia seguinte após a contaminação. A bactéria responsável pelo contágio é presente em diversos ambientes do convívio, principalmente onde há movimentação de pessoas e higiene precária, sobretudo na alimentação.
Leia também: Dicas para um intestino mais saudável
O especialista em gastroenterologia, Dr. Marlus Morais, do Sistema Unimed, explica que os principais sintomas apresentados pela infecção intestinal são: cólicas abdominais, diarreia, vômito, flatulência e até mesmo febre. O médico também pede atenção a consistência da urina que para esse caso pode apresentar-se mais escura e em menor volume. Boca seca, língua saburrosa e pouca transpiração são também sinais emitidos pela infecção.
"Nos casos mais graves, quando a infecção é mais intensa, todos estes sintomas e sinais são aumentados e o paciente pode ter uma desidratação rápida que pode levá-lo a hipotensão, com sudorese profusa, palidez e estado de choque (chamamos de hipovolêmico) com perda da força muscular, desmaios e até a morte", alerta. A bactéria mais comum pela manifestação da doença é a Salmonella, "Mas além desta e outras bactérias, pode haver infecção por vírus, fungos, protozoários e outros agentes. A quantidade de carga infecciosa e a capacidade de resposta imunitária é que vão determinar a gravidade de cada caso, não devendo haver negligência para nenhum dos casos", salienta.
Como evitar a infecção intestinal? O desconforto causado pela doença atinge drasticamente a rotina do indivíduo, portanto medidas preventivas podem evitar o contágio da doença. O especialista reforça sobre a importância da higiene pessoal, sobretudo das mãos e dos alimentos consumidos.
"Lavar bem as mãos, manter a higiene dos dentes e da língua, lavar corretamente os alimentos antes do preparo ou da ingestão, usar "equipamentos" higienizados e buscar ambientes limpos são fundamentais para evitar a infecção", recomenda. É comum devido a correria da rotina diária e do tempo limitado para alimentar-se , carros, ônibus e transportes públicos tornam-se refeitórios. E não só isso, o especialista também alerta quanto ao consumo das refeições próximas ao banheiro, em ambientes como restaurantes, o que torna todos esses cenários bastante propícios para a manifestação dos agentes infecciosos.
"Até as pessoas com quem você está compartilhando o local precisam ser avaliadas. Um exemplo: lanchonete em frente ao hospital que trata de doenças respiratórias aumenta o risco de você estar em contato com pessoas contaminadas que ao falar emitem gotículas de saliva contaminantes (chamadas perdigotos)", adverte. Como tratar a infecção intestinal? O médico recomenda a hidratação e repouso durante o tratamento. A alimentação deve ser leve, dê preferência às refeições de fácil digestão. "A alimentação na fase inicial deve se concentrar na hidratação (com soro caseiro, por exemplo). O clássico chá com torrada ou bolacha água e sal, pode ser boa alternativa para os casos leves. Sopas não gordurosas como canjas e caldo de legumes são também boas opções", indica.
De acordo com o Dr. Marlus essas medidas são geralmente as mais adotadas para a cura da infecção, pois contribuem para que o organismo elimine os agentes infecciosos, e assim possibilitar a recuperação do quadro sem a necessidade da ingestão de medicamentos.
"Quando há necessidade de remédios, se usam medicações antiespasmódicas para reduzir as cólicas e o número de episódios de diarreia. Antieméticos (que são remédios para diminuir náuseas e vômitos), antitérmicos para casos de febre e hidratação oral ou endovenosa", recomenda. O especialista também cita os probióticos como auxiliares durante o tratamento da infecção, pois contribuem para recomposição da flora intestinal, ajuda a eliminar o inchaço e age na absorção saudável dos líquidos, que são comumente eliminados em casos de infecções intestinais. "Os casos mais graves exigirão antibióticos de acordo com a causa da doença e medidas suportivas orgânicas como hidratação endovenosa e medicações vasopressoras, entre outras", conclui.
Participação do especialista em gastroenterologia, Dr. Marlus de Morais, do Sistema Unimed.
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