| “A crise climática é a maior ameaça à saúde que a humanidade já enfrentou”, alerta o climatologista Carlos Nobre, apoiado em estudos. Para o infectologista Jean Gorinchteyn, o tema deve estar na agenda dos gestores de saúde, junto à compaixão para acolher as pessoas atingidas por eventos extremos e desastres. A tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul ainda não terminou, mostram dados do Sistema Unimed no estado. |
Mudanças climáticas e eventos extremos afetam, igualmente, a saúde dos negócios e, dentre eles, a indústria de proteção contra riscos, como a saúde suplementar e os seguros. Além de apoiar a mitigação de desastres, o setor tem papel crucial em prevenção e adaptação. Desafio inclui engajar seus públicos na agenda da sustentabilidade e implementar planos efetivos de resposta a crises, para salvar vidas e estruturas essenciais. |