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| São Paulo, 31 de outubro de 2017 |
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Institucional |
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Comissão Especial dos Planos de Saúde delibera parecer |
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Em reunião do dia 18 de outubro, a Comissão Especial dos Planos de Saúde da Câmara dos Deputados iniciou a discussão do parecer apresentado pelo relator dos trabalhos, Rogério Marinho (PSDB-RN).
O relatório será votado em sessão marcada para 8 de novembro. Até essa data, os demais membros da Comissão poderão apresentar sugestões de alterações ao relator da matéria, que deve analisá-las e eventualmente incorporá-las.
A Comissão delibera o Projeto de Lei nº 7.419/2006 e seus cerca de 140 projetos apensados, todos propondo alterações na regulamentação dos serviços de saúde suplementar, em um contexto bastante delicado. Também denominados de “nova regulamentação dos planos e seguros de saúde”, os PLs são de autoria de parlamentares de diversos partidos.
A Unimed do Brasil manteve intensa atuação perante a Comissão Especial dos Planos de Saúde, repercutindo a posição basilar do Sistema Unimed: é fundamental a regulamentação para o setor suplementar, desde que conceda tratamento correto às entidades e, especificamente, às cooperativas que atuam no segmento da saúde.
Para o presidente da Unimed do Brasil, Orestes Pullin, o substitutivo do deputado Rogério Marinho representa um avanço, tendo em vista que contempla várias propostas que a Confederação reivindica fortemente, como, por exemplo, a dosimetria das multas aplicadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a flexibilização dos ativos garantidores e o ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) com a redução da taxa de administração. “Algumas questões precisam ser melhor analisadas tecnicamente, como a diminuição do percentual de reajuste apurado na última faixa etária”, afirmou.
Para o vice-presidente da Unimed do Brasil, Alberto Gugelmin Neto, que participou das últimas reuniões com o relator, o conteúdo do substitutivo demonstra que, finalmente, está existindo uma maturidade do entendimento do Poder Legislativo quanto ao setor de saúde suplementar, tendo em vista que várias dessas questões devem ser tratadas tecnicamente sob o risco de se desestruturar o sistema privado de saúde suplementar.
O parecer está sob análise da Unimed do Brasil, que irá verificar os aperfeiçoamentos ainda necessários ao texto e, em seguida, apresentá-los ao relator.
Clique aqui para ter acesso ao substituto apresentado ao PL nº 7.419/2006 e seus apensos (páginas 181 a 199 da íntegra do relatório).
Histórico e tramitação do PL nº 7.419/2006
Após sua aprovação no âmbito da Comissão Especial dos Planos de Saúde, o relatório ainda passará pelo Plenário da Câmara para, na sequência, ser remetido ao Senado Federal (Casa Inicial), que deve analisar as alterações efetuadas pela Casa Revisora.
Somente após aprovado em tais instâncias o projeto poderá ser remetido à sanção presidencial. No entanto, embora ainda exista um longo caminho a percorrer para sua eventual transformação em norma jurídica, é fundamental manter a atuação em prol das alterações necessárias ao aperfeiçoamento do marco regulatório vigente.
A seguir, um breve fluxograma das intâncias de deliberação que aguardam o PL nº 7.419/2006:
Fonte: Unimed do Brasil - Assessoria Político-Institucional e áreas de Comunicação e Marketing
Memorial da atuação da Unimed do Brasil na Comissão Especial dos Planos de Saúde
Com o objetivo de conferir transparência e compartilhar com todo o Sistema as ações implementadas, a Unimed do Brasil divulga, no presente momento, um caderno especial com detalhamento de todas as reuniões e audiências públicas das quais participou, bem como estudos propositivos entregues ao colegiado da Câmara, os quais influenciaram diretamente no parecer final que será deliberado pela Comissão.
No documento, estão compilados, ainda, os perfis dos parlamentares mais atuantes no âmbito da Comissão, bem como as principais abordagens de cada um dos palestrantes das audiências públicas. O conteúdo do caderno é dinâmico, com links e hiperlinks que remetem para os arquivos utilizados nas apresentações e aos vídeos das audiências públicas das quais participou a Unimed.
Clique na imagem abaixo para acessar:
Por fim, clique aqui para ter acesso ao relatório integral apresentado na Comissão Especial dos Planos de Saúde (páginas 1 a 199). |
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A Semana na Câmara dos Deputados |
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Ressarcimento ao SUS é debatido em Comissão |
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A Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) promoveu, no dia 19 de outubro, audiência pública para debater o ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) por parte das operadoras de planos de saúde. O debate foi proposto pelos deputados Jorge Solla (PT-BA), João Paulo Kleinübing (PSD-SC) e Flávia Moraes (PDT-GO).
O representante da Confederação Nacional de Saúde (CNS), Marcelo Moncorvo, questionou a legalidade dos ressarcimentos e os valores cobrados das empresas que prestam serviços de assistência em saúde suplementar. Na opinião da CNS, a cobrança de ressarcimento é inconstitucional, uma vez que o atendimento pelo SUS é gratuito. “Escolhemos alguns brasileiros para perderem a gratuidade no SUS. E esses são os que pagam planos com coparticipação. Ou seja, o cidadão que é atendido pelo SUS pagará depois coparticipação para o plano contratado por ele por conta de atendimento na rede pública. E, nesse caso, o SUS deixa de ser gratuito para ele", sustentou.
Moncorvo também criticou o valor do ressarcimento ao SUS, calculado pelo Índice de Valoração do Ressarcimento (IVR), que representa uma vez e meia o valor lançado no documento do SUS.
O representante do Ministério da Saúde, Carlos Eduardo Sousa, acrescentou que as ações empregadas atualmente estão focadas na integração de sistemas de informação e na parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para oferecer subsídios aos magistrados para julgar ações sobre o assunto.
O diretor-adjunto de desenvolvimento setorial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Daniel Pereira, defendeu, por sua vez, a identificação instantânea do beneficiário de plano de saúde suplementar que for submetido a atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo Pereira, esse mecanismo melhoraria a eficiência dos ressarcimentos devidos pelas operadoras ao SUS, quando seus clientes utilizam o sistema público. |
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| DATA/HORA |
TIPO |
COMISSÃES FRENTES BANCADAS |
PAUTA |
7/Nov, 16h00
(terça-feira) |
Audiência Pública |
Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF)
Plenário 7 |
Audiência Pública:
"Discutir o preço e a validade dos medicamentos comercializados no país"
Convidados:
- Ministério da Saúde
-
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
-
Conselho Federal de Farmácia (CFF)
- Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED)
-
Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma)
- Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) |
8/Nov, 14h30
(quarta-feira) |
Reunião Deliberativa |
Comissão Especial dos Planos de Saúde
(PL nº 7419/2006)
Plenário 7 |
Reunião Deliberativa para discussão e votação do parecer apresentado ao PL 7419/2006, que trata da regulamentação das operadoras de planos de saúde, ao qual tramitam outros mais de 140 projetos apensados |
9/Nov, 9h30
(quinta-feira) |
Audiência Pública |
Comissão Especial destinada a proferir parecer para analisar proposta que modifica o Sistema Nacional de Seguros Privados (PL 3139/15) |
Audiência Pública:
"Debater o Projeto de Lei nº 3139/2015, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Seguros Privados, regula operações de seguros e resseguros"
Convidados:
- Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT)
- Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor - Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon)
- Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSEG)
- Federação Nacional dos Cooretores de Seguros Privados e Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e Resseguros (Fenaco)
- Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) |
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A Semana no Senado Federal |
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Programa Mais Médicos não é consenso entre entidades médicas e pesquisadores |
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O desempenho do Programa Mais Médicos não é consenso entre pesquisadores, autoridades e entidades médicas. O assunto foi debatido em audiência pública no dia 26 de outubro pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Os senadores e convidados defenderam a criação de um plano de carreira para valorizar a categoria. A senadora Lídice da Mata (PSB – BA) pretende apresentar até o final do ano um diagnóstico sobre o funcionamento do Programa Mais Médicos. |
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