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Doentes que ganharam atenção com "balde de gelo" enfrentam falta de remédio
| FOLHA DE S. PAULO - SP |
COTIDIANO |
Matéria |
29/10/2016 |
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Depois de ganharem notoriedade com a campanha "balde de gelo", pessoas que convivem com ELA (sigla da doença degenerativa esclero-se lateral amiotrófica) estão tendo que encarar mais um problema básico: a falta de distribuição pelo SUS do único medicamento indicado para a enfermidade, o Riluzol.
Há relatos de até sete meses de ausência do remédio, que tem custo aproximado de R$ 1.000 e E entregue aos pacientes em farmácias especializadas, voltadas a medicamentos de alta complexidade.
Rio Grande do Sul e Pernambuco acumulam a maior quantidade de queixas. Em São Paulo, o problema se arrasta há três meses, segundo reclamações de pacientes à Associação Pró-Cura da Ela.
Sem o Riluzol, que visa prolongar a vida das pessoas com ELA com mais qualidade, o avanço de consequências da doença, como dificuldade respiratória, pode se acentuar e complicar o quadro geral dos pacientes.
A advogada Alexandra Szafir, 50, que devido à evolução da ELA precisa estar ligada a aparelhos para respirar, afirma que não consegue a medicação há três meses.
"Tomo duas vezes por dia. É o único remédio capaz de prolongar a vida de quem tem ELA. As consequências da sua falta são trágicas", diz a advogada, que usa um software que permite a digitação com os olhos para se comunicar.
Em 2014, a campanha mundial do "balde de gelo", que mobilizou celebridades, artistas e pessoas comuns, arrecadou no país cerca de R$ 600 mil, destinados à Associação Pró-cura da ELA. Nos EUA, a arrecadação foi de US$ 115 milhões.
A maior parte do dinheiro, 85%, foi usada para a compra de equipamentos fundamentais para a vida de pessoas com ELA mais avançada, como respiradores, tecnologia de comunicação e colchões especiais, de acordo com Jorge Abdalla, presidente da instituição, que não tem fins lucrativos.
O Ministério da Saúde afirma que a aquisição e distribuição do medicamento é de responsabilidade dos Estados e que ressarce os custos.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo negou falta do Riluzol e afirma que os problemas são pontuais. A medicação da advogada Szafir, diz, estaria "à disposição".
A pasta de PE afirma que "finalizou o processo de aquisição do medicamento", mas que o fornecedor "informou que o laboratório fabricante suspendeu a produção". Ade RS não respondeu.
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Bando explode 4 bancos e farmácia no interior
| O ESTADO DE S. PAULO - SP |
METRÓPOLE |
Matéria |
30/10/2016 |
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Um bando armado com fuzis e metralhadoras invadiu a região central e explodiu quatro agências bancárias e uma farmácia, em Capivari, interior de São Paulo, por volta das 4 horas da madrugada de sábado.
Os criminosos, entre 20 e 25 homens, segundo a Secretaria de Segurança Pública municipal, atiraram contra o prédio da Guarda Municipal e atingiram uma viatura. Conforme relatos de moradores, eles dispararam rajadas de metralhadora na praça central da cidade. Ninguém ficou ferido. A cidade tem 53 mil habitantes, e a população do centro entrou em pânico com os tiros e explosões.
Foram atacadas duas agências do Banco do Brasil, uma do Bradesco e outra da cooperativa de crédito Sicoob, além da farmácia da Unimed. Até o início da tarde de ontem, os valores levados pelos bandidos não tinham sido informados. O bando fugiu em pelo menos quatro veículos, seguindo em direção à Rodovia do Açúcar.
Os prédios ficaram destruí dos. Grande quantidade de cápsulas de vários calibres ficaram espalhadas pelas ruas de Capivari. A Polícia Militar montou um cerco na região e usou helicóptero nas buscas, mas, até a noite de ontem, nenhum criminoso havia sido preso.
O secretário de Segurança Pública do município, Ricardo Lourenço de Souza, disse que os bandidos posicionaram homens encapuzados em pontos estratégicos, abrindo fogo contra a Guarda Municipal e o destacamento da Polícia Militar para impedir qualquer reação. "Eles tinham fuzis com mira a laser, capazes de atingir um policial a uma grande distância. Ficou impossível fazer alguma coisa naquela hora", afirmou Souza. Segundo ele, até o início da tarde de ontem, o trabalho de perícia continuava, não tendo sido concluído o balanço dos estragos e do que foi levado pelos bandidos.
Delegacia. Na quinta-feira, ao menos 15 homens, também armados com fuzis, explodiram dois caixas eletrônicos em uma agência do Bradesco em Itapevi, na Grande São Paulo. A explosão aconteceu do lado da delegacia da cidade. Os criminosos fugiram e a quantia levada não foi informada.
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Para a saúde não ficar doente (Artigo)
| O ESTADO DE S. PAULO - SP |
ECONOMIA E NEGÓCIOS |
Artigo |
31/10/2016 |
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Na cerimônia de abertura da Olimpíada de Londres, em 2012, os organizadores fizeram uma homenagem ao NHS, o serviço de saúde britânico. A ninguém ocorreu fazer alguma menção elogiosa ao SUS nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Pesquisa do Datafolha no final de 2015 mostra que a saúde é a segunda maior preocupação dos brasileiros, atrás, claro, da corrupção, mas à frente do desemprego, da segurança e da educação.
A aprovação da proposta de emenda constitucional (PEC) que limita os gastos do governo colocará um enorme desafio para que o nível de atendimento não piore ainda mais.
O argumento do governo a favor da PEC é conhecido: os gastos com saúde podem aumentar desde que outros itens de despesa aumentem menos ou sejam reduzidos, de sorte a permitir que o gasto total não cresça mais que a inflação do ano anterior. Além disso, a proposta garante que os gastos com saúde subirão, no mínimo, o equivalente à variação do IPCA.
Para facilitar o trâmite resolveu-se também antecipar para 2017 a regra de que a saúde tem direito a 15% da receita corrente líquida, antes prevista para vigorar apenas em 2020. A regra atual é muito ruim. Vincular despesas correntes à flutuação da receita é péssima ideia. Quando a economia vai bem, o governo é obrigado a gastar mais; mas quando a economia entra em recessão, não há como cortar gastos, o que tende a pressionar o déficit.
Não será possível limitar os gastos com saúde à variação do IPCA, a não ser que haja uma forte deterioração na qualidade de serviços. Isso ocorre por duas razões. A primeira tem que ver com a demografia. O Brasil é um país que envelheceu antes de ficar rico.
De acordo com o Banco Mundial, a renda per capita brasileira, em dólares constantes, era de US$ 11.159 em 2015.
Muito parecida com a renda média dos países da OCDE em 1960 (US$ 11.304).
Mas a expectativa de vida no Brasil é de 74 anos, ante 67 na OCDE naquela época.
Uma população mais velha consome muito mais recursos na área de saúde.
Dados do Medicare, programa de assistência administrado pelo governo americano, mostram que em 2011 o número de atendimentos a beneficiários com mais de 65 anos representou 82% do total.
A segunda razão está relacionada ao custo das novas tecnologias médicas.
Elas não só são muito caras, como, em geral, são agregadas aos procedimentos habituais, em vez de substituí-los.
As tomografias e ressonâncias magnéticas muitas vezes não dispensam o recurso ao velho raio X, descoberto no final do século 19 ("a fotografia interior", como dizia Hans Castorp).
Nos últimos dez anos até setembro de 2016, o IPCA acumulou alta de 83,7%, enquanto os itens Serviços de Saúde e Planos de Saúde subiram, respectivamente, 123% e 131%. A conjugação da pressão demográfica com o aumento de custos tem elevado de forma exponencial os gastos com saúde. O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar estima que a variação do custo médico-hospitalar foi de +204% entre 2007 e 2015. Nesse mesmo período, a inflação oficial ficou em 72%.
Como é impossível barrar as mudanças demográficas e o avanço das inovações tecnológicas, isso significa que os gastos com saúde - se quisermos manter o patamar atual, já insatisfatório - terão que crescer acima da inflação. Para acomodar esse aumento, outros itens do Orçamento deverão evoluir abaixo do IPCA para que total de gastos fique constante.
Não será fácil.
Ou o governo será capaz de urdir novas regras de acesso a recursos públicos - aprovando, por exemplo, uma substancial reforma da Previdência - ou o teto de gastos nos conduzirá a um impasse.
] ECONOMISTA, FOI DIRETOR DE POLÍTICA MONETÁRIA DO BANCO CENTRAL E PROFESSOR DA PUC-SP E DA FGV-SP. E-MAIL: LUISEDUARDOASSIS@GMAIL.COM
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Cremerj denuncia redução de cirurgias e diz que pedirá intervenção federal na saúde estadual
| O GLOBO - RJ |
RIO |
Matéria |
29/10/2016 |
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O atendimento médico na rede estadual está em fase terminal. O déficit no orçamento da saúde já chega a R$ 2,5 bilhões, acumulados desde 2015, e hospitais estaduais e Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) correm o risco de fechar as portas, segundo o presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj), Pablo Vazquez. Diante do quadro crítico, a entidade anunciou ontem que vai pedir ao Ministério da Saúde a intervenção federal na saúde do estado. A proposta é que seja criado um gabinete de crise no Rio, sob o comando da União.
A crise, diz o Cremerj, já provocou a redução do número de leitos de UTI neonatal e de cirurgias pediátricas. Até o banco de sangue do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti (Hemorio) está sofrendo com a falência financeira: das 27 cadeiras de coleta, só seis têm sido usadas porque falta material para a retirada de sangue. E apenas três dos oito consultórios da unidade estão funcionando.
- O Hemorio também faz atendimento de pacientes com leucemia, linfomas e anemia falciforme, mas o ambulatório não está recebendo novos pacientes - afirmou o vice-presidente do Cremerj, Nelson Nahon, acrescentando que a situação pode se agravar durante as festas de fim de ano, já que o Hemorio é o centro distribuidor de sangue para cerca de 200 unidades no estado.
Doador de sangue há mais de dez anos, o motorista de ônibus Rogério Pinto Ribeiro, de 47 anos, conta que o tempo de espera para retirar sangue aumentou muito:
- Eu ficava aqui, no máximo, meia hora para ser atendido. Hoje (ontem), levei mais de três horas. Vi várias pessoas desistindo de doar.
O Cremerj também denuncia que o serviço de cirurgia cardíaca pediátrica vem sendo afetado pela crise.
- Há 45 dias, fomos informados pela Clínica Perinatal que, por falta de repasses, eles foram obrigados a reduzir a quantidade de cirurgias cardíacas pediátricas mensais de 30 para seis - disse Nahon.
A Secretaria estadual de Saúde informou que "todas as suas unidades estão funcionando, apesar da gravíssima crise financeira".
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Pesquisa: 83% das pessoas internadas morrem (ANCELMO GOIS)
| O GLOBO - RJ |
RIO |
Coluna |
29/10/2016 |
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O fardão de Geraldinho O festivo empresário Omar Peres, 56 anos, o Catito, dono dos restaurantes "La Fiorentina" e "Bar Lagoa", se ofereceu para pagar o fardão do poeta, compositor e roteirista Geraldo Carneiro, 64 anos, recém-eleito para a ABL.
Se isto ocorrer, será uma novidade. Pela praxe, quem arca com os custos do uniforme de gala, cerca de R$ 67 mil, é o governo do estado em que o acadêmico desenvolveu sua obra.
No caso do mineiro Geraldinho, seria o Rio, que está falido.
Só que...
Nos últimos anos, essa regra de estadualização já vinha sendo maleável. No caso de FH, que nasceu no Rio e fez carreira em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin se fingiu de morto. A conta terminou sendo paga por Eduardo Paes, mesmo sofrendo restrições de gente do MP.
Números de guerra
A pesquisadora Cecília Minayo, da ENSP/Fiocruz, cruzou os dados de Ministério da Saúde e Rede Sarah de hospitais, sobre vítimas de armas de fogo. Segundo a pesquisa, 83% das pessoas que são internadas após terem sido atingidas... morrem.
E mais...
Dos que sobrevivem, 80% acabam paraplégicos. A violência é, hoje, a terceira causa de morte no Brasil entre pessoas de 10 a 49 anos, atrás só de doenças cardiovasculares e câncer.
A tocha de Vanderlei
O Comitê Rio-2016 pode até estar mal das pernas, mas seu leilão rende uma boa grana. Até agora, o item mais caro foi a tocha com que Vanderlei de Lima - o ex-maratonista que, em Atenas (2004), só não ganhou o ouro porque foi agarrado por um padre irlandês - acendeu a Pira Olímpica, no Maracanã. Foi arrematada por módicos... R$ 216 mil.
Viva o samba!
Marisa Monte, a talentosa cantora e compositora, 49 anos, vai participar do especial de fim de ano de Roberto Carlos.
O programa do Rei será em homenagem aos cem anos do samba.
Por falar em centenário...
Fafá de Belém vai cantar o "Hino Nacional" - cuja interpretação ficou famosa nas manifestações pelas "Diretas, Já", nos anos 1980 - na cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Cultural, que celebra também os cem anos do samba, dia 7, no Palácio do Planalto.
A grande homenageada da festa, como se sabe, será Dona Ivone Lara, conhecida como a matriarca do samba, de 95 anos.
Reabertura do Laura Alvim
Fechado para obras por mais de um ano, o Teatro Laura Alvim será reaberto dia 17, com "A paixão segundo Adélia Prado", com Elisa Lucinda e direção de Geovana Pires.
O espetáculo faz parte do projeto Vivo EnCena.
Dia de Finados
O cemitério Jardim da Saudade de Paciência vai trazer de Assunção, no Paraguai, a orquestra Reciclados Cateura, no dia 2. É formada por adolescentes da periferia que utilizam instrumentos musicais feitos 100% de sucata. No programa: Beethoven, Mozart, Vivaldi e Bach.
Dia dos Namorados
A 27ª Câmara Cível do Rio condenou a Delta, dos EUA, a indenizar em R$ 15 mil um brasileiro. É que, por causa de atraso no embarque e de uma escala não programada, ele acabou perdendo o... almoço romântico de Dia dos Namorados. A moça, também brasileira, estava em Nova York.
Cena carioca
Ao perceber, quinta passada, que um homem, veja que horror!, olhava para os seios de uma jovem mãe que amamentava, dentro do vagão feminino do metrô e no horário da exclusividade delas, um grupo de mulheres expulsou o sujeito da composição.
O homem ainda tentou se explicar dizendo que estava olhando "para o rosto" da criança. Aos gritos de "vaza", ele teve de sair correndo. Há testemunhas!
Zona Franca
A Scuola di Cultura, de Fabrizio Sassi, abre hoje o seu Festival Literário Infantojuvenil. Às 17h, Karla Faria lança o livro "Dando um jeito no jeitinho", pela Nitpress. A Taco lança projeto LAB de customização gratuita de jeans, em cinco lojas do Rio. O La Vie en Rose, no Shopping da Gávea, festeja hoje 37 anos com coquetel às 14h. Felippe Mattoso faz exames que pesquisam a mutação dos genes BRCA1 e BRCA2. Nonato França festeja seis meses no Hair Blond, do Ipanema Tower. Golden Goal e ICON vão patrocinar a 1ª edição do Fest Jazz in Rio, que abre no dia 4, na Hípica. CON abriu unidade na Torre do Rio Sul. Carlos Thiago Cesário Alvim foi reeleito na presidência do Polo Novo Rio Antigo.
COLORIDO DE LELLÊ
Um super time de artistas fará, dia 19, no festival Back2Black, na véspera do dia da Consciência Negra, um tributo ao som e à beleza negra, com direito a contagem regressiva à meia-noite. A comemoração será no melhor estilo pancadão, com o encontro inédito de Daúde, Mc Linn da Quebrada, Deize Tigrona, Rico Dalasam, Tassia Reis e o Dream Team do Passinho com a Lellêzinha, a bela da foto. Aliás, ela vai cantar uma versão de "Olhos coloridos", sucesso de Sandra de Sá. Viva Lellêzinha!
100 anos da Revolução Russa
As editoras já estão de olho no centenário da Revolução Russa de 1917, um dos mais importantes acontecimentos do século XX, que implantou o regime comunista por lá. A Cia. das Letras vem com um livro do historiador Daniel Aarão Reis: uma antologia de textos históricos. E mais outra obra, esta sobre as controvérsias suscitadas por aqueles "Dez dias que abalaram o mundo", para usar o título do famoso livro do jornalista americano John Reed (1887-1920), que cobriu a tomada do poder pelos bolcheviques.
O LEGADO DE MARINA
Marina Ruy Barbosa, 21 anos, está exuberante assim na "Wow", que sai depois de amanhã. À revista, a atriz falou sobre as celebridades instantâneas da internet. "Acho que talento não se discute. E, quando há um legado, o público reconhece"
A TURMA DA MODA
Suzy Menkes, a editora internacional da "Vogue", posa com Oskar Metsavaht no camarim da Osklen no São Paulo Fashion Week
Ponto Final
A decisão de Teori Zavascki de suspender a Operação Métis, realizada no Senado, é mais uma prova do delírio de alguns, como de setores do PT, de acharem que a Justiça atua unida e com parcialidade no petrolão. O próprio ministro do STF, relator da Lava-Jato, foi um dos que votaram pelo desmembramento do inquérito-mãe, tirando de Sérgio Moro vários casos. O juiz, que faz um bom trabalho, também já foi alvo de críticas de Teori, assim como o procurador Deltan Dallagnol. Melhor assim.
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Foco na saúde (MÍRIAM LEITÃO)
| O GLOBO - RJ |
ECONOMIA |
Coluna |
30/10/2016 |
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Os gastos federais com saúde estão estagnados desde 2013, em termos per capita. Não é a PEC 241 que ameaça o setor, mas a crise fiscal e a recessão. O aumento do desemprego, da inadimplência nos planos de saúde, e a menor filantropia das empresas nos hospitais estão sobrecarregando o SUS. Já a volta da confiança e a queda do dólar estão barateando o investimento em equipamentos importados.
O economista André Cezar Médici é especialista na área e edita o blog Monitor de Saúde. Ele apoia a aprovação da PEC 241 com um argumento bastante simples: é ilusão achar que a saúde vai bem enquanto a economia vai mal. Médici fez uma análise sobre os gastos federais per capita no setor e concluiu que os impactos na área começaram com a desaceleração do PIB.
"Durante o período 2004-2015, a alta do gasto público federal per capita com saúde foi de apenas 3,5% ao ano, ligeiramente maior que o crescimento do PIB no período (3,2% ao ano). Entre 2012 e 2015, os gastos públicos per capita em saúde do Governo Federal caíram de R$ 500,96 para R$ 489,27 (-2,3%)", escreveu no blog.
Em entrevista à coluna, o economista lembrou que a PEC antecipou de 2020 para 2017 o início do piso mínimo para a saúde, o que aumentou em R$ 10 bilhões os recursos da pasta. Além disso, disse que a despesa pública com a área, em relação ao gasto total federal, é baixo. Ou seja, a partir do momento em que o país começar a discutir melhor a distribuição do Orçamento, a partir da aprovação da PEC, a saúde pode, de fato, se tornar prioridade.
O diretor de um grande hospital da região metropolitana de Vitória também diz que é a recessão que está impactando o setor: - Com a crise, cresceu o desemprego e as pessoas perderam plano de saúde e foram ao SUS. As empresas estão com menos caixa para filantropia e há inadimplência nos planos. O dólar alto encareceu equipamentos. Superar a crise econômica é essencial.
No início do ano, o hospital orçou em R$ 7 milhões o investimento de uma máquina de radioterapia. Com a queda do dólar, o valor caiu para R$ 4 milhões.
Baixa produtividade
O país está ficando para trás. A produtividade do trabalhador da indústria brasileira em relação aos nossos 11 principais parceiros comerciais caiu 32% entre 2000 e 2015. O estudo da CNI considera a produção por hora trabalhada e não tem efeito do câmbio. José Augusto Fernandes, diretor da CNI, conta que a queda é resultado do baixo investimento e da pouca preparação do trabalhador, entre outros pontos. Ele diz que elevar a produtividade é tão importante quanto buscar novos acordos de comércio.
Fechado ao mundo
A participação da indústria brasileira nas exportações também caiu nos últimos anos, e não foi apenas pela influência do câmbio. Fernandes, da CNI, explica que as políticas públicas para a indústria eram mais voltadas à proteção do que à abertura. O país não se adaptou ao novo mundo das cadeias globais de valor, diz ele. China e Coreia do Sul conseguiram.
expansão. O presidente da Euro Colchões, Maurício Aballo, conta que a rede pretende abrir mais 50 lojas em três estados diferentes nos próximos três anos.
À espera. O empresário diz que se prepara paia a recuperação. "Temos que estar próximos dos consumidores quando o PIB voltar a crescer."
novo equilIbrio. O prazo para regularizar os recursos no exterior termina amanhã. A repatriação deixa de pesar sobre o câmbio, que já subiu para R$ 3,19.
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Investidor volta a olhar medicina diagnóstica
| VALOR ECONÔMICO -SP |
EMPRESAS |
Matéria |
31/10/2016 |
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Com a abertura de capital do grupo Alliar, que levantou R$ 760 milhões na semana passada, o mercado de medicina diagnóstica se prepara para um novo boom. Esse setor já passou por uma forte movimentação de fusões e aquisições lideradas por Dasa e Fleury.
A JK Capital, por exemplo, tem em andamento dez projetos na área de medicina diagnóstica. "Há três fundos, dois estrangeiros e um nacional, trabalhando com teses de investimentos para criação de plataformas de laboratórios", disse Saulo Sturaro, sócio da JK Capital. A ideia desses fundos é formar uma rede com vários laboratórios de pequeno porte e depois vender para um investidor maior.
Os laboratórios de medicina diagnóstica também são alvo de interesse das operadoras de planos de saúde, na opinião de André Staffa, sócio da consultoria Lógika e consultor do fundo Advent no setor de saúde. "As operadoras também estão interessadas em medicina diagnóstica porque elas perceberam que podem controlar a sinistralidade. Quando o paciente faz exames de rotina, o custo cai", disse Staffa.
O mercado de medicina diagnóstica já passou por uma primeira consolidação, mas foram processos mais concentrados em laboratórios de análises clínicas. "Na Dasa e Fleury, o segmento de exames de imagem cresceu, principalmente, de forma orgânica e não por aquisições. Acredito que agora a consolidação se dará no mercado de exames de imagem", disse Sturaro, da JK Capital. "Esse é um segmento muito pulverizado, ainda há espaço para crescer", complementa Fernando Oliveira, do HIG.
Segundo dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), há no país cerca de 10 mil laboratórios privados. Para efeitos de comparação: a Dasa, líder do setor, com marcas como Delboni e Lavoisier, tem cerca de 530 unidades. O setor de medicina diagnóstica registrou em 2015 um faturamento de R$ 25,1 bilhões, sendo que 60% vieram da área de análises clínicas e 40%, de exames de imagem. A margem de lucro dos exames de imagem é maior, mas é preciso ter escala, uma vez que um equipamento de ressonância custa em média US$ 1,5 milhão. A Alliar tem mais de 100 equipamentos de ressonância distribuídas em suas unidades.
Fundada em 2010 pelo fundo Pátria, a Alliar cresceu graças a uma série de fusões e aquisições, cerca de 20 neste período, entre elas do CDB - Centro de Diagnósticos do Brasil. Em 2015, a receita líquida da Alliar foi de R$ 818,7 milhões e somou R$ 460 milhões no primeiro semestre deste ano.
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Câncer de mama: o que a mulher precisa saber (Artigo)
| CORREIO BRAZILIENSE - DF |
OPINIÃO |
Artigo |
31/10/2016 |
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Ao longo de outubro, as mulheres receberam um grande volume de informações sobre o câncer de mama e algumas orientações-chave precisam ficar mais claras. O investimento na divulgação do tema se justifica. Além de ser o câncer que mais afeta as mulheres no Brasil e no mundo - depois do câncer de pele - o câncer de mama é passível de detecção precoce e tem boa perspectiva de tratamento, na maior parte dos casos. De quebra, figura ainda entre os cânceres com margem de prevenção. Estudos atuais acompanhados pelo INCA/Ministério da Saúde estimam que cerca de 28% dos casos de câncer de mama poderiam ser evitados por meio da alimentação saudável, controle do peso corporal e atividade física regular.
Então, a primeira orientação para mulher é que ela saiba que existe possibilidade de reduzir o risco da doença por meio de práticas saudáveis. Por ser uma doença multifatorial e também ligada a fatores hormonais, genéticos e relacionados à vida reprodutiva, até há pouco tempo não se reconhecia essa possibilidade. A segunda orientação é que as mulheres conheçam as suas mamas e fiquem atentas aos sinais e sintomas suspeitos. Estamos falando de autoexame das mamas? Não, exatamente. O autoexame das mamas foi propagado internacionalmente como um método de detecção precoce, nos anos 1980, e propunha o treinamento da mulher para avaliar suas mamas segundo uma técnica específica e em determinado período do mês.
A recomendação do autoexame foi substituída pela noção de Breast Awareness, que pode ser traduzida como "estar atenta às próprias mamas". A mudança veio após estudos comprovarem a pouca efetividade do autoexame na redução da mortalidade pelo câncer de mama. As pesquisas também apontaram que as mulheres descobriam seus tumores de forma casual, em situações cotidianas, e não pela rotina regular e padronizada do autoexame.
É este o fundamento da mensagem "Fique atenta às suas mamas", parte da estratégia de diagnóstico precoce do Ministério da Saúde. A diferença é sutil, mas deve ser conhecida. Observar, sentir e palpar as próprias mamas continuam sendo importantes armas para reconhecer um tumor ainda pequeno, mas isso pode ser feito ao trocar o sutiã, na hora do banho, na intimidade com o parceiro, enfim, da forma mais adequada à rotina das mulheres. O fundamental é que as mulheres se familiarizem com as características únicas de suas mamas e saibam reconhecer os sinais e sintomas de alerta.
Nódulos, em geral fixos e endurecidos, são a principal forma de apresentação da doença, estando presentes em cerca de 90% dos casos. Outras alterações podem ocorrer na pele ou no formato da mama, como vermelhidão, enrugamento, abaulamento ou retração. Também podem ocorrer alterações no mamilo e saída espontânea de líquidos, bem como nódulos no pescoço ou axilas. Esses sinais e sintomas podem não ser câncer, mas devem ser o quanto antes investigados.
Então, a terceira mensagem para a mulher é que vale a pena procurar atenção médica após notar uma alteração suspeita na mama. Muitas vezes o medo que cerca ainda a palavra câncer pode impedir ou retardar a busca por ajuda. E não é pelo fato de a mulher ter percebido o tumor que é tarde demais, pois hoje são muitas as possibilidades de tratamento.
A descoberta do câncer de mama pela própria mulher é uma realidade mesmo em países com amplo acesso à mamografia. A propósito, esse exame, quando feito na ausência de sintomas suspeitos ou histórico familiar de câncer de mama, é recomendado para mulheres de 50 a 69 anos, a cada dois anos. É nessa faixa etária e periodicidade que se tem o melhor equilíbrio entre o benefício de descobrir a doença cedo e os possíveis riscos associados, tais como os resultados falso-positivos e falso-negativos, que geram excesso de exames ou falsa segurança, e também o diagnóstico e tratamento de cânceres que não ameaçariam a vida.
O foco do Outubro Rosa não deveria ser a realização de mamografias, mas, sim, a promoção do acesso à informação, que permita que a mulher seja protagonista na prevenção e no diagnóstico precoce. A participação e a autonomia da mulher são essenciais, ao lado da busca de garantia do direito fundamental à saúde, mediante o acesso a serviços mais ágeis e com qualidade. O aperfeiçoamento da rede assistencial depende do esforço coordenado dos governos federal, estaduais e municipais e será decisivo para o melhor enfrentamento da doença.
*ANA CRISTINA PINHO é Diretora-geral do Instituto Nacional do Câncer
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Tuberculose ainda ronda o brasiliense
| CORREIO BRAZILIENSE - DF |
CIDADES |
Matéria |
31/10/2016 |
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A tuberculose está associada a doenças do passado, mas não ficou para trás. Em uma década, o Distrito Federal registrou 4.407 casos do mal altamente contagioso, que exige tratamento longo e específico. Somente em 2016, ocorreram 285 novas infecções na cidade. Ceilândia e Taguatinga são as regiões administrativas que mais apresentam novos casos. Samambaia, Asa Norte e Sobradinho também se destacam nas estatísticas. Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou estado de alerta para ao mal, uma vez que a epidemia é "mais grave do que se pensava", segundo a entidade. No ano passado, a cada 100 mil habitantes, 13,4 tiveram tuberculose. Ao todo, 384 pessoas se contaminaram. Um entrave entre o diagnóstico precoce e a finalização do tratamento torna o cenário mais problemático.
No DF, a transmissão - por via aérea - ocorre mais entre homens na faixa etária entre 25 e 44 anos. De 2010 a agosto deste ano, 1.274 pessoas tiveram de ser hospitalizadas por complicações relacionadas à doença. O Executivo local garante que a Secretaria de Saúde está habilitada para o diagnóstico e o tratamento do mal, mas não sabe precisar quanto é gasto especificamente com a tuberculose. No DF, o Hospital Regional do Gama (HRG) é a referência no tratamento. A pasta não tem cálculos de quantas mortes ocorreram relacionadas a complicações da doença. Segundo o órgão, o percentual de cura chegou a 67% dos pacientes tratados em 2015. O abandono do tratamento atingiu 4,9%, conforme dados parciais coletados até a segunda semana de outubro.
Luís (nome fictício), 47 anos, é mecânico em São Sebastião. Há cinco meses, recebeu o diagnóstico de tuberculose. "Estava tossindo muito. Não conseguia dormir direito há vários dias. Minha esposa foi quem levantou a hipótese", conta. Após três coletas de secreção, o resultado deu positivo e o tratamento foi iniciado. "Algumas pessoas da família estranharam um pouco. Até se afastaram. É uma doença antiga e o povo fica com medo", comenta, sem querer se identificar por causa do preconceito. Ele garante que segue as recomendações médicas. "Estou tomando os remédios certinho, mas é uma rotina complicada."
A tuberculose tem cura e o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza, gratuitamente, o tratamento, que tem duração mínima de seis meses. Vigiar o doente para evitar o abandono das medicações - basicamente com quatro drogas - é um desafio severo para alcançar a cura, diante das dificuldades da atenção básica no DF e a escassez de profissionais na rede. O peso da pessoa determina a quantidade das drogas, tomadas mais de uma vez por dia. Uma pessoa de 50kg tem que ingerir duas cápsulas, três comprimidos e mais uma vitamina para ajudar o organismo a enfrentar o coquetel. Para um paciente de 70kg, o número sobe para oito unidades.
O principal sintoma é a tosse. Recomenda-se que, se ela persistir por três ou mais semanas, a pessoa procure um médico. A tosse pode ser acompanhada de cansaço, febre vespertina, sudorese noturna, perda de apetite, emagrecimento, hemoptóicos (escarro com estrias de sangue) e hemoptise (escarro de sangue). "De imediato, temos que fazer o diagnóstico precoce e a busca ativa de casos. As chances de cura são altas, mas o problema é convencer a pessoa a tomar a medicação mesmo sem sentir nada", frisa o especialista em pneumologia da Universidade de Brasília (UnB) Ricardo de Melo Martins.
O relatório da OMS coloca o Brasil entre os 20 países com maior incidência do mal - somente em 2015, foram 67.790 casos em todas as regiões e cerca de 4,6 mil mortes. Os números são suficientes para provar que a doença está tão ativa quanto esteve no século passado. A tuberculose é causada por uma bactéria, o bacilo de Koch, que na maioria dos casos se aloja nos pulmões e destrói o órgão aos poucos. Duas em cada cinco pessoas infectadas não são diagnosticadas e podem transmitir a doença. "A tuberculose é uma doença endêmica (constante numa região) no DF. O bacilo está circulando na nossa comunidade", alerta Ricardo Melo.
Mal dos poetas
A tuberculose dizimou grandes poetas românticos, como Castro Alves e Álvares de Azevedo, no Brasil, e John Keats e Lord Byron, na Europa. O escritor Nelson Rodrigues sobreviveu à doença nos anos 1930. Em dezembro de 1980, a doença saiu do pulmão e se espalhou, fragilizando o escritor. Ele morreu de complicações do mal.
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Escassez de tratamento
O que preocupa especialistas é que, a curto prazo, nenhuma droga deve surgir. As pesquisas para encontrar uma vacina ou outros tratamentos "carecem de fundos suficientes", conclui o relatório anual da Organização Mundial da Saúde (OMS). "Como a resistência da bactéria é grande, se continuarmos com os mesmos recursos de medicamentos, não teremos opção de tratamento. Se nada for identificado, vamos ficar sem ter o que fazer", ressalta o especialista em pneumologia da Universidade de Brasília (UnB) Ricardo de Melo Martins.
Para a infectologista Kelly Oliveira, os laboratórios não investem nas pesquisas de medicamentos para a tuberculose porque as doenças infecciosas atingem países em desenvolvimento, onde os lucros são baixos. "Estamos enfrentando surtos porque as doenças foram negligenciadas. O estigma de mal de país subdesenvolvido e que afeta mais gente pobre não desperta o interesse de desenvolver um medicamento que não vai vender. Os exames evoluíram, mas o tratamento ficou estagnado", explica a especialista do laboratório Exame. Acompanhado do problema, diz a médica, está a ausência de campanhas de alerta. "Falta expertise do governo."
O Ministério da Saúde destaca a redução da tuberculose no Brasil e da mortalidade associada à doença, ao comentar o relatório da OMS. "Nos últimos 10 anos, a incidência da tuberculose no país caiu 14,2%, passando de 38,7 casos por cada 100 mil habitantes, em 2006, para 33,2 casos por 100 mil habitantes, em 2015", informou, em nota. O coeficiente de mortalidade, segundo cálculos da pasta, passou de 2,6 óbitos por 100 mil habitantes, em 2004, para 2,2 por 100 mil habitantes, registados em 2014. No ano passado, foram notificados 67.790 casos da doença. (OA)
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Unimed: 40 mil beneficiários
| COMÉRCIO DO JAHU - SP |
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Matéria |
31/10/2016 |
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A Unimed Regional Jaú é o principal plano de saúde da cidade. A cooperativa atende atualmente cerca de 40 mil beneficiários, sendo aproximadamente 30 mil usuários próprios e outros 10 mil por meio de intercâmbio de repasse - beneficiários de outras Unimeds do Estado que residem em sua área de atuação.
Há também cerca de 9 mil pacientes/ano que vêm a Jaú para tratamento oncológico no Hospital Amaral Carvalho e em busca de serviços de referência na Santa Casa de Jaú.
O último crescimento no número de usuários ocorreu de 2013 para 2014. "Em torno de 1,22% de crescimento. De 2014 para 2015, houve redução de 1,60%, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, e temos acompanhado, em 2016, essa continuidade", comenta o diretor presidente da Unimed Regional Jaú, Paulo de Conti. O motivo da desaceleração é a crise econômica que assola o País.
Perfil
O perfil de beneficiários da cooperativa na cidade tem predominância de planos empresariais, sendo que os de saúde familiar são adquiridos, em sua maioria, por mulheres. Em relação à faixa etária, observa-se, segundo Paulo de Conti, predominância de jovens e idosos, reduzindo a proporção de usuários com idades nas faixas intermediárias.
Embora o País enfrente crise econômica, a Unimed Regional Jaú intensificou seu investimento nos meios de comunicação com intuito de angariar novos clientes e fidelizar os antigos e tem equipe que visita empresas da cidade e região oferecendo benefícios aos empresários e seus colaboradores. (ACM)
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Unimed Night Run realiza etapa final da temporada
| DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ - PR |
ESPORTES |
Matéria |
29/10/2016 |
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Neste sábado, a partir das 12h, no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro, acontecerá a terceira e última etapa do Circuito Paraná Running, a Unimed Night Run Contra o Câncer. O evento vai reunir cerca de 2.500 atletas, divididos entre corredores de 5 e 10 quilômetros.
Ao todo, são 3 etapas no ano. Na primeira, que aconteceu em abril, o tema foi a Água. Na segunda prova, o tema foi o Coração . E agora, na terceira prova o projeto faz um convite aos participantes para a prevenção do câncer.
O percurso de 10 km terá a largada às 20h, seguido do percurso de 5 km que terá largada às 20h15. Além da prova de corrida, o Circuito conta com uma grandiosa estrutura montada com estandes de patrocinadores e apoiadores do projeto.
Na Vila Paraná Running patrocinadores oferecem serviços, brindes e promovem ações com os participantes, como, por exemplo, a Unimed Maringá. Sempre inovando em suas ações com público, nesta prova a empresa oferecerá aos corredores fotos impressas como lembrança. Todos participantes que tirarem fotos com seus celulares na corrida e postarem no aplicativo Instagram com a hashtag #CirculaSaúdeUnimed poderão retirar a impressão da imagem instantaneamente na tenda da Unimed.
No palco principal, as atrações musicais ficam por conta do DJ Telê Dias e da banda Tropa de Elite, que realizarão os seus shows para agitar todos os participantes.
Food Park
A partir das 12h, a praça de alimentação do evento já estará funcionando com 10 food trucks. A entrada e estacionamento são gratuitos para toda a população.
Wilson Teixeira, gerente de Produto de O Diário e um dos organizadores do evento, destaca quer o objetivo é encerrar a temporada 2016 com uma prova marcante. Nossa expectativa é de fechar com chave de ouro o circuito terrestre, entregando mais uma vez um evento de qualidade para o atleta e para aqueles que estão ali só para se divertir. Será uma corrida disputada, mas o que mais valorizamos é a participação pela diversão, pelo esporte e o bem estar. Em nosso circuito quem ganha mais é a saúde , observou.
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Outubro Rosa no Maringá Park dedicado à beleza
| DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ - PR |
MARINGA |
Curtas |
30/10/2016 |
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Para fomentar as ações do Outubro Rosa, na segunda-feira será realizada, no Maringá Park Shopping, a ação Espelhe o Bem , cujo objetivo é estimular a doação de mechas de cabelo para confecção de perucas, que serão destinadas a pacientes em tratamento contra o câncer. Qualquer pessoa pode doar. Para isso, é preciso se inscrever pelo link: goo.gl/MRVC6Z. Para participar, a mecha de cabelo para corte precisa ter mais de vinte centímetros. Após destinar as mechas, além de visual novo, com acabamento do corte feito por profissionais experientes, as participantes terão à disposição uma equipe para fazer maquiagem, tudo gratuitamente. O evento será realizado no 3º piso do Maringá Park, das 11h às 15h, e o corte acontece no salão Lady Lord, no 4º piso. No mesmo dia, haverá arrecadação de lenços de tecido no balcão de informações, no 1º piso. Durante a ação, a Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC) também vai abordar, das 13h30 às 16h30, os participantes e os clientes do shopping para prestar orientações sobre prevenção e diagnóstico precoce de câncer. Para isso, o grupo vai levar uma prótese de mama para ensinar o auto exame e a detectar os tumores benignos e malignos. Além disso, a equipe vai distribuir materiais informativos. Espelhe o Bem é uma realização da Unimed Maringá em parceria com o Maringá Park, o Salão Lady & Lord, Lu Hair Cabelos, Perucas e Cosméticos, O Boticário e RFCC.
/// Da Redação
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Unimed orienta no Fórum de Sexualidade
| GAZETA DO SUL - RS |
GERAL |
Matéria |
28/10/2016 |
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Com o propósito de promover os cuidados com a saúde dos adolescentes, a Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (Unimed VTRP) realizou na última quarta-feira no Espaço Camarim, em Santa Cruz, um Fórum de Sexualidade que reuniu alunos e professores de escolas do município. O encontro tratou desde temas mais tradicionais - como a primeira relação sexual, a prevenção de DSTs e Aids, gravidez na adolescência e a importância da confiança nos relacionamentos -, até pautas mais atuais, como os perigos da exposição de fotos e vídeos na web.
O conteúdo foi explanado pela médica Renata Jucá e pela psicóloga Daniela Graef, que fazem parte do Programa Adolescer, da Unimed VTRP. Esta é uma iniciativa que existe desde 2007, focada na educação sexual para alunos de escolas públicas e privadas da região. Outras informações sobre o programa podem ser obtidas no site www.unimedvtrp.com.br/sexualidade ou pelo e-mail sustentabilidade@unimedvtrp.com.br.
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Saúde estadual entra em colapso
| O DIA - RJ |
RIO DE JANEIRO |
Matéria |
29/10/2016 |
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Se nada for feito até o final do ano, hospitais e unidades de saúde de todo o estado correm o risco de fechar as portas, aponta relatório divulgado ontem pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj). O órgão pediu a intervenção do governo federal na área de saúde, combalida por conta da crise financeira do estado.
Gil Simões, diretor e coordenador da comissão de fiscalizações do Cremerj, afirma que a dívida da saúde no estado já chega a R$ 2,5 bilhões. Faltam insumos, remédios e
leitos nas principais unidades e os médicos da rede correm o risco de ficar sem salário. Quatro unidades de Pronto Atendimento (UPAs) já fecharam as portas em Cabo Frio, Barra Mansa, Angra dos Reis e São João de Meriti.
Segundo o relatório, atualmente, há 12 mil pacientes na fila para cirurgias cardiovasculares no estado. "Isso significa um aumento no número de amputados, pois a espera é cruel para esses pacientes. Sem contar os cerca de 600
pacientes que aguardam para fazer radioterapia e perdem o tempo de seus tratamentos".
O efeito cascata da crise afeta também unidades municipais. O Hemorio enfrenta dificuldades com a falta de material básico como tubos de coleta de sangue. "Tem doador mas não tem material para coletar o sangue", explica.
O Cremerj solicitou audiência com o Ministério da Saúde, em que pede a instalação de um gabinete de crise, com todos os níveis de governo. O
Ministério comunicou que liberou R$ 65 milhões extras este ano para reforçar a saúde no estado. Segundo a secretaria estadual, de janeiro a outubro o setor recebeu R$ 393 milhões, cerca de 40% do orçamento previsto para a pasta. Já o Cremerj afirma que o estado não tem investido o percentual obrigatório em lei (12% do orçamento) e que a os hospitais só é repassado 5%.
Na quinta-feira, uma tubulação de oxigênio explodiu no Hospital Getúlio Vargas, na Penha. Seis pacientes tiveram de ser transferidos. Os reparos já foram concluídos.
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Mutirão devolve autoestima às mulheres mastectomizadas
| O POVO - CE |
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Matéria |
30/10/2016 |
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Beleza & Saúde
1 A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica concluiu, ontem, o maior mutirão brasileiro para reconstrução de mama em pacientes que foram vítimas de câncer de mama, passaram por mastectomia (cirurgia para retirada de mama) e não puderam ter suas mamas reconstruídas.
2 A ação beneficiou centenas de pacientes em todo o território brasileiro, mobilizando mais de 800 cirurgiões plásticos e residentes e estando presente em 18 unidades da Federação. No Ceará, vários hospitais participaram da ação: Hospital das Clínicas Walter Cantídio, Instituto José Frota, Hospital Geral de Fortaleza, Hospital César Cals, São Camilo e Hospital Fernandes Távora.
3 "No Hospital das Clínicas aconteceu o maior número de cirurgias no Ceará, cerca de 60% das cirurgias programadas para o Estado. As cirurgias foram oferecidas, gratuitamente, e todos os cirurgiões plásticos atuaram de forma voluntária", esclarece a cirurgiã plástica Adivânia Pinheiro (CRM 10565/RQE 6285), que participou do movimento realizado durante todo este mês de outubro.
4 As pacientes foram previamente selecionadas a partir das listas de espera no Sistema Único de Saúde e submetidas aos exames necessários para a cirurgia. O mutirão contou também com empresas parceiras que doaram as próteses e sutiãs de pós-operatório. "Na cirurgia de reconstrução da mama foram empregadas várias técnicas de cirurgia plástica que tentam restaurar a mama, considerando-se a forma, a aparência e o tamanho após a mastectomia", explica a cirurgiã.
5 No Brasil, são registrados cerca de 50 mil casos de câncer de mama, anualmente. Desses, em torno de 12 mil pacientes, morrem após o diagnóstico. Dos outros 38 mil, cerca de 5 mil conseguem fazer a reconstrução mamária pelo convênio ou plano de saúde, enquanto mais de 30 mil mulheres dependem da rede pública para o procedimento. "Cerca de 25 mil pacientes ficam sem realizar a reconstrução mamária anualmente". O tempo médio de espera de uma mulher brasileira que permanece mastectomizada, na rede pública de saúde, gira em torno de dez anos.
6 A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica buscou com essas ações reduzir esses números tão alarmantes, trazendo uma melhor qualidade de vida às pacientes. "O mutirão causou impacto extremamente positivo na vida dessas mulheres, que se sentiram mutiladas pela doença, devolveu a autoestima perdida e a esperança por dias melhores", conclui cirurgiã plástica Adivânia Pinheiro.
A mulher mastectomizada chega a esperar até dez anos para reconstrução de mama, no SUS
AMAMENTAÇÃO NA QUIMIO PODE? "Achávamos, antigamente, que a quimioterapia era prejudicial ao feto, mas pesquisas provaram que o uso de certos quimioterápicos, a partir do segundo trimestre de gravidez, não aumenta o risco de defeitos no feto, devendo ser evitada, na medida do possível, no primeiro trimestre da gestação", esclarece oncologista clínico Vitor Hugo Medeiros Alencar (Cremec 4855), clínica da Oncoclinic. Como a maioria dos medicamentos quimioterápicos, bem como os hormônios utilizados no tratamento do câncer de mama, pode passar para o recém-nascido através do leite materno, a amamentação não é recomendada enquanto a mãe estiver fazendo tratamento com quimioterapia, hormonioterapia ou terapia-alvo.
DADOS DO CÂNCER NO BRASIL ASSUSTA
Estimativa 2016 (Instituto Nacional de Câncer - Inca)
57.960 novos casos no Brasil 4.050 no Nordeste
2.160 no Ceará 860 em Fortaleza
BATE-PRONTO
Cristhine Simões explica sobre personal diet, um over delivery que está invadindo os lares e mudando os costumes alimentares de muitas famílias
O POVO - O que e personal diet? CRISTHINE SIMÕES - É um nutricionista que orienta, in loco, toda a rotina alimentar da família, desde a aquisição, escolha, até o consumo e destino final do alimento. Avaliamos as necessidades dos clientes em relação à alimentação e, com base nessas necessidades, a personal diet orienta e acompanha a alimentação.
OP - Quais a diferença para um nutricionista? CRISTHINE - A diferença dessa orientação, que é feita durante as visitas domiciliares, é a aproximação e a relação que se estabelece com o cliente, de modo a preconizar o ambiente familiar, social e profissional, tornando ainda mais personalizado o plano alimentar.
OP - Como é a logística do personal diet dentro do lar dos clientes? CRISTHINE - Treinamos a cozinheira, orientando e monitorando o preparo, a manipulação, o armazenamento, a conservação e a economia. Fazemos a organização da despensa, da geladeira e do freezer. Elaboramos os cardápios nutritivamente, receitas lights equilibradas e a lista de compras.
OP - Nossa, a orientação é completa... CRISTHINE - Ainda fazemos a adequação das preferências alimentares a um programa equilibrado corrigindo os erros. Incentivamos a introdução de outros alimentos de maneiras diversas. Instruímos sobre a leitura dos rótulos nutricionais e realizamos a orientação de como lavar e higienizar os vegetais, legumes e frutas corretamente.
Gastronomia funcional
SMOOTHIE DE FRUTAS
INGREDIENTES 1 maracujá
1 manga1 banana
1 colher de sopa de cacau orgânico
1 colher de sopa de chia
1 colher de mel
MODO DE PREPARO Bata tudo no mixer, não adicione açúcar
GALERIA
O POVO ANUÁRIO DA SAÚDE DO CEARÁ
Farmacêutica Dinalva Queiroz (no click, com Alberto Bial), das Farmácia Evidence com Manipulação, uma das mais respeitadas do Brasil, com sede no Ceará, filial em São Paulo e entrega em todo País, CONFIRMADÍSSIMA no nosso O POVO Anuário da Saúde do Ceará. Um projeto multiplataforma em livro e canal digital, voltado para a sociedade e os demais profissionais da saúde. Lançado, em breve, no Espaço O POVO.
VISITINHA: Gestor Joaquim Salmito e jornalista Roberta Fontelles Philomeno, do O POVO , com cirurgião Hipólito Monte, no Instituto Hipólito Monte
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Cinthia Raasch: Comissão processante que avalia cassação de vereador em Jaraguá do Sul está desfalcada
| A NOTÍCIA - SC / EDIÇÃO - ON LINE |
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Matéria |
29/10/2016 08:04:00 |
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O vereador Jeferson de Oliveira (PSD) , presidente da comissão processante que avalia a cassação de Zé da Farmácia (PSC) na Câmara de Jaraguá do Sul , diz que precisa analisar ainda com o setor jurídico se poderá substituir Amarildo Sarti (PSDB) na comissão e se o integrante realmente poderia deixar o trio. Amarildo alega que deixou a função porque os trabalhos estão lentos. A comissão precisa agir com mais celeridade, não precisa fazer juntada de documento de sentença já proferida , declarou. Sobre a possibilidade de sair da comissão, afirma que tem o direito de deixar o grupo. Eles que sorteiem outro . Amarildo afirma ainda que há legislações nacional e municipal que embasam a decisão de colocar em votação a eventual cassação e diz que cabe a todos os vereadores a decisão. Quem acha que tem que ser cassado, vota a favor; quem discorda, vota contra. Daqui a pouco, a Justiça Eleitoral decide de ofício pelo afastamento e a gente fica aqui comendo mosca , conclui.
À espera do processo para votar
Zé da Farmácia , que é presidente da Câmara , é alvo da comissão porque foi condenado por tráfico de drogas ao vender remédios ilegalmente. Jeferson de Oliveira argumenta que a cassação ainda não foi posta em votação porque aguarda da Justiça Federal todo o processo jurídico. Alega que no pedido do documento solicitou encaminhamento em cinco dias, apesar de entender que o prazo seria de 15 dias. Não podemos fazer nada que dê brecha para ele entrar com mandato de segurança e voltar ao cargo. Estamos trabalhando de forma correta, seguindo as leis. E ele também tem seu direito de defesa , declarou.
Denúncia na Justiça Eleitoral
O assessor de gabinete Dinalberto de Lucca Moreira , que encaminhou a representação que deu origem à comissão processante, apresentará denúncia na próxima semana à Promotoria Eleitoral para que a Justiça se manifeste neste caso. A defesa de Zé alega que na sentença do processo a juíza não determinou a perda de mandato.
Procon de Schroeder
Foi assinada nesta semana a ordem de serviço para construção da sede do Procon de Schroeder . O prédio será construído ao lado da Biblioteca Municipal com recursos do próprio órgão, fechando quase R$ 250 mil. A Prefeitura doou o terreno. A expectativa é de que a obra fique pronta em quatro meses.
Sons e sabores
Em evento de divulgação da Schützenfest nesta semana, o Sons e Sabores , já houve uma mostra da alegria que deve predominar na 28ª edição da festa. Integrantes e realeza das sociedades de tiro, governo, empresários, imprensa e outros convidados degustaram alguns pratos alemães que serão servidos e já aqueceram os passos. Houve quem se dividiu entre eventos para acompanhar, caso de Dieter Janssen (PP) . O deputado Vicente Caropreso também participou.
Correção
Diferentemente do que a coluna trouxe na edição desta sexta-feira, a Unimed não tem três planos para atender aos trabalhadores demitidos que tinham o benefício por meio das empresas. O correto é apenas um.
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Unimed pode ter nome incluso no SPC/Serasa caso não pague indenização por danos morais
| BAHIA NOTÍCIAS |
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28/10/2016 11:40:00 |
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A Unimed Brasília Cooperativa de Trabalho Médico terá que pagar R$ 159 mil de indenização por dano moral coletivo por terceirização ilícita. Caso a empresa não pague a indenização, o nome será inscrito no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa, além de ser incluída no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas. A sentença condenatória transitou em julgado. A ação contra a operadora de plano de saúde foi movida pelo Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF). Em investigação promovida pela procuradora Jeane Carvalho de Araújo Colares, o MPT comprovou que a empresa burlava a legislação trabalhista ao terceirizar as atividades finalísticas de fisioterapia, por meio das empresas Medfisio e Fise-Fisioterapia Especializada Ltda., que prestavam serviços no interior do próprio estabelecimento da Unimed. Segundo a procuradora, foi verificado a "precarização das relações de trabalho mantidas pela prestadora de serviço e os fisioterapeutas" e que "trata-se de prática inaceitável, pois são serviços inegavelmente vinculados à atividade-fim dos hospitais investigados".
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Colaboradores da Norte Fluminense em visita técnica a Unimed Vitória
| EASYCOOP |
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Matéria |
31/10/2016 08:40:00 |
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Membros da equipe do Gerenciamento de Saúde Viver Bem da Unimed Norte Fluminense realizaram uma visita técnica a Unimed Vitória no dia 20 de outubro último. Marcos Silva, enfermeiro, Damaris Araújo, assistente social, Regiane Soares, enfermeira e Ana Carolina, fisioterapeuta, conheceram o Programa Viver Bem daquela singular e foram recepcionados por Alexandra do Carmo.
Segundo Marcos Silva, "a equipe foi conhecer o trabalho realizado, o fluxo do programa e, posteriormente, apresentar a diretoria da Norte Fluminense propostas de implantações de projetos que são sucesso em Vitória e orientados integralmente pelo CAS - Comitê de Atenção Integral à Saúde".
E de acordo com o Dr. Alfredo Crespo, coordenador do Viver Bem da Unimed Norte Fluminense "esta visita a Vitória foi importante porque o programa deles tem nove anos de existência, com várias segmentações como saúde da gestante e saúde das crianças, e podemos trazer algumas destas experiências para a Unimed Norte Fluminense, adaptando-as a nossa realidade".
Unimed Norte Fluminense
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Unimed Regional Jaú recebe Prêmio Nacional de Relacionamento com o Cliente
| EASYCOOP |
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Matéria |
31/10/2016 08:42:00 |
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No dia 6 de outubro, a Unimed Regional Jaú recebeu o 9° Prêmio Nacional Unimed de Relacionamento com o Cliente. Esta é a segunda vez que a Unimed Regional Jaú concorre à premiação. Em 2015, alcançou o quinto lugar em sua categoria, disputando entre 16 Unimeds de médio porte e, neste ano, conquistou o segundo lugar.
Na cerimônia de entrega da premiação, que ocorreu em São Paulo, estiveram presentes a Coordenadora de Atendimento, Caroline Fernanda Ferreira dos Santos e a supervisora de Atendimento do SAC, Crislaine Toledo, que ressalta que a essência da Unimed Regional Jaú está no acolhimento humanizado do beneficiário, ou seja, em todos os pontos de contato e, por isso, a excelência no atendimento feito pela Central de Relacionamento é vital.
"Este prêmio só foi possível devido ao engajamento e ao esforço da equipe do CRM (Customer Relationship Management), responsável pelo Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente, que trabalha com o objetivo de garantir a qualidade dos serviços prestados. Acreditamos que um atendimento baseado no respeito e na gentileza faz toda a diferença", afirma.
Crislaine conta que a Central de Relacionamento da Unimed Regional Jaú foi avaliada em diversos itens como indicadores de resolutividade e de gestão, de tecnologias, entre outros. Um fator importante para ter alcançado esta posição foi que, a partir dos apontamentos e das considerações da empresa avaliadora - feitos em 2015 -, determinados itens foram revistos e, assim, ações foram realizadas.
"Em 2015, no Reclame Aqui, tivemos a pontuação zerada, pois não tratávamos as reclamações desse site. Já neste ano tivemos a pontuação máxima, pois as insatisfações estão 100% solucionadas. Em um segundo momento também fizemos adaptações no canal de e-mail e no Fale Conosco, como o envio de resposta automática ao beneficiário informando sobre o recebimento de sua solicitação", pontua Crislaine.
Além disso, adequações no atendimento telefônico foram feitas, como a prontidão no atendimento prestado aos clientes, a inserção de música enquanto o beneficiário espera o atendente, a informação do protocolo no início da ligação, e o agradecimento e a gentileza pelo contato são alguns dos itens que fazem a diferença na relação com o cliente.
Unimed Regional Jaú
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Unimed Rio contrata Santander para vender ativos
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ECONOMIA |
Matéria |
28/10/2016 05:00:00 |
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São muitas as hipóteses para a venda de ativos que a Unimed Rio pode promover depois de ter contratado o Santander como assessor financeiro, mas o valor esperado com os desinvestimentos já está encaminhado. O montante de R$ 600 milhões poderia evitar a necessidade de aportes por parte de cooperados, segundo fontes próximas. A venda de hospital na Barra da Tijuca é a menina dos olhos, mas depende de o novo dono atender exigências da Agência Nacional de Saúde (ANS). (Dayanne Sousa)
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TJ do DF nega relaxamento de prisão de médicos da máfia das próteses
| G1 - DISTRITO FEDERAL |
DISTRITO FEDERAL |
Matéria |
28/10/2016 22:24:00 |
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A Justiça do Distrito Federal negou nesta sexta-feira (28) o pedido de relaxamento da prisão dos médicos Fabiano Duarte Dutra e Johnny Wesley Gonçalves Martins, investigados pela Polícia Civil na operação Mr Hyde. A ação apura um suposto esquema criminoso que lucrava com a colocação de órteses e próteses sem necessidade e superfaturados em pacientes, na máfia das próteses .
Dutra foi preso na madrugada da última sexta (21) em uma ação da Polícia Civil e o Ministério Público. Ele é suspeito de destruir documentos em um desdobramento da operação Mr. Hyde. O médico alegou que a medida de mantê-lo preso não é imprescindível e que já havia colaborado com o MP.
Wesley Martins afirmou que não há fundamento para a prisão e pediu a substiuição da medida por outras menos extremas. O juiz da 2ª Vara Criminal decidiu pela manutenção das prisões, afirmando que os fundamentos remanescem firmes nos mandados prisionais.
"Só o auxílio prestado ao MP em outro contesto fático não induz a ilação de que outras medidas sejam suficientes, mormente porque circunstâncias pessoais favoráveis não constituem óbice à decretação ou manutenção da prisão preventiva, se presentes seus requisitos , disse.
Prisão de Dutra Segundo as investigações, o médico Fabiano Dutra colocou fogo em documentos que poderiam servir de provas. Os investigadores também cumpriram quatro mandados de busca e apreensão.
Ele trabalha no hospital Home, é preventiva - sem tempo determinado. Um dos mandados de busca desta terceira fase da operação também aconteceu no hospital da Asa Sul, que foi alvo da primeira etapa da ação que desarticula a chamada máfia das próteses do DF (relembre as fases da operação mais abaixo).
A direção do Home negou participação com o esquema investigado e informou que segue colaborando com as investigações fornecendo documentos e esclarecimentos solicitados . Sobre a prisão, o hospital disse ter sido surpreendido e declarou que só iria se pronunciar com o avançar do inquérito. Dutra negou ter participação no esquema.
Os policiais e promotores também cumpriram mandados de busca e apreensão no escritório de uma empresa do médico e na sede da Secretaria de Saúde, no final da Asa Norte.
A Secretaria de Saúde informou que Fabiano Duarte Dutra será exonerado do cargo de Coordenador de Ortopedia da rede. A pasta também declarou ter colaborado com as investigações. A Secretaria de Saúde reforça que, até o momento, não há qualquer indício, na rede pública de saúde, de práticas ilegais constatadas pela operação Mister Hyde.
A secretaria também disse que foram apreendidos novos dados do cirurgião Rondinelly Rosa Ribeiro, alvo da primeira fase da ação. Os acessos dos dois profissionais aos sistemas de informática foram imediatamente bloqueados pela secretaria.
Ortopedista e traumatologista, o médico Fabiano Dutra é servidor da secretaria. Ele está lotado na gerência de recursos da pasta e tem vínculo com o GDF desde pelo menos 2006. De acordo com o Portal da Transparência do DF, ele recebe salário de R$ 7.051,52 líquidos.
As investigações são lideradas pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco), pelo promotor de Defesa dos Usuários dos Serviços de Saúde do MP (Pró-Vida) Maurício Miranda, e pelo promotor de Defesa da Saúde (ProSus) Luis Henrique Ishihara.
Outras fases Na primeira fase da operação, iniciada no dia 1º de setembro, a polícia prendeu 13 pessoas e apreendeu mais de R$ 500 mil em cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão no Home, em três clínicas e residências de médicos envolvidos com os supostos crimes.
Segundo a polícia, estima-se que cerca de cem pacientes tenham sido lesados pelo gurpo. De acordo com as investigações, o esquema envolvendo cirurgias desnecessárias, superfaturamento de equipamentos, troca fraudulenta de próteses e uso de material vencido em pacientes é milionário . Na Justiça, 17 acusados de integrar a máfia já são réus.
O alvo da segunda fase foi o hospital Daher. Segundo a polícia e o Ministério Público, o dono do hospital, José Carlos Daher, tem participação ativa no esquema. O MP chegou a pedir a prisão temporária dele, por suspeita de destruição de provas, mas a solicitação foi negada pela Justiça. No entanto, o empresário de 71 anos chegou a ser detido por posse ilegal de uma pistola ponto 45 , de uso restrito do Exército e das polícias Federal e Militar.
Ao G1, o advogado do hospital Daher negou as acusações. Não temos dúvida de que os procedimentos do hospital são todos corretos , disse Paulo Maurício Siqueira. A assessoria de imprensa do Daher informou que colabora ativamente com as solicitações realizadas .
Como funcionava De acordo com os investigadores, o hospital lucrava ao cobrar de planos de saúde e recebia comissões por indicar um grupo de fornecedoras de próteses já determinados. Parte do lucro, que girava em torno de 15%, acabava sendo divido com os médicos. O MP informou que ainda vai calcular quanto o esquema teria movimentado. Pelo cálculo deles, era cobrado preço entre 800% e 1.000% maior do que realmente a prótese custaria no mercado.
Escutas telefônicas obtidas pela Polícia Civil do Distrito Federal e reveladas pelo Fantástico mostram a conversa entre um médico e um fornecedor de órteses e próteses sobre como continuar enrolando um paciente e faturar mais.
Depoimentos obtidos com exclusividade pela TV Globo apontam detalhes do suposto esquema, explicados por funcionários da empresa TM Medical. Uma das empregadas, Rosângela Souza, afirmou que o grupo criminoso colocava lacres de próteses importadas em embalagens de versões inferiores, elevando o custo aparente do produto e lesando planos de saúde e clientes.
Próteses e órteses Próteses são dispositivos usados para substituir total ou parcialmente um membro, órgão ou tecido. Órteses são utilizadas para auxiliar as funções de um membro, órgão ou tecido do corpo. De uso temporário ou permanente, as órteses evitam deformidades ou o avanço de uma deficiência médica. Um marca-passo, por exemplo, é considerado uma órtese implantada.
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Qualquer cidadão pode doar parte do imposto de renda para a cultura
| HOJE EM DIA - ON LINE - MG |
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31/10/2016 08:42:00 |
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Você sabia que qualquer brasileiro que pague Imposto de Renda pode financiar projetos culturais e ter esse valor completamente restituído? A maioria dos cidadãos sequer imagina, mas não são apenas as empresas que recebem incentivo fiscal para atuar como mecenas. A lei também se estende a pessoas físicas.
O mecanismo é simples: o contribuinte pega o equivalente a até 6% do imposto pago e doa para uma empresa que tenha projeto aprovado na Lei Rouanet. Depois esse valor é deduzido e restituído na declaração do Imposto de Renda.
Com a crise econômica do país e a queda drástica dos investimentos feitos por patrocinadores, muitas empresas voltadas para o setor cultural têm buscado doações junto a pessoas físicas. Embora os valores não sejam tão volumosos quanto os patrocínios vinculados a um CNPJ, esse mecanismo é considerado mais transparente. Ao menos em tese, evita desvios e outras ilegalidades, já que recai sobre alguns patrocinadores pessoa jurídica a suspeita de não honrarem a contrapartida exigida por leis de incentivo.
Acostumado a ter grandes parceiros, o Grupo Corpo começou este ano a fazer uma campanha de conscientização sobre a doação de pessoas físicas. Com a diminuição do patrocínio da Petrobras, a companhia passou a abrir o leque na busca por recursos.
"Esse é um direito pouco divulgado. Estamos mostrando que as pessoas que gostam do Corpo podem apoiá-lo sem gastar mais com isso. É legal, neste momento de crise das instituições, com tantos escândalos de desvio de dinheiro, o cidadão saber que ele mesmo pode ajudar a instituição de que gosta", afirma Claudia Ribeiro, diretora de programação do grupo.
caso de sucesso Quando o assunto é doação de pessoa física, um case de sucesso é o Instituto Unimed-BH. Em 2015, o Programa de Responsabilidade Social da cooperativa arrecadou R$ 11 milhões junto a mais de 4 mil médicos e colaboradores, que repassaram 6% do Imposto de Renda à iniciativa.
Nos sites de algumas empresas culturais, como a Fundação de Educação Artística, é possível encontrar informações sobre as doações. No site do Grupo Corpo o contribuinte pode fazer uma simulação de valores dedutíveis
Com o montante, foi possível patrocinar 50 projetos na capital mineira e em Betim: eventos em praças, projetos sociais em aglomerados, festivais artísticos etc.
Cíntia Campos, gestora do Instituto Unimed, explica que o segredo do programa é o cuidado minucioso para que os médicos incentivadores não tenham problemas com a Receita Federal. "Desde o início, em 2008, nenhum médico caiu na malha fina por isso. Conferimos as doações uma por uma", afirma.
participação O geriatra Carlos Henrique Soares é um dos médicos que doam 6% do imposto para o Instituto Unimed.
Mas ele não se contenta apenas em transferir o dinheiro: faz questão de participar de dois projetos socioculturais ligados ao instituto, o Uniclows (em que médicos visitam hospitais e asilos vestidos de palhaços) e o Bloco Saúde (grupo de tambor, em parceria com o Tambor Mineiro).
"Ficamos satisfeitos em ser doadores porque o instituto tem muitos projetos relacionados à comunidade e porque leva cultura e arte também para a vida dos médicos", afirma.
Inhotim busca estreitar o relacionamento com os visitantes que fazem doações
O Inhotim faz uma campanha de doação há seis anos. Cerca de 1.300 pessoas contribuem neste momento com o museu-parque de Brumadinho, formando uma rede chamada de "Amigos do Inhotim".
Além de ter o valor restituído, o incentivador recebe, nesse caso, o benefício de ter entrada franca no espaço por um ano. "Não é um programa de vantagens ou benefícios, mas oferecemos isso para qualificar a experiência da pessoa no Inhotim, para estreitarmos o relacionamento", explica o coordenador de marketing Fabrício Santos.
Segundo ele, os valores arrecadados com pessoas físicas são pequenos dentro do montante da receita do parque (em torno de 5%), mas há um crescimento anual no número de incentivadores. "É o início de um movimento saudável de maior engajamento do público na manutenção de instituições que admira".
"Esse tipo de doação (de pessoa física) acontece com muita frequência em outros países. O Brasil tem um bom mecanismo, mas é pouco explorado" Fabrício Santos coordenador de marketing do inhotim
A analista de sistemas Flávia Azzi Nasser é uma "amiga do Inhotim" por sentir a "necessidade" de contribuir para a existência de um lugar que adora. "Como tenho entrada livre o ano todo, sempre que recebo um amigo de fora faço questão de levá-lo ao Inhotim, que é o nosso diferencial. Passei a frequentar mais o espaço".
campanha O grande entrave ao uso de doações de pessoas físicas é o desconhecimento da população. Por isso, as empresas culturais se esforçam para informar a população e conquistar incentivadores. A Fundação de Educação Artística (FEA), por exemplo, costuma fazer campanhas de conscientização nos últimos meses do ano.
"Os custos com a formação de músicos são altos e não podemos repassar tudo para os alunos. As doações são importantes para a manutenção dos estudos dos alunos bolsistas. Neste momento, 120 pessoas têm bolsas integrais na fundação", diz Fernando Sout0 Maior, gerente geral da FEA
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Economia sem rumo
| TRIBUNA DO NORTE - ON LINE |
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27/10/2016 23:50:00 |
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O índice de construção desacelera para 0,17% em outubro. Já a confiança do consumidor alcança o maior nível desde fim de 2014, diz a Fundação Getúlio Vargas. Os indicadores econômicos do País mostram que a economia está passando por um momento de muita volatilidade. Da parte do Poder Público vem a distorção, com o desequilíbrio das finanças, enquanto o setor privado faz o "dever de casa" e tenta driblar o que seria o caos, embora sem ter forças para evitar o aumento do desemprego.
CONTROLE Cabe agora ao Senado Federal dar a sua cota de contribuição para o controle da gastança com o dinheiro do cidadão/contribuinte. A PEC dos gastos aprovada pela Câmara dos Deputados deverá ser votada até meados de dezembro pelos senadores. O novo regime fiscal valerá para os orçamentos Fiscal e da Seguridade e para todos os órgãos e Poderes, a partir de 2017.
Finanças
O descontrole financeiro representa um em cada quatro casos de inadimplência, segundo pesquisa. Contribuem para esse descontrole os elevados juros do cartão de crédito que registra novo recorde ao alcançar 480% ao ano. Os juros do cheque especial também bateram recorde em setembro.
Patrimônio
Antes tarde do que nunca. O Tribunal de Contas do Estado vai fiscalizar as declarações de bens e rendimentos de agentes públicos, para fins de controle da variação patrimonial e combate às ilegalidades. As declarações devem ser enviadas por quem ocupa cargo eletivo, emprego ou função de confiança.
ENERGIA A região Nordeste vai produzir menos energia por conta da pouca quantidade de água no reservatório de Sobradinho, na Bahia. O período de chuvas onde estão os rios da "cabeceira" do São Francisco começou, mas o volume ainda é insuficiente para aumentar a armazenagem d"agua.
Sem recursos na eólica O Boletim Eólico da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) revela que o primeiro semestre do ano teve a mais baixa disponibilidade de recurso eólico para o Nordeste desde 2012. A 11ª edição do Boletim Trimestral de Energia Eólica registra um histórico de 54 meses, iniciado em janeiro de 2012, da disponibilidade mensal da energia primária (índice de energia) e do potencial de transformação em energia elétrica (índice de produção) de três "bacias" eólicas que reúne os Estados do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Bahia e Pernambuco.
DIVISÃO Uma boa notícia para os estados. A repatriação de ativos pode render até R$ 4,2 bilhões, na partilha com os Estados, que deveria ser feita com base nos critérios do Fundo de Participação.
1 O Governo do Estado e a Prefeitura do Natal estão usando as receitas de outubro para pagar os salários de setembro até sábado. A última cota do Fundo de Participação está caindo nas contas do estado e da prefeitura amanhã (28). São necessários R$ 52 milhões para o Estado quitar a segunda parcela dos que recebem até R$ 5 mil.
2 O artesanato potiguar se destacou durante a feira "Brasil Original", em São Paulo. Segundo o Sebrae, o grupo de artesãos do Rio Grande do Norte comercializou mais 30,5 mil peças, totalizando um volume negociado da ordem de R$ 172 mil em quatro dias de evento. No total, os artesãos brasileiros venderam R$ 2,9 milhões na feira que teve 350 empreendedores de todo do país
3 A Seguros Unimed firmou parceria com a Cooperativa dos Produtores Artesanais do RN (Copala), para aquisição de peças decorativas, como souplasts (base decorativa para pratos) e descansos de panela em sisal e palha de carnaúba, utilizados em ações promocionais durante a 46ª Convenção Nacional Unimed.
BALANÇO O lucro do banco Santander Brasil cresce 10,3% no terceiro trimestre e atinge R$ 1,88 bilhão. A inadimplência permanece sob controle, ao nível de 3,5% no fim do trimestre de julho a setembro. Apesar dos elevados ganhos, o lucro dos grandes bancos em 2016 deve ser 14% menor.
ANALÓGICO A ampliação do desligamento da TV analógica começou ontem em Brasília. Para São Paulo, o cronograma prevê a transição para o digital a partir de 29 de março. Em Brasília, a operação de desligamento envolve 25 canais de televisão, 13 geradoras e 12 retransmissoras e vai até 17 de novembro.
DECORAÇÃO (I) Com o tema "Natal com os Ursos na Floresta" o Midway inaugura sua decoração natalina hoje, às 17 horas. Estará presente o Papai Noel, acompanhado de uma orquestra infantil composta de 20 adolescentes e crianças e seus instrumentos de corda e sopro.
DECORAÇÃO (II) O Bompreço e o Hiper Bompreço já estão no clima de Natal. As lojas da rede já contam com um sortimento de cerca de 250 itens de enfeites natalinos e artigos temáticos de cama, mesa e banho. As vendas de artigos de decoração de Natal concentram-se em novembro, quando ocorrem cerca de 50% das vendas na sazonalidade.
SHOPPING Com o maior número de shopping centers do Nordeste, Fortaleza ganhou mais um empreendimento varejista ontem, o RioMar Kennedy. É o segundo shopping do Grupo JCPM no Ceará e 13º no País, tendo à frente o empresário João Carlos Paes Mendonça. Foram 18 meses de obras e um investimento estimado de R$ 500 milhões, para abrigar 275 lojas, seis âncoras e 12 megalojas.
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| TRIBUNA DO NORTE - ON LINE |
NOTÍCIAS |
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28/10/2016 23:45:00 |
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Publicação: 2016-10-26 00:00:00
As contas externas do País têm o menor déficit desde 2007. Dados do Banco Central relativos à setembro revelam um buraco de "apenas" US$ 465 milhões. Já a dívida pública ultrapassa os R$ 3 trilhões, ao mesmo tempo em que o Tesouro Nacional reduz o peso de títulos ligados à taxa básica, a selic. Para o ano. o Tesouro manteve a projeção de que ela ficará entre R$ 3.1 trilhões e R$ 3,3 trilhões. Em dezembro de 2015, o patamar foi de R$ 2,793 trilhões.
PAPÉIS Já a dívida dos países emergentes é cada vez mais atraente aos investidores. A demanda é elevada. Em sua primeira operação nos mercados internacionais, a Arábia Saudita conseguiu colocar um nível recorde de 17,5 bilhões de dólares em dívida pública.
Câmbio
É muito pequena a saída de dólar O gasto dos brasileiros no exterior cai 26% no ano. somando US$ 1,294 bilhão, em setembro. O dólar teve ontem a segunda queda, fechando a R$ 3,106 e se mantém no menor nível em 15 meses. Quem ainda está fechando negócio para importar para o ciclo natalino, pode ganhar mais fôlego para as vendas, com preços menores.
Varejo
Pelos dados da Boa Vista SCPC, o movimento do comércio varejista brasileiro caiu 2,1% em setembro, ante agosto. Na comparação com setembro de 2015, a queda foi de 2,5%. No ano. o movimento recua 3,9% e, em 12 meses, cai 4,7%. O baque do comércio vem acontecendo ao longo do ano. A venda de eletrodoméstico vai cair até 12% no Brasil, diz a dona da Brastemp. EMPREGO É preocupante no Rio Grande do Norte, segundo o Sebrae, o emprego no mercado formal com saldo negativo. No acumulado de janeiro a agosto, o RN perdeu mais de 13 mil postos de trabalho, a pior situação do saldo de empregos formais nesse período dos últimos quatro anos.
Desequilíbrio e distorções
Pelo jeito os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e mais o Ministério Público reconhecem ter "culpa no cartório", por esse desequilíbrio nas contas públicas do País, dos estados e municípios. É preciso, por exemplo, dá um novo rumo à Previdência Social do País. Os aposentados do INSS custam um terço do servidor federal, com o valor médio total pago a funcionário público da União chegando aos R$ 3,34 mil.
REFORMA Ontem, a Câmara dos Deputados instalou a comissão especial para discutir a nova reforma política. Já a delação dos diretores da construtora Odebrecht poderá colocar boa parte da classe política brasileira no esquecimento, na lata do lixo.
1 A nova era da energia renovável estará em debate hoje. no 4o Fórum Estadual de Energia do RN (FEERN 2016), no auditório IFRN, Campus Natal-Central. Um dos convidados é o especialista em energia e Membro da Comissão Energética do Estado da Califórnia. Andrew McAIlister. Ele vai mostrar a perspectiva do mercado internacional sobre o futuro do setor energético no Nordeste brasileiro.
2 Pelo menos no Nordeste, o campo está oferecendo mais empregos com duas safras em andamento; de cana-de-açúcar e a de fruta irrigada para exportação, principalmente, de melào. Apenas uma empresa, a Agrícola Famosa, com fazendas no Rio Grande do Norte e Ceará está oferecendo cinco mil empregos temporários, além dos quatro mil fixos, para a colheita de melão, melancia e outras frutas.
3 Segundo analistas, os estoque de melão gália está alto na União Europeia, especialmente na Holanda, mas o mercado não tem absorvido toda a fruta, de acordo com notícia veiculada no Fresh Plaza. As vendas pouco aquecidas de melão estão causando a queda dos preços na tentativa. Os importadores europeus estariam mais cautelosos nas compras. Outras variedades apresentam vendas melhores, como o cantaloupe e o melão amarelo.
FARMÁCIAS Dados da IMS Health, revelam que as farmácias das redes associativistas exibem crescimento muito acima do mercado. Essas lojas, presentes em todo o território nacional, são representadas por 52 bandeiras e 9.332 lojas ativas. Essas farmácias representam cerca de 10% de todo o mercado nacional e atingiram R$ 8.5 bilhões em faturamento nos últimos doze meses.
PEQUENOS A pontualidade de pagamentos das micro e pequenas fica praticamente estável em setembro, diz Serasa Experian. Atingiu 95,8%, ou seja, a cada 1.000 pagamentos realizados, 958 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias.
CONVENÇÃO Começou ontem e vai até sexta-feira, no Centro de Convenções de Natal, a 46ª Convenção Nacional do Sistema Unimed, com o tema "Cuidar para Transformar". Para a hotelaria será uma semana de boa ocupação com 1,5 mil cooperados. Entre os palestrantes, os ex-ministros Nelson Jobim e Roberto Rodrigues; o economista em saúde, André Mediei; a ativista da Colômbia, Ingrid Betancourt e os jornalistas Roberto D"Ávila e Nelson Motta.
PALESTRA A Moura Dubeux vai reunir hoje, às 08h, no International Trade Center (ITC), em Lagoa Nova, os corretores parceiros para anunciar e premiar os campeões em venda do terceiro trimestre da Olimpíada MD. Os convidados vão assistir a palestra "Qual a chave do seu sucesso?", dos irmãos diretores da Ozzy &Ozzy.
LOJA Marca de moda masculina, a Crawford anuncia sua chegada à Natal inaugurando lojas nos dois principais shoppings. Natal Shopping e Midway. O coquetel para convidados será amanhã, 27. a partir das 18h, é na loja do Midway, com 113,83 m2.
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Íngrid Betancourt : 'Estávamos fechando a porta de toda a violência ocorrida'
| TRIBUNA DO NORTE - ON LINE |
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31/10/2016 08:39:00 |
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Apesar de ter passado seis anos e cinco meses de posse de guerrilheiros ligados às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), entre 2002 e 2008, a ex-senadora Íngrid Betancourt é uma das principais defensoras da reconciliação entre a guerrilha e a população colombiana, após 52 anos de conflito armado. A ex-refém esteve em Natal na última quinta-feira (27), onde ministrou palestra acerca de sua experiência no cárcere na ocasião da 46ª Convenção Nacional Unimed. magnus nascimento Eleita senadora pela Colômbia em 1998, Íngrid Betancourt foi sequestrada pelas Farc em 23 de fevereiro de 2002
Em entrevista concedida à TRIBUNA DO NORTE após palestra, Íngrid Betancourt demonstrava serenidade e marejava os olhos sempre que relatava os momentos vividos nos 2323 dias em que esteve sob a vigilância da guerrilha. Apesar da rejeição de 50,2% dos colombianos que compareceram ao plebiscito para ratificar o acordo de paz, firmado entre o governo da Colômbia e as Farc, Íngrid mantém a esperança para uma resolução definitiva e pacífica para o conflito. Confira a entrevista.
O que mudou da Íngrid de 2002 para a Íngrid de 2008? Foi uma transformação muito profunda. Primeiro, do ponto de vista das prioridades da vida, de administrar o tempo, da maneira de enfrentar as situações. Hoje em dia, sou uma pessoa muito mais paciente, muito mais tranquila, muito mais feliz. Tenho uma imensa gratidão pela vida. Não tenho ambição. Me alegro com as coisas simples da vida, como o pôr-do-sol e o mar de Natal. Tenho uma capacidade muito maior de ser feliz.
Qual o momento da vivência no cativeiro em que você julgou não haver mais saída? Todos os dias foram momentos dramáticos em seis anos em meio, como a morte de meu pai. Os castigos, os vários enfartes que acometeram meus melhores amigos. As muitas dores e doenças que compartilhei com eles. A morte dos meus companheiros quando estive em cativeiro. A guerrilha não nos dava medicamentos. A sensação era a de que eu morria aos poucos.
Apesar dos momentos difíceis enquanto esteve cativa, você demonstra uma certa compreensão pelo que viveu. Mas, houve algum momento durante o sequestro em que você se viu cega pelo ódio ou algum tipo de revanchismo contra os guerrilheiros? Sim. Houve momentos de muita ira e até mesmo de querer matar.
Qual foi a sua reação ao tomar conhecimento do acordo de paz entre o governo da Colômbia e as Farc? Foi uma sensação temível. Não posso dizer que tive uma grande felicidade, pois não foi exatamente a emoção que senti. Este acordo de paz chega depois muito sofrimento. Mas, eu senti a tranquilidade de pensar que estávamos fechando a porta de toda a violência ocorrida no passado.
Indicado ao Nobel da Paz, o presidente Juan Manoel Santos foi fundamental para o acordo? O presidente Santos foi o arquiteto da paz econômica. Tem sido objetivo constante dele se aproximar de pessoas qualificadas para se sentar à mesa de negociação. E acredito que não é merecido somente por ele, mas para todos os colombianos. Porque metade da Colômbia acredita que se pode alcançar a paz. A outra metade também crê nisso, mas com algumas mudanças. Há oito anos, quando fui resgatada, ninguém pensava que fazer as pazes com as Farc era uma opção. A única opção que havia era o extermínio militar da guerrilha. O plebiscito só foi possível graças a um líder que é o presidente Santos.
Os colombianos decidiram, em plebiscito, pelo "não" ao acordo de paz, com uma pequena margem de diferença ante o "sim". Na sua avaliação, a que se deve essa rejeição? Uma das experiências que tive no cativeiro foi saber que os momentos de maiores dificuldades é quando se produzem as possibilidades de maiores mudanças. Quanto mais escura está a noite, é quando a luz chega com mais força. O que pensei imediatamente quando soube da vitória do "não", foi que os colombianos tiveram a oportunidade para se chegar à paz. Esse acordo deveria servir para unir os colombianos e não separá-los. Acredito que seja um chamado aos colombianos para que tenham maior maturidade e responsabilidade com a paz, como também maior generosidade. Mas acho que isso seja bom. Então, me parece que dentro do "mal" também há coisas positivas.
O que esperar após esse resultado? É entender que este é um debate que dividiu a Colômbia, as famílias, os amigos, membros da mesma empresa, as igrejas. Acredito que o que temos a fazer é abrir um espaço, em todos os níveis de discussão, para que possamos chegar a algum acordo de como queremos essa paz. Todos concordam com isso. Mas a dificuldade é que, para alguns colombianos, a guerrilha deve ir para a prisão e pagar pelos delitos que cometeu. E eu acredito que sim, estamos de acordo que se deve haver justiça. Mas, temos que refletir sobre o propósito dessa justiça. Tem de ser reconstrutiva, que permita aos guerrilheiros das Farc a serem cidadãos colombianos. Não deve ser uma justiça humilhante, punitiva e degradante, porque não estaríamos semeando uma reconciliação. Temos que elaborar um acordo onde todos estejam tranquilos.
A vitória do "não" deu força ao ex-presidente Álvaro Uribe, de perfil conservador, que fez campanha pela rejeição ao acordo posto em plebiscito. Essa ascensão conservadora, que não está presente apenas na Colômbia, mas em outros países da América Latina, pode ter influenciado no resultado? A realidade da Colômbia sempre foi o contrário da realidade latino-americana. Enquanto se elegia Chavez, Lula, Kirchner, Evo Morales, na Colômbia estávamos elegendo Álvaro Uribe, que é de extrema-direita. A situação colombiana é muito específica, mas o que vai ficar para a história é que se alcance a paz. Essa é a batalha silenciosa e secreta que está a caminho. Existe um grande problema de egos entre os presidentes. Eu diria que isso explica de uma maneira importante a divisão do país. Há uma grande parte de colombianos que querem que as Farc possam entrar em um acordo de paz sem serem castigados. Essa é uma realidade. O que temos que entender, é que as Farc não são como [Nelson] Mandela, é uma organização que destruiu muito. Então, as Farc têm de passar por um processo de arrependimento. Porque a verdade é que, para alguns, os guerrilheiros não estão arrependidos, que não sofrem a dor das vítimas. É um problema acreditar que, sim, eles podem construir um país diferente com todos nós. Então, temos dois lados. O lado daqueles que veem as Farc como criminosos que devem ser castigados e que não estão convencidos de que eles se tornaram outra coisa. Eu tenho confiança que a Colômbia vai conseguir chegar à paz. Isso é um processo longo, muito longo. O que estou convencida é daquilo que se firmou entre as Farc e Santos está firmado e não se pode desfazer. Vamos ter que construir [a paz] a partir disso. Isso é importante, porque é uma situação diferente do que poderíamos passar, por exemplo, na Palestina. Onde vimos várias tentativas de paz entre israelenses e palestinos, mas que deixam tudo para trás, destroem tudo o que tinham feito e voltam à guerra. Eu acredito que para a Colômbia é diferente. Porque existe uma geração muito fascinada, que quer muito alcançar o sonho da paz. Isso é o que cria a diferença.
Qual a contribuição que você pode dar e que os colombianos poderiam seguir para selar a paz com as Farc? A minha contribuição pessoal é de apoiar o acordo, apesar de que sou uma vítima das Farc. Quando eu apoio a paz na Colômbia, eu estou vivendo algumas emoções internas que são difíceis. Pensar o que eu vivi no cativeiro é difícil e ver os comandantes da guerrilha sentados, firmando um acordo de paz, é uma coisa forte para mim. Mas, ao mesmo tempo, se é pela paz da Colômbia, isso tem que acontecer para que ninguém mais sofra o que nós sofremos. Isso é como uma cota que as vítimas colocam, mas acredito que o caminho que se tem para trilhar é o do debate. Quer dizer, os colombianos tem que entrar em um acordo. Temos que olhar isso entre famílias, nos colégios, nas universidades, nos escritórios, nas empresas, nos sindicatos. Porque isso, realmente, é o maior exercício democrático que nós, colombianos, vamos fazer. É um momento único na história. Se os colombianos se colocam de acordo, que é o que tem de ser feito, já estamos muito próximos. Isso é importante para a Colômbia e para o mundo, onde há guerra para todo lado. É importante ver o exemplo de um país que, depois de tanta dor, tanto ódio entre irmãos, consegue, finalmente, a paz.
Perfil Eleita senadora pela Colômbia em 1998, Íngrid Betancourt foi sequestrada pelas Farc em 23 de fevereiro de 2002. Foi resgatada em 2 julho de 2008, durante operação do governo colombiano, que se infiltrou na guerrilha e conseguiu libertar outros 14 reféns. Desde então, Íngrid tem pedido apoio ao redor do mundo para a libertação de companheiros que permanecem reféns. Atualmente, mora com a família em Paris. É autora do livro "Não há silêncio que não termine", onde compartilha memórias do cárcere.
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Dois milhões de brasileiros perderam plano de saúde nos últimos dois anos
| TV GLOBO - NACIONAL |
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31/10/2016 01:27:00 |
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O Fantástico acompanhou a dura rotina de famílias que não podem mais ser atendidas por médicos e hospitais particulares e tiveram que recorrer ao Sistema Único de Saúde.
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Congresso UNIMED Natal
| TV TROPICAL - RN |
VT CONGRESSO UNIMED |
Matéria |
28/10/2016 23:50:00 |
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Congresso UNIMED Natal.
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