Radar Unimed Diário | 18 de outubro de 2016 | edição 1118
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Unimed na imprensa
   

Custos em alta e menos clientes
Com a crise econômica e redução de beneficiários, operadoras fazem ajustes na gestão e focam em programas de medicina preventivaPor Genilson... (VALOR ECONÔMICO -SP - 18/10/2016)

Unimed Bauru é pioneira ao investir em serviço de radioterapia próprio
Com investimentos de R$ 6 milhões, o recurso poderá atender até 60 pacientes/dia com hora marcada; pacientes viajavam para outras cidades em busca do tratamento por ordem de chegada (DCI - SP - 18/10/2016)

Unimed lança o Desafio Rosa
Combate ao câncer de Mama ganha reforço (BARBACENA - ON LINE - MG - 18/10/2016)

Com um novo percurso e muito calor, Corrida UNIMED Fortaleza celebra 10 anos, com muito sucesso na capital cearense.
Fortaleza, 16/10/2016 - Mais um vez, a Corrida UNIMED Fortaleza mobilizou uma grande multidão neste início de semana na capital... (O POVO - ON LINE - CE - 18/10/2016)

Comunidade Emaús receberá oficina de alimentação saudável
Mais de 20 internos em tratamento contra a dependência química da comunidade Emaús receberão uma oficina sobre alimentação saudável e... (PARANÁ SHOP - 18/10/2016)

Unimed Jundiaí garante valorização profissional
A Unimed Jundiaí investe cada vez mais no segmento médico-hospitalar, sendo um dos destaques na Região, na área da saúde. "Acreditamos... (PORTAL JJ - 18/10/2016)

Especialista explica o desafio da vacinação na fase adulta
O Dia Nacional de Vacinação, que tem por objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção de doenças, muitas vezes... (MUNDO COOP - 17/10/2016)

Unimed Uberaba celebra o Dia do Médico com ações e valorização dos cooperados
Fotos: Divulgação Presidente da Unimed Uberaba, médico Vítor Guilherme Maluf Curi, é ouvido por centenas de médicos sobre a importância... (JORNAL DE UBERABA - ON LINE - MG - 18/10/2016)

Unimed-Rio: ANS negocia acordo para garantir atendimento
Rede credenciada também participa de conversas por busca de solução (O GLOBO - RJ - 18/10/2016)

Ibovespa fecha no maior nível desde janeiro de 2013
SÁO PAULO - O Ibovespa bateu hoje o nível mais alto desde janeiro de 2013, movido por expectativas positivas para o Brasil. O índice... (VALOR ECONÔMICO -SP - 18/10/2016)

Operadora não pode restringir tratamento não previsto em unidade credenciada
De acordo com STJ, no contrato não havia descrição dos serviços que o hospital poderia oferecer (O GLOBO - ON LINE - 18/10/2016)

Plano de saúde não pode limitar tratamento indicado por especialista
O julgamento de um recurso pelo desembargador Amaury Moura Sobrinho ressaltou que uma operadora de Plano de Saúde não pode negar o fornecimento... (ÂMBITO JURÍDICO - 17/10/2016)

 
 
Notícias de interesse
   

Zika: País já vive 2ª onda de microcefalia
Um caso foi notificado semana passada, em Campina Grande, na Paraíba; há ainda outros três registros sob suspeita e em investigação (O ESTADO DE S. PAULO - SP - 18/10/2016)

Hospital do Fundão cancela cirurgias
Aquecimento de disjuntor deixa unidade seis horas sem energia O Hospital Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro... (O GLOBO - RJ - 18/10/2016)

Parcerias para obras de hospitais evidenciam dificuldades
Um hospital é referência internacional e sofre para lidar com a demanda crescente; outro é subutilizado por falta de verbas; o terceiro... (VALOR ECONÔMICO -SP - 18/10/2016)

STF e a questão de medicamentos de alto custo
Pendem de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), dois recursos nos quais se discute se o Estado é obrigado a fornecer remédios... (O REGIONAL SUL - 18/10/2016)

Aumento e ingerência nos planos de saúde são criticados em audiência pública
Representantes da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps)... (AGÊNCIA SENADO - 17/10/2016)

São Paulo ganha reforço de R$ 2,9 milhões para a saúde mental
Ao todo, são sete unidades, entre Centros de Atenção Psicossocial e Serviços Residenciais Terapêuticos, que estão habilitados pelo Ministério da Saúde para fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial de SP (MINISTÉRIO DA SAÚDE - 18/10/2016)

Planos de saúde perdem 1,5 milhão de clientes em doze meses
Cerca de 1,5 milhão de clientes: essa foi a perda que os planos de saúde tiveram em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2015,... (GLOBO ONLINE - BLOG LAURO JARDIM - 18/10/2016)

 
 
Agência de notícias
   

Unimed Porto Alegre promove ações alusivas ao Dia das Crianças

Secretárias são reconhecidas pela Unimed Poços

Unimed Apucarana: Outubro Rosa: histórias de vida contra o câncer de mama

Unimed Araçatuba lança o primeiro Saúde Truck do Brasil

Ação da Unimed Pelotas apoia Dia das Crianças do Instituto D. Antônio Zattera

Unimed Franca adere a novo modelo de atenção à saúde do idoso proposto pela ANS

Neuropatias em foco no 3º Módulo de Aperfeiçoamento para pediatras da Unimed Vitória

Ação Endomarketing - Especial Dia das Crianças Unimed Regional Sul Goiás

Unimed Vale do Caí: Jornada de Nutrição: conhecimento para estimular a qualidade de vida

Unimed Porto Alegre inaugura serviço de ressonância magnética

Muita energia e sorrisos marcam atividades para crianças no espaço Unimed Noroeste/RS

Unimed Mercosul em dia com Código de Conduta da Unimed do Brasil

Doação de cabelos e palestras fazem parte das ações da Unimed Londrina no Outubro Rosa

Unimed Chapecó: Dia do médico: Com a palavra, quem exerce

Unimed Cascavel realiza ações pelo Dia das Crianças

Unimed Grande Florianópolis promove oficina Papo de Avós

Circuito de Corridas Unimed reúne mais de 150 atletas em Erechim

Unimed Barbacena oferece isenção de Coparticipação para clientes realizarem mamografia

Unimed Guarulhos oferece sessão de cinema em homenagem ao Dia das Crianças

Unimed COP: Unimed Prudente lança Rede de Cuidados Continuados

Unimed Fortaleza divulga histórias inspiradoras de colaboradores no Outubro Rosa

Unimed Volta Redonda: Mais Saúde completa um ano de implantação

Na Unimed Goiânia Central de Atendimento promove Projeto Casual Day

Outubro Rosa na Unimed Nova Iguaçu

Unimed Nova Iguaçu: Redação Empresarial e Inteligência Emocional

Unimed COP: Nutricionista aborda sobre alimentos funcionais no Projeto Viver Bem da Unimed Lençóis Paulista

 
 
Concorrentes
   

Reajuste do plano é limitado a 20% (COLUNA DO SERVIDOR)
O juiz Itagiba Catta Preta Neto, 4ª Vara da Seção Judiciária Federal, em Brasília, alterou decisão anterior e limitou a 20% o reajuste... (O DIA - RJ - 18/10/2016)

Nova vitória da Anasps contra a Geap
Decisão da Justiça Federal em Brasília suspende o reajuste da Geap, maior operadora de planos de saúde, para os associados incluídos... (CORREIO BRAZILIENSE - ON LINE - 17/10/2016)

 
 
 
Clipping diário da Unimed do Brasil
 
 
 

Zika: País já vive 2ª onda de microcefalia

O ESTADO DE S. PAULO - SP METRÓPOLE Matéria 18/10/2016

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O segundo ciclo de bebês com microcefalia ligada à zika começa a surgir. Foi notificado semana passada, em Campina Grande, na Paraíba, o nascimento de um bebê com síndrome provocada pela transmissão do vírus durante a gestação.

A médica Adriana Melo, que diagnosticou o caso, afirmou que mãe e bebê já tiveram alta.

O bebê, um menino, teve material coletado. Exames mostraram a presença do vírus, o que indica a infecção durante a gestação.

Há ainda outros três casos de microcefalia sob suspeita.

O material coletado dos bebês foi levado para análise e famílias e autoridades sanitárias aguardam o resultado.

"É uma doença sazonal. Tivemos um período mais calmo.

Mas a tendência é de que a partir de agora haja um aumento de casos", disse Adriana. O nascimento ocorre meses depois de a cidade ter enfrentado uma onda de infecções por zika.

Dificuldades. A secretária de Saúde de Campina Grande, Luzia Pinto, afirma que o crescimento de casos agrava a preocupação com a assistência dada a famílias e bebês. Na cidade, conta, já são atendidas 117 crianças. Desse total, 15 são de Campina Grande.

"A cidade se transformou em um polo. Famílias de bebês com a síndrome, atraídas por relatos de outras mães, acabam vindo para cá", afirmou.

Luzia diz que, apesar do aumento da demanda, a cidade não recebeu recursos extras. O trabalho é todo feito por uma equipe formada por uma enfermeira, uma fisioterapeuta, uma psicóloga e um neuropediatra.

"Temos também um serviço voluntário." Campina Grande está situada em uma região onde o número de casos de microcefalia ligada ao vírus da zika é bem superior ao que é registrado no restante do País. "Não sabemos ainda a causa da diferença. Somente pesquisas podem identificar se há outros fatores envolvidos no maior risco para o desenvolvimento da síndrome", afirmou a médica, responsável por identificar pela primeira vez a presença do zika no líquido amniótico de dois fetos, em novembro de 2015.

Números. Embora a epidemia de zika tenha acontecido em várias partes do Nordeste no ano passado, o nascimento de bebês com síndrome relacionada à infecção foi maior nos Estados da Paraíba, do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.

Em todo o País, foram confirmados até agora 2.033 casos de microcefalia e outras alterações ligadas ao sistema nervoso central relacionadas com a infecção congênita pelo zika.

Ainda permanecem em investigação 3.055 casos suspeitos.

A primeira onda de aumento de casos de microcefalia começou a ser identificada no Brasil em agosto do ano passado, em Pernambuco. Em outubro, o fato foi comunicado ao Ministério da Saúde que, poucos dias depois, declarou emergência em saúde pública nacional.

Durante 2016, a zika se alastrou pelo País. A doença, provocada por um vírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado e por via sexual, foi registrada em vários Estados do País, provocando um surto, no início do ano, no Rio. O aumento de casos de microcefalia associada à doença, no entanto, por enquanto não se repetiu em outros locais.

No Rio, o registro de casos de síndrome congênita é pequeno, diante dos casos de zika. Uma equipe do Ministério da Saúde estuda a possibilidade de que a microcefalia esteja ligada a outros fatores.

Sem evidência. Em nota, o ministério afirmou não haver evidência científica de novo ciclo de casos de microcefalia. De acordo com a pasta, o número de casos registrados nos últimos dois meses é menor do que o registrado no mesmo período do ano passado.

 
       
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Hospital do Fundão cancela cirurgias

O GLOBO - RJ RIO Matéria 18/10/2016

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Aquecimento de disjuntor deixa unidade seis horas sem energia

O Hospital Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, suspendeu ontem cerca de 20 cirurgias agendadas, após a energia da unidade ter sido cortada, devido a um superaquecimento no sistema elétrico. O problema num dos disjuntores foi detectado por volta das 7h, deixando sem luz a emergência, o centro cirúrgico, o Centro de Terapia Intensiva (CTI) e o setor de radiodiagnóstico. O problema só foi resolvido às 13h.

As cirurgias serão reagendadas ainda esta semana. Médicos relataram que o gerador não funcionou ontem, quando a luz foi cortada: - Como a luz não voltava, tivemos que ventilar alguns pacientes manualmente - contou um profissional, que pediu para não ser identificado.

Segundo o médico Eduardo Côrtes, diretor do Clementino Fraga, o disjuntor que aqueceu faz parte de um sistema elétrico velho, em atividade há mais 40 anos: - De certa forma, é consequência da falta de investimento. A rede elétrica tem mais de 40 anos, assim como o sistema hidráulico. É tudo muito antigo e defasado.

Segundo Côrtes, os técnicos demoraram a identificar o problema: - Uma das chaves do disjuntor aqueceu e tivemos que desligá-la. Depois, tivemos que fazer um reparo de emergência, instalando ventiladores para mantê-lo resfriado. Se fosse um sistema moderno, seria mais rápido e teríamos outras formas de direcionar.

CRISE SE ARRASTA HÁ DOIS ANOS.

 A crise financeira no hospital começou há dois anos, mas a situação foi agravada em 2015, com a redução no repasse de recursos. Chegou a ocorrer falta de insumos básicos, como material cirúrgico, gaze, agulhas e seringas, entre outros artigos de primeira necessidade. Atrasos no envio de verbas do Fundo Nacional de Saúde deixaram um rombo no ano passado, de cerca de R$ 7 milhões, referente a serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o diretor do hospital, já foi elaborado um projeto para reformar toda a rede elétrica da unidade em 2017. Ele está em busca de verbas.

- Os geradores não foram ligados imediatamente porque os técnicos precisavam saber exatamente o que estava acontecendo. Havia um risco de os equipamentos provocarem um efeito contrário. Poderiam sobrecarregar o sistema elétrico, levando a um curto-circuito na rede.

 
       
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Unimed-Rio: ANS negocia acordo para garantir atendimento

O GLOBO - RJ ECONOMIA Matéria 18/10/2016

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Um termo de compromisso que garanta a continuidade do atendimento aos mais de 800 mil beneficiários da UnimedRio começou a ser negociado, ontem, em reunião na sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com representantes do Ministério Público Estadual (MP), da Defensoria Pública do Estado, da cooperativa carioca e dos prestadores de serviços credenciados à empresa.

Durante o encontro, segundo nota conjunta assinada por ANS, MP e Defensoria, foram "debatidas as metas e fixados os compromissos inerentes às responsabilidades de cada um dos participantes" que resultará num termo de compromisso. "PARTICIPAÇÃO DOS COOPERADOS" A nota ainda destaca que "a participação dos cooperados também será fundamental ao atingimento das metas direcionadas ao reequilíbrio econômico-financeiro e assistencial da cooperativa." No fim do mês passado, os médicos se negaram, em assembleia, a fazer um aporte de R$ 500 milhões pedido pela diretoria. Em duas semanas, no entanto, a empresa arrecadou cerca de R$ 15 milhões com um programa voluntário de pagamento de dívidas com impostos que teve adesão de 400 cooperados.

No último dia 4, a ANS recomendou a venda da carteira da Unimed-Rio. Segundo fontes, apesar da orientação ser genérica, a expectativa da agência é que o Sistema Unimed dê uma solução interna para amparar os usuários da cooperativa do Rio, caso não se consolide a recuperação da empresa. Hoje a Unimed-Rio tem um passivo de R$ 1,9 bilhão.

Participaram ainda da reunião de ontem representantes de Unimed do Brasil, Unimed Seguros, Central Nacional Unimed, da Federação das Unimeds do Rio, da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Rio, do Sindicato dos Hospitais e Clínicas do Rio, da Associação Nacional de Hospitais Privados e da Associação dos Hospitais do Estado do Rio.

 
       
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Parcerias para obras de hospitais evidenciam dificuldades

VALOR ECONÔMICO -SP BRASIL Matéria 18/10/2016

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Um hospital é referência internacional e sofre para lidar com a demanda crescente; outro é subutilizado por falta de verbas; o terceiro está com licitação assinada há mais de dois anos, mas o terreno onde será construído ainda não foi liberado para obras.

Frutos de parcerias público-privadas (PPPs), esses três casos ilustram os tortuosos caminhos que poder público e iniciativa privada muitas vezes percorrem para concretizar projetos juntos. Também refletem as dificuldades para essa modalidade avançar no país.

No Estado mais rico do Brasil e com a maior tradição em privatização, em julho de 2014 foi assinada a PPP dos Complexos Hospitalares para a construção de três hospitais: na região da cracolândia, no centro de São Paulo, em São José dos Campos e em Sorocaba, um acréscimo de 580 leitos e 3 mil atendimentos ambulatoriais mensais à rede estadual de saúde.

A construtora Construcap investiu tempo e recursos no projeto vencedor do edital da PPP, comprometendo-se a investir cerca de R$ 740 milhões em obras, compra e instalação de equipamentos dos três hospitais. Com as unidades inauguradas, a empresa será responsável, por 20 anos, pela chamada "bata cinza" - operação de todo o hospital com exceção da área clínica ("bata branca").

No interior, as obras estão em andamento, com abertura ao público programada para fevereiro de 2018. Já na unidade da capital paulista, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) não conseguiu liberar completamente o terreno que abrigará o novo hospital Pérola Byington. À época da assinatura da parceria, o secretário Estadual da Saúde, David Uip, disse que "o principal benefício da PPP para a construção de hospitais está na agilidade para a implantação de serviços associada à economia de recursos públicos."

A Construcap não quis comentar o assunto, mas a repercussão é bastante negativa no mercado. "Para participar de uma empreitada dessa, o investidor privado gasta com estudos, levanta capital, estrutura garantias. Dois, três anos depois da licitação o custo desse projeto é outro, a realidade econômica é outra, como explicar esse detalhe do terreno para acionistas ou para fundos e bancos que me financiam ou dão garantia?", questiona, reservadamente, um empresário que tem negócios em parceria com o setor público.

Em nota, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo argumenta que a PPP, feita em dois lotes, "foi uma decisão estratégica e acertada, com aval da Procuradoria Geral do Estado", permitindo começar as obras dos dois hospitais no interior, e que não teve nenhum gasto com o projeto atrasado na capital. Além disso, o antigo hospital Pérola Byington segue de portas abertas "até que seja possível realizar a transferência para o novo prédio."

O governo Alckmin desapropriou 26 imóveis do terreno de 11,3 mil m2 onde será o futuro hospital, mas resta o último, uma borracharia e distribuidora de pneus, empresa familiar com quase 70 anos de existência e instalada no local há mais de 40 anos. O dono do estabelecimento, Horacio Zacharias, não gostou da oferta de indenização para a desapropriação de sua propriedade, com cerca de 5 mil m2. Levou o caso à Justiça há dois anos; o processo corre até hoje.

Ele explica que o governo estadual ofereceu inicialmente cerca de R$ 2,2 mil por metro quadrado, totalizando aproximadamente R$ 10,5 milhões - hoje, a referência para venda de imóvel comercial na cidade de São Paulo é de, em média, R$ 10,8 mil por metro quadrado, informa a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Segundo o empresário, a oferta foi melhorada recentemente, mas ele segue insatisfeito. O juiz do caso determinou que o valor do metro quadrado do terreno fosse estipulado por um perito independente. "Mesmo com toda a deterioração da região por causa da cracolândia, da insegurança, da sujeira, todo mundo sabe que o potencial de valorização é imenso", afirma Zacharias.

Em Belo Horizonte, a reclamação fica por conta da Vivante, empresa que participa da PPP do hospital municipal do Barreiro. Philippe Enaud, presidente da Vivante, diz que enfrentou "negociações exaustivas" por cerca de nove meses com a prefeitura para tentar receber a remuneração prevista em contrato pela construção e operação ("bata cinza") do hospital.

"Entregamos o hospital, mas a administração pública não paga corretamente a contraprestação pelos nossos investimentos. O contrato teve que passar por reequilíbrio econômico-financeiro, numa negociação exaustiva. Em contexto de crise fiscal e dificuldade para receber, é natural que o privado procure segmentos com fontes de pagamento mais seguras, como iluminação", afirma Enaud.

O argumento dele é que o consórcio vencedor da PPP construiu e equipou o hospital, deixando-o pronto para funcionar com capacidade total; logo, a expectativa de retorno financeiro pelo investimento feito, de mais de R$ 200 milhões, equivale a indicadores baseados em uma taxa de ocupação de 100% dos 451 leitos. O problema é que a prefeitura não tem dinheiro suficiente para honrar sua parte da parceria, que é contratar e pagar profissionais da "bata branca" (médicos, cirurgiões). O resultado é que o novo hospital, entregue em dezembro, opera abaixo de 15% de sua capacidade, e o pagamento ao parceiro privado reflete esse desempenho.

"Num contrato de longuíssimo prazo, comum às PPPs, conflito entre as partes é natural. Foi preciso recorrer ao reequilíbrio econômico-financeiro nesse caso, que é um instrumento contratual válido. Vamos pagando de acordo com o nível de atividade, mantendo perspectiva de alta desse desempenho", justifica Júlio Onofre, presidente da PBH Ativos, empresa da prefeitura responsável pelas PPPs.

Ele não garantiu quando o hospital estará funcionando plenamente e lembrou que trata-se de uma unidade "100% SUS", com 50% do custeio feito pela prefeitura e os outros 50% divididos igualmente entre governo estadual e Ministério da Saúde. "Os repasses atrasaram. Uma PPP se torna ainda mais complexa quando a parte de financiamento envolve os três entes da federação", acrescentou Onofre.

O Ministério da Saúde informou que transferiu à prefeitura de Belo Horizonte R$ 15 milhões em junho deste ano, valor referente à sua participação em 2016 no hospital do Barreiro dentro do programa federal Pro-Hosp Gestão Compartilhada. A Secretaria Estadual da Saúde de Minas não respondeu.

Na periferia de Salvador, a experiência do Hospital Estadual do Subúrbio é paradoxal. Inaugurado em 2010 como a primeira PPP na área de saúde do país, a unidade logo se transformou em referência internacional pela qualidade do atendimento e eficiência de gestão. O sucesso atraiu a população mais pobre de outras áreas da capital baiana, de outras cidades do Estado e até usuários de classe média com plano de saúde.

Com a explosão da demanda, a modelagem do contrato da PPP entre o governo baiano e a parceira privada Vivante enfrentou dificuldades. Houve muita discussão sobre como manter o contrato atualizado e ajustar os valores da remuneração pagos pelo poder concedente. Foi necessário lançar mão do reequilíbrio econômico-financeiro constantemente - em concessão tradicional, esse instrumento seria uma espécie de aditivo contratual.

"Quando a demanda começou a extrapolar pensamos: ´Tem alguma coisa errada com a modelagem da parceria´. Mas a percepção de erro na interpretação de um contrato é algo subjetivo. É preciso buscar entendimento dentro do setor público e se preparar para novos desafios institucionais. Costumo dizer que o que vivemos no Hospital do Subúrbio é um problema saudável", avalia Manuel Vitório, secretário Estadual da Fazenda da Bahia e presidente da Rede PPP, entidade que envolve governos com o objetivo de desenvolver as parcerias público-privadas no Brasil.

 
       
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Ibovespa fecha no maior nível desde janeiro de 2013

VALOR ECONÔMICO -SP Matéria 18/10/2016

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SÁO PAULO - O Ibovespa bateu hoje o nível mais alto desde janeiro de 2013, movido por expectativas positivas para o Brasil. O índice fechou em alta de 1,50%, em 62.696 pontos, no maior patamar desde 3 de janeiro de 2013, quando encerrou em 63.312 pontos.

O índice teve uma manhã morna, na qual operou de lado, mas no período da tarde melhorou o desempenho, após o vencimento de opções sobre ações. Operadores atribuiram o fôlego da Bovespa a uma melhora na percepção de risco para o país. "As notícias que estão saindo recentemente corroboram as expectativas positivas do mercado", disse o diretor de operações da MIrae Asset, Pablo Spyer.

Entre os fatores positivos que os analistas citam estão projeções de inflação mais baixa, queda na taxa de juros e a redução dos combustíveis anunciada na semana passada pela Petrobras. Alguns bancos estão melhorando suas projeções para a economia brasileira, o que pode resultar em elevação das estimativas do mercado para os lucros das empresas. Também ajuda a força que o governo de Michel Temer tem mostrado no Congresso. O principal fator de alívio foi a aprovação, em primeira instância, da PEC do teto de Gastos pela Câmara dos Deputados.

Segundo Spyer, a viagem de Temer também causa boa impressão e ajuda no tom positivo. Na cúpula dos Brics, Temer comprometeu-se a levar adiante reformas estruturais e disse que a superação da crise brasileira combinará responsabilidade fiscal e social. "Tenho conversado com muitos fundos que estão voltando a alocar recursos no Brasil", disse Spyer.

Em relatório de hoje, o BTG Pactuai diz que o impeachment da presidente Dilma Rousseff pode ter iniciado um novo ciclo de alta de longo prazo para o Ibovespa. A casa afirma que o índice subiu 100% em dólares desde a mínima do ano, levando alguns a acreditar que as ações brasileiras estão caras. A perspectiva política e econômica está inegavelmente melhor, mas a economia continua ruim, dando suporte a esse argumento, diz a casa na nota.

Mas, no trabalho, o BTG afirma que um novo ciclo de alta pode estar a caminho. A casa realizou um estudo com variações do índice em dólar desde 1980, e identificou ralis de alta mais longos, normalmente iniciados por eventos políticos-chave que levaram o Ibovespa a mostrar performances fortes.

O penúltimo rali - antes do atual - foi iniciado com a eleição de Lula, particularmente em setembro de 2002, logo após Lula publicar sua carta à nação se comprometendo com as políticas de mercado. Esse ciclo durou seis anos. Antes disso, o impeachment de Collor em 1990 iniciou um rali que durou seis anos e meio.

Segundo os especialistas, Michel Temer ficará no cargo por dois anos e meio e as políticas que vêm sendo implementadas poderiam levá-lo (ou alguém de seu grupo) a assegurar a vitória nas eleições e mais quatro anos no poder.

Com o início do horário de Verão no Brasil, a BM&FBovespa aumentou em uma hora as negociações do mercado à vista, que se encerram às 18 horas. Mas os Estados Unidos ainda não sanam de seu próprio horário de Verão, o que vai acontecer apenas em 6 de novembro. Com isso, o mercado americano só abre às 11I130, o que deixa uma janela de abertura de fraca liquidez para o mercado local. O volume de hoje, no entanto, foi forte, com o vencimento. O Ibovespa movimentou RS 6,3 bilhões e a bolsa teve giro financeiro de RS 11,7 bilhões.

As maiores altas do Ibovespa tiveram a presença de companhias estatais ou concessionárias. BB ON disparou no fechamento e subiu 5,86%, Petrobras PN veio atrás, com +3,94%, CCR ON ganhou 3,86%, Embraer ON teve valorização de 3,52% e Sabesp ON avançou 3,2%. O Credit Suisse elevou a recomendação para o Santander e para o BB de abaixo da média do mercado (underperform) para neutra. As unit do Santander avançaram 2,15%.

Petrobras subiu a despeito da queda do petróleo, de 0,8% no exterior. A empresa informou que está em negociações avançadas com a Ultrapar Participações para venda da Liquigás. Além disso, informou nesta manhã que a produção de petróleo no Brasil subiu 8,7% em setembro.

Embraer sobe pelo segundo pregão seguido, após a divulgação de dados operacionais do terceiro trimestre. A empresa entregou 29 jatos comerciais no período, alta de 38% na comparação anual. A carteira de pedidos firmes a entregar atingiu USS 21,4 bilhões, com 479 registros.

Do outro lado, Qualicorp PN caiu 4,11%. Segundo operadores, os investidores estão preocupados com a situação financeira da Unimed-Rio.

As ações da Cyrela recuaram 1,85%. Os papéis reagiram à prévia operacional divulgada na sexta-feira, após o fechamento da Bovespa, os lançamentos totais ficaram em RS 452 milhões no terceiro trimestre do ano, queda de 26% em relação a igual período de 2015. As vendas líquidas contratadas no trimestre atingiram RS 573 milhões, 43% abaixo do ano anterior.

CAline CuryZampieri | Valor)

 
       
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Custos em alta e menos clientes

VALOR ECONÔMICO -SP VALOR SETORIAL - SAÚDE Matéria 18/10/2016

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Com a crise econômica e redução de beneficiários, operadoras fazem ajustes na gestão e focam em programas de medicina preventiva

Por Genilson Cezar

Para as operadoras brasileiras de planos de saúde, é melhor prevenir do que tratar. Isso. atualmente, não c apenas puro marketing, É uma estratégia de sobrevivência, avalia Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 18 grupos de operadoras de planos privados de assistência à saúde que atuam no país. "O atual cenário da saúde suplementar é delicado e se agrava com os problemas do setor - como desperdícios e despesas assistenciais elevados - e a crise econômica", diz ela.

O número de desempregados no país soma 12 milhões de pessoas, e isso impacta o número de beneficiários. No período de um ano, até julho de 2016, o setor registrou a saída de 1,7 milhão de beneficiários. "Com isso, as operadoras perderam economias clc escala, c aumentaram as despesas com assistência á saúde e com administração", explica Solange. E uma escalada de custos que não tem sido compensada sequer por reajustes das mensalidades superiores a 13%, acima da taxa de inflação.

"A correção anual das mensalidades tenderá sempre a ser superior ao índice Geral de Preços, uma vez que tem por finalidade compensar a variação das despesas per capita com saúde - a chamada inflação médica - que, historicamente, vem crescendo bem acima da inflação que mede os demais preços da economia", afirma. Entre 2007 e 2016, os gastos per capita com saúde no Brasil cresceram 158,74$, enquanto a variação do IPCA foi de 74,74$, no mesmo período, informa.

Nesse quadro, a prevenção é a chave, concorda Irlau Machado Filho, presidente do grupo NotreDame lntermédica, multinacional americana controlada pelo fundo de investimento Bain Capital.com uma receita líquida de RS 2,9 bilhões no ano passado. A operadora possui uma rede de atendimento de alta capacidade, com 11 hospitais, oito maternidades integradas, 14 prontos-socorros e 59 centros clínicos. No fim de setembro, o grupo adquiriu a Unimed ABC por R$ 125 milhões, acrescentando mais 70 mil clientes, um hospital com 119 leitos, cinco centros clínicos e duas unidades de pronto atendimento.

"Mas preferimos que nossa rede não seja usada", assinalado foco dos nossos investimentos são os programas de medicina preventiva, com intervenções rápidas para diminuir a evolução de qualquer tipo de patologia", afirma Machado Filho.

Programas para gravidez de risco, diferenciados, para atrair os usuários de forma muito ativa, conseguem reduzirem 40$as internações de crianças em UTI. Programas de apoio ao idoso, buscando interagir com pacientes e com suas famílias para evitar quedas, remanejar móveis nas residências, orientar banhos e programas específicos de cardiopatia e diabetes. "Conseguimos evitar as cursos, com eficiência, qualidade e avaliação criteriosa dos riscos, dentro das estratégias de negócios de cada operadora", destaca.

A preocupação não é descabida. Mesmo com várias medidas de contenção adotadas, dados do primeiro trimestre de 2016 mostram que, para cada RS 100 recebidos, o setor gastou RS 99,3, incluindo despesas assistenciais, impostos, comercialização e taxas administrativas. Por isso, em várias operadoras e seguradoras de planos de saúde, o rígido controle de gastos passou a fazer parte de um modelo contínuo de gestão. O Hapvida, por exemplo, maior operadora de saúde do Norte e Nordeste, fortaleceu sua rede própria, composta por 20 hospitais, 71 Hapclínicas, 17 pontos-atendimentos,57 laboratórios e 63 centros de imagem; passou o controle de áreas importantes, como engenharia, call center e tecnologia da informação, para seus colaboradores; e diminuiu o número de fornecedores. 
 
"Com 3,3 milhões de beneficiários de planos de medicina e odontológicos, temos hoje o completo domínio de toda a operação. Podemos gerir diretamente a qualidade do serviço e o custo final oferecido aos nossos pacientes", conta Jorge Pinheiro, presidente do Sistema Hapvida. A tecnologia cumpre papel fundamental e é uma das prioridades estratégicas do Hapvida, adianta. "Desenvolvemos uma plataforma tecnológica que integra o sistema de todas as suas unidades em tempo real", diz ele."Por meio dessa ferramenta e com auxílio de câmeras de vídeo,o atendimento e o tempo de espera em todas as urgências e emergências são monitorados pelo núcleo de controle e qualidade da empresa", ressalta.  

Administrar custos altos permanece como o maior desafio para a gestão das empresas do setor. "Na Amil, verificamos que as empresas têm solicitado cada vez mais soluções que possibilitem a redução do custo, para que possam continuar a oferecer o beneficio de assistência médica aos funcionários, sem mudanças significativas no perfil do produto contratado", relata Erwin Kleuser, diretor de orçamento e planejamento da operadora.   

Investi mento em gestão de saúde da coparticipação, adotada pela Amil, segundo ele. permitem às corporações clientes um acompanhamento mais próximo da saúde dos colaboradores, viabilizando maior controle dos custos assistenciais. No modelo da coparticipação, de acordo com Kleuser, as empresas podem manter o beneficio do plano de saúde aos seus colaboradores, com valores mais acessíveis e compartilhados."Isso gera uma economia de até 15% em relação ás despesas dos planos sem coparticipação", diz. 

Nesse ambiente de dificuldades econômicas, a co-participação é uma maneira encontrada pelas empresas de transferir parte de suas despesas na área de saúde para o funcionário conveniado aos planos de saúde, analisa Humberto Torloni Filho, vice-presidente para a América Latina da AON, multinacional britânica que fornece gerenciamento de riscos e terceirização de serviços. "O empregado tinha no seu plano de saúde uma coparticipação de 10% sob os custos de consultas c exames, por exemplo. A empresa passou a cobrar 20% ou 30% de coparticipação, diminuindo o impacto dos custos", afirma. Outra solução adotada pelas empresas, segundo o dirigente da corretora, é a cobrança de valor dos exames um pouco maior para os dependentes do empregado conveniado. "São alternativas que têm um papel moderador. Inibem uma procura descontrolada dos usuários pelos serviços de assistência médica, sem necessidade", afirma.  

Na verdade, a situação atual exige uma mudança radical na maneira como são organizadas as práticas de saúde em benefício da qualidade de vida das pessoas na saúde privada ou pública, defende Eucles de Freitas Aquino, presidente da Unimed do Brasil, considerada a maior rede de assistência médica do país, com 349 cooperativas médicas que prestam atendimento a 19 milhões de beneficiários. Desde 2011, a Unimed trabalha nessa direção, de acordo com Aquino. Criou o Comitê de Atenção Integral á Saúde (CAS), com o objetivo de incentivar e auxiliar as operadoras de saúde Unimed na implantação de um modelo que tem como base a atenção primária: prevenção, vigilância, prestação de assistência e reabilitação ao cliente."Resulta em melhorias da qualidade de vida dos pacientes, de indicadores de saúde e, consequentemente, em um custo assistencial mais adequado ás práticas médicas realizadas. Ou seja, gera melhor equilíbrio econômico e financeiro para os planos de saúde", destaca.

A adoção de programas de gestão cm saúde não traz qualquer garantia de expansão do mercado brasileiro de saúde suplementar, mas mesmo com todas as dificuldades da economia não há desalento. A Bradesco Saúde e Mediservice, que atualmente atende mais de 4,2 milhões de beneficiários, sentiu bastante o impacto da cri se-as empresas fortemente atingidas pelo desemprego, petrolíferas e de construção civil, estão entre os seus principais clientes. "Por isso, tivemos um saldo negativo de beneficiários, o que se refletiu negativamente nos negócios de contratações de planos de saúde", comenta Márcio Coriolano, presidente da operadora.

As vendas de produtos para o segmento de pequenas e médias empresas, no entanto, compensaram as perdas na área das grandes corporações. No ano passado, a Bradesco Saúde teve um faturamento superior a R$ 18 bilhões, 21,9% superior ao de 2014. "Continuamos apostando fortemente no segmento de PMEs, no ritmo dos anos anteriores, mas ainda crescente", diz ele. Até junho deste ano, o faturamento das pequenas c médias empresas cresceu 31,2%, comparado com o mesmo período de 2015.0 faturamento global cresceu neste ano 17,1 %. "A continuidade do ritmo vai depender do crescimento econômico." 

Para a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), é natural que a situação econômico-financeira e a queda do nível de emprego no país influenciem diretamente empresas e consumidores, provocando redução ou crescimento do número de beneficiários de planos de saúde. Em julho, os planos médico-hospitalares registraram 48,36 milhões de beneficiários, uma redução de 156,5 mil beneficiários em relação a junho, e os planos exclusivamente odontológicos assinalaram 22,03 milhões de beneficiários, um aumento de 7,8 mil em relação ao mês anterior.

"O importante é que o setor busque estratégias adequadas á realidade do país e garanta o acesso do cidadão aos serviços contratados, mantendo a qualidade e assegurando a sustentabilidade", diz José Carlos Abrahào, diretor-presidente da ANS. Para ele, "é necessária definição de uma agenda mínima de consenso para reduzir os custos assistenciais desnecessários, combatendo o desperdício, as fraudes, os modelos de remuneração inadequados e a judicialização do segmento", afirma.

 
       
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Unimed Bauru é pioneira ao investir em serviço de radioterapia próprio

DCI - SP Matéria 18/10/2016

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Bauru e Região - A Unimed Bauru é a primeira cooperativa médica do sistema a investir em um recurso de radioterapia próprio. Com a inauguração do espaço de 570 m², a unidade passa a ter atendimento integral na área de oncologia, somando o novo setor ao de quimioterapia já existente.

O pioneirismo foi festejado durante a cerimônia de inauguração do Serviço de Radioterapia do Hospital Unimed Bauru (HUB), pelo superintendente executivo de recursos próprios da Unimed do Brasil, Rodolfo Pinto Machado de Araújo.

Sob a responsabilidade do médico radioterapeuta Cazuo Arakawa, o serviço possui alta tecnologia, sendo considerado um dos aparelhos mais precisos e atualizados da região.

Um dos diferenciais do novo tratamento, com capacidade para atender até 60 pacientes ao dia, será o atendimento personalizado com hora marcada. O recurso evitará a necessidade de buscar tratamento em cidades como Jaú, Botucatu e Marília, onde, na maior parte das vezes, o atendimento é por ordem de chegada. Para o diretor superintendente da Unimed Fesp, Omar Abujamra Júnior, o atendimento para os pacientes locais e de cidades próximas amplia a oferta de recursos de qualidade.

Investimento

A Unimed Bauru investiu cerca de R$ 6 milhões nesta nova ala hospitalar, que faz parte de um amplo projeto de expansão no qual a cooperativa vem investindo progressivamente. O presidente da Unimed Bauru, Roberson Antequera Moron, destacou a radioterapia como mais um diferencial de qualidade . Para nossos médicos, é o equipamento adequado. Para nossos pacientes, o conforto de se tratar em sua própria cidade, perto da família, nesse momento tão difícil. O superintendente do HUB, Orlando Costa Dias, reforça a preocupação em eleger a qualidade como marca do jeito de cuidar da Unimed, lembrando que os pacientes já podiam contar com um serviço de Quimioterapia diferenciado e acolhedor, o que irá se repetir com a radioterapia.

A equipe de profissionais realizou treinamentos em fase experimental meses antes de o serviço começar a operar. O equipamento de procedência inglesa é um Acelerador Linear da marca Elekta, modelo Precise, capacitado com feixes de fótons e de elétrons de megavoltagem, que pode realizar tratamentos do tipo IMRT (radioterapia com intensidade modulada de feixe) e 3D (tridimensional conformacional). Ele é considerado um dos aparelhos mais precisos e atualizados da região.

É possível realizar radioterapia para todos os tipos de tumores, profundos e superficiais. Um sistema multilâminas para colimação personalizada proporciona o direcionamento paralelo dos feixes de radiação para garantir o delineamento da área de tratamento. De acordo com o físico médico responsável, Marco Antonio Rodrigues Fernandes, a configuração do modelo em operação no HUB proporciona os mais avançados tratamentos e técnicas radioterápicas, produzindo maior segurança e conforto aos pacientes. Possui sistema computadorizado de planejamento radioterápico, o que aumenta a precisão do tratamento e evita efeitos colaterais da terapia , explica o especialista em radioterapia, que também é professor doutor da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu.

Entre os procedimentos radioterápicos oferecidos, destacam-se: radioterapia tridimensional, conformacional e técnicas de IMRT - com feixes de fótons de alta energia; radioterapia em tumores de pele - com feixes de elétrons de alta energia; planejamentos computadorizados de alta complexidade; betaterapia para prevenção de queloides; e irradiação de hemocomponentes (bolsas de sangue para transfusão).

Novos centros

Uma das próximas ampliações do Hospital Unimed Bauru será a construção de uma nova ala para abrigar o serviço de Quimioterapia, ao lado do recém-inaugurado prédio da Radioterapia. O presidente da Unimed Bauru, Roberson Moron,contou que a cooperativa também planeja construir um centro de diagnóstico. Segundo ele, o complexo abrigará consultórios médicos das mais diversas especialidades, medicina do trabalho, atenção primária à saúde e medicina preventiva . O local terá equipamentos de ponta e última geração, com uma atenção especial à saúde da mulher.

Anna Maria Ferreira

 
       
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Reajuste do plano é limitado a 20% (COLUNA DO SERVIDOR)

O DIA - RJ ECONOMIA Coluna 18/10/2016

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O juiz Itagiba Catta Preta Neto, 4ª Vara da Seção Judiciária Federal, em Brasília, alterou decisão anterior e limitou a 20% o reajuste do plano de saúde Geap, dos servidores federais. A mudança atende a uma ação ajuizada pela Associação Nacional dos Servidores da Previdência (Anasps), devido ao aumento previsto anteriormente, que era de 37,55%.

A decisão considerou a correção anterior abusiva e ressaltou a dificuldades em manter os associados no plano caso o aumento fosse concedido. "Há grande probabilidade do reajuste implementado pela operadora em questão, acabar por inviabilizar a permanência de inúmeros segurados, que, aparentemente pode caracterizar um reajuste abusivo. Além disso, merece destaque a informação trazida pela autoria consubstanciada no fato de que apenas a contribuição paga pelos segurados, foi reajustada em índices tão elevados enquanto a cota custeada pela administração sofreu um aumento bem inferior", registrou o magistrado em sua decisão.

A sentença beneficia os associados na segunda ação, que não pagarão o aumento imposto pelo Conselho de Administração da Geap. Quanto ao primeiro grupo, permanece decisão da 22ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, que limitou o reajuste em 20%.

JUDICIÁRIO ESTADUAL 

REPOSIÇÃO SEM PRAZO 

■ Continua sem prazo de ser votado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça, a reposição salarial de 24% pedida pelos servidores. O tema chegou a estar previsto na pauta da votação mas acabou ficando de fora. Segundo o diretor-geral do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado, Alzimar Silva, a categoria não tem reposição desde 1987.

PROFESSORES

SEPERJ E AS ELEIÇÕES

■O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ) promove no dia 25 deste mês, debate com os candidatos à prefeitura, já na reta final da campanha do segundo turno. Marcelo Crivella (PRB) e Marcelo Freixo (Psol) vão falar sobre suas propostas no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), às 18 horas.

ALERJ 

LICENÇA DE POLICIAIS

■ O deputado estadual Paulo Ramos (Psol) defendeu ontem que o projeto de lei, de sua autoria, que reduz o tempo de licença a policiais e bombeiros militares, seja votado pelo plenário da Assembleia Legislativa (Alerj). A proposta altera de dez para cinco anos efetivos a concessão de licença para assuntos particulares.

CORREIOS

NOVOS ISTEMA

■ O novo sistema adotado nos Centros de Distribuição Domiciliária (CDDs) para triagem de cartas vem criando insatisfação por parte de servidores dos Correios, segundo informação do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Similares do Rio. A triagem agora passa a ser feita por CEP.

UFRJ 
INDICATIVO DE GREVE 

■ Os técnicos administrativos da Universidade Federal do Rio (UFRJ) se reunirão amanhã, a partir das 10 horas, para decidir sobre indicativo de greve. O encontro será a partir das 10 horas, no auditório do Bezão, na Cidade Universitária. A informação é do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFRJ.

SINPOL

REUNIÃO COM SÁ

■ O Sindicato dos Policiais Civis do Rio de Janeiro (Sinpol) pretende pedir uma reunião com o novo secretário estadual de Segurança Pública, Roberto Sá, para tratar sobre a questão salarial. Segundo o presidente da entidade, Fernando Bandeira, a intenção é conseguir agendar o encontro para daqui a dez dias.

 
       
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STF e a questão de medicamentos de alto custo

O REGIONAL SUL Matéria 18/10/2016

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Pendem de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), dois recursos nos quais se discute se o Estado é obrigado a fornecer remédios de alto custo ou sem registro nas listas do SUS e da Anvisa a quem não pode pagar. A questão é de fundamental importância e de impacto direto na vida de milhares de pacientes que dependem do acesso de medicamentos através do SUS e repercute, indiretamente, também sobre o dever de os planos de saúde privados custearem medicamentos ainda sem registro na Anvisa, tema este que suscita acaloradas discussões judiciais.

Inicialmente, o Ministro Relator Marco Aurélio Mello, havia definido que o Estado não poderia ser obrigado a fornecer um medicamento sem registro nos órgãos competentes. Devido à enorme repercussão do caso, o Ministro alterou seu voto, passando a admitir que medicamentos ainda não registrados no Brasil, mas devidamente testados e certificados no exterior podem ser fornecidos pelo Poder Público.

A verdade é que a questão suscita e enseja inúmeras discussões, não apenas de ordem jurídica mas até mesmo ética. É legítimo garantir o fornecimento de medicamentos apenas aos comprovadamente hipossuficientes? A Constituição garante a saúde como direito de todos. Não há na lei observação de que somente os pobres devem gozar da tutela do Estado. Alguém que goze de melhor condição financeira deve ser obrigado a suportar às próprias expensas a aquisição de determinado medicamento de alto custo, mesmo quando paga seus impostos e deveria, em tese, obter amparo do Estado em caso de necessidade?

A tais dilemas, se somam outros como a administração sustentável dos recursos do Estado. Como atender a contento uma altíssima demanda de medicamentos de alto custo com recursos limitados? Muitos invocam, neste caso, o "princípio da reserva do possível", como uma forma de limitar a responsabilidade do Estado dentro de critérios de razoabilidade. Por fim, como mencionado antes, também os planos de saúde poderão sofrer impacto indireto. Hoje, há milhares de ações judiciais em trâmite no Brasil nas quais se discute, exatamente, o dever dos convênios arcarem com o custeio de medicamentos importados prescritos a seus beneficiários, alguns deles ainda não registrados na Anvisa, sendo importante anotar que, na enorme maioria das decisões, o Judiciário tem reconhecido o dever de fornecimento.

Fato é que a questão deve ser analisada sob múltiplos aspectos e não cabem respostas simplórias. Medicamentos ainda não registrados na Anvisa não devem ter o seu fornecimento sumariamente descartados, seja pelo Estado seja pelos planos de saúde privados. Com efeito, se determinados medicamentos tem sua eficácia comprovada por meio de estudos clínicos reconhecidos pela comunidade médica (inclusive internacional), não haveria motivo pelo qual não admitir o seu acesso a pacientes no Brasil.

Vale dizer, se determinados remédios já foram aprovados em órgãos de saúde no exterior, como Estados Unidos e Europa e são reconhecidos como eficazes, o paciente brasileiro não pode ser penalizado pela simples falta de registro pela Anvisa e demais órgãos regulamentadores nacionais, que em muitos casos decorrem de burocracia injustificada.

Obviamente alguns critérios podem ser estabelecidos para regulamentar as circunstâncias e condições para o fornecimento de tais medicamentos, mas em última análise, negar acesso a tais medicamentos - seja pelo SUS, seja pelos planos de saúde -, em virtude única e exclusivamente da falta de registro nacional não nos parece razoável e os eminentes Ministros do STF parecem sinalizar entendimento neste sentido. Quem viver, verá.

Artigo de:

Luciano Correia Bueno Brandão, advogado especialista em Direito à Saúde, do escritório Bueno Brandão Advocacia (http://www.buenobrandao.adv.br/).

 
       
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Aumento e ingerência nos planos de saúde são criticados em audiência pública

AGÊNCIA SENADO Matéria 17/10/2016 20:04:00

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Representantes da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) protestaram nesta segunda-feira (17), em audiência na Comissão de Direitos Humanos, contra o aumento abusivo das contribuições cobradas pela Geap Autogestão em Saúde, a operadora de plano de saúde mais comum entre os servidores públicos federais.

Além dos aumentos abusivos das contribuições dos trabalhadores, representantes da Fenasps criticaram a ingerência e a indicação política de pessoas incapacitadas para assumirem cargos dentro da operadora de planos de saúde. De acordo com Cleuza Maria Faustino, diretora da Fenasp, o governo vem demitindo todos os gerentes regionais da empresa para empregar apadrinhados políticos.

- A Geap acabou com o controle social nos estados. Nós tínhamos conselhos regionais que contribuíam para levar as reivindicações dos assistidos até a empresa. O controle social é melhor forma de a Geap chegar mais perto dos seus assistidos - explicou.

Ana Luisa Dal Lago, diretora da Fenasps, afirmou que os trabalhadores não podem permitir que a Geap faça novo reajuste e que expulse de dentro do plano o restante dos contribuintes. Ana Luisa afirmou que, se não houvesse corrupção e desvio de verba dentro da instituição, não seria necessário um reajuste tão alto como o que foi feito em 2016.

- A gente vem aqui, senador, pedir ajuda tanto na questão do aumento do per capita como para acabar com a ingerência dos governos dentro da Geap, acabar com premiação de cadeira para afetos do governo que vão lá para dentro e fazem aplicações erradas - disse.

Reajuste

Representando a Geap, Adilson Moraes da Costa, afirmou que a instituição luta diariamente para oferecer o menor reajuste de preço. Adilson explicou que a entidade não tem fins lucrativos e o que arrecada é para pagar os custos assistenciais. Segundo ele, no ano de 2016, os beneficiários tiveram que arcar com um reajuste maior da contribuição em função da própria inflação dos custos médicos.

- A inflação do custo médico é muito maior do que a inflação comum, inflação de alimentos, por exemplo. Tivemos também multas, ações judiciais, tudo isso conta para elevar os preços dos planos. Além disso, a Geap é obrigada a aguardar recursos para garantir sua sustentabilidade - ponderou.

A diretora de controle de qualidade da Geap, Luciana Rodriguez de Carvalho, afirmou que houve um aumento expressivo no valor das multas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e ressaltou que 49% da carteira de beneficiários é composta por pessoas na faixa etária acima de 59 anos, o que acaba ocasionando um custo maior.

Ana Luisa Del Lago ressaltou que a empresa paga multas justamente porque não tem redes de atendimento suficientes nos estados. Segundo ela, tudo é consequência da ingerência de governo dentro do plano de saúde.

Já Paula Avila, assessora jurídica da Fenasps, afirmou que utilizar o argumento das ações judiciais para justificar os aumentos abusivos no bolso do contribuinte é colocar a culpa na vítima.

- Se existem ações judiciais é porque existem vítimas. Pessoas que trabalharam uma vida contribuindo para um plano de saúde, não conseguem migrar para outro e não têm alternativa a não ser se manter, às duras penas, nesse plano - afirmou.

 
       
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Plano de saúde não pode limitar tratamento indicado por especialista

ÂMBITO JURÍDICO NACIONAL Matéria 17/10/2016 07:05:00

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O julgamento de um recurso pelo desembargador Amaury Moura Sobrinho ressaltou que uma operadora de Plano de Saúde não pode negar o fornecimento de um material médico específico e determinado por um especialista clínico. No caso dos autos, a decisão refere-se a um Agravo de Instrumento, no qual a Unimed Natal - Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico terá que arcar com todas as despesas inerentes ao pagamento do tratamento cirúrgico para implante do par de lente intraocular da marca AT lisa trifocal 939 MP (Zeiss Alemanha), conforme previsto na Guia de Internação.

No entanto, a decisão no TJRN deferiu o pedido da operadora para que o cumprimento da medida seja condicionado à juntada, aos autos, pelo usuário, do orçamento das lentes prescritas por seu médico e fornecido pelo fabricante, viabilizando a Cooperativa Médica a proceder com o deposito em Juízo da quantia especificada.

Por um lado, o paciente alegou que é portador de catarata, glaucoma e astigmatismo em ambos os olhos e que sua visão é inferior a metade de uma pessoa normal, sendo recomendado por profissional médico uma cirurgia para implante secundário de lente intraocular da marca especificada em ambos os olhos.

A Unimed chegou a argumentar que o usuário demandou em busca de lentes especiais, de custo elevado e fabricante específico, diferente daquela fornecida, sem justificativa plausível, bem como que o relatório médico não permite concluir que as lentes custeadas pela operadora de plano de saúde são inúteis para o caso.

No entanto, o desembargador Amaury Moura Sobrinho destacou que recusar o fornecimento das lentes adequadas ao tratamento cirúrgico prescrito pelo profissional de saúde, sob a alegação de que não é obrigada a fornecer lentes especificas, de elevado custo, é abusiva, especialmente porque, não é dado a seguradora a escolha do tratamento da patologia, cabendo tal escolha ao profissional de saúde, notadamente através de métodos mais sofisticados, eficientes e modernos, o que deve se sobrepor as demais questões pois que o bem envolvido no contrato celebrado entre as partes é a saúde e a vida.

"Com efeito, o objetivo precípuo da assistência médica contratada, é o de restabelecer a saúde do paciente através dos meios técnicos existentes que forem necessários, não devendo prevalecer, portanto, limitação ao tipo de tratamento a ser prescrito ao paciente", enfatiza o julgador.

(Agravo de Instrumento Com Suspensividade n° 2016.014650-1)

 
       
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Unimed lança o Desafio Rosa

BARBACENA - ON LINE - MG Matéria 18/10/2016 08:38:00

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A Unimed Barbacena entrou na luta contra o câncer de mama, neste mês de outubro, lançando o Desafio Rosa. A cor é o símbolo da luta no combate ao câncer de mama e alerta as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce e de atitudes de autocuidado.

O Desafio Rosa começou no início do mês, primeiro com as colaboradoras da Cooperativa, mas logo ganhou as redes sociais e muitas adeptas. De acordo com Graziela Braga, da Assessoria de Comunicação da Unimed, "a proposta é simples: no mês de outubro, mantenha suas unhas pintadas de rosa, poste sua foto no facebook usando #desafiorosaunimed e mostre para o mundo que você se cuida". A proposta busca através de forma lúdica e interativa alertar as mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce no combate ao câncer de mama. "Muitas fotos estão sendo postadas e nosso convite fica para todas: pinte suas unhas de rosa, poste no face usando  #desafiorosaunimed e mostre para todo mundo que você é uma mulher que se cuida e se ama", assinalou Graziela.

SECRETÁRIA EXCELENTE - Educação continuada, relacionamento e aprimoramento profissional. Com este propósito, a Unimed Barbacena lançou no último sábado o programa: Secretária Excelente. O lançamento aconteceu durante o já tradicional Encontro de Secretárias que reuniu cerca de 100 profissionais na sede da Unimed, onde elas aproveitaram a manhã com aula de zumba, distribuição de brindes, um saboroso brunch e a apresentação do Secretária Excelente.

Para André Pimentel, Presidente da Cooperativa este programa irá propiciar melhoria contínua tanto para as secretárias, quanto para a Cooperativa, Cooperados e Prestadores. "Oferecer aos nossos públicos oportunidade de aprendizado e aprimoramento é uma grande conquista de nossa Unimed. Nossa Diretoria recebeu com imensa alegria a proposta deste programa, escrito pelas áreas de Comunicação e Relacionamento e estará investindo no que preciso for para o sucesso do secretária excelente", afirmou o médico.

Um programa para todas - O programa contará com cursos, palestras, talk show, workshops e parcerias que oferecerão às secretárias conhecimento e aprimoramento. Estão programados 4 encontros presenciais durante o ano, onde temas como eficiência, auto maquiagem para o trabalho, sigilo e confidencialidade e saúde da mulher, entre outros, serão abordados.

Além disso as profissionais que aderirem ao programa terão oportunidade de realizar cursos no formato EAD nas áreas: administrativa, marketing, eventos, por exemplo.

Para incentivar e valorizar ainda mais as secretárias que se envolverem com o programa, teremos a participação premiada, ou seja, dentro de uma escala de participação e envolvimento, as secretárias participantes serão premiadas ao final do primeiro ano do programa "Queremos estimular e valorizar todas que se dispuserem a aprender conosco.  Temos certeza que este programa será um grande diferencial em nossa Unimed", conclui Pimentel.

 
       
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Nova vitória da Anasps contra a Geap

CORREIO BRAZILIENSE - ON LINE BLOG DO SERVIDOR Matéria 17/10/2016 16:59:00

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Decisão da Justiça Federal em Brasília suspende o reajuste da Geap, maior operadora de planos de saúde, para os associados incluídos na 2º ação judicial.

O juiz da 4ª vara da seção judiciária federal, reformou o entendimento anterior para firmar a competência da Justiça Federal, para julgar a ação e reconhecer o interesse e a legitimidade da União, na segunda ação judicial movida pela Anasps contra o aumento de 37,55% do plano de saúde.

Ademais, determinou a imediata suspensão do reajuste até a decisão posterior por considerar que, "no caso, há grande probabilidade do reajuste implementado pela operadora em questão, acabar por inviabilizar a permanência de inúmeros segurados, que, aparentemente, pode caracterizar um reajuste abusivo. Além disso, merece destaque a informação trazida pela autora consubstanciada

no fato de que apenas a contribuição paga pelos segurados foi reajustada em índices tão elevados enquanto a cota custeada pela Administração sofreu um aumento bem inferior".

A decisão beneficia os associados da Anasps na segunda ação, que não pagarão o aumento de mais de 37,55% imposto pelo Conselho de Administração da Geap, o qual inclusive já foi notificado da determinação judicial, devendo cumpri-la imediatamente.

Quanto ao Primeiro Grupo, permanece a decisão da 22ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, que limitou o reajuste do plano de saúde em 20%, informou a Anasps.

 
       
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Unimed Uberaba celebra o Dia do Médico com ações e valorização dos cooperados

JORNAL DE UBERABA - ON LINE - MG CIDADE Matéria 18/10/2016

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Fotos: Divulgação

Presidente da Unimed Uberaba, médico Vítor Guilherme Maluf Curi, é ouvido por centenas de médicos sobre a importância dos cooperados durante evento que reuniu as principais lideranças do Sistema Unimed

Cooperados participam das atividades por meio de uma gestão alicerçada na governança corporativa, no planejamento estratégico e na qualidade; administração com transparência na Unimed Uberaba

Passa um pouco das oito horas da manhã, um cooperado é recebido com sorrisos e com soluções. No mesmo prédio, um cliente é acolhido com competência e autoriza uma guia para um procedimento importante. Todos os dias, centenas de pessoas trabalham em parceria com a Unimed Uberaba para garantir que a operação do serviço de saúde seja feita com a máxima qualidade. A missão de tanta gente é contribuir para salvar vidas.

Com um sistema modelo no mundo, a Cooperativa tem papel de destaque na sociedade ao imprimir uma série de parcerias com o maior potencial de recursos humanos, estruturais e tecnológicos para a prevenção e a cura de doenças. "Somos médicos e sabemos que cada minuto é importante para garantir o bem estar físico, mental e social. Temos um profundo senso de responsabilidade e trabalhamos para melhorar os processos em busca da saúde pessoal e coletiva da nossa comunidade."

Na Unimed Uberaba os médicos têm uma central de soluções e de projetos para a valorização profissional. Vários canais de comunicação físicos e virtuais permitem o atendimento de diversas demandas. No relacionamento com o cooperado, os especialistas contam, ainda, com cursos, novas especializações e atualizações, também, para as equipes de secretaria gerando oportunidade de melhoria contínua nas clínicas e nos consultórios. Programas de benefícios que valorizam os médicos e seus familiares são diferenciais da Cooperativa.

"Todos os dias devem ser para celebrar os profissionais que trabalham com dedicação e ética. Os médicos merecem aplausos e hoje é um dia para comemorar importantes personalidades que fazem da saúde um caminho de amor pela vida."

 
       
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São Paulo ganha reforço de R$ 2,9 milhões para a saúde mental

MINISTÉRIO DA SAÚDE Matéria 18/10/2016 08:31:00

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A população de seis municípios do estado de São Paulo ganhou, nesta segunda-feira (17), um reforço na ordem de R$ 2,9 milhões para habilitação de novos serviços de atenção à saúde mental. São cinco novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) nas cidades de Catanduva, São Bernardo do Campo, Tatuí, Ibuína e Iguape, além de dois Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs) em Sorocaba, todos habilitados pelo Ministério da Saúde. As portarias que liberam os recursos e habilitam as instituições estão disponíveis no Diário Oficial da União (D.O.U).

As unidades beneficiadas podem realizar procedimentos específicos ligados à ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), que dispõe sobre a criação, ampliação e articulação de pontos de atenção à saúde para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Os CAPs são unidades especializadas no atendimento a pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool, crack e outras drogas. Têm caráter aberto e comunitário e são constituídos por equipe multiprofissional, atuando de maneira interdisciplinar. São montados para atender uma área territorial determinada, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial. 

Já os SRTs são moradias inseridas na comunidade e destinadas a acolher pessoas egressas de internação de longa permanência (dois anos ou mais ininterruptos), egressas de hospitais psiquiátricos e hospitais de custódia. Atualmente funcionam no estado de São Paulo 374 CAPs e 394 SRTs.

"Esse recurso, destinado à habilitação dos novos serviços, faz parte dos compromissos que assumi no início da nossa gestão, de melhorar, ampliar e qualificar o atendimento que oferecemos pela rede pública de saúde. Tenho convicção de que a verba vai beneficiar milhares de pessoas que precisam de ajuda na área de saúde mental", destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

POLÍTICA DE SAÚDE MENTAL - A Política Nacional de Saúde Mental tem por objetivo consolidar um modelo de atenção aberto e de base comunitária, promovendo a liberdade e os direitos das pessoas com transtornos mentais cuidadas pelos serviços na comunidade.

Em consonância com a Reforma Psiquiátrica (Lei 10.216/2001), o governo federal impulsionou a construção de um modelo humanizado, mudando o foco da hospitalização como única possibilidade de tratamento às pessoas com transtornos mentais e decorrentes do uso de álcool e drogas para um modelo de cuidados voltados para a reinserção social, a reabilitação e a promoção de direitos humanos.

Dessa forma, os hospitais psiquiátricos estão sendo gradativamente fechados e substituídos pela lógica da RAPS, que prevê a criação, ampliação e articulação de pontos de atenção à saúde para essa população no Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo leitos em Hospitais Gerais.

 
       
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Operadora não pode restringir tratamento não previsto em unidade credenciada

O GLOBO - ON LINE Matéria 18/10/2016 08:31:00

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RIO - Clientes de planos de saúde têm direito ao serviço prestado por instituições parceiras que funcionam dentro de uma unidade de saúde credenciada ao convênio, segundo entendimento da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A deliberação faz parte de um recurso movido pela Unimed de Araraquara, no interior de São Paulo, contra decisão favorável a uma beneficiária, que a obrigou a custear o tratamento quimioterápico no Instituto Oncológico de Ribeirão Preto (INORP), não credenciado, mas que atua dentro do Hospital Carlos Fernando Malzoni, que faz parte da rede credenciada.

No recurso, negado pelo STJ, a operadora argumentou que na rede credenciada há outras instituições que oferecem serviços similares e não poderia ser obrigada a cobrir o tratamento em uma clínica não credenciada. O ministro relator, Villas Bôas Cueva, no entanto, ressaltou que no contrato firmado não havia descrição dos serviços que o hospital poderia oferecer. Para Villas Bôas, quando a prestação do serviço não for integral, as restrições devem ser indicadas.

De acordo com a advogada Renata Vilhena Silva, especializada em direito à saúde, a decisão do STJ é coerente.

- É muito comum os planos de saúde credenciarem hospitais de alto custo e usá-los como âncoras para atrair o consumidor pra contratação. A Unimed Paulistana, por exemplo, tinha o Sírio Libanês como credenciado, mas só atendia internação programada, com dia marcado; não atendia pronto-socorro, nem quimio, ou outro serviço, só para que o cliente tivesse expectativa de usufruir daquele hospital. Mas, na verdade, ele não pode usar. Essa é uma conduta que fere o Código de Defesa do Consumidor, o princípio da transparência e da boa-fé. A partir do momento que a operadora credencia um hospital, o consumidor tem expectativa de tudo que tem naquele hospital será fornecido - avalia a advogada

 
       
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Com um novo percurso e muito calor, Corrida UNIMED Fortaleza celebra 10 anos, com muito sucesso na capital cearense.

O POVO - ON LINE - CE Matéria 18/10/2016 08:39:00

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Fortaleza, 16/10/2016 - Mais um vez, a Corrida UNIMED Fortaleza mobilizou uma grande multidão neste início de semana na capital cearense. Desta vez, o palco desta grande festa foi o amplo estacionamento do Shopping Iguatemi, onde toda a estrutura do evento foi montada, com espaço de sobra para o estacionamento dos veículos, tendas de equipes e assessorias, e principalmente, a largada e chegada da corrida, que reuniu quase 2.500 corredores neste domingo aqui em Fortaleza.

Este ano, a Corrida UNIMED Fortaleza chegou a sua décima edição, e os atletas profissionais e amadores inscritos puderam optar entre os percursos de 5km e 10km, nas categorias médicos e público geral.

Percurso e corrida: Com largada às 6h 30min, o início da corrida foi bem forte, pois os atletas que estavam na frente, puxaram o ritmo. 17 minutos após a largada, o primeiro colocado nos 5km já retornava para cruzar a linha de chegada.

O percurso da 10ª Corrida UNIMED Fortaleza foi relativamente plano e rápido, mas pelo menos dois trechos exigiram mais atenção e esforço de todos os atletas. A passagem pelo estacionamento do Shopping Iguatemi, (piso irregular com paralelepípedos), e os túneis da rodovia Washington Soares (Centro de Eventos do Ceará), que proporcionam aclives e declives bem interessantes na altimetria final do percurso.

 

5km geral: Enquanto muitos ainda estavam ajustando o seu ipod ou smartphone na braçadeira que veio no kit da corrida, o jovem Francisco Donnes já retornava ao Shopping Iguatemi para percorrer os últimos metros nos 5km, e 17min 28seg após a largada ele venceu a prova. Entre as mulheres, Clice Norões foi destaque mais uma vez, vencendo com o tempo de 23min 43seg. Nesta categoria aberta ao público não houve premiação para os primeiros colocados.

Entre os médicos, foram ao podium os três primeiros colocados nos 5km, e os destaques foram respectivamente: Assis Goes, 21min 50seg; Igor Emanuel, 21min 51seg; Márcio Meira, 22min 51seg. Entre as mulheres, as três primeiras colocadas foram: Mariana Viana, 24min 21seg; Ana Cristina do Nascimento, 25min 32seg; Maria Eudócia, 28min 07seg.

 

10km geral: Na prova principal de 10km a disputa pelas primeiras colocações foi bem acirrada em todas as categorias, e vários atletas de outros estados compareceram para enriquecer a prova, elevando bastante o nível técnico da corrida.

Na prova aberta ao público, o primeiro a cruzar a linha de chegada foi o baiano Antônio Carlos de Jesus Borges, o atleta concluiu o percurso em 30mim 35seg, na sequência chegaram para completar o podium masculino: Adelson Alves Rodrigues, 30min 50seg e o cearense Daniel Carneiro dos Santos, 31min 03seg. Entre as mulheres, a primeira a cruzar a linha de chegada foi a multi-campeã cearense (Ipu), Antônia Bernadete, que concluiu os 10km com o tempo de 38min 09seg. Completando o podium feminino chegaram: Sandra Maria Alexandre da Silva, 38min 56seg e Aline Prudêncio de Freitas, 39min 29seg.

Entre os médicos, a disputa nos 10km também foi interessante, e o primeiro a cruzar a linha de chegada foi o atleta Arnaldo Tomé de Sousa Santos, com o excelente tempo de 39min 43seg. Em seguida chegaram: Marcelo Borges Cavalcante, 44min 25seg e Jailson Rodrigues Lopes, 44min 47seg. Aguardamos uma correção no resultado para divulgar os 10km feminino.

 

Abaixo, algumas fotos do podium registradas por Dudu Ruiz (Truke Mídia).

 

Um sucesso de divulgação: A 10ª Corrida UNIMED Fortaleza já começou com força total, bem antes da largada, pois com apenas uma semana de divulgação em parceria com o Portal do Corredor, a corrida já estava entre os eventos mais acessados em nosso site e redes sociais em 2016 (TOP5), com quase 50.000 views. Nos próximos dias, esses números deverão aumentar ainda mais, pois teremos muitos acessos com a divulgação do resultado, matéria pós-corrida, vídeos que ainda publicaremos, postagens em nossas redes sociais, e envio de e-mails (23 mil cadastros). Parabéns a todos nós!

 

 Confiram o resultado oficial da 10ª Corrida UNIMED Fortaleza, link...

 Vídeo pós-prova. Um pouquinho dos bastidores da corrida, link...

 Site oficial da 10ª Corrida UNIMED Fortaleza , link...

 Matéria especial pré-corrida, sorteio de uma cortesia, link...

 Confiram fotos que registramos durante o evento, link...

 Confiram o álbum oficial da corrida com centenas de fotos, link...

 Confiram fotos registradas por Rubens Mello (Fotos Run), link01; link02...

 Confiram fotos registradas por Bora Correr, link01; link02; link03; link04...

 

Próximas corridas com a nossa participação e cobertura:

Após as corridas do Rosário de Umarizeiras 15/10 e Corrida UNIMED Fortaleza, 16/10, estaremos agora na sequência nas corridas: Circuito Night Run, 29/10; Caprius Cross, 20/11; e Circuito das Estações Verão Fortaleza, 04/12.

 

Portal do Corredor, 12 anos.

Com o fechamento do mês de agosto, (Circuito Nacional Caixa; Circuito das Estações; Corrida de Guaramiranga e Corrida Dias de Sousa), concluímos o nosso ciclo de 12 anos de atividade (2004 / 2016), com 230 eventos divulgados em nosso site e redes sociais, 23 mil emails cadastrados, e mais de 1.000.000 de pessoas alcançadas em nossa fanpage nos últimos 03 anos.

Nos encontramos em breve em mais uma corrida!

Félix Luis / Direção Geral,
www.portaldocorredor.com.br

 
       
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Comunidade Emaús receberá oficina de alimentação saudável

PARANÁ SHOP Matéria 18/10/2016 08:40:00

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Mais de 20 internos em tratamento contra a dependência química da comunidade Emaús receberão uma oficina sobre alimentação saudável e utilização integral dos alimentos. O evento está marcado para a próxima quarta-feira (19) em comemoração ao Dia Mundial da Alimentação Saudável. "O objetivo é aproveitar o máximo dos alimentos evitando o desperdício e capacitar os internos para geração de renda que contribua para a manutenção da instituição" afirma Kátia Cristina Costa Lessa, analista de Responsabilidade Social da Unimed Curitiba e responsável pela ação.

A oficina acontecerá das 13h às 17h e será ministrada por Maria da Conceição Hamester, carinhosamente conhecida como Ceiça. Há 23 anos trabalha junto à Pastoral da Criança, seja como funcionária ou voluntária. "Foi e tem sido um aprendizado constante. Principalmente nossa saudosa Zilda Arns teve um papel fundamental na minha vida. Ela me ensinou a, por meio da alimentação saudável, cuidar da pessoa como um todo, valorizando-a acima de tudo. E é isso que pretendo abordar com os internos da comunidade", explica.

Ceiça explica que trabalha a saúde por meio da alimentação, melhorando corpo e mente, além de oferecer uma vivência tão terapêutica que é cozinhar. "Sem falar que, quando usamos integralmente os alimentos, ingerimos nutrientes que normalmente vão para o lixo. A casca da melancia, por exemplo, é riquíssima em vitamina C e é possível preparar uma farofa deliciosa com ela", ressalta animada. Segundo ela, até mesmo a coroa do abacaxi pode ser utilizada.

Ela também publicou o "Caderno de Receitas da Ceiça", com dezenas de dicas para preparar sucos, doces, bolos, pães, tortas, suflês, cremes, patês, e até receitas que usam flores e folhas. Foram separadas três receitas do livro para serem ensinadas aos internos da comunidade. "Dentre elas, solicitamos que fosse feita um biscoito muito saboroso que, posteriormente poderão fazer em larga escala para vender e arrecadar fundos para a casa de recuperação", explica Valéria Lopes.

Para Ceiça, ações como essa promovida pela Unimed Curitiba são essenciais para disseminar esses conceitos. "Quanto mais abordarmos esse tema, mais pessoas serão sensibilizadas e perceberão a importância de evitar o desperdício que é um grande problema das cidades, além de perceberem como essas partes que vão fora podem ser bem aproveitadas", conclui.

 

Serviço:

Oficina Uso Integral dos Alimentos

Comunidade Emaús: Casa de Recuperação Professor Olién Zétola

Data: 19/10

Horário: das 13h às 17h

Sobre a Unimed Curitiba: Maior cooperativa de saúde do Paraná e uma das cinco maiores cooperativas do Sistema Unimed Brasil, a Unimed Curitiba foi fundada em 6 de agosto de 1971. Com 45 anos de mercado, reúne mais de 4.300 médicos cooperados e quase 600 mil clientes. "Cuidar da saúde faz a vida valer a pena" é a Missão da Unimed Curitiba, uma cooperativa Feita de Médicos.

marialuiza@nqm.com.br

 
       
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Unimed Jundiaí garante valorização profissional

PORTAL JJ NOTÍCIAS Matéria 18/10/2016 08:36:00

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A Unimed Jundiaí investe cada vez mais no segmento médico-hospitalar, sendo um dos destaques na Região, na área da saúde. "Acreditamos na importância do nosso trabalho", diz o diretor de desenvolvimento e mercado, Nelson Fujita.  A unidade jundiaiense possui atualmente 480 médicos e mais de 105 mil usuários.

Fujita ressalta que a Unimed, que é uma cooperativa médica, ainda é a melhor alternativa para o trabalho médico. "Estamos numa fase transitória, mas a cooperativa é o melhor porto seguro do profissional", garante. Dignidade ao cooperado O diretor lembra ainda que a Unimed Jundiaí conseguiu entregar um novo hospital, na rua Anchieta, Centro de Jundiaí, e tem projetos futuros para os próximos anos. "Nosso objetivo é trazer dignidade ao cooperado, mas também ao usuário. Em um momento como este, é importante continuar trabalhando e acreditando que no ano que vem continuaremos nossa luta de valorização profissional", ressalta Fujita.

 
       
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Especialista explica o desafio da vacinação na fase adulta

MUNDO COOP Matéria 17/10/2016

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O Dia Nacional de Vacinação, que tem por objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção de doenças, muitas vezes fatais, é celebrado em 17 de outubro.

Levar as crianças às unidades de saúde, durante as campanhas de imunização do Governo Federal se tornou uma ação rotineira graças a esforços conjuntos dos órgãos competentes. Entretanto, um dos principais desafios no Brasil é convencer adolescentes e adultos de todas as idades sobre a importância da vacinação depois da infância. Grande parte da população ainda pensa que as vacinas são apenas para as crianças.

A vacinação é igualmente importante em todas as faixas etárias e, por isso, segue um calendário que contempla infância, adolescência, adultos, idosos, e, para as mulheres, a gestação. O Programa Nacional de Imunizações¹ (PNI), iniciativa que se tornou referência mundial, busca facilitar o acesso da população às vacinas, além de preconizar e estimular a imunização dos adultos.

"Atualmente, há adultos e idosos que não foram contemplados pelo Programa de Nacional de Imunizações, criado em 1973. Estas pessoas estão mais vulneráveis a enfermidades. O mesmo ocorre com aqueles que se vacinaram apenas na infância, pois a imunidade adquirida com as doses recebidas diminui com o passar dos anos, enquanto o indivíduo ainda acredita estar totalmente protegido. Para os que não estão com a carteirinha de vacinação em dia, há ainda o risco de transmitir doenças para outros a seu redor, como bebês e crianças não vacinadas", pondera a Dra. Carolina Ponzi, médica infectologista da Unimed Chapecó, pertencente ao Sistema Unimed. Ainda segundo a especialista, com a falta de vacinação, doenças já erradicadas, como sarampo e poliomielite, podem voltar a circular pelo país.

O Calendário Nacional de Vacinação está disponível no site do Ministério da Saúde para consulta e orientação, mas podemos destacar alguns exemplos de imunização para adultos.

·         Vacina contra gripe: pode ser aplicada desde os seis meses de idade e o recomendado é que as pessoas a recebam uma vez por ano devido às mutações do vírus;
·         Imunização contra o tétano: deve ser reforçada a cada década, ou após cinco anos quando da ocorrência de ferimentos de risco para a doença;
·         Vacina contra o HPV: para meninas e meninos a partir dos nove anos de idade, para proteção contra o câncer de colo uterino, câncer de orofaringe, pênis, reto e ânus;
·         Indicação da vacina contra o Herpes-zóster: para aqueles acima dos 50 anos;
·         Vacinação pneumocócica sequencial: para as pessoas acima de 50 anos ou com fatores de risco, visando a proteção contra meningite bacteriana, otite, sinusite e pneumonia.

Na opinião da infectologista Carolina Ponzi, a baixa procura dos adultos por imunização talvez se explique por desconhecimento e falta de informação. "Às vezes, pela pequena quantidade de casos de determinadas doenças, as pessoas esquecem que devem se proteger contra elas. Por exemplo, quando tivemos o surto de Gripe A, em 2009, a procura por imunização para a influenza em 2010 aumentou absurdamente. Já em 2014 e 2015, essa mesma procura caiu muito", explica a especialista.

Cadê a minha carteirinha?

Para atualizar a sua carteirinha de vacinação, basta procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) ou uma clínica privada de imunizações mais próxima a sua residência. Agendar uma consulta com um médico infectologista para obter as recomendações necessárias também é uma opção. Caso você não tenha mais esse documento, não se preocupe: "a única vacina que não deve ser aplicada com um intervalo menor do que dez anos é a da febre amarela. Para as outras imunizações, os profissionais habilitados irão fornecer as informações necessárias para atualização do calendário vacinal", recomenda a Dra. Carolina.

 
       
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Planos de saúde perdem 1,5 milhão de clientes em doze meses

GLOBO ONLINE - BLOG LAURO JARDIM ECONOMIA Matéria 18/10/2016 08:29:00

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Cerca de 1,5 milhão de clientes: essa foi a perda que os planos de saúde tiveram em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2015, de acordo com a ANS.

Na comparação mensal, porém, a queda foi de apenas dois mil usuários em relação a agosto - o que mostra que o pior já passou.

Entre julho e agosto, por exemplo, a baixa fora de quase 30 mil clientes, e entre agosto e setembro de 2015, cerca de 170 mil.

 
       
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